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Perdi o Cabaço Com Uma Safadinha (Parte 1)

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Ela ajoelhou na minha frente e deu início a um dos melhores boquetes da minha vida, a safadinha sabia mamar numa rola, era uma perita.

Olá, me chamo Edu e resolvi contar nesse site algumas experiências sexuais marcantes na minha vida. Nesse conto vou relatar como perdi o cabaço com uma garota rodada no interior.
O que vou narrar aconheceu quando eu tinha 16 anos.

Minha família tem raízes numa cidade no interior, um lugar belo, de gente simples, e com algumas cachoeiras nas redondezas. Quase todo mês de julho a gente viajava para la. Eu tinha um grupo de amigos de copo, todo fim de semana a galera se reunia na frente de uma casa, que geralmente era a minha ou a do Rodrigo, um amigo meu que tinha uma banda. Nesses encontros a gente bebia até dar PT, rolava violão e tal, era bem maneiro. No dia seguinte a turma ia pra uma cachoeira pra curtir a natureza.

Foi numa dessas festinhas que eu conheci a Vanessa, uma garota branca de cabelos pretos batendo no ombro, olhos escuros, baixinha, corpo mignon, toda durinha e gostosinha pra caralho, 17 anos. Eu ja conhecia ela pela fama de safada, alguns amigos da minha turma ja tinham comido ela.

Naquela noite a festa era na porta da minha casa. Ela chegou la, fomos apresentados e ela sentou numa cadeira na minha frente na rodinha, estava usando um shortinho jeans e uma blusinha decotada mostrando a barriguinha . Ela passou boa parte da noite me olhando, sorrindo pra mim, mexendo no cabelo, enfim, dando sinais. Eu percebi o interesse dela mas eu era tímido e demorei pra tomar uma atitude. A oportunidade surgiu quando ela pediu pra entrar em casa e usar o banheiro. Eu acompanhei ela até o banheiro e depois que ela saiu, foi até a cozinha onde eu estava, sorriu pra mim e disse: “Você é um gatinho, Edu”

Eu pensei, é agora ou nunca, e falei: “E você é mó gostosinha”
E ela respondeu: “Como você sabe? Nunca provou rsrsrs”
Eu falei: “Então deixa eu provar agora”
Ela deu uma risadinha e eu agarrei e dei um beijo nela, que retribuiu. Foi um beijo demorado e gostoso.

Levei ela pro quintal de casa que era tranquilo e começamos um amasso gostoso, enquanto beijava eu apertava a bunda dela, apalpava os peitinhos sem ela oferecer nenhuma resistencia. Percebi que ela era muito fácil e resolvi avançar. Abri o zíper da calça e botei o pau pra fora. Meu pau tem 18cm e uma cabeça rosada de cogumelo, modéstia à parte é um pau bonito e bem formado. Ela olhou e perguntou: “posso pegar?. Eu: “vai, pega”.
Ela segurou no meu pau, apalpou e disse: “Nossa, tá tão quentinho”
E eu sem cerimônia nenhuma mandei: “Chupa ele”
Ela ajoelhou na minha frente e deu início a um dos melhores boquetes da minha vida, a safadinha sabia mamar numa rola, era uma perita. Eu estava em êxtase ali em pé vendo aquela gatinha mamando meu pau como uma profissional. Meu primeiro boquete!

Ela me chupou muito ali, e como chupou, sugava com maestria, muito suave, uma boquinha de veludo. Eu fui no céu e voltei. Foram mais de 15 minutos de chupação.

Depois de um tempo a gente parou e resolveu voltar pra galera na porta. Quando a gente saiu a galera olhou pra gente e ficaram naquela zoação falando coisas tipo “hmmmm Edu e Vanessa tavam se pegando ein!”, “Vanessinha não perde tempo!”, e coisas assim, mas logo a galera parou com os comentários e mudaram os assuntos.

A noite correu com muita bebida e música, mas eu só conseguia pensar na Vanessinha mamando no meu pau, até que eu não aguentei e chamei ela pra dentro de casa de novo. Fomos de mãos dadas e entramos, levei ela pro meu quarto e nos beijamos, então eu baixei a parte de cima da roupa dela e comecei a saborear aqueles peitinhos durinhos, chupei, mordisquei os mamilos, passava de um para o outro. Depois eu baixei a minha calça até os joelhos, deitei na cama e pedi pra ela me chupar de novo. Ela se deitou sobre as minhas pernas e começou a mamar como só ela sabia. Ela ficou ali chupando meu pau por vários minutos, tava bom demais, eu tava muito relaxado na cama recebendo aquele boquete delicioso da Vanessinha, uma mestra na arte de chupar.

Até que bateram na porta do quarto, era a minha mãe que falou: “Ei, aqui não é motel não”
Eu fiquei puto com ela por atrapalhar. A Vanessinha parou o boquete, ficamos deitados na cama nos beijando no maior amorzinho e depois voltamos pra porta.

Não ia rolar sexo naquela noite, mas combinamos de nos encontrar no dia seguinte, na casa de um amigo nosso…

Esse é o fim da parte 1 dessa história de como eu perdi o cabaço com uma safadinha. No próximo vou contar como foi nossa primeira trepada.

Espero que tenham curtido!

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1 comentário

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  • Responder Saulo Batista

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