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A festa que me confundiu

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Final do ano me traz recordações de algo muito diferente que aconteceu na minha vida. Para mim foi inusitado e até hoje estou confuso.

Sou Henrique, hoje tenho trinta e seis anos, 1,80m de altura, 78 kg, corpo malhado e bem definido, praticante de esportes e academia, moreno, sempre perfumado e com estilo porque sou muito vaidoso.

Havia dois anos que meu casamento acabara. Sem filhos, minha ex dispensou a pensão e assim passei a gastar parte do meu salário com outras mulheres. Não sei se isto é padrão, mas depois de uma separação, no meu caso, eu queria muita putaria.

Fui experimentando várias mulheres e só escolhia aquelas que eram as mais top. Sabia que era um risco, mas acho que as que ganham mais têm um maior cuidado em relação a doenças e ao próprio corpo.

Foi aí que conheci Luiza, carinha e jeito de adolescente, loirinha, corpinho delicioso, seios pequeninos, bundinha arrebitadinha e uma bucetinha lisinha, completamente depilada. Passei a ter relações quase toda semana e para economizar, comecei a trazê-la ao meu apartamento. Sei que isso é perigoso e não aconselho ninguém a fazê-lo, porém dei sorte e Luiza sempre foi muito honesta comigo.

É preciso ter cuidado também, porque achamos que somos malandros, mas estas profissionais são muito mais malandras do que nós. Vivem do sexo, sabem todas as manhas e até mesmo parece que se reconhecem quando encontram outra pessoa igual a elas.

Normalmente, marcávamos um pernoite no sábado e como a intimidade foi crescendo, quando ela não tinha clientes no domingo acabava ficando em casa sem cobrar nada. O sexo era ótimo, sem frescuras, fazendo de tudo além da companhia ser muito agradável, pois era divertida, moleca, tinha cultura e sabia conversar.

Embora, muitas vezes, eu a considerasse uma candidata a ser minha mulher, ela sempre deixou claro que não queria nenhum envolvimento amoroso. No auge dos seus dezenove anos queria ir para a Europa e fazer a sua vida lá.

O final do ano chegou e minha família, assim como a dela , é toda do Sul e somente nós estávamos em São Paulo. Durante todo este tempo que ficamos juntos conversamos muito sobre fantasias, experiências, tabus sexuais e outras coisas. Adorava ouvi-la relatando fatos que aconteciam com seus clientes sempre os chamando de X, para manter o anonimato.

Foi então que a convidei para passar o reveilion comigo. Ela disse que não podia, pois iria a uma festa em um sitio e me perguntou se eu gostaria de ir. Segundo seu relato, era uma festa muito louca, gente bonita, muita bebida, comida e o mais importante, ninguém é de ninguém, sexo livre, mas tudo tinha que ser consentido. Nada poderia ser forçado e tudo era liberado. Ela já tinha ido no ano passado e adorado. Como fora convidada novamente, poderia levar um acompanhante. Topei.

Estou falando da passagem de 2019 para 2020. Saímos cedo e chegamos ao sítio no interior de São Paulo, pouco antes do almoço. Fomos recebidos alegremente pelo anfitrião que pediu a Luiza mostrar as acomodações e trocarmos de roupa.

Ela comentou comigo que o anfitrião, um senhor, era milionário e realizava esta festa há alguns anos. Também me disse que havia prometido a ela pagar a passagem de ida para a Itália no próximo ano.

Entramos em uma casa enorme do sítio e havia uns doze quartos, sendo um muito especial.

– Olha… O pessoal não liga muito para os quartos porque na hora que a coisa pega fogo, pode-se transar em qualquer lugar. Não há necessidade de vir para um quarto. É mais para o conforto ou para quem não gosta de ser visto transando. Agora aquele, é reservado para o anfitrião. – Me explicou Luiza.

Trocamos de roupa. Ela colocou um biquíni, eu uma sunga e fomos para perto da piscina onde nos foi oferecido drinks. Havia umas trinta pessoas por ali e Luiza me disse:

– É hora de se enturmar. Eu não conheço muita gente também, mas agora é a hora de você se soltar e fazer amizades. Fique à vontade.

E lá foi ela para uma rodinha em que haviam duas mulheres e três homens. Fui para o outro lado e comecei a conversar com algumas pessoas. Havia algo em comum entre elas: todas eram muito educadas e havia muito respeito. Algumas já se conheciam de outros anos.

O almoço foi servido e logo após as conversas continuaram. Fui me entrosando aos poucos, conhecendo pessoas de todos os tipos. Entre os homens percebi alguns com uma tendência, digamos mais homossexual ou talvez bissexual. Entre as mulheres, uma delas me parecia ser lésbica pelo corte de cabelo curto e pelo jeito que olhava as mulheres. Também identifiquei um travesti, pela voz.

Eu nunca tive restrições às escolhas que cada um faz na vida, portanto, para mim, tudo era normal e fui me ambientando com todos. Numa visualização rápida, havia mais mulheres do que homens o que achei bem legal. A faixa etária era muito variável, mas não havia muitos coroas, exceto o anfitrião, mas todos eram bem cuidados e com corpos bonitos.

O fato é que fui bebendo e o álcool foi me desinibindo mais. Logo começou a cantoria em um videokê e passei a achar tudo muito divertido. Boas escolhas de músicas, alguns cantavam bem, outros nem tanto.

Encantei-me com uma mulher de cabelos compridos, negros e olhos claros. Estava linda em um biquíni branco e se chamava Raissa. Tinha seios médios, coxas grossas e uma bunda maravilhosa. Conversamos algum tempo e acho que ela gostou do papo também.

Nem percebi o tempo passar e vi que já tinham arrumado a mesa com uma ceia enorme. Achei engraçado que ao lado da mesa, havia um recipiente enorme cheio de camisinhas o que me fez lembrar que seria um noite de sexo.

Após o jantar regado a champanhe chegou o momento da passagem do ano. Beijos… Abraços… Cumprimentos… Vi o anfitrião pegar na mão da Luiza e levá-la para dentro da casa. Provavelmente iria comê-la. Fiquei imaginando, já alto pela bebida, que ela ia acabar com ele. Aquela menina sabia foder, ainda mais motivada pelo prêmio de uma passagem para a Europa…

Meu transe foi interrompido por uma mulher, talvez um pouco mais velha do que eu. Começou a me beijar e sua mão pegou no meu pinto que o fez endurecer quase que imediatamente.

Quando abri os olhos e desfizemos o beijo, olhei ao meu redor e a putaria corria solta. Já via gente pelada, outros ainda de roupa de banho. Ao meu lado tinha uma mulher, de quatro, sendo comida por um cara.

Minha sunga foi abaixada pela mulher que estava comigo e, delicadamente, colocou uma camisinha no meu pau. Ajoelhou-se e começou a chupar. Eu estava meio confuso porque nunca tinha participado de uma orgia.

Logo, um rapaz gay, também ajoelhou-se e começou a dividir a chupetinha com a mulher. Sinceramente, ele fazia melhor que ela e me lembrou coisas da minha adolescência que um viadinho fazia e o primeiro cuzinho que comi. Isto me deu um tesão enorme.

Enquanto havia este revezamento no meu pau, o cara que estava comendo a mulher que estava de quatro, me disse:

– E aí Henrique…. Tá gostando…. A puta que está chupando o seu pau é minha mulher. Ela me disse que está louquinha para dar para você. Pode comer a hora que quiser tá…

Acho que não conseguiria oferecer minha mulher para alguém. Nisso, outro rapaz se aproximou, tirou um pau maior que o meu para fora e ofereceu para a mulher. Ela parou de me chupar e mudou de rola, enquanto o gay continuava a me chupar.

Foi aí que vi Raissa. Ela ainda estava de biquíni e vinha na minha direção. Que corpo… Que rosto… Que seios… E eu imaginava como seria sua xoxotinha…

Ficou ao meu lado, ajoelhou-se, o menino que me chupava se afastou deixando o caminho livre, pois acho que já estava cansado e ela passou a me chupar. Tinha uma boca macia que fazia uma sucção deliciosa. Sentia sua língua brincando e pressionando cada polegada do meu pau. Alternava lambendo, beijando, sugando a minha glande indo até o saco.

Não aguentei e deixei a camisinha toda cheia de porra. Ela, ali ajoelhada, me olhava satisfeita de ter me feito gozar, mas eu queria mais. Queria aquela morena. Tirou a minha camisinha e desamarrou seu sutiã que serviu para limpar o resto de esperma da minha rola.

Fomos até um muro de pequena altura, ao lado da piscina, onde nos sentamos e começamos a nos beijar. Agora podia sentir o poder daquela língua dentro da minha boca. Beijo molhado, firme, com vontade.

Comecei a brincar com seus seios. Eram de um tamanho médio, mamilos pequenos e durinhos. Minha boca não resistiu e comecei a chupá-los. Raissa gemia de tesão. Minha mão repousou sobre sua coxa e ela me segurou dizendo:

– Aqui não…. Vamos para um quarto….

No corredor encontramos Luiza que saia de um dos quartos. Estava peladinha. Que delícia de ninfetinha e quando estávamos bem próximos me disse baixinho:

– Gostou da surpresa né… Preciso pegar mais camisinhas. Nosso anfitrião está com muito tesão hoje. É isso aí…. Se libera…. Aproveita….

Ela tinha razão, sabe-se lá se eu teria outra oportunidade dessa e até então achava que a surpresa, a que ela se referiu, era a festa. Passamos por uns cinco quartos que estavam fechados e entramos no próximo que estava livre, trancando a porta.

Ali começamos novamente a nos beijar e meu pau estava pronto para agir. Quando paramos de nos beijar ela virou-se de costas para mim e pude encoxar aquela bunda maravilhosa. Abracei-a e minhas mãos começaram a apalpar seus seios, enquanto minha boca passeava no seu pescoço. Lentamente foram descendo e cheguei à calcinha. Ao poucos fui tirando-a e quando ela se virou de frente para mim, fiquei paralisado. Ela tinha pinto.

Tudo bem que era um pinto pequeno, mas pinto é pinto. Parecia pelo tamanho, ao de um adolescente de uns doze ou treze anos. Novamente minha mente voltou à minha adolescência e a aquele amiguinho viadinho que me aliviava. Diante da minha reação ela disse:

– Olha…. Tudo bem se você não quiser me comer… Eu achei que você tivesse percebido que eu era travesti.

Sabe quando você fica sem reação. Ela era linda, maravilhosa, com uma bunda magnífica, mas tinha pinto. Ela me contou que tomava hormônios desde os quinze anos e que se sentia mulher, mas não queria operar e retirar. O anfitrião que a comia mensalmente já tinha oferecido isto a ela, mas não aceitou.

Acho que ao se submeter a este tratamento desde a adolescência fez com que seu pênis não se desenvolvesse e nem sua voz fosse mais grave. Eu estava perplexo e só olhava aquele corpo maravilhoso. Ela se abaixou para pegar a calcinha e segurei seu braço dizendo:

– Calma…. Eu te quero… Não vou deixar passar uma oportunidade dessas. Você é maravilhosa e eu sou louco por uma bundinha.

Ela sorriu, pegou uma camisinha colocando no meu pau, me deu um lubrificante e deitou-se de bruços na cama. Jamais vou esquecer esta imagem. Um corpo lindo, com um cabelo quase até a cintura, bronzeada e com aquelas marquinhas branquinhas do biquíni. Abri aquelas nádegas e derramei um pouco de lubrificante naquele cuzinho que piscou alegremente para mim.

Joguei lubrificante na minha rola e deitei sobre ela. Escorregando pelas bandas minha pica se acomodou e achou o buraquinho. Dei uma cutucada e um gritinho de uiiii foi dado por ela. Nova cutucada e entrou um pouco e ela deu uma leve rebolada, acho que para se ajeitar.

Forcei novamente e depois de um novo gemido escorregou para dentro sem muita obstrução. Comecei os movimentos de vai-e-vem e sentia ela se contrair. Ficamos ali uns minutos e ela pediu para ficar de quatro.

Posicionei-me atrás dela e fui enfiando a rola. A visão era magnífica. Aquela bunda ia engolindo todo o meu pinto, sem muita reclamação como ocorria com a Luiza, por exemplo. Já estava socando forte e ritmado, ora segurando-a pela cintura, ora puxando seus cabelos o que fazia ela jogar o pescoço e a cabeça para trás. Cheia de tesão ela pedia:

– Vai…. Me come… Me come… Vai… Que delícia de pica… Vai… Enfia tudo… Vai… Me come…

– Putinha gostosa. – Disse eu – Rebola na minha pica… Vai… Rebola…. Rebola….

Ela mexia os quadris, rebolando e estava delicioso. Foi aí que ela me pediu favor dizendo:

– Bate uma punheta para mim… Quero gozar com seu pau na minha bunda.

Eu não sabia como reagir aquele pedido. Eu nunca tinha pego no pau de ninguém, a não ser no meu. Embora minhas mãos estivessem, naquele momento, segurando a sua cintura, me fiz de morto.

Ela novamente insistiu:

– Vai… Bate uma punhetinha para mim. Somos só nos dois aqui. Me dá esse prazer. Se eu tivesse uma buceta você tocaria no meu clitóris. Por favor, vai… Bate uma punheta para mim.

Nisso ela tinha razão, se fosse uma buceta eu já estaria com a mão alisando-a, mas um pinto. Demorei um pouco e toquei levemente naquele pintinho.

É estranho escrever isto, não sei se foi a bebida, mas não foi tão ruim quanto eu esperava. Eu não consigo explicar o que senti. Tecnicamente eu peguei num pinto de outro homem, porém não sentia isso.

Seja como for, comecei a bater a punheta enquanto ela jogava os quadris para trás com força, fazendo que eu enterrasse minha pica. Além disso, quando saía, contraía a musculatura o que provocava uma forte sensação no meu pau.

Senti seu pau inchar na minha mão e ela gozou. Naquele entusiasmo, larguei aquele pinto, cravei minhas mãos na cintura dela e aumentei a velocidade e força, chegando também ao gozo.

Caí cansado na cama, do esforço e da bebida, adormecendo. Assustado, acordei na manhã seguinte e olhei quem estava ao meu lado. É muito estranho, repito, eu estava sentindo muita atração por ela, mas…. Em silêncio saí do quarto e fui procurar Luiza que já tomava café.

Contei a ela o ocorrido que não parava de rir baixinho. Até hoje não sei se era da minha cara ou da situação, mas com um olhar cínico e, me zoando, disse:

– E aí? Pegou num pinto hein…. Bateu punheta para outra pessoa… Gostou?

Eu estava envergonhado, confuso e só queria sair dali. Luiza foi se despedir do anfitrião e veio comigo para meu apartamento. Precisava comer uma mulher, porque tudo aquilo mexeu comigo.

Hoje relembro e posso dizer que, com certeza, foram muitas emoções e uma experiência única. Me arrependo de não ter pego o telefone de Raissa, pois durante esta pandemia, com calma gostaria de comer aquela bundinha novamente.

Talvez você queira me perguntar se bateria outra punhetinha para ela? Como já escrevi, não tenho nenhum preconceito, portanto, acho que sim, não sei, mas continuo confuso com o que senti porque mexeu com algo nebuloso dentro de mim.

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3 Comentários

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  • Responder Hm

    Que susto quase li q o pai tinh 12 anos

    • Hm

      Ops errei

  • Responder KazaduCurte de Recife

    Normal amigo, normal. O clima da casa exigia sexo sem preconceito, sem restrições, e não seria você que iria estragar a brincadeira. Mas não se preocupem, isso não quer dizer que você seja homossexual.