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Perdi o Cabaço Com Uma Safadinha (Parte 2)

1421 palavras | 3 |5.00
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Depois de uns minutos me chupando ela olhou nos meus olhos e pediu: “Edu, come o meu cuzinho”… Eu não tava acreditando que eu ia comer o cu dela

Dando continuidade ao conto “Perdi o Cabaço Com Uma Safadinha (Parte 1)

No dia seguinte (um domingo) eu só pensava no que tinha rolado na noite anterior, nas mamadas deliciosas da Vanessinha, e no que iria rolar mais tarde na casa do meu amigo. Quando foi à tarde eu aparei os pelos da minha virilha e do meu saco. Mandei uma mensagem pro Luís, o amigo que ia emprestar a casa dele. Ele retornou dizendo que a Vanessa tinha confirmado que estaria lá ás 18 horas.

Quando deu 5 horas eu fui pra casa dele levando umas camisinhas, ela ainda não tinha chegado. Eu tava ansioso mas confiante, só pensava em socar meu pau em todos os buracos daquela putinha.

Quando deu umas 18 e pouco ela chegou, tava usando um vestidinho curto com decote realçando aqueles peitinhos maravilhosos. Eu abracei ela e dei um beijo, ela tava cheirosinha demais, no ponto. A gente não perdeu tempo e fomos direto pro quarto que o Luís indicou. Era uma suíte com cama de casal, o ar condicionado ja tava ligado.

Fechei a porta e fui logo tirando a minha camisa e comecei a beijar aquela boquinha e dar uns amassos. Com as duas mãos eu comecei a massagear a bundinha dela, e safada tava usando uma calcinha minúscula fio-dental. Eu falei: “que delícia esse fio-dental”, e ela respondeu: “é a minha menor calcinha, especialmente pra ti rsrsrs”. Então eu disse: “Então tira esse vestido pra eu ver melhor”.

Eu sentei na cama e fiquei vendo ela tirar o vestido, revelando uma calcinha preta minúscula transparente socada todinha no rego. Ela perguntou: “Gostou?”, eu nem respondi, avancei em cima dela como um animal e joguei ela na cama com a bunda pra cima e comecei a beijar e lamber aquele rabo. Ela ria e empinava aquela raba pra eu aproveitar como eu quisesse. Eu lambia e beijava a bunda dela, passava a língua no reguinho, apertava a bunda e passava a mão pelas coxas dela. Até que de um puxão eu tirei a calcinha dela e mandei ela deitar de frente pra eu chupar a bucetinha dela. A pepeka estava toda depilada, lisinha e vermelha, ela abriu as pernas e eu comecei a chupar e lamber, massageava o grelinho com os lábios mas como era a primeira vez que eu chupava uma buceta eu fui devagar porque tive medo de machucar. Ela tava totalmente arreganhada com as pernas totalmente abertas, eu passava a língua desde o cuzinho até a virilha, beijava a parte interna das coxas e voltava pra pepeka, ela gemia baixinho e se contorcia de olhos fechados. Depois de dar prazer pra ela era a minha vez. Tirei o que restava da minha roupa, meu pau já tava latejando. Fiquei em pé na cama e ela ficou de joelhos e começou a fazer o que sabia de melhor: Chupar uma pica. Eu fui deixando ela mamar gostoso, ela gostava de fazer aquilo, era um dom natural. Ela se deliciava na minha rola, eu segurava nos cabelos dela e fazia um vai e vem ao mesmo tempo que manipulava a cabeça dela que continuava sugando. As vezes ela ficava sugando só na glande, mamando com muito jeitinho. Ela chupava de uma forma muito suave, massageava a cabeça com a língua, tinha uma boquinha de veludo que me levava para o nirvana.

Depois de mamar meu pau por um tempão eu resolvi que era hora de comer a boceta dela. Mandei: “fica de quatro pra mim vai sua putinha”
Ela era muito submissa e na mesma hora ficou de quatro e empinou aquele rabo pra mim. Eu dei umas lambidas fortes indo da buceta até o cuzinho. Coloquei uma camisinha e comecei a esfregar o pau no rego dela, que empinava mais a bunda e rebolava esfregando a bunda bem encaixada no meu pau duro feito uma barra de aço. Fui procurando a entrada da xoxota e empurrando o pau, ela segurou meu pau e colocou na entradinha e eu enfiei devagar, comecei um vai e vem e finalmente enfiei até o talo, minha virilha encostou na bunda dela e então eu comecei a bombar com vontade, cada vez mais rápido, ela deitou na cama e deixou o rabo bastante empinado, eu segurei na cintura dela e comecei a bombar loucamente, ela gemia e agarrava o lençol da cama dizendo: “me fode, mais forte, me fode, me fode, vai, hmmmm”. E quanto mais ela falava mais forte eu bombava.

Depois de socar vários minutos eu cansei, tirei o pau de dentro dela, deitei com a cabeça encostada no travesseiro. Ela veio, tirou a camisinha do meu pau e começou um boquetão delicioso, dessa vez mais forte, ela sugava com pressão e soltava, e voltava a mamar ao mesmo tempo que punhetava. Pedi pra ela chupar com menos força e ela obedeceu e começou aquela chupeta massageando meu pau com os lábios e a língua.

Eu tava no paraíso, que mamada gostosa, ela deitada caindo de boca no meu pau era uma visão linda. Depois de uns minutos me chupando ela olhou nos meus olhos e pediu: “Edu, come o meu cuzinho”… Eu não tava acreditando que eu ia comer o cu dela na primeira foda. Ela ficou novamente de 4 na cama e falou: “vem”

Eu me posicionei atrás dela e ja ia metendo, quando ela falou pra eu cuspir no cuzinho dela. Eu dei umas duas cúspides no buraquinho e estraguei a cabeça do meu pau na entrada. Fui forçando a entrada até que entrou, era apertado e ela contraia o cu. Fui fazendo um vai e vem e enfiando cada vez mais até meu pau sumir completamente no cuzinho da Vanessinha. Ela falava baixinho e gemendo: “fode o meu cuzinho, mete vai, mais forte, hmm hmm, soca no meu cuzinho Edu, vaaaaiiii, ahhhh hmmmm”. Eu enfiava o pau no cu dela e a safada rebolava e jogava o corpo pra trás pra estocada ser mais forte. Eu bombei muito naquele cuzinho apertado, as vezes mais devagar com ela rebolando, as vezes mais rápido com estocadas fortes. Depois de um tempo eu tava quase gozando e avizei, ela pediu: “Espera, goza na minha cara!”

Eu tirei rapidamente o pau do vi dela, que ja veio com a língua pra fora na frente do meu pau. Eu punhetei e soltei três jatos de porra quente na cara daquela putinha, era uma safada mesmo, gostava de dar o cu e levar esporrada na cara que nem uma piranha.

Depois ficamos deitados na cama abraçados por um tempo. Até que ela disse que precisava de um banho. “vem comigo” disse ela. Entramos no box e tomamos banho juntos. Foi um banho demorado, eu ensaboei o corpo dela todo, chupei muito aqueles peitinhos. Novamente ela caiu de boca no meu pau, lambeu e mamou muito. Depois saímos, nos vestimos, nos beijamos mais um tempo no quarto e depois fomos encontrar o Edu.

Naquela noite nós três ainda saímos pra encontrar a galera num barzinho que tinha sinuca. Eu e a Vanessa nos beijamos na frente da galera, íamos pra todo canto de mãos dadas. Assumimos pra todos que a gente tava “ficando”.

Eu soube depois que tinha um carinha na galera que era apaixonado pela Vanessa, mas nunca tinha ficado com ela porque ele era feio. Eu sou meio desligado mas depois que um amigo me falou isso eu percebi que esse carinha dava umas olhadas meio estranhas pra gente. Coitado, nunca vai sentir o prazer de ser mamado pela Vanessinha, nem de comer aquele cuzinho apertado escutando a gatinha gemer e pedir mais, eu pensei. Mas foda-se, quem ta comendo sou eu. E continuei comendo direto até eu voltar pra Capital onde eu morava.

Mais de um ano depois eu voltei pro interior, na época de Carnaval. Eu encontrei a Vanessa no meio da folia. Chamei ela e tentei agarrar mas ela não quis, disse que tava ficando com outro cara. O cara tinha mais de 30 anos e era rico. Eu fiquei triste, mas parti pra outra… tem muito peixe no mar, principalmente no mar de gente do Carnaval.

Bom, esse foi o relato de como eu perdi o cabaço com a Vanessinha.

Espero que tenham gostado!

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3 Comentários

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  • Responder Giuliano

    Porra pelo menos comeu tá safe

  • Responder Teste

    Mentiroso pra carai kkkkkkkk

    Metendo com confiança na primeira vez e metendo até cansar hahahaha

    Mas dahora, só devia ter tirado a parte que era virgem, porque o texto foi legal

    • Edu

      Porra mano, deixa eu ser feliz kkkkk
      Obviamente eu dei uma realçada nessa segunda parte do conto pra deixar mais excitante. Está bem fiel aos fatos reais, eu so não comi o cu dela na primeira vez, não rolou o banho junto no final nem a gozada na cara. De resto tudo aconteceu mesmo. Foi assim que eu perdi o cabaço.