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A novinha de 12 e o traficante

1708 palavras | 16 |4.51

Uma favela… A lei é feita pelos traficantes…. Eles escolhem a dedo as mulheres com querem transar… Maridos ou pais não tem o que fazer….

Existem vários tipos de favela pelo Brasil, das mais tranquilas até as mais pesadas. Esta em questão se trata de uma favela muito pesada em que o tráfico domina.
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É uma favela grande e fechada, lá não entra polícia, quando entram é guerra na certa. A lei quem faz são os traficantes. Leis como os moradores ter que pagar taxa de serviços como internet, água e luz…. o controle de quem entra e saí da favela…. Alguns escolhem a dedo as mulheres com quem quer ter relações, maridos e pais nada podem fazer, pois a punição é alta…. Até a cor dos cabelos é controlada, por ser uma forma de manifestação rival…. É muito comum andar pela favela e ver os rapazes com revólveres e fuzis pendurado pelo corpo… Comum ouvir sobre casos de estupro e assassinatos…. Entre outras coisas….
A história começa com um homem que caminhava em um beco. Negro, alto, boné caído aos olhos, uma correntinha aparentemente de ouro no pescoço, sem camisa, apenas com um short vermelho.
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Ele caminhava tranquilo pelo beco quando um cachorro passou correndo ao seu lado, em seguida uma menina passou correndo atrás gritando o cachorro pelo nome….
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O homem ficou chocado com a garota, nunca tinha visto menina com aquela beleza na favela.
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Era uma menina de 12 anos, branca, loira natural, olhos azuis que chegavam a brilhar…. Estava de pijama, sem sutiã pelo visto, pois, pequenos bicos apontavam na camisa…. Um baita de um capo de fusca na frente….e uma bunda…. Mais uma bunda…. Que era uma loucura…. Grande, redondinha e empinandinha…. o short que ela usava era curtinho e folgado dando para ver a polpa de sua bunda…. Era uma menina completamente diferente das meninas daquelas favelas….
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O homem observou ela se abaixando na sua frente para pegar o cão, dando a ele uma bela visão de sua bunda…. Sentiu seu pau endurecer como pedra… Apenas de short e sem cueca…. Com um volume impossível de disfarçar…. embora ele não tivesse intenção de disfarçar…
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“ei gatinha, como é seu nome?”
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“ Ana Júlia”- a garota respondeu reparando o volume dele.
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“Você é a menina mais bonita que já vi nesse lugar… Que olhos”
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Ela agradeceu um pouco sem graça.
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“ E que bunda hein… Deve ter um cú delicioso.” Ele falou sem rodeios.
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Ela riu bem sem graça e começou a andar evitando o homem. Mas ele a pegou pelo braço.
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“Calma aí… Eu quero te conhecer melhor”.
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“TIRA A MÃO DA MINHA FILHA”- um homem gritou.
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Era o pai de ana. Estava vermelho de fúria ao ver aquele homem assediando sua filha. Ele começou a xingar sem parar… Berrando…
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“ calma tio, só estou conversando com ela”
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“CONVERANDO? DESSE JEITO”- E indicou o volume do homem.
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“ Ah não… isso é inevitável… sua filha tem um rabo muito gostoso”.
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O pai foi tomado pela fúria e deu um tapão no meio do peito do homem jogando ele ao chão gritando: “SEU PRETO NOJENTO”.
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O homem caiu na entrada do beco e ao cair percebeu que tinha plateia… Várias pessoas olhavam das janelas e outras saíam no portão para ver a confusão….a maioria ali conhecia o homem e sabiam que o pai de ana acabou de cometer um grande erro.
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Uns três homens, um deles armados chegou para ajudar o homem caído.
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“ Colé criolo… Tá tudo bem aí? A gente pega esse cara…”
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“ Não, não…. Pode deixar….”
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Ao ouvir o nome criolo o pai de ana estremeceu. Não conhecia o homem de vista, mas sabia quem era.
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Criolo era um dos traficantes mais fortes dali, com ele não tinha Perdão era vacilar e a punição vinha, gostava de oprimir e humilhar àqueles que entravam em seu caminho.
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Aquele momento de tensão, todos esperavam uma retaliação de criolo, mas ele apenas levantou e seguiu seu caminho.
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O pai de ana, senhor Antônio, estava de pernas bambas, se soubesse quem era nunca teria feito o que fez, tentaria levar a filha de volta para casa da forma mais amigável possível. Depois de tudo isso, voltou com Ana para a casa.
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Ana morava em uma casa pequena. Dois quartos, uma cozinha e banheiro e uma sala bem pequena. Morava apenas com o pai que era pedreiro, a mãe havia abandonado a garota. Muitos na escola a apelidaram de gringa, por conta da cor do cabelo e dos olhos. Características que obviamente herdou da mãe, pois o pai não tinha nada disso.
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O dia foi passando e Antônio esqueceu do assunto… Foi anoitecendo… Ana tomou seu banho… Depois foi assistir “as aventuras de Poliana”, enquanto seu pai preparava a comida.
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“Papapapá”- batidas no portão.
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Antônio aborrecido com as batidas insistentes foi atender… Ao abrir o portão viu que era criolo.
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Criolo já foi entrando sem pedir permissão. Mas não foi só ele. Depois entrou, outro, e outro, e outro…. ana olhava de olhos arregalados aquele tanto de home entrando na sala…. Eram cerca de 30 homens… A sala ficou ainda menor com aquele tanto de home rodeando a sala.
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Antônio entrou na sala tremendo e querendo uma explicação ao mesmo tempo.
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“ É o seguinte. O senhor não pode impedir o que vai acontecer aqui, mas o senhor tem opção de acabar a noite sem um arranhão ou arrebentado, vai depender da sua colaboração.”
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Antônio simplesmente travou. Cercado por 30 homens não tinha nada que podia fazer.
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“ E você também novinha. Obedece que a gente pega leve com você”.
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Ana concordo com um balanço de cabeça, sentindo o perigo daquilo ali.
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“ Então responde pra gente: você ainda é cabaço?”
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“Ham?”- resmungou sem entender.
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Os homens olhavam aquela menina de beleza diferente como lobos olham para sua presa.
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“ to te perguntando se você já deu alguma vez”
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“Ah não”.
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Alguns homens pareceram ficar desapontado com a reposta, enquanto criolo deu um contente sorriso.
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“Beleza, então mostra esses peitinhos pra gente.”
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Ana ficou esperando uma intervenção do pai, mas este nada fez…. “anda mostra”…. Ela olhava tímida… “anda”….
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Bem tímida ana tirou a camisa pela cabeça… Já estava sem sutiã….revelou seus pequenos seios, bicudinhos e rosados…….
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O tesão era grande ali. Ana percebeu que alguns homens ficavam apertando o pau… E alguns já estavam com o pau para fora…
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“ nossa novinha você se livrou hein. Ia ter que dar para esses cara tudo… Mas como ainda tem o selinho, vai ficar para o pai aqui… Mas pelo menos uma gulosa você vai fazer p gente……vem cá… Ajoelha aqui…”
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Ana ficou de joelhos no meio da sala, enquanto observava os homens tirando a roupa e se aproximando dela…. Era a sua primeira experiência sexual. Nunca viu a rola de um homem… E agora esta a ali rodeada de rola grossa e cabeçuda….. Antônio continuava imóvel de olhos arregalados.
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Ana começou pelo criolo…pegou no pau dele e abocanhou a cabeça….ele deu uma gemida…. Depois chupou até a metade…. E foi chupando…. E chupando…
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Viraram a cabeça dela e ela começou a mamar outra rola….e GLOB…GLOB…GLOB…
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Ana foi se revezando entre aqueles paus babão que aguardavam sua boquinha molhada….. enquanto um estava na boca, as cabeças de outras rolas rocavam seu rostinho. E continuava no GLOB…GLOB…GLOB…
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Criolo viu um retrato de ana quando era mais nova, pegou o retrato e levou para perto da garota.
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“ Olha isso aqui Antônio… Como sua menina cresceu.”
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Antônio viu aquela cena: de um lado uma menina inocente sentada em um velotrol e do outro ana com uma tora de todo tamanho dentro da boca um tanto de homens passando a cabeça da rola pela cara dela….
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“vamos tirar uma foto desse momento também… Para você recordar de quando sua filha voltou a mamar.”- e assim ele fez.
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“ num vai ficar só olhando não… Vem ajudar a sua filha”
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Antônio olhava assustado enquanto era arrastado para perto de ana.
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“ Assim ó… Segura na cabeça dela… Ensina ela o movimento…. Vai caralho…. Não… Assim não… Pra frente e pra trás…. Pra frente e pra trás… Isso…”
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Como não se bastasse a humilhação de ver a filha pagando um boquete coletivo, Antônio agora segurava na cabeça da filha e fazia o movimento de vai e vem….
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O tesão dos caras só aumentavam com aquela situação…. Os xingamentos eram constantes: “ putinha…. Piranha… Chupa essa porra…”… além disso batiam com a rola na cara dela…. Socavam com violência na boca dela….
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Aquilo durou um bom tempo… A boca de ana já estava dormente… O cara que estava socando na boca dela de repente parou… Ana sentiu jatos quentes no céu da boca enquanto aquele homem gemia….
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Criolo inclinou a cabeça de ana para cima e mandou ela ficar de boca aberta… Colocou a cabeça do pau na pontinha da boca e esporrou lá dentro… Jatos de porra quente…
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Não demorou muito e a boca de ana já estava cheia…. Uma poça de porra branca…
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“Engole”- mandou criolo…. Ela fez cara de nojo e recusou… Ele insistiu…. Com desgosto ela engoliu toda porra…mas ainda faltava mais da metade para gozar….
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Encheram mais duas vezes a boca dela de porra…. Muitos jatos de porra escapavam e acertavam na cara dela… No fim, ana estava respingando porra pela cara.
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Depois de todos satisfeitos. Cada um começou a se vestir e ir embora.
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Criolo deu um último aviso antes de ir embora: ‘ o melhor ainda vai ser meu”.
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Mesmo depois quando estava sozinho com a filha, Antônio continuava paralizado… A única coisa que disse foi: “ toma um banho minha filha.”
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Ana não jantou naquele dia, aliás não precisa… Já estava com a barriguinha cheia de leite.

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16 Comentários

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  • Responder Sonia

    No começo até me parecia bom mas depois aff horrível estrupo em favela so de for de posição não favela que e comandada por bandido mesmo isso ai e coisa de vermes favela de coisas ruins aff

  • Responder edu

    Clarinha….ja aconteceu isso na terceira parte do conto….

  • Responder Messin

    Continua mas coloca o pai dela pra participar também nem que seja pra ser estuprado também

    • clarinha

      Devia colocar é o pai para comer a filha também

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      Cara que saudades dos contos hard assim. Gozei demais. Me lembrou de uma vez na favela onde moro, mas a menina estava em um baile funk, drogaram ela e arrombaram ela.

  • Responder nego

    pura bosta estrupadores. doentes. nada fosado e bom .não gostei do conto.

  • Responder Marilu

    Uma bosta, escrita por um merda.
    Isso não é conto erótico, é lixo puro, e vc merecia ser empalado e queimado vivo no meio da rua.
    Eu vim da favela, e sei muito bem como é isso. De onde saí, a barra era pesadíssima. As leis eram seguidas a risca, e quem ousasse desobedece-las, estava fudido, e bem fudido, digo com conhecimento de causa. Quem assediasse mulher casada, estava fudido, e bem fudido. O pensamento da bandidagem que mandava na favela, era um só. Se fossem pra tranca(cadeia), o sujeito poderia cantar a mulher dele, então qdo isso acontecia, já zeravam logo a parada. E quanto ao estupro, era morte certa. Estuprador não sobrevivia pra contar história. Mas antes, de morrer, o fdp sofria toda sorte de humilhações possíveis.
    Ah, e no caso de mulher casada “dar mole” pra outro homem, quem dança, é ela. E mais, até roubar dentro de uma favela, é crime que pode ser punido com a morte.
    Então caríssimo idiota, antes de defecar pelos dedos, procure saber como realmente são as coisas dentro de uma favela.

  • Responder Vantuil OB

    que bosta

    • Daniel

      Saiu da favela? Mal deve sair do quarto. Não sei se o conto é verdadeiro, mas a questão de que na favela os traficantes e milicias usam e abusam não é novidade. Procura a ler mais notícias.

  • Responder Diogo

    Que tesão! Continua

  • Responder Arthur

    Conto ridículo, você é doente.

  • Responder Meninão

    Para de mentir cara, crime que é o crime de verdade isso não existe não, tá inventando e inventando merda ainda, deixa os cara discola essas ideia pra você se foder!

  • Responder Roverti

    Que horror

    • Larusso

      Po até gosto de contos com teens mais esse me fez brochar pesado demais

  • Responder Carlos

    Gostei…delícia.

  • Responder Daniel Coimbra

    Conto delicioso! Me segurei pra não gozar. Espero com tesão pelo próximo.