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A filha do Mario. Parte 1

1870 palavras | 2 |4.00
Por

Ficção: A filha do Mario quer ser puta dos amigos dele. Quer ser zuada e tratada como vagabunda pelos amigos do seu pai.

Desde de muito novinha sempre quis transar com os amigos do meu pai. Não entendia o motivo, mas sempre quis mamar e dá pra eles. Não entendia o motivo, só queria transar com eles. Meu pai trabalha no CEASA-RJ dirigindo caminhão e sempre tem uns ajudantes com ele carregando e descarregando a cargas. Meu pai é um cara super sério, até quando bebe fica sério. Não é o tipo de homem que brinca ou faz zueira é muito sério. No aniversário dele os amigos sempre vem aqui em casa, minha mãe faz churrasco e tem bebedeiras. A casa enche de homem, a maioria do trabalho do meu pai. Nunca falo mais que “oi” com eles, sou muito tímida, mantenho uma distância, porém fico querendo sair com eles, com todos. Quando fiz 15 anos tomei coragem, mesmo.com.minha timidez.
Minha mãe organizou um churrasco de aniversário para meu pai, tava fazedo 40 anos. A casa lotou de homens e poucas mulheres, muita bebedeira e forró. Coloquei um vestido colado, uma calcinha bem pequena e rasteirinha. Fiquei bem perfumada. Passei a maior parte da festa pensando como sairia com pelos menos um dos amigos do meu pai. Sou branca, cabelos cacheados castanhos claros, tenho corpo falsa magra com bunda e peito fartos, sou virgem. Pelas 22 horas, depois de passar o churrasco quase todo no quarto resolvi ir no quintal, a maioria dos amigos dele já tinha ido embora, só tinha sobrado alguns. Estava tímida e com vergonha , mas queria muito sair com um doa amigos do meu pai, não entendia essa vontade louca, mas queria muito. Fiquei perto da minha mãe, quando Renato um homem de quarenta e poucos anos, meio gordinho, branco, peludo e nordestinho perguntou onde era o banheiro, minha mãe já bebada falou para ele. Esperei um minuto e foi atrás, o banheiro fica na cozinha e na cozinha estava outro amigo do meu pai, o Bruno. Bruno era novo deveria ter uns 20 poucos anos, gordinho socado, moreno claro quase branco e sem pelos.
Na cozinha com vergonha, mas decidida a sair com algum amigo do pai falei:
Queria beber, nunca bebi.
Oxi, filha do Mario tu é nova demais.
Eu sei, mas tenho vontade.
Bruno, já estava meio bêbado e mesmo assim relutou em me oferecer a bebida. Renato saiu do banheiro e o chamei.
Queria beber e seu amigo não deixa.
Renato, mas ele não tem que deixar.
Mas eu queria muito beber, sabe?
Comecei a alisar o braço do Bruno, que falava que não podia me dá bebida.
Mas queria muito beber, acho que vou levar uns cervejas pra meu quarto escondida. O que acha seu Renato?
Não sei sua cabeça seu guia.
Mas não queria ir sozinha beber.
Continuei alisando o braço do Bruno. Nossa você tem um braço forte. Posso apertar?
Bruno na mesma hora levantou a manga da blusa e forçou os músculos . Apertei várias vezes.
Nossa forte mesmo. Ele com risinhos de canto de boca para Renato.
Virei para renato e deixa ver seus braços. Renato já estava sem camisa então apertei muito.
Vocês são fortes.
Renato riu e falou; deixa em sair daqui antes de dá merda.
Pôr , mas pega meu zap seu Renato.
Tem certeza? Olha que não quero confusão!
Pega sim! Tem confusão não ?
Renato pegou e voltou para o quintal. Bruno continuou na cozinha com risinho pegou a ceeveja e disse; vou voltar pros amigos.
Anota meu whatsapp também?
Bruno anotou meu número.
Voltei para meu quato com vergonha, tomei coragem e desci novamente. Dessa vez tirei a calcinha e fiquei só de vestido. Fiquei sentada do lado da minha e quando Renato ou Bruno ficavam na minha frente abria a perna. Eles riam baixinho e cochichavam entre si. Isso rolou até festa acabar. Todos foram embora e só falaram tchau comigo. Voltei para o quarto cheia de vergonha, mas excitada por está me oferendo para aqueles dois homens. Estava com tesão , animada e com medo deles falarem para meu pai. Passou uns cinco dias e recebi uma mensagem do Bruno.
E ai filha do Mario? Tudo bem?
Sim e com você?
Tô bem , tava lembrando de você com o Renato.
Sério ?
Sim, ficamos falando aqui da filha do Mario.
Que legal.
Fiquei olhando o celular ouvindo as mensagens dele e perguntei?
Poh me leva pra beber Bruno?
Que isso princesa , você tem quantos anos?
Tenho 15
Nossa muito novinha pra beber.
Sempre quis beber sabe, não cerveja, mas uma bebida forte.
Sério , se não dar problema pra mim, levo você novinha.
Quando?
Hoje depois que sair do trabalho , pode? Só eu e voce?
Sim. Combinado.
Fiquei toda animada, invetei uma mentira pra minha mãe que teria um trabalho em grupo na casa de uma amiga e fui toda cheirosa e com um shortinho bem pequeno esperar o Bruno sair do CEASA-RJ. Meu pai passou e corri pra me esconder, ele entrou no caminhão e saiu. Mandei uma mensagem pra Bruno.
Meu pai quase me viu.
Viu?
Não.
Então suave novinha.
Depois de uns minutos Bruno saiu com outros homens , deveriam ser uns oitos com idade variando entre trinta e quarenta anos. Eles foram logo abrançando, dando três beijinhos falando;
Renato e Bruno falaram de você , a princesinha do Mario. Etc etc etc…
Depois de muita simpatia dos homens que estavam com Bruno e conversa jogada fora, subi na moto do Bruno e fomos para um bar na Preça da Bandeira, um bar bem “fuleiro”.
Quer beber o que princesa? Eu vou beber uma cerveja.
Queria algo quente?
Traz uma cerveja e uma cachaça amigo?
Virei o copo de cachaça de uma só vez. Fiz logo cara feia. Bruno ria da minah cara.
Não queria beber princesa?
Sim, mas queima.
Queima sim. Kkkkkkkkkk
Bruno começou a perguntar se eu tinha namorado etc?
Não , tenho. Não quero namorar!
Por que? Tão linda?
Não quero, não Bruno.
Se eu não fosse casado, namorava com você.
Comecei a me fazer de oferecida safada, mesmo com vergonha.
Não que namorar. Queria só dá a bunda e ficar com ela machucada.
Que isso princesa? Se gosta!
Nunca dei a bunda e era virgem, comecei a invertar pra ele que adorava dá o cu , principalmente ficar machucada , toda arrombada.
Sou virgem sabem, só vou dar a frente quando achar um homem legal entao dou a bunda.
Sério ? Que linda?
Se eu pudesse dava pra todos vocês amigos do meu pai.
Que isso novinha! Fala isso não? Os caras nao vão perdoar você , não . Vai ficar toda arrombada. Mesmo o Mario, seu pai sendo gente boa, vagabundo vai estourar você toda.
Com muita vergonha, mas com tesão falei; Isso que quero Bruno. Levantei e sentei do lado do Bruno. Coloquei a mão por baixo da camisa dele e comecei a alisar o corpo dele.
Quero muito sabe, ser putinha de vocês.
Que isso menina, vai estragar sua vida.
Mas queria mesmo, sabe?
Sei sim, mas vão comer você e rir do seu pai pelas costas.
Rir tudo bem, só não pode contar pra ele, sabe?
Sei,sim.
Que ir em um lugar aqui na rua mesmo comigo.
Com vergonha, mas com muita vontade de virar puta disse; Só se meu cu ficar todo machucado, tu socar sem piedade?”
Bruno ficou sério e pagou a conta no bar subimos na.moto e dois minutos depois ele parou em um motel bem fuleiro na mesma rua na Praça da Bandeira. Descemos da moto e ele tirou a camisa. Entramos, no motel e ele perdiu um quarto, bem simples por sinal, cama de tijolo com colchão duro. Não tinha chuveiro e sim um cano que saia água. Lugar super desculdado e feio.
Sentei na cama com vergonha enquanto Bruno ficava todo pelado e veio pra cima de mim me beijando. Começou a tirar minha roupa e me deixando só de calcinha. Ele que era todo falando não falava mais, quando; Fica de joelhos? Fica vai. Princesa, ajoelha para seu rei, seu dono.
Ajoelhei e coloquei o pau dele na boca, nunca tinha colocado um pau na boca. É um pau de uns quinze centímetros , grosso, com saco pequenos e muito pentelho. Fedia a mijo e tinha gosto forte. Queria que ele pensasse que eu era vadia e puta então coloquei o pau dele todo na boca e chupei como se fosse um pirulito. Passava a língua intercalando com o pau todo na minha boca, ele delirava e socava seu pau na.minha boca. Não estava gostando, estava com nojo, mas queria passar a.impressão de putinha.
Você quer mesmo que eu arrombe seu cu, princesa , quer?
Sim, mesmo se eu chorar você não tira. Soca mais , me destroei. Mas só no cuzinho e não na frente, tá ?
Bruno me colocou de quatro virou minha calcinha para lado, cuspiu nos dedos e começou a os dedos melados de no meu cu. Nossa doia, muito, mas empinei a bunda pra ele pensar que já tinha algum costume. Bruno colocou a cabeça do pau dele no cu e foi forçando; Não é isso que você quer? Sou teu dono. Toma.
Bruno metou e o pau dele e começou a socar com força no meu cu, gritava de dor e queria sair dali, mas ele segurava minha cintura e bombava com cada vez mais força. Ele montava em cima de mim , me chamando de vagabunda e puta , enquanto estava tonta de dor, mas adorando ser tratada daquele jeito. Ele tirava seu pau do meu e admira, o burraco arregaçado e metia novamente com mais fúria. Derrepente sentir algo quente dentro do meu cu e ele gritando como se fosse um animal. Ele caiu do meu lado da cama.
Tu era princesa, agora tu é vagabunda . Minha vaganbunda.
Beijava minha boca e me.chamava de vagabunda. Aquilo me deixava louca. Meu cu ardia e doia muito, minha cintura também , pois ele segurou muito forte, mas estava excitada e adorando a situação. Estava feliz com tudo e pedi pra Bruno.
Bruno fala com seus amigos que gosto de levar com.força no cu, fala!
Não , vou falar nada!
Fala sim, gordinho, fala!
Tu quer isso mesmo?
Sim!
Depois não reclama.
Tomamos banhos, se vestimos e ele me levou pra casa Cheguei toda feliz, estava me sentido ótima. A sensação do Bruno forçando meu cu com.raiva me enloquecia. Saber que ele falaria pra outros homens me deixava mais. Louca. Ser desejada pelos amigos do meu pai me enloquecia, me deixava com tesão. Queria mamar na rua igual.puta, dá o cu nos caminhos e ser chamada de vagabunda. Queria ser desrespeitada por vários homens, ser usada por eles e ficar com o cu todo rasgado.

Continua.

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2 Comentários

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  • Responder @danisill

    Q delícia de conto , chama no telegran @danisill

  • Responder Gustavo

    Cara, continua. Muito bom mesmo. Ancioso pra ler o próximo