# #

Um macho maduro de 70 anos gozou na minha boca dentro do seu carro

1209 palavras | 3 |2.75
Por

carro, boquete, maduro, esporra, mamada, punheta

Olá a todos. Meu nome é lauro, moro no RJ e eu sou casado, branco, tenho 52 anos, 1,90 m, 105 kg, corpo normal, cabelos e olhos castanhos, um pouco calvo, um pouco grisalho, bunda de média pra grande, com pelos nas pernas, na bunda e no tórax, boca gulosa e cu hospitaleiro.
Eu sou bem discreto. Quando ando na rua ninguém desconfia que eu sou viado. Minha aparência é de um homem sério e conservador, mas, entre 4 paredes, gosto muito de ser usado como objeto sexual para a satisfação de homens exclusivamente ativos.
Esta história vai ser curtinha, pois o lance foi bem rápido, já que eu e o macho não tínhamos muito tempo disponível. O lance aconteceu hoje, dia 20 de novembro de 2020, pela manhã, por volta das 8:30 hs. Nesta hora eu me encontrei com Silvio, um homem de 70 anos, casado, moreno escuro, grisalho, 1,70m, corpo normal. Eu o conheci há algum tempo depois que coloquei um anúncio numa página de encontros da internet. De lá pra cá ele passou a mandar quase que diariamente várias mensagens pelo WhatsApp me chamando para sair.
Confesso que pensei seriamente em bloquear ele pela sua insistência e pela sua idade, pois estava procurando homens mais novos, na faixa dos 35-55 anos, mas ele acabou vencendo a minha resistência (Quando tem piru no negócio eu sou bem fácil de ser levado na conversa… Kkkkkkk). Tanto que ontem a gente marcou para nos encontrarmos hoje, a fim de que eu desse uma mamada na rola dele, dentro do seu carro.
E hoje cedo eu me arrumei e saí de casa por volta das 8 horas, dando a desculpa que iria até um caixa eletrônico do meu banco para fazer um depósito. Como o caixa fica a cerca de meia-hora da minha residência daria tempo suficiente para chupar o pau de Silvio e depois voltar.
Sendo assim, na hora combinada com o macho eu estava no ponto de ônibus onde marcamos e ele chegou alguns minutos depois no seu Ford Fiesta cinza metálico, com vidros escurecidos. Silvio parou no ponto, eu entrei em seu carro e partimos.
Logo após os cumprimentos eu já fui perguntando a ele:
– Posso já ir pegando no seu pau ou você prefere encontrar um local discreto antes?
– Não, pode ficar à vontade! – Respondeu ele.
Dito isso coloquei a minha mão esquerda sobre o seu pau, ainda dentro da sua bermuda e comecei a acaricia-lo, sem parar de conversar com ele. Sua rola ainda estava mole. Nem bem comecei as carícias e ele abriu o zíper da bermuda e a baixou um pouco, o que me possibilitou pegar direto na sua pica e ficar punhetando ela. Enquanto eu punhetava a sua pica começou a crescer na minha mão e confesso que fiquei admirado com o instrumento que eu estava manuseando.
Era uma pica morena escura, tamanho normal, cabeça toda para fora, bem bonita. A medida que íamos conversando, Silvio contornou o quarteirão onde estávamos procurando um local discreto para parar o carro e passou a rodar em baixa velocidade numa rua bem pouco movimentada que fica ao lado do muro da estação de trem aqui do bairro. Nisso eu perguntei para ele:
– Posso já ir mamando com você dirigindo ou você prefere parar antes em algum local?
– Pode, pode já ir mamando sim. Fica a à vontade! – Respondeu ele.
Feliz com sua resposta eu me posicionei no banco do carona e me agachei em direção ao seu colo, a sua pica. Apesar de ser bem alto eu já adquiri experiência o suficiente para chupar até em carros pequenos e num Fiesta, que tem um bom espaço interno, não tive dificuldade.
Quando abaixei Silvio levantou o braço direito para eu poder chegar até seu instrumento de prazer e depois voltou a segurar o volante, ao mesmo tempo que eu abocanhava a cabecinha babada da rola dele e começava um gostoso boquete na sua bela rola.
Fiquei ali sugando e chupando a piroca madura do macho por alguns minutos enquanto ele dirigia pelo bairro até que ele encontrou um lugar tranquilo e discreto onde resolveu parar. Quanto parou eu levantei levemente a cabeça e vi um terreno baldio do nosso lado direito, onde paramos, e a estrada e o muro da estação a esquerda.
Vendo que realmente o local era tranquilo voltei a abocanhar aquela piroca deliciosa e fiquei percorrendo toda a sua extensão com meus lábios, ao mesmo tempo que punhetava a rola. Quando passava algum carro ele me avisava e colocava a mão na minha cabeça, me mantendo o mais abaixado possível no seu colo. Eu então aproveitava e engolia toda a sua pica.
Não demorou muito e ele anunciou que iria gozar. Nisso eu intensifiquei o sobe e desce da minha boca na sua rola, apertei um pouco mais os lábios (sem tocar a pica com os dentes, é claro), ao mesmo tempo que punhetava com mais vontade o pau do macho. Imediatamente Silvio soltou um gostoso gemido de prazer e gozou na minha boca.
Fiquei muito feliz ao sentir o leite dele enchendo a minha BOCA-DE-CHUPAR-PIRU e continuei os movimentos com meus lábios e mão direita até que o macho gozou tudo. Deixei então o seu pau escapulir, já mole, da minha boca sem, contudo, deixar escorrer nenhuma gota da porra dele do meu DEPÓSITO-DE-ESPORRA-DE-MACHO. E ainda fui buscar com a língua a gotinha que tinha ficado na pontinha da cabecinha do pau, na entradinha.
Com toda a esporra do macho na boca eu me levantei, me sentei normalmente no banco e, antes de engolir, mostrei para ele o produto do seu prazer dentro da minha boca. Só depois que ele viu eu engoli. Bastante educado, ele ainda me ofereceu um lenço de papel para eu limpar a boca, mas não precisei.
Silvio se mostrou bastante satisfeito com meu desempenho e me elogiou muito enquanto guardava a rola na bermuda e partia com o carro. Contornamos novamente o quarteirão conversando, fazendo planos para repetirmos a dose em breve e, até mesmo, irmos a um motel, já que eu fiquei com muita vontade de dar o cu pra ele. Realmente, estou cheio de vontade de sentir a sua rola linda entrando e saindo do meu burrão, num vai-e-vem delicioso e depois poder sentar com meu cu nela e ficar cavalgando e rebolando bem gostoso até tirar o seu leite todo.
Um pouco mais a frente Silvio me deixou num ponto de taxi e eu voltei para casa, satisfeito. Não depositei nada no banco, mas deixei o macho depositar todo o seu leite em mim, na minha boca. Adoro quando me usa como seu DEPÓSITO-DE-PORRA.
E se você gostou desse conto e quer ser mamado no seu carro (ou no seu local) da mesma forma que eu mamei o Silvo, me escreva: [email protected]
Eu adoro chupar piru e deixo gozar na minha boca já no primeiro encontro.
Um abraço a todos!

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 2,75 de 4 votos)

Por # #

3 Comentários

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Responder NéDeere

    Né veado,então já passou o bicho da goiaba pra maricona velha em,que bacana,se é que ela já não tem,porque vocês são verdadeiros depósitos ambulantes do bicho da goiaba!Cuidado veado,ou viado como você prefere,sou o John Deere,comigo veado e veadagem acabam!

  • Responder Dartanhã

    Conto gostoso, me fez lembrar a minha adolescência, quando eu chupava o pau do meu professor, o carro era um fuquinha, a gente saia da aula a noite e ele me dava carona, procuravamos algum lugar ermo, escurinho, eu mamava ele, era muito gostoso, adorava sair como profe, eu chupava o pau dele, ele me beijava muito, foi o primeiro homem que eu beijei, ele me cobria de carinhos, era um privilegio para ele ser chupado por um garotinho, eramos tão amigos que até meus pais conheciam ele, sempre gentil e prestativo, sua pica estava sempre pronta para me dar prazer !!

  • Responder Barbudinho30

    Seus contos me fascinam, eu tenho muita vontade de te enrabar