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Que família louca por incesto. Final

1678 palavras | 2 |4.79
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Enfim, o final dessa saga familiar. E eu ainda saí no lucro!

Passou alguns meses e em um final de semana,o Lenon, marido de minha comadre perguntou se podia beber umas cervejas comigo pra não beber sozinho pois comadre estava menstruada e muito irritada, não queria beber. Disse que tudo bem. Ele trouxe dois amarrados de latão e eu fiz o tira gosto. Achei que era muita cerveja pra duas pessoas mais ele falou que queria ficar doidão. Tudo bem. Falamos de futebol, política, ouvimos música,e toma cerveja. Depois de uma certa hora, começamos a falar de sexo. Me dizia que a esposa era tudo de bom na cama e que,se ela fosse mente aberta, iria propor a ela umas fantasias que ele tinha em mente. Perguntei quais mais não quis me falar. Lhe disse que eu também tinha uma fantasia mais que tinha vergonha de dizer pois ele poderia me estranhar. Não sendo com minha mulher, tudo bem. Me disse ele. Falei que não era, que era com ele, que tinha vontade de,um dia quem sabe, ele me fizesse de mulher,me enrabando. Ele começou a rir e me disse que essa fantasia era fácil de se realizar. Pediu pra me ajoelhar no meio de suas pernas e massageasse a vara dele que assim que ela estivesse dura ele iria enterrar ela todinha no meu cu. Estava com uma cara de safado o puto e eu não pensei duas vezes,me ajoelhei e saquei o pau dele da bermuda e comecei a mamar. Mamei com vontade enquanto ele,com as mãos atrás da cabeça, ficava gemendo até que levantou e fomos pra cama. Deitei de bruços e ele cuspiu bastante no meu cu e no seu pau,mirou no olho e empurrou bem delicadamente. Eu estava adorando aquela dor fina,já dei muito o meu cu, então não teve tanta dificuldade pra entrar. Ele me agarrou pela cintura,nós dois de cachorrinho e começou a socar bem gostoso. Eu gemia de tesão e ele me perguntando se estava gostando,se eu estava feliz por estar realizando a minha fantasia e eu lhe dizia que sim. Ficamos alí, assim por um tempo até que eu pressinto que alguém estava nos vigiando. Afinal foi tudo tão rápido que nem tranquei a porta da sala e nem a do quarto. Estavamos de costas pra porta do quarto,a luz apagada mais a luz da sala estava acesa e então vejo pela sombra uma cabecinha sorrateira,nos espionando e percebo que é o filho mais novo dele,o Murilo. O moleque chegou tão discreto que nem percebemos e ficou ali, acompanhando o que nós fazíamos. O pai não percebeu e eu fiquei quieto, fingindo que não tinha visto ele e o deixei assistir a tudo até o fim. Lenon me deu uma gozada gostosa dentro do meu cu que chegou a gemer e elogiou minha bunda. Quando fiz que ia levantar pra ir no banheiro,o moleque correu pra varanda e ficou lá, quietinho. Fomos pro banheiro e Lenon lavou o pau na pia e eu fui pro vaso sanitário e depois chuveiro. Lenon foi pra varanda e deu de cara com o pivete e começou uma sessão de perguntas. A que horas ele chegou ali,o que tinha ido fazer lá em casa,se chegou a entrar, porque não fez barulho pra se anunciar e por aí afora. Quando vim do banheiro fingi surpresa também e perguntei o que ouve. O menino disse que a mãe falou que o pai estava na minha casa e por isso ele veio. Mais o pai estava muito irritado,me perguntou ,aparte, que tinha medo de o menino ter visto ou ouvido alguma coisa e falei pra ele relaxar que, com certeza ele não tinha visto nada. O menino pediu pra ligar a tv e assim o fiz. Eu e o pai continuamos na varanda bebendo e foi então que insisti na pergunta de qual era a sua fantasia sexual e por fim ele me disse, que era transar com o filho dele,transar mesmo tipo pau no cu do moleque, que ele tinha essa tara desde que ele viu um amigo dele comendo o próprio filho,numa viagem de ônibus de turismo, em que teve uma parada pra que as pessoas fizessem o aceio em banheiros públicos e o pai e o filho foram pra mesma cabine mais só que depois de certo tempo,estavam demorando muito e ele, desconfiado do silêncio,olhou por baixo da divisória e viu o moleque cravado na caralha do pai,um de frente pro outro e o pai quicava o moleque no colo que aguentava s nenhuma reação de dor. Falei que então ele já comia o filho desde a muito e ele concordou e disse que aquilo mexeu muito com as cabeças dele. Começamos a rir. Perguntei se ele já tentou alguma coisa com o pequeno e ele disse que,nas brincadeiras de lutinha,o filho gostava de agarrar a vara dele e com isso ele chegou a roçar no rabo dele e ele deixava mais o que ele queria mesmo era meter. Falei que da outra vez que ele esteve na minha casa, que eu vi ele chupar o cu do filho no meu sofá,que ele tava muito bêbado e que cheguei na hora e tirei ele do menino e o levei pro banheiro e mamei ele. Ele disse que não lembrava disso. Pedi pra esperar um pouco e fui ver o que o menino fazia lá na sala e não deu outra. O safado estava vendo canal porno com o dedo enfiado no toba e chamei o pai pra ver, discretamente. Lhe disse que o garoto sente tesão no cu, que pra comer ele seria fácil e ele ficou meio indeciso. Falei pra gente ir pra sala e quando o moleque percebeu,foi logo mudando de canal mais eu disse que poderia deixar, que já tínhamos visto. Ele ficou meio sem graça mais logo ficou de boa. Falei pro pai sentar lá nas pernas do menino,que levantasse as pernas dele e colocasse no seu colo e eu sentei no outro sofá. O menino estava deitado. Comecei a apertar o meu pau e o menino,de vez em quando me olhava e olhava pro pai e abria um leve sorriso e ao mesmo tempo tentava alcançar o cu por dentro do short pra enfiar o dedo. Eu percebendo falei pro pai pra cheirar aquela mão pra ver se estava com cheiro de cu,como se fosse uma zoação. O pai entendeu e começou a zoar o filho, pedindo pra cheirar e o menino, rindo dizia que não. Então eu falei que se ele não deixasse,que o pai iria cheirar o cu dele. Ele começou a sorrir e se mexer, não deixando o pai se aproximar e eu disse tira o short dele Lenon e o pai tirou e o moleque sorrindo e se fazendo de difícil,até que o pai repetiu a cena. Levantou as pernas do menino e caiu de boca naquele pequeno cu. Eu coloquei o meu pau pra fora e comecei a me masturbar e o moleque olhando e se contorcendo de prazer. O pai colocou o pau pra fora também e foi se deitando por cima do pivete que se abriu todo pro pai. Cuspiu na mão e passou no rego do guri e no seu próprio pau. Ninguém falava nada,apenas ia deixando acontecer. Até que ele alcançou o cu do menino e começou a meter. Entrou com tanta facilidade que o pai me olhou como quem diz: Alguém já andou por aqui. Até eu que esperava que o garoto fosse fazer um escândalo, fiquei pasmo mais fiz sinal pra que o pai continuasse e assim foi. O garoto se agarrou no corpo do pai e aguentou sua tóra todinha no olho do cu. O pai cavava o garoto com vontade,deitou por cima, que o menino sumiu debaixo dele. Só se escutava os gemidos de prazer. Eu estava em pé, próximo a eles,me acabando na punheta com aquela cena. Foi lindo! Quando o pai disse que ia gozar,aumentei o ritmo da punheta e gozei junto com ele. Encheu o cu do moleque de porra que chegou a vazar no sofá. Beijou o filho e ficou dizendo que o amava muito. Se levantou e levou o filho pro banheiro. Limpei o meu pau com papel toalha e esperei eles saírem do banheiro. O menino voltou pra sala e o pai pra varanda. Foi então que me disse que o mais velho já comia o moleque a muito tempo, que o garoto confessou pra ele lá no banheiro. Perguntei como ele se sentia sabendo disso. Falou que foi até bom pois o menino não reclamou de dor e de tanto dar, achou normal o pai o enrabar. Falei que,toda vez que ele for tomar banho que levasse o menino. Assim a esposa nunca irá desconfiar que ele o enraba. E quando quisesse, que minha casa estaria a disposição. Na mesma hora ele me disse que,um dia traria o menino pra que eu o comesse enquanto ele me come pois o menino viu sim ele me enrabando no quarto e que queria participar. Falei que por mim seria maravilhoso. Então se despediram e foram embora. E assim foi meus amigos. Já comi o garoto sim mais só eu e ele. Fiz assistir tv entalado no meu pau e o putinho gosta muito de pica e o pai me comeu mais duas vezes. Um grande beijo na pica. Vou dar continuidade aos outros contos.

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2 Comentários

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  • Responder Safadosemlimite

    Maravilhoso como sempre. Adoro seu jeito de escrever Bacellar.

    • Bacellar.

      Obrigado meu amigo.