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Segunda Foda com Bandido, ou quase isso…

2113 palavras | 5 |4.47
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Sábado a noite minha mãe entrou entrou em meu quarto e avisou que a irmã dela, minha tia, havia ligado e convidado nossa familia pra almocarmos juntos no outro dia (Domingo). De início disse que iria, afinal, sempre me dei super bem com minha tia, meu tio e meus primos.
Tia Amélia tem um casal de filhos, uma menina de 16 anos chamada Gabriele e um menino de 25 anos (quase minha idade) chamado Rafael.
Eu e Rafael crescemos juntos, jogamos bola a cada 15 dias em um time amador de futsal. Gabriele é mais tímida, mas super gente boa.
Pois bem, eram quase 9 horas da noite quando minha mãe novamente bate a porta do meu quarto me chamando para jantar. Havia feito arroz carreteiro com charque, típica comida dos gaúchos que se prezam kkk
No jantar, ela comentou que Gabriele haveria de levar seu namorado no almoço, e que iria apresentar ao restante da família. Mas que seria apenas os de casa.
Meu pai ficou entusiasmado, já pensando no churrasco que teria. Eu confesso que adoto carne, logo fiquei animado também.
Ainda no sábado, recebi uma mensagem via Whatsapp do meu primo Rafael, dizendo que era para eu ir no almoço, pois queria me mostrar seu novo jogo de PC, sempre jogávamos juntos online. Conversamos sobre isso um bom tempo naquela noite.
Fui dormir, mas acordei de madrugada, por volta das 4 e pouco da manhã com uns barulhos do nosso cão Bandido.
Ele parecia estar brincando com alguma garrafa de plástico. Fazia barulhos e corria no pátio.
Tentei dormir, mas não tive sucesso. Então resolvi levantar e ir ver o que ele tanto aprontava.
Logo que sai pela porta dos fundos, tentei não fazer barulho para meus pais não acordarem aquela hora. Abri a porta e Bandido veio correndo ate mim. Como de costume festejando e lambendo.
Fiz uns carinhos, e falei pra ele se aquietar.
Ele foi deitar sobre seu cobertor de dormir. Ficou me olhando cabisbaixo, por eu ter falado sério com ele. Não sei se ele reconheceu eu como um macho, e acatou a ordem de se aquietar, ou por instinto pelos acontecimentos recentes, ele do nada, se contorceu e começou a lember seu saco e seu pênis.
Depois me olhou e voltou a deitar.
Percebendo aquilo, logo me percebi com a mão sobre meu pau, que logo deu sinal de vida. Vale lembrar que eu estava só de cueca, pois só consigo dormir assim.
E quando o sangue desce pra cabeça de baixo, se perde a razão na cabeça de cima. Logo pensei: -Porque não? Hehe

Voltei para meu quarto, me cuidando para não fazer barulho, e peguei uma camisinha e o lubrificante.
Pensei que pelo horário, meus pais não acordariam. Afinal eram 4 horas da madrugada.
Voltei com cuidado até Bandido na área dos fundos, chegando perto dele, fazendo carinhos, passando a maos em seu pêlo, acariciando sua barriga, logo ele estava sob meu controle. Havia, como sempre se entregado, afinal era um cão dócil l, de fácil manipulação.
Levei minha mãe direita até seu pênis, ainda coberto pela pele e escondido sobre seu couro. Enquanto que com a mão esquerda acariciava sua cabeça e seu pescoço.
Quando levei meus dedos até seu cu, senti seus músculos pularem, aquele calor anal em meus dedos. Logo cuspo em meus dedos e introduzo para dentro de suas pregas.
Ele soltou um grunhido, como se dissesse: – Vai com calma!
Respeitei seu desconforto e retirei meus dedos, acariciei mais seu corpo, deixando -o mais a vontade, mais relaxado. Depois retornei com minha mão até seu cu desta vez com lubrificante introduzindo 2 dedos ate o fundo, sem nenhuma resistência da parte dele, a não ser um aperto com sua musculatura anal em meus dedos.
Aquilo me arrepiou e de imediato pensei: – Preciso sentir isso no meu pau.

Peguei ele e puxei para cima, deixando em pé de 4, enquanto me posicionei atras dele de pé, já com o pau duro feito uma pedra. Cusppau a mão e passei no pau, deixando molhado para então penetra-lo.
Posicionei meu pau na entrada do cu, que parecia piscar, pedir por meu pau dentro de si. Logo atendi seu pedido, e comecei a forçar a entrada, sem muita dificuldade, pelo tamanho do Bandido, cão de raça vira-lata de porte médio para grande.
Senti suas carnes se abrirem para abrigar a cabeça do meu pau (16cm, não muito grosso). Senti seu cu se abrir para agasalhar meu pau, abrindo espaço para eu entrar.
Ele por instinto, tentou sair, mas o segurei com mais firmeza e falei para dele ficar quieto, com uma das mãos acariciei sua cabeça por cima, entre as orelhas, passando por seu pescoço até suas costas. Ainda com a cabeça do meu pau dentro do seu cu, segurando com as duas mãos agora, forcei mais um pouco e senti seu calor aconchegar metade do meu pau, aquilo parecia o paraíso. Milhares de sensações invadiam meu corpo, sentia minhas oernas tremerem, sentia fluir um calor de seu cu e invadir meu corpo subindo pelas minhas costas e explodir num prazer indescritível pelo corpo todo. Sentia seu cu literalmente apertar meu pau, enquanto eu estava ainda com metade dele para fora. De momento sem muito pensar, empurrei todo meu pau para dentro de seu cu, e senti Bandido se arquear, buscando fugir, mas eu o segurava de tal forma pelas ancas, que não o deixava sair, e trancando-o com meu pau atolado em seu cu.
Sem me lembrar do local, hora ou circunstância, esqueci por um momento que meu pai e mãe estavam a poucos metros e soltei um: – Ahhhh, delícia…
Bandido grunhiu um pouco alto, como se chorasse por eu ter empurrado todo meu pau para dentro de seu cu, e eu ao seu som acordei e tentei me recompor.
Falei novamente para ele se aquietar, e busquei me controlar. Parei uns instantes, com meu pau ainda dentro dele, para conferir se estava tudo em silêncio, e se ninguém havia acordado.
Ainda sentindo seu cu mastigar meu pau, sentindo aquele calor incrível envolto na minha rola, comecei a bombar de vagar em seu cu que agora já estava mais acostumado com aquele volume.
Metia todo meu pau até o fundo, e tirava deixando somente a cabeça dentro do cu. Assim fiquei um bom tempo apenas me deliciando com as sensações.
Com o tempo, percebi que ele já estava acostumado com os movimentos, comecei a acelerar o ritmo.
Bombei gostoso no cu, escutava-se o barulho da camisinha no lubrificante e seu cu.
Aquilo me excitava, me deixava louco saber que estava fudendo aquele cão macho, que agora era fêmea, minha fêmea.
Eu o transformei em puta, cadela. Eu o fazia de fêmea, e eu era o seu macho. Eu comia seu cu com gosto, com raça, com desejo.
Socava com gosto, sentindo seu cu cada vez mais laceado, mais receptivo a minhas estocadas.
Novamente me peguei fazendo barulho e gemendo enquanto comia o cu de Bandido. Novamente busquei me conter. Mas o prazer era demais. Me transformava quando sentia ele se acomodar comigo o comendo.
Por um momento me senti um cão comendo sua cadela no cio. E isso me deixava com mais tesão. Me sentia único em fazer aquilo. Me sentia másculo, viril, forte, alfa.
Continuei a socar em seu cu, desta vez mais cadenciado. Tentando nao fazer barulho e correr o risco fe acordar meu pai ou minha mãe aquela hora.
Já deviam ser umas 4:30h da manhã, mas não me importava queria gozar naquele cu.
Por um instante, em um dos movimentos que fiz, levando a mão ao rosto para secar o suor, Bandido se contorceu e saiu meu pau de dentro. O segurei rápido e na tentativa de penetra-lo de novo, senti a camisinha rasgar.
Fiquei puto, não poderia entrar, pegar outra e continuar a foda. E pior, não queria gozar na punheta ou até mesmo não gozar depois daquilo tudo. Como disse antes, quando a cabeça de baixo pensa a de cima perde a razão…o segurei pelas ancas com uma das mãos, com a outra tirei fora a camisinha que usava, cuspi em meu pau e apontei para seu cu que com facilidade, sem muito esforço empurrei e entrou em se cu até o talo.
Lembro que soltei um: – Ahhhhh
Puta que pariu, que sensação incrível sentir aquele cu na pele, sem capa. O puro calor de um cu animal no meu pau sem nada entre um e outro. Aquilo foi uma explosão de sentimentos loucos e prazerosos.
Logo estava socando com força novamente. Nao me importando com nada, apenas socando naquele cu que agora era todo meu.
Dizia para ele: – Teu cu tem dono Bandido. Teu cu é meu…ahhhh
Delícia de cu Bandido.
Falava e socava com força, sentindo meu pau terminar de abrir qualquer resistência que ainda tivesse. Sentindo seu cu abocanhar todo meu pau com facilidade, com maciês e gostosura.
Sentia meu pau aquecer como nunca, sentia seu cu contrair quando empurrava tudo até o fundo e segurar suas ancas com força.
Podia sentir o fundo de se cu, e não me importava com mais nada ao meu redor. Queria apenas meter, meter e meter.
Dava para escutar o barulho: ploc ploc ploc do meu pau
e minhas bolas batendo em seu corpo. Por um momento esqueci do tempo, hora e lugar. Apenas fudia. O segurava e socava. Ele apenas soltava uns grunhidos baixos.
Quando do nada, em meio aquele ambiente de pura satisfação, prazer e loucura, senti um clarão tomar conta do meu rosto.
Parei de imediato o que eu fazia e me transporta de volta a realidade.
Uma mistura de susto, surpresa e pavor tomou conta de mim.
Por instinto soltei bandido e levei as mãos no rosto.
Até que me orientei e percebi que o clarão de luz vinha da janela do banheiro que dava para a area onde eu estava.
Escutei a voz do meu pai falar: – O que tá querendo Bandido? Que tá chorando? Tá com fome?

Logo percebi que meu pau havia acordado e levantado para ir ao banheiro. Sai de dentro do cão, com o pau meia bomba pelo susto, peguei o frasco de lubrificante do piso, minha cueca, e a embalagem da camisinha. E cuidadosamente sem fazer barulho, saí para atrás de umas caixas de madeira que meu pai mantém na área cheia de ferramentas. Quando senti as luzes do banheiro se apagarem, passado o susto pensei em voltar a foda e finalmente gozar, mas o Bandido já havia saído dali e corrido para os fundos do pátio, de certo com o cu todo aberto, já cansado de tanto levar rola. Talvez o tenha exigido de mais naquela noite. Então resolvi entrar cuidadosamente pra dentro de casa.

Confesso que não pude dormir direito naquele resto de noite. Tentei gozar na punheta mas não cinsegui. Precisava gozar no cu do Bandido. Precisava sentir ele para gozar. Por uns instante me deu raiva de não conseguir.
Pela manhã fomos para o almoço na minha tia, mas todos perceberam meu mal humor. Até comentaram em tom de brincadeira que eu estava com falta de sexo por estar naquele mal humor.
Meu primo me convidou para ir até seu quarto ver o game novo. Fomos e ele disse: – Porra primo, tá com uma cara de quem não gozou kkkk
Falei que não havia gozado mesmo, e que tava puto.
Ele então disse: – Cara eu sei como é isso, maior pé no saco quando o cara tá a fim de gozar e da atrapalho.
Disse a ele que sim. Era uma porcaria isso.
Ele concordou e disse: – Por isso eu não dependo de mina alguma pra gozar, tenho meus lances pra conseguir uma gozada boa kkkk
Acabamos rindo, quando perguntei de que lances ele falava, mas antes que pudesse responder fomos chamados para o almoço. Ao que fomos comer.
Mas futuramente vou relatar o que eu e meu primo Rafael aprontamos…

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5 Comentários

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  • Responder Pedrinho

    Tem que usar mesmo sem do, fazer de fêmea e gritar na vara… rasga o cu desse viadinho!

  • Responder Brendo

    Delícia essa saga zoo.

  • Responder Dourado G

    Já tô vendo que esse primo Rafael vai fazer um regaço no cu do bandido, e se duvidar ainda vai aparecer mais uns

    • Puto

      Tomara tô amando a história !

  • Responder JhonPedoro

    N goza no Bandido, vai gozar no primo