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Pedreiro André parte 6 – Fechando a ferida!

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-Eu também te amo filho.

Acho que tinha esperado 11 anos para ouvir essas palavras de alguém, não de alguém, mas de alguém que eu considerasse o meu pai, ouvir essas palavras do André me deixou em êxtase.

Deitado sobre ele, sentia o calor que irradiava do corpo dele, ele era tão forte que o movimento da respiração dele movimentava o meu corpo pra cima e pra baixo, sentia as mãos calejadas dele em minhas costas, subindo e descendo me causando calafrios de prazer, a mão dele segurava a minha cabeça contra o peito dele, como quem dizia, estou aqui pra te proteger meu menino, a respiração quente e compassada dele em minha testa era um carinho de intimidade sem igual, o pênis dele fervia volumoso debaixo da minha coxa.

Eu estava recebendo carinho do André, o André era demais, ele fazia de tudo para que eu me sentisse seguro e amado mesmo que ele estivesse destruído por ter me contado o seu segredo, não, estava errado, era o André que estava carente e precisava de carinho e afeto, eu sentia que precisava recompensar ele ou pelo menos fazê-lo esquecer da dor e do sofrimento que o passado dele tinha evocado naquele quarto.

Ergui um pouco a cabeça para poder olhar nos olhos do homem mais especial da minha vida, o homem que em uma semana me tinha feito ama-lo como um filho ama um pai, o André sentiu o meu movimento e também olhou em meus olhos, os olhos deles antes tão seguros e determinados só transmitiam tristeza e desamparo, estendi a minha mão esquerda pra cima e passei na face direita dele, os pelos que começavam a crescer quase invisíveis fez um atrito que eu não conhecia, meus olhos se iluminaram e eu ri baixinho, os olhos dele se iluminaram em ver a minha alegria infartil pelo desconhecido e sorriu também, fiquei fazendo carinho no rosto dele por um tempo e ele deitavaba cabeça para o lado para sentir ainda mais a minha mão pequena em seu rosto, lembrei de como ele tinha ficado feliz e satisfeito quando eu bebi todo o leite dele, pensei, será que ele já fabricou mais leite e ficaria feliz de novo de eu mamasse ele todinho?

Levantei a cabeça do peito dele, ajoelhei ao seu lado, sentado em minhas pernas, agora eu fazia carinho no rosto do meu pai por consideração com as duas mãos, a mão direita dele fazia carinho em minha coxa, olhei nos olhos dele e desci as mãos para os peitos dele, eram grandes, quadrados, não fisiculturista, mas eram massa pura, toquei nos mamilos dele e ele gemeu, nesse momento descobri que os mamilos dele eram sensíveis e de alguma forma o toque tinha feito ele feliz, pois ele fechou os olhos e arqueou um pouco o corpo, como que por reflexo tentando prolongar o toque dos meus dedos no peito dele, sem pensar me curvei e dei um beijo no mamilo direito dele enquanto a minha mão esquerda segurava o mamilo esquerdo dele, fazendo carinho no bico do peito com os dedos, sentia a mão que estava em minha coxa subir rapidamente para a minha nuca, com gentileza, ele não me guiava, era fiel ao princípio de fazer somente o que eu queria, mas a mão dele em minha nuca era o sinal de que ele estava gostando e esquecendo o passado evocado pela história recém contada, voltei a beijar, só que dessa vez mantive a boca, abri ela e o bico do peito do André estava dentro do minha boca, fiz um movimento de sucção enquanto que com a minha lingua pequena fazia movimentos em volta do bico do peito dele, não tirava a boca, a minha respiração quase sufocada pelo peitoral moldado por anos de trabalho pesado, ele respirava profundamente e dizia que eu era o menino mais especial do mundo, tirei a boca do peito dele e os nossos olhos se encontraram novamente, vi que ele ansiava para que eu continuasse o que estava fazendo, mas pelo mesmo principio não pediria, segurei o peito recém chupado com a minha mão esquerda e chupei com voracidade e carinho, com uma gula infantil o peito esquerdo dele, com a mão direita eu fui descendo os carinhos até o abdômen gigante, sólido, sentia os pêlos em volta dos meus dedos e fazia carinho neles, fiquei assim um tempo, mamando os peitos do meu pai adotivo, proporcionado o máximo de prazer possível, voltei a minha cabeça para o lugar entre os peitos dele e dei um beijo, fazia isso e olhava pra cima, o olhar dele não tinha mais resquícios do passado, só tinham desejo, fui beijando até o abdômen dele, o umbigo dele era lindo, perfeito, pensei, porque não, vai que ele goste também, meti a língua lá dentro e fiquei chupando, senti um movimento rápido e as duas mãos dele me seguravam a cabeça com ternura, ele disse com desejo:

-Menino assim você me mata.

Sorri em ver o meu amigo satisfeito e chupei mais uns 5 minutos, chupava, lambia, a minha respiração quente deixava ainda mais molhado o umbigo dele, afastei a minha cabeça desci novamente, coloquei as mãos uma ao lado de cada perna dele e desci o carinho que fazia com a boca, fui beijando por cima da cueca todo o pacote que estava ali a minha disposição, um pacote gigante, o André estava de pênis ereto com certeza, a ereção era tão forte que empurrava a cueca para cima, tinha um círculo de unidade grande vem onde deveria estar a cabeça do pinto do meu amigo e pai de consideração, subi as mãos e agarrei a extensão da cueca dele, não conseguiria sem ajuda, olhei pra cima esperançoso e ele sorriu com amor, com um movimento projetou o quadril para cima e pude descer a cueca dele, libertei um pinto grosso, ereto e reto, o pinto dele era lindo, da mesna grossura da base até a cabeça, com o prepúcio semi abaixado, molhado com aquele líquido que eu adorava beber, o saco e virilha depilados só completava a perfeição, coloquei uma mão sobre o saco dele para para sentir as bolas grandes e quentes, fazia tudo procurando olhar ele nos olhos para saber se ele estava gostando, ele sorria e fazia carinho em minha cabeça, massageei o saco dele com a minha mão direita e com a minha mão esquerda eu punhetava o André bem na base do pênis dele, a minha mão mal fechava, subia e descia até o meio do pênis dele, abaixei a cabeça e ele me olhava com atenção e surpresa, lambi a cabeça do pinto dele todinha, circulava a cabeça do pinto dele com a língua, afunilando até chegar no canal, ali eu sugava com força e ficava mamando engolindo o que saia, eu era o bebê dele e o pau dele era como o peito de uma mãe, chupava com carinho e intensidade, de sacanagem e sorrindo dei umas mordidinhas na ponta da cabeça do pinto dele que fez ele dizer:

-Seu pequeno sacana que eu amo tanto.

Ele disse com tanto carinho que eu fiquei emocionado, voltei a chupar, desci a língua até a base do pênis e ele suspirou profundamente, chupei as bolas dele, não cabiam em minha boca, mas chupava com carinho o máximo que dava, juntei as duas na minha mão e fiquei lambendo igual um sorvete cascão, ele disse com a respiração acelerada:

-Luquinhas, você está me me matando.

Lambi as bolas por um tempo e voltei a subir pra cabeça, dessa vez beijando e sugando até a cabeça, coloquei as duas mãos no corpo do pênis dele e punhetava com força, intenso, coloquei a cabeça do pênis dele na minha boca, punhetava para que o prepúcio não roubasse a sensibilidade do que eu fazia, suguei com força e não soltei, com a cabeça do pau dele presa por sucção eu punhetava a cabeça do pau dele com a boca, subindo e descendo a cabeça, foi fatal para o André, ele segurou os lados da minha cabeça com força e carinho e senti o corpo dele tremer em espasmos, o pau dele começou a pulsar em minhas mãos, depois a cabeça pulsava em minha boca, os jatos vieram, fortes mas em menor quantidade pois eu tinha mamado ele a pouco tempo, bebi todo o leite do meu pai adotivo e chupei a cabeça até ficar limpa, dei um beijo na cabeça do pau dele e subi as cuecas dele, voltei para o meu lugar cansado e satisfeito de ver o André feliz, ele me puxou pelos braços até ficarmos cara a cara, disse:

-Vem cá meu garotão sapeca, agora é a minha vez.

Sorri com ternura para ele, como amava o André, fiz uma coisa que surpreendeu ele, dei um selinho nele e disse:

-Você que precisava de carinho, eu já tenho você aqui comigo e está bom, boa noite André.

Disse e repousei sobre o peito dele, cansado, ele acariciou o meu rosto e disse com orgulho:

-Esse menino só me surpreende, como amo você Luquinhas.

Sorri satisfeito no peito dele e dormi.

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15 Comentários

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  • Responder Fabinho

    Delicia de conto amigo parabéns outra vez e não pare. Não liga para esse johndeere, ele ler todo os contos. Ele ´maior viadão e come garotinho em São Paulo. um Otário. Isso não mata ninguém. Um abraço e continua…

  • Responder VivaOJD!

    Né menidão(mistura de menino com veadão),não adianta eu,John Deere,te alertar,você continua com a veadagem né,que coisa!Veado,veado,cuidado…Sou o John Deere,comigo veadagem acaba mais rápido que pedreiro experiente usar a trena!

    • Menininho

      Sem choro bixona enrustida, já disse, sai do armário.

    • JDvivaa!

      Me respeita veado,ou vai postar veadagens por psicografia!

    • Menininho

      Sem choro bichinha mal comida, ou o próximo conto será Negão do bar – O passado do John Veadere.

  • Responder Sergipe

    Kd a parte 7?

    • Meninão

      Meia noite ela sobe, mas o que você quer ver e só na oitava, abraços.

  • Responder Dartanhã

    Delicia de conto, adorei, gosto quando o Luquinhas toma leitinho do André, adoro leite de macho, parabéns, tu escreve muito bem, sou seu fã,

    • Meninão

      Obrigado meu amigo

  • Responder Martelo

    Esses teus contos, desbancaram o que mais mexia comigo. Vc venceu o “quando Joel me comeu”.

    • Meninão

      Obrigado martelo, o melhor está por vir.

  • Responder [email protected]

    Ótimo

  • Responder Vantuil OB

    Apesar de triste, foi um belo conto. Aguardo a continuação. Quero ler um troca troca de vcs

  • Responder Mael

    Senti muito tesão por esses contos seus

    • Meninão

      Obrigado, é reconfortante te proporcionar prazer.