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Dando de mamar para meu sobrinho

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Meu sobrinho passou uns dias em minha casa e dei bastante leite para ele tomar.

Olá, meu nome é Pedro, tenho 29 anos, 17,5cm de pau e 1.86m de altura. Hoje eu vim relatar uma série de ocorridos que aconteceram no mês de Novembro e começo de Dezembro.

Meu irmão mais velho, o Fábio, tem um filho de 7 anos chamado Bruno, com espectro autista, o grau dele não é muito forte, mas a vida deles é um pouco complicado por causa disso, ele ainda mama na mamadeira, chupa chupeta e essas coisas que não era para acontecer na idade dele, além dele ser muito calado, fala poucas coisas, se comunica praticamente por gemidos ou apontando para algo.

Eu sempre ajudei meu irmão em relação ao meu sobrinho, as vezes eu que fazia a mamadeira dele, brincava com ele, e ele passava uns dias na minha casa quando meu irmão ia resolver algo, ele sempre contou comigo. Ele é pai solo, a mulher dele infelizmente morreu uns anos atrás e ficamos nós dois cuidando do Bruninho. O Bruno gosta muito de mim, fica grudado o tempo todo, eu não acho isso nada demais, ainda mais pelas condições dele.

Na metade de novembro, por volta das 9hrs da manhã, meu irmão teve que ir viajar urgentemente para outro estado para resolver algo relacionado ao seu trabalho, ele me ligou perguntando se eu podia passar uns dias com o Bruno e disse que nem precisava perguntar que era só trazer o menino pra minha casa, passou umas duas horas o Fábio chegou.

– Ah maninho, valeu por ficar com ele, pensei em ligar pra babá, mas você foi o primeiro que veio na minha cabeça e liguei – disse meu irmão.

– Para com isso, Fábio! Agora me dá aqui esse molequinho e vá resolver as tuas paradas. – rimos

Bruno já veio correndo e pulou no meu colo e ficamos abraçados, peguei suas coisas e me despedi do meu irmão. Coloquei o meu sobrinho no sofá e liguei a TV, botei no canal infantil e deixei ele lá e fui guardar suas coisas. Abrindo a bolsa vi que tinha suas roupinhas e sua chupeta e mamadeira, botei elas no armário da cozinha e levei o resto das suas coisas pro meu quarto, sim ele dorme comigo, eu tenho um quarto de hóspede, mas ele nunca ficava lá. Voltei pra sala e sentei do seu lado, ele logo botou a cabeça na minha perna e deitou, fiquei ali com ele até acabar o desenho que estava passando e perguntei se ele queria alguma coisa, ele ficou gemendo, falei se era mamadeira e ele fez que sim com a cabeça. Então lá fui eu fazer sua mamadeira, eu tinha tudo já em casa pra preparar pra ele, esquentei o leite, fiz tudo bonitinho, deixei esfriar um pouco para não queimar a boca do menino e levei pra ele, entreguei pra ele e o Bruno bebia que uma beleza, fiquei olhando ele sugar a mamadeira e isso me despertou uns pensamentos estranhos, tentei afastar isso e falei que ia tomar banho.

Eu não tenho costume de trancar a porta do banheiro, já que eu moro sozinho, estava na metade do meu banho resolvi bater uma punheta, estava há uns belos meses só na mão, não tinha ninguém pra fazer minhas vontades. Então peguei o sabonete e comecei a brincadeira, fazia aquele barulho gostoso de punheta, estava de olho fechado e veio a imagem do Bruninho mamando na mamadeira, eu tentava afastar esses pensamentos, mas quanto mais eu tentava mais aparecia, então eu deixei, fiquei imaginando ele mamando a minha rola igual a mamadeira e bebendo todo o meu leite, nossa gozei demais, logo em seguida eu fiquei com peso na consciência por ser o meu sobrinho e ser uma criança, nunca tinha passado na minha cabeça nada de putaria com uma criança e muito menos o meu sobrinho, mas o que um tesão acumulado não faz com os homens?

Saí do banheiro e fui me vestir, botei a minha bermuda de futebol e fiquei sem camisa. Por volta de 12:40 eu pedi comida pelo aplicativo de delivery, sentamos na mesa e comemos, foi uma tarde bem tranquila, Bruno não saía de perto de mim e os pensamentos ainda continuavam, mas eu me controlava. Fui pro meu escritório resolver algumas coisas, ele veio atrás, sentei na cadeira e liguei o computador, Bruno fez sinal de que queria sentar no meu colo, então assim fiz, os pensamentos pervertidos vieram novamente, tentei ao máximo me controlar, mas não consegui e acabei ficando de pau duro, o Bruninho sentiu algo duro na bunda dele e ficava se mexendo para tentar tirar, pedi para ficar quieto e assim ficou, olhei o meu email para ver se tinha algo do trabalho e recebi alguns, mas nem consegui ver direito pelo fato de tá com o pau igual pedra na bundinha do meu sobrinho, ele voltou a se mexer, mas dessa vez levou a mão para trás pra saber o que estava lhe incomodando, senti sua mãozinha tateando meu pau e tentando puxar, tirei sua mão e falei que não era pra mexer nisso, ele olhou pra mim com aquela carinha de que não estava entendendo nada.

Falei pra para irmos para a sala assistir seus desenhos, então tirei ele do meu colo e mandei ir na frente, desliguei o computador e vi o Bruno parado na porta me esperando, como eu ia levantar com o pau duraço e nem dava para esconder, já que essas bermudas de futebol marca demais, então eu levantei, olhei pro meu pau que estava mega estufado e fui andando em direção ao Bruno, ele logicamente viu e ficou olhando, quando cheguei perto dele, levou a sua mão pra pegar no meu pau, tirei a mão dele disse que não era pra pegar ali, Bruno ficou sem entender nada, em todo o percurso do escritório pra sala ele ficou vidrado no volume do meu cacete, sentei no sofá e ele já veio deitando sua cabeça no meu colo e ficou bem em cima do meu pau, mandei levantar a cabeça e puxei minha piroca pra cima, a cabeça ficou pra fora, botei um travesseiro pra tampar, passou meia hora e nada do meu pau baixar, meu saco estava doendo, Bruno ficou resmungando alguma coisa, olhei pro relógio e já era 17:20, perguntei se ele queria a mamadeira dele e respondeu que sim com a cabeça, então me levantei e fui fazer o seu mingau.

Eu precisava urgente gozar, a dor no meu saco começava a me incomodar, botei o leite no fogo, preparei seu mingau, botei na mamadeira, mas não enchi, então eu precisava me aliviar alí mesmo na cozinha, a cozinha da minha casa é que nem cozinha americana, tinha uma divisória que dívida os dois cômodos, então não tinha risco do Bruno ver nada, botei meu pau pra fora me encostei na pia e comecei a punheta, não demorou nem 2 minutos e veio a vontade de gozar, me virei pra pia, estava quase gozando quando eu pensei jorrar tudo dentro da mamadeira do meu sobrinho, não dava pra pensar demais e então peguei a mamadeira e botei a cabeça do meu pau na entrada e gozei, gozei como louco, foram umas 5 jorradas, fiquei me segurando pra não gemer, fiquei com meu pau ali até sair a última gota, a borda da mamadeira ficou um pouco melada, mas não liguei pra isso, tampei e mexi a mamadeira um pouco pra misturar, passei no meu pau no bico da mamadeira, deixei bem meladinho, guardei meu cacete e fui entregar a mamadeira, ele bebeu tudo com gosto, não percebeu nada, ver ele se esbaldando na mamadeira cheia de porra me deixou louco, meu pau já estava dando sinal de vida novamente, tentei me controlar e consegui, quando o Bruno terminou ele me entregou a mamadeira, perguntei se estava gostosa e disse “Sim” em uma das poucas vezes que ele falou. Se seguiu assim, toda vez que eu ia fazer mingau pra ele, eu gozava gostoso dentro da mamadeira e o Bruno bebia tudo, em todos os banhos eu gozava imaginando meu sobrinho me mamando e bebendo meu leite, batia altas punhetas a noite com ele do meu lado.

Chegou um momento que eu não queria mais gozar no seu mingau e sim direito na sua boquinha, então fiquei pensando em vários jeitos de fazer isso sem assustar o menino, portanto eu comecei a deixar ele ver meu pau duro na bermuda e ele olhava toda vez, parecia hipnotizado, então em um dia ele começou a resmungar querendo a sua mamadeira, meu pau já ficou duro na hora, mandei ele sentar e ele viu o volume do meu pau, estava tentando criar coragem pra fazer aquilo, fiquei pensando em várias coisas que poderia dar errado e eu acabar traumatizando ele, porém eu precisava fazer aquilo.

– Você sabe o que é isso, Bruno? – falei apontando pro meu cacete, ele fez que “não” com a cabeça. – Isso aqui é a mamadeira de um adulto, você sabia que os adultos tinham uma mamadeira? – novamente fez “não” com a cabeça. – pois é, essa mamadeira é muito especial, só as crianças obedientes e especiais podem mamar nela e como você é meu sobrinho muito especial agora você vai mamar nela, você quer? – Bruno ficou todo feliz e balançando a cabeça afirmando que sim. – Mas tem um porém, ela não é igual a mamadeira que eu te dou, essa aqui demora pra sair o mingau, mas quando sair você vai amar, tá bom? – nem acreditava que estava fazendo isso.

Tirei minha bermuda e meu pau deu um pulo, Bruno olhava feliz, parecia pinto no lixo, sentei no sofá de forma que eu estava com as costa no encosto e com as minhas pernas esticadas no sofá, quase deitado, então o Bruno ficou nas minhas pernas de bruços, por ser uma criança de 7 anos e pequeno ele conseguia ficar tranquilo ali, ver ele com a cara no meio das minhas pernas me deixava louco de tesão, não estava acreditando que iria fazer isso.

Bruno levou suas duas mãozinhas pro meu pau e elas não fechavam direito, só de sentir esse toque quase me fez gozar, estava tentando ao máximo me controlar, minha rola babava como nunca, então ele botou a cabeça do meu pau na boca, nossa fui as nuvens, a boquinha dele quente pra cacete, fechei os olhos e comecei a sentir a sugada, eu sentia seus dentes, mas com o tesão que eu estava nem me incomodava, eu estava gostando mais ainda. A cada sugada era como se a minha alma estivesse saindo do meu corpo, ele começou a reclamar por não está vindo nada e eu falei pra ele que tinha que ter calma, pois o mingau estava sendo feito, Bruno continuou mamando, as sugadas foram as melhores que eu já recebi em toda a minha vida, boca de criança não tem comparação com ninguém, são boas demais. Tentei segurar o máximo que conseguia e anunciei que o mingau já estava pronto, ele intensificou a sugada, comecei a gozar, fiquei me tremendo todo e ele foi engolindo tudo, tentei controlar as minhas gozadas pra ele não engasgar, foram tantas jorradas na boca dele que nem deu pra contar, Bruno bebeu tudo e não deixou cair nada pra fora, fiquei mole com as gozadas e me desmanchei no sofá, meu sobrinho ficou lá mamando até meu pau ficar mole, falei que não ia sair mais e ele largou meu cacete, perguntei se ele tinha gostado do mingau novo, balançou a cabeça afirmando e sorriu, sorri e disse que ele era o meu sobrinho favorito e que era muito especial, ele ficou todo alegre e deitou na minha barriga, ficamos ali até dar a hora do banho.

Tirei Bruno de cima da minha barriga e disse que já era hora de tomar banho para jantarmos, então ele foi pro banheiro, o Bruno não tinha problemas em tomar banho sozinho, mas eu ia olhar ele sempre e agora com o olhar totalmente diferente fui até o banheiro olhar como estava, ver ele peladinho só aumentava mais ainda meu tesão pelo meu sobrinho, a culpa não tinha mais espaço na minha cabeça. Banho tomado, ajudei ele a se vestir e levei pro meu quarto, liguei a TV e botei no canal de desenho e fui tomar banho, fiquei pensando em tudo que eu queria fazer com ele agora, dar de mamar todos os dias e de várias formas possíveis e em situações específicas, estava querendo realizar todos os meus fetiches com ele nesse tempo que ficaria comigo, já que meu irmão não disse quantos dias ia ficar fora.

Terminei meu banho e fiquei só de cueca com o pau meia bomba e fui pro quarto, peguei meu celular e pedi comida para jantarmos. Quando o entregador chegou eu esqueci que estava de cueca e fui atender ele assim mesmo, ele ficou me olhando, mas não disse nada, depois que eu fui perceber que estava só de cueca, porém não dava mais para fazer nada, peguei as coisas, paguei e entrei, coloquei a comida na mesa e fui chamar Bruno para comer.

Depois da janta ficamos deitado na cama no meu quarto vendo TV, ele deitado com a cabeça na minha barriga chupando chupeta assistindo o desenho, fiquei fazendo carinho em sua cabeça, então ele botou a mão bem em cima do meu pau e ficou apertando, prontamente ficou duro, fiquei olhando os movimentos dele, assim ele botou meu pau que estava duro igual pedra pra fora, mas o suficiente pra ele conseguir mamar, como dessa vez eu estava mais calmo, ficou um bom tempo chupando a cabeça da minha rola, continuei acariciando a sua cabeça, e ele mamando assistindo o desenho, estava preste a gozar, mas não avisei para ver qual seria a reação dele, soltei o primeiro jato e ele se assustou um pouco, porém não tirou a boca da minha pica, continuei gozando e ele bebeu tudo, estava orgulhoso do meu sobrinho. Falei que já estava na hora de dormir, desliguei a TV e ele deixou no meu braço e dormimos.

Durante os 10 dias em que ele ficou foram assim, eu alternei entre a mamadeira e meu cacete, chegou uma hora que ele não queria mais a mamadeira, ele apontava e apertava a minha rola, e eu deixava ele a vontade, eu estava amando tudo aquilo, era mamado todos os dias, tinha momentos do dia que não importa onde eu estava, se sentado, ou em pé, ou o que eu estava fazendo, ele só tirava meu pau da cueca e mamava alí mesmo, teve uma vez em que eu estava na cozinha fazendo um lanche pra comermos e ele só chegou e puxou meu pau que estava mole e botou quase todo dentro da boca e mamou gostoso, eu tive que ficar de lado pra continuar fazendo as coisas, outra vez era em uma reunião de trabalho, estava com o meu chefe e seu sócio na vídeo chamada, o Bruno chegou, e meu chefe viu.

– Olha só! É teu filho, Pedro? – perguntou meu chefe.

– É meu sobrinho, ele tá passando uns dias aqui enquanto meu irmão resolve alguns problemas de trabalho, né garotão? Da “Oi” pro tio – ele só olhou pra tela do computador e ficou calado, meu chefe riu. – Fica brincando ali enquanto o titio resolve coisas de adultos, tá bom? – tirei ele do meu colo e continuei falando com o meu chefe.

Bruno ficou sentado ao meu lado no chão, dei meu celular pra ele mexer, estava falando sobre as tabelas que tinha feito quando eu sinto a mão do meu sobrinho apertando meu pau, olhei para baixo e vi Bruno debaixo da mesa sorrindo pra mim, fui com a cadeira um pouco mais para frente, pois sabia o que ele ia fazer, continuei falando normalmente, senti sua mão tirar meu pau da bermuda, logo em seguida senti sua boca sugando a cabeça da minha rola, eu dei até um pulinho na cadeira e me chefe ficou me olhando sem entender, continuei explicando e falava arrastado e gaguejava um pouco, eles não estava entendendo nada, me olhavam desconfiado e eu só continuava falando, teve uma hora em que meu chefe me interrompeu para perguntar se eu estava bem, e disse gaguejando que sim, ele não acreditou muito, mas continuamos, terminei de falar e meu chefe continuou dizendo algo que eu nem estava mais prestando atenção, Bruno parece que sabia quando o leite estava vindo, ele intensificou a mamada me deixando contorcido de prazer, fiquei ali me segurando pra não fazer careta ou me mexer muito para não dar bandeira, gozei na boquinha do meu sobrinho, foi uma gozada farta, ainda mais pela situação, acabei ficando mole, me esparramei na cadeira relaxado com aquela gozada, tenho certeza que eles desconfiaram de algo, mas não comentaram nada.

Os dias foram todos assim, eu fazendo qualquer coisa e quando ele queria, vinha e mamava alí mesmo, então numa sexta-feira por volta das 20hrs, estávamos deitado na cama, meu sobrinho já me mamando, quando meu celular toca, quando eu olho vejo que é meu irmão ligando, atendi, ficou dizendo que já estava voltando e perguntou do Bruno, mal sabia ele que seu filho estava com a boca grudada na minha pica me mamando horrores, acabei falando que ele estava dormindo, Fábio parecia triste, pois queria falar com o filho, falei pra ele que amanhã ele mataria a saudade e rimos, ficamos conversando baboseiras, estar naquela situação estava me deixando louco de tesão, falar com meu irmão enquanto seu filho estava mamando seu titio, acabei gozando e gemi na hora, Fábio perguntou se estava tudo bem e dei uma desculpa que tinha batido o meu dedo, nos despedidos, assim que desliguei o celular sentei na cama e conversei com o Bruno, disse que a ele que não poderia fazer o que ele faz comigo com o pai dele e com mais ninguém, que ele nunca poderia falar nada, e ele só concordava com tudo, repeti várias. No dia seguinte meu irmão chegou as 14hrs.

– E aí, maninho, ele deu muito trabalho?
Você sabe que não, ele foi um bom menino, né, Bruninho? – e ele afirmava com a cabeça sorrindo
– Gostou filho de passar essas semanas com o titio? Brincaram bastante? Muito obrigado, Pedro, por ficar com ele, de verdade.
– Para com isso, Fábio, você sabe que pode contar comigo pra tudo! Deixa de besteira.

Ficamos conversando sobre a sua viagem e outras baboseiras, ele não ficou muito, pegou as coisas do Bruno, nos despedimos e foram embora. Passou um tempo o Fábio veio me contar que o Bruno estava com umas atitudes muito estranhas, não queria mais a mamadeira e que toda hora ficava passando a mão em seu pau, na hora eu gelei, comentei que talvez ele só esteja curioso com as coisas, ele parecia não ter engolido essa, mas eu não conseguia dar quaisquer desculpas, com toda certeza o meu irmão desconfiou de algo, mas não comentou nada, não naquela hora.

É isso, espero que tenham gostado, logo mais tem parte dois com o meu irmão descobrindo tudo e também dando de mamar pro próprio filho. Até mais.

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30 Comentários

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  • Responder Pedosfd

    Muito bom se aproveitar da inocência deles, ainda mais sendo autista. O que importa mesmo é o nosso tesão, e foda-se se vai machucar ou traumatizar eles. Quem manda serem crianças gostosas?

    • janga

      vai cagar no mato seu verme doente vai se tratar arrombado

    • :(

      você é tão doente.. que dó. irá pagar tudo isso no inferno.

    • Felipe

      Gozei dormindo imaginando essa cena

  • Responder Sérgio Luiz da Silva

    sem graça, se aproveitar de um doente.

  • Responder Amante

    Adorei

  • Responder Jejd

    Nojentos

  • Responder Titio amoroso

    Delícia, mande mais.

  • Responder Marcos

    Nossa que conto massa, continua tá super excitante

  • Responder Yep

    Bando de filhos da puta, ficaram com tesão de ver um moleque de 7 anos sendo abusado por outro filho da puta, já não basta a vulnerabilidade da idade ele acumula outra vulnerabilidade pela deficiência que ele tem, bando de arrombado. //rt

  • Responder Benhur de Oliveira

    Já li três vezes esse relato, d me excito como se fosse na primeira vez, isse conto valeu uma punheta, duas punheta, três punheta…..hehehe

  • Responder arthur

    Isso é doentio, se o moleque pelo menos fosse daqueles sacanas que infernizam até conseguir o que querem, beleza, nem por isso é um motivo de deixar ele mamar, mas fazer isso com um moleque deficiente mental, vai tomar no centro do seu cú cara, você e esse monte de verme ai embaixo.

  • Responder Policia

    Bando de filhos da puta, ficaram com tesão de ver um moleque de 7 anos sendo abusado por outro filho da puta, já não basta a vulnerabilidade da idade ele acumula outra vulnerabilidade pela deficiência que ele tem, bando de arrombado.

    • Vitooo

      Esse site o que mais tem é conto assim , vaza daqui , para de ler contos e vai comer uma buceta cara

  • Responder Mlk_putobr

    Boa escrita, excitante, fiquei cheio de tesão, espero que tenha continuidade logo, parabéns.

  • Responder Benhur de Oliveira

    Cara, que coisa mais gostosa esse seu conto, formidável demais! Valeu até uma punheta!
    Conta mais, estou aguardando muito ansioso!

  • Responder Sleepsex

    Adorei a história! Fiquei morrendo de inveja! Queria ter um bezerrinho faminto desses que quisesse tomar porra direto na fonte toda hora…

    • Policia

      Isso, procura que você acha seu filho da puta, também acha uma condenação no artigo 217, estupro de vulnerável.

  • Responder Anon

    Posta mais das mamadas que ele te deu ou dá, e mais detalhadas, delicia

  • Responder JP

    Caralho! Que delícia seu conto. Sempre que posso eu dou leite pro meu cunhadinho, mas ele ainda não experimentou tomar direto da mamadeira hehe

    Espero que tenha continuação.

    • [email protected]

      Conta como iniciou ele

    • JP

      Ainda não iniciei, mas quando ele vem passar uns dias aqui em casa ele toma meu leite misturado com o Toddy que preparo pra ele kk Faço ele beber tudo e sempre pergunto se ele gostou do leitinho que eu preparei.

  • Responder [email protected]

    Delícia mano

  • Responder ;--;

    Eu amei quando vai atualizar ;-;?

  • Responder asdf

    Caramba!

  • Responder Indio

    Fiqueibde pau duro lendo seu conto

  • Responder gdf

    posta mais mt bom esse