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Pedreiro André parte 4

4414 palavras | 12 |4.54
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Boa noite, segue o conto número quatro, leiam os anteriores para fazer sentido para vocês, é a história da minha vida, se não gostarem me desculpem, só escrevo a verdade.

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Sai da edícula que o André morava chorando e alisando a face que queimava onde ele tinha acertado o tapa, já tinha escurecido e graças a Deus a minha mãe já não estava mais em casa, se não ela duvidaria de alguma coisa, ela já tinha saído para o trabalho, entrei em casa soluçando e procurava entender o que havia feito ao André pra ele ter me batido daquele jeito, a dor no peito por ele ter me batido era pior do que a dor real na face e nos cotovelos quando bati no chão, não acreditava, logo ele que me protegia em tudo, olhava eu atravessar a rua, entrei em casa e fui até o banheiro, lavei o rosto e me olhei no espelho, onde o André havia me acertado estava vermelho, o lábio também estava inchado, olhando o reflexo no espelho eu me senti tão pequeno, não acreditava que o André havia sido capaz de me bater, logo eu que ele dizia que me considerava um filho.

Sai do banheiro e vi que já era 19:00, estava com fome, peguei a comida que havia guardado na geladeira, esquentei enquanto fritava dois bifes, arrumei a mesa e bateu aquela dúvida, será que o André estava com raiva de mim e me bateria novamente se eu fosse lá chamar ele, pensei em trancar a porta com medo dele vir brigar comigo de novo, mas lembrei que o acordo era dar a moradia e as refeições para o André em troca do dinheiro do senhor Marcos, o dono do terreno, não acreditava que ele iria me maltratar de novo só por oferecer a janta pra ele, coloquei tudo em cima da mesa e sai pela cozinha até o corredor que dava na edícula, a porta estava encostada, bati algumas vezes bem baixinho, morrendo de medo de que ele saísse de lá bravo, mas não ouvi nada, pensei, será que ele tinha saído, quando dei as costas pra sair a porta se abriu, dei um pulo de susto e medo e olhei para trás, o André estava lá ocupando quase toda a abertura da porta, me olhando com cara de arrependido, analisando onde havia me batido, ainda assustado eu ergui os olhos pra olhar pra ele e disse:

-Você.. você quer jantar senhor André?

Disse isso tímido, baixinho, receoso, dei alguns passos pra trás, tenso, até a minha voz estava falhando, a mudança do garoto alegre e extrovertido para esse assustado e com medo havia deixado ele mal, vi no rosto dele que o medo que eu sentia dele fez ele se sentir frustrado, ele só assentiu com a cabeça e fechou a porta, voltei pra casa achando que ele nunca mais iria querer falar comigo, sentei na mesa pra comer e voltei a chorar pensando que ele iria embora e eu perderia o meu amigo, bem nessa hora o André aparece na porta, que estava aberta e pergunta baixinho:

-Posso entrar Luquinhas?

Eu rapidamente sequei os olhos, até parece que ele não tinha visto, a tristeza por eu estar chorando e com medo dele estava deixando ele arrasado, respondi:

-Po…pode André.

Ele entrou, sentou no espaço bem na minha frente e começou a comer, eu sentia que ele estava me olhando e se controlava para não falar comigo, eu via que ele se empertigava pra falar mas voltava a afundar na cadeira, eu ficava só de cabeça baixa e mastigando em silêncio, acabei de comer e não seria mal educado de sair da mesa, afastei o prato, cruzei os braços e deitei a cabeça neles, fiquei olhando pra ele sentido, ele estava me olhando também, pousou o garfo na mesa estendeu a mão em minha direção, eu me assustei e recuei, mas ele disse:

-Calma Luquinhas, calma, eu nunca mais vou te bater ou te fazer sofrer, eu não devia ter te batido e te peço perdão, você me perdoa Luquinhas?

Eu havia voltado a posição que estava, uma última lágrima desceu pela minha bochecha avermelhada do tapa que havia levado e assenti com a cabeça.

Ele acabou de jantar e pensei que iria embora, mas não foi, ficou ajudando a lavar a louça, estávamos lado a lado, eu levava e ele secava, quando acabou a tarefa que havia sido feita em um silêncio sepulcral, ele ajoelhou no chão pra ficar da minha altura, me puxou para os braços dele e me deu um abraço apertado, levantou e me segurou no colo dele, como era bom ser abraçado por ele, aquela sensação de proteção e segurança havia voltado, ele ainda gostava de mim pensei feliz, abracei ele pelo pescoço e deitei a cabeça no ombro dele, abracei a cintura dele com as pernas também, com o antebraço esquerdo ele fazia o apoio na minha bunda pra me manter no colo dele e com a mão direita ele acariciava as minhas costas, parecia que estava me ninando, fazia “shhhhhh” no meu ouvido e pedia desculpas baixinho, dizendo que nunca mais iria me machucar, meu corpo ainda tremia e eu soluçava, ele dei um beijo no meu pescoço e disse que eu era muito especial pra ele, sentia o calor do corpo dele no meu e me aconchegava mais ainda nele, ele vendo a minha fragilidade e carência disse desculpa diversas vezes com a boca pertinho da minha orelha:

-Desculpa Luquinhas, desculpa mesmo, me perdoa meu menino.

Vendo ele falar assim e sentindo o remorso dele, não sei porquê, desceram algumas lágrimas dos meus olhos, ele viu, afastou um pouco a minha cabeça pra olhar e pela primeira vez vi a cor dos olhos dele, não eram pretos como eu imaginava, eram castanhos bem claros e irradiavam arrependimento e preocupação por ter me feito chorar e me fazer ter medo dele, ele secou as minhas lágrimas com o polegar segurando a minha face com a mão, depois deu um beijo aonde tinha me batido, e encostou a minha cabeça no peito dele, segurando com a mão de forma carinhosa onde eu havia apanhado, fazia carinho e beijava os meus cabelos, queria ficar pra sempre ali naquela posição, quando o meu corpo parou de tremer e soluçar ele perguntou ainda me segurando:

-Ta tudo bem agora Luquinhas?

Eu olhei pra cima ainda aconchegado no peito dele, ele olhou pra baixo esperando a resposta, assenti com a cabeça e ele deu um beijo na minha testa, afastando o cabelo com a mão, dizendo:

-Que bom Luquinhas, que bom, quero que você sinta qualquer coisa por mim, mas não o medo.

Ainda me segurando ele perguntou se eu queria jogar umas partidas de Mortal Kombat com ele, disse que sim e ele me levou no colo dele.

Chegando na casa dele ele fechou a porta e me colocou sentado na cama, sentou ao meu lado e começamos a jogar, passado um tempo eu tinha que perguntar e perguntei:

-André você gosta de mim ainda?

Ele pausou o jogo e olhou pra mim, olhei pra ele também, ele respondeu:

-Amo você como se fosse o meu filho Luquinhas.

Disse isso me puxando com o braço para mais perto dele e ficamos juntos, minha cabeça encostada no ombro enorme dele, aí perguntei:

-Então porque você me bateu?

Ele pegou o controle dele e colocou sobre a cômoda, pegou o meu também e colocou junto, sentou no meio da cama com as pernas esticadas e me puxou para o lado dele, colocando eu debaixo do braço esquerdo dele e com a mão fazia carinho na minha barriga:

-Luquinhas, na sua idade é normal algumas descobertas, são até prazerosas, eu não devia ter te batido porque na sua idade eu também fiz coisas assim com o meu pai, nós brincávamos na carreta dele enquanto viajavamos fazendo as entregas, você é muito especial pra mim e ingênuo também, inocente, você quer aprender essas coisas comigo? Você ficou curioso do leite que sai do pinto?

Eu assenti com a cabeça e ele levantou, calmamente tirou a calça, a camiseta e a samba canção que estava vestindo, o pau pulou flácido pra fora, gordo, roliço, repousava em cima daquele saco que parecia um travesseiros, ele depilava e não tinha pelo algum, voltou para a posição que estava, me colocou entre as pernas dele e disse:

-Tudo o que eu vou te ensinar é um segredo só nosso, tira a roupa e volta aqui.

Fiz o que ele me mandou, ficar na frente daquele homem pelado me fez ficar de pau duro, ele esticou a mão pra segurar e brincou dizendo:

-Esse aqui está sempre em ponto de bala.

Disse isso e me puxou para o colo dele, sobre a coxa esquerda dele, sentia o pinto dele quente queimando o lado da minha coxa direita, com a mão esquerda ele ficou fazendo carinho na minha coxa esquerda e com a direita ele ficou fazendo um movimento estranho de sobe e desce com a mão fechada em volta do meu pinto, a sensação era demais, sentia o calor da coxa dele na minha bunda e do abdômen dele em minhas costas, o toque da mão dele na minha coxa, aquela mão calejada que fazia trabalhos pesados era capaz de fazer carinho em alguém frágil como eu, o sentimento de proteção aumentou, eu fechei os olhos e deitei sobre o peito esquerdo dele, entregue aquele carinho que eu nunca havia recebido, estava entregue e confiava nele e na promessa de que ele nunca mais iria me fazer chorar.

Ele ficou assim por um tempo, senti que ele tirou a mão do meu pau, já ia protestar mas ele se antecipou dizendo:

-Calma calma pequeno garanhão, só vou passar um óleo de massagem na mão.

Ele levantou pra pegar o óleo no banheiro e eu notei que o pau dele não estava duro, estava inchado, mas não duro, ele voltou e me colocou de volta na mesma posição, perguntou se eu estava gostando, eu disse sim e pedi pra ele continuar, ele sorriu com ternura, passou um pouco do creme na mão e voltou a fazer o sobe e desce com a mão apertando o meu pau, ele disse no meu ouvido:

-Isso se chama masturbação ou punheta, você já fez isso Luquinhas?

Eu disse que não e ele falou:

-Você é um menino inocente e puro.

Me deu um beijo do lado da cabeça e disse que não iria se aproveitar de mim, que me ensinaria a ter prazer com a punheta, que me daria prazer depois de ter sido rude comigo e que só faria o que eu quisesse.

O creme era muito escorregadio, parecia quiabo, ele continuava fazendo carinho na minha coxa, as vezes dava suaves beijos no meu pescoço, me chamando de seu meninão ou seu homenzinho, a mão direita dele continuava a subir e a descer no meu pinto, era muito gostoso, alguém tão bruto tratar alguém pequeno e fraco como eu assim, me proporcionar tanto prazer, a punheta que ele fazia era suave e intensa, ritmada, a mão dele roçava na minha glande exposta e a sensação era mais intensa ainda porque eu era circuncidado, a mão dele ia de cima até embaixo no meu pinto, se bem que o meu pinto era menor do que a mão dele fechada, acho que só a cabeça ficava de fora a, dava algumas mastigadinhas com os dedos como se estivesse ordenhando o meu pinto, senti o pau dele ao lado da minha coxa começar a queimar, decidi fazer igual o que ele estava fazendo comigo, só pra mostrar que estava aprendendo direito.

Com a mão direita peguei no pau dele, ele se assustou mas se recuperou rápido e disse:

-Apenas se voce quiser meu meninão.

Disse isso mordiscando a minha orelha, mordendo de leve o lóbulo, colocando a língua no canal, pra tirar e fazer tudo de novo, o hálito quente dele, a saliva, o som que fazia, eu estava sentindo coisas que sequer imaginava, fazia cócegas, eu afastei um pouco a cabeça, de imediato ele parou tudo, tudo mesmo, ele realmente só faria o que eu quisesse e deixou o controle da situação comigo, perguntou:

-Você quer que eu pare Luquinhas?

Eu respondi:

-Faz cócegas mas é gostoso, não para não, eu quero sim bater punheta em você, passa um pouco desse creme na minha mão.

Disse isso aproximando a minha orelha da boca dele, ele colocou um pouco do creme na minha mão e voltou a me masturbar e a fazer carinho com a boca na minha orelha.

Com a mão cheia de creme eu peguei no pinto dele, que endureceu na minha mão, espalhei com a mão o creme por toda a extensão daquele pinto, e comecei a repetir os movimentos que ele fazia, subindo e descendo, ordenhando igual ele estava fazendo comigo, em determinado momento eu abaixei o prepúcio dele e fiquei punhetando só a glande dele, com a mão bem apertada, ele me abraçou forte pela barriga, uma mão ainda no meu pau, batendo punheta e excitando a cabeça do meu pau com o dedo polegar e o indicador fazendo uma forquilha na cabeça do meu pinto, continuei a punhetar a cabeça do pau dele, ele tremia a cada apertada, encostou a boca na minha orelha e disse com a voz dominada por prazer:

-Assim você acaba comigo garotão.

Eu continuei a fazer o que estava fazendo e ele disse:

-Assim eu vou gozar na sua mão.

Olhei pra ele de canto de olho e perguntei o que era isso, aí ele respondeu:

-É quando sai o leite do pau.

Disse isso e me deu um beijo no cabelo em cima da orelha, de novo aquela conversa de leite, fiquei curioso e perguntei se podia provar, ele disse apenas se eu quisesse, me desvencilhei dele tão rápido que assustou ele, disse:

-Quero.

Deitei na frente dele entre as pernas dele, fiquei cara a cara com o pinto do André, reto, perfeito, a cabeça do pinto inchada e vermelha de tanto eu punhetar ela, ele não me conduziu em nada, só ficou com as mãos no colchão, eu com a mão esquerda fiquei fazendo a punheta da base até o meio do pau dele, e com a não direita fiquei ordenhando a cabeça, fiquei fazendo isso por um tempo, ele só gemia baixinho me olhando com amor, eu estava orgulhoso de poder fazer aquilo com o André, de mesmo tão pequeno fazer uma coisa que proporcionava imenso prazer a ele.

Acelerei os movimentos e do canal do pinto dele começou a sair aquele líquido transparente de novo, perguntei se era o mesmo que eu tinha passado na boca antes de apanhar, vi que um fantasma passou na fisionomia dele, se recuperou rápido, disse que sim, perguntei se desse vez podia provar, ele respondeu com os olhos fechados, você por de fazer o que você quiser meu garoto, sou seu.

Como estava com as duas mãos ocupadas, aproximei a minha língua do pinto dele e lambi, vi que ele abriu os olhos na hora e me olhou surpreso, ele se movimentou tão rápido que eu pensei que ia apanhar de novo, já estava me encolhendo, ele fez um carinho na minha face e disse:

-Isso nunca mais vai acontecer, pode fazer o que você quiser.

Renovado pela liberdade que ele deu comecei a lamber aquele canal, o gosto não era ruim, era meio salgado, meio espesso, mas gostoso, passei a lamber e engolir aquele líquido, ele só me olhava com admiração e assim me estimulava a fazer o que eu sabia que ele estava gostando.

Parou de sair o líquido, eu abri a boca um pouco e coloquei bem no início da cabeça do pau dele, comecei a sugar do jeito que os filhotes de cachorro mamam, ele suspirou profundamente e olhou pra mim, eu sem tirar a boca da cabeça do pau dele olhei pra ele também, ele sorriu e eu sorri também com a cabeça do pau dele na minha boca, ele disse:

-Meu garotão, você sem saber está fazendo o sexo oral, chamam de chupeta e boquete também, continua, está muito bom.

Ouvir aquilo foi demais, passei a punhetar o pau dele com as duas mãos e a cabeça só a minha boca, sentia aquela pele macia dentro da minha boca, a cabeça se acoplava perfeitamente dentro da minha boca, acelerei a punheta e dava chupadas vigorosas, ele começou a tremer e disse que assim ia gozar, eu como queria provar e ver esse leite de pau continuei a chupar, ele fazia carinho na minha cabeça e disse:

-Luquinhas, faz tempo que eu não gozo e não bato punheta, você vai estranhar a quantidade que vai sair, você não é obrigado a provar e nem a beber só pra me fazer feliz.

Ele disse isso com inocência, mas eu captei no ato, beber o leite dele ia fazer ele ficar orgulhoso de mim e feliz, então pensei, como já tinha tomado uma lata de refrigerante de 300 ml quase de uma vez sem perder o fôlego, ia beber todo o leite dele sem perder o fôlego também, acelerei a ordenha com as mãos que mal cobriam aquele pino bonito e comecei a mamar carinhosamente a cabeça do pau deles, ele começou a tremer e disse “está vindo meu anjo”.

O pau dele começou a pulsar no mesmo ritmo das ondas de tremor que eu sentia no corpo dele, o primeiro jato foi quase no fundo da minha garganta, mas pela minha posição deitado ele acertou o céu da minha boca e eu não engasguei, engoli aquele líquido quente e de sabor de maisena que lembrava o vinagre que a minha mãe usava na cozinha, não achei ruim, continuava a vir mais e eu só engolia, engolia, uma hora a minha boca estava cheia de leite, estava quase escapando, ele me olhou sorrindo e com a sombrancelha direita arqueada, como quem diz “não vai aguentar né?”, mas eu dei um super gole que desceu tudo, o olhar de admiração e fascínio com que o André me olhou era tudo pra mim, as pulsações começaram a diminuir e o fluxo de leite também, ainda mamava a cabeça para saborear o resto do leite, mas vi que ele sentia um tipo de choque por estar sendo chupado depois de ter gozado.

Naturalmente o pau foi amolecendo na minha boca, por estar amolecendo eu conseguia engolir a cabeça e um pouco do pinto grosso dele, chupava e soltava, chupava e soltava, gostava de sentir o movimento de entra e sai do pênis pelos meus lábios, pênis que mesmo mole era imenso, ele acariciava o lado esquerdo da minha cabeça, a mão dele praticamente cobria o lado da minha cabeça, e com a mão esquerda ele fazia carinho no meu ombro, determinado momento ele disse:

-Obrigado meu garoto, obrigado por ter me proporcionado tudo isso e com tanta dedicação.

Ele me puxou para um abraço apertado, me chamando de seu menino especial, eu fiquei todo todo, o pau dele na minha barriga ainda quente mas já amolecendo, do nada ele me afasta um pouco e diz:

-Você ainda não gozou meu anjo, com 12 anos você já goza, vem cá.

Não acreditei, ele me deixou de pé na cama de frente a ele, o meu pinto estava na cara dele, sem cerimônia alguma ele puxou o meu quadril na direção dele e abocanhou o meu pau de uma só vez, a sensação da cabeça do pau na boca dele era única, sentia a língua dele áspera na pele sensível da cabeça do meu pinto, sentia a textura aveludada do céu da boca dele, quando a cabeça encostava na amígdala ele passava a língua no meu saquinho, eu segurava a cabeça dele pra me apoiar, passei a fazer carinho do lado da cabeça dele também, com o meu pau inteiro dentro da boca dele ele me olhou emocionado por eu ser tão carinhoso com ele de forma espontânea, com um movimento ele colocou o meu pau e o meu saco dentro da boca dele, era incrível a sensação de ser devorado pela boca do André, ele ficou fazendo isso por um longo tempo, mas não parava, queria forçar o meu primeiro orgasmo, eu comecei a me sentir estranho, a boca dele me sugava e eu comecei a tremer, o coração acelerou, senti um vácuo no fundo da barriga e depois uma explosão, minhas pernas e quadris começaram a tremer, perdi as forças, ele segurou em minhas coxas, eu sentia a pulsação do meu pau na boca dele, se estava saindo alguma coisa eu não sei, mas aquilo tinha que ser o gozo, pois era igual o que eu vi e senti acontecer com o corpo dele quando ele havia gozado em minha boca.

Fiquei sem forças e ele agora beijava o meu pinto todinho, dizendo que foi uma honra pra ele ter tirado a virgindade do meu pinto, não entendi na hora mas ele explicou depois, me olhou mais uma vez nos meus olhos, abriu a boca, colocou o meu pau no fundo dela e fechou os lábios, pra dar aquela última chupada, fez isso me olhando, eu olhava ele com admiração, ele deu um beijo na cabeça do meu pinto e me colocou no chão como se eu fosse um saco de papel, ele era muito forte, me guiou até o banheiro para tomarmos um banho, ele me deu um banho sem malícia alguma, passou o sabonete no meu pinto e lavou carinhosamente, passou o shampoo no meu cabelo e lavou sem deixar uma única gota de sabão pegar em meus olhos, fez isso com o pau encostado no meu peito, sentia o calor e a pressão macia que fazia, mas não tentou nada, passou o sabonete no meu corpo e na minha bunda, mas não deu atenção alguma ao meu cuzinho, só passou o sabonete e com a mão passou uma única vez de cima a baixo só pra limpar, senti algo diferente quando os dedos dele passaram sobre o meu cuzinho, ele me olhou e sorriu, eu sorri de volta, se ele quisesse ele faria o que quisesse comigo, mas não fez, foi fiel a promessa de só fazer o que eu desejasse, nunca forçou nada, ele ia se lavar mas eu pedi pra fazer isso, ele disse:

-Você quer me dar banho meu anjo?

Assenti com a cabeça e ele me deu sabonete, pedi pra ele abaixar ele ajoelhou em minha frente sorrindo, comecei a lavar as orelhas dele, limpando por dentro, fazia aquela cara de concentração e essa cara minha fazia ele sorrir com ternura, passava os dedos pequenos em tudo, desci para o pescoço e o peito, pedi pra ele levantar e ele levantou, passei o sabonete em seu abdômen e esfreguei com as mãos, as costas dele também, lavei a bunda dele da mesma forma com que ele me lavou, voltei pra frente dele e o pinto estava na minha cara, olhei pra ele como que pedindo autorização e ele sorriu assentindo, ficou olhando qual seria o meu próximo passo, peguei o sabonete e passei em todo o pinto e saco dele, esfreguei pra fazer espuma com as mãos, abaixei o prepúcio com uma mão e com a outra esfreguei a cabeça com carinho, peguei a mangueira e sequei todo o pinto dele, me aproximei dele e ele me olhava com atenção, cheirei o pinto dele encostando a glande dele no meu nariz, olhei pra ele e disse sorrindo:

-Ta cheirosinho André.

Ele não esperava por tanta inocência e sorriu, se curvou e me deu um beijo na cabeça, sentou na privada e me colocou na frente dele, entre as pernas dele pra me secar com a toalha dele, acabou de me secar e deu um tapa carinhoso na minha bunda mandando eu ir me vestir no quarto, continuou se secando no banheiro e veio logo depois para se vestir também, sentou na cama e me puxou para o colo dele, me envolvendo com ternura com os braços dele, me olhou nos olhos e perguntou se eu havia gostado, eu disse que sim e perguntei se faríamos de novo, ele disse que faríamos só se eu quisesse, deu um beijo carinhoso em minha testa, dei um abraço apertado nele e disse que estava com sono e cansado e queria dormir, ele me levou até a minha casa, esperou eu trancar pra depois voltar pra casa dele.

Me contem se estão gostando, os relatos são longos porque preservam situações reais, espero que gostem.

Se gostarem talvez eu escreva outras situações que vivi com ele.

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12 Comentários

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  • Responder Saulo Batista

    Porra tô amando

  • Responder PinkD

    Não para não continua

  • Responder KLEBER

    MUITO BOM O CONTO, CONTINUE…

  • Responder Eduardo.

    Excelente relato! Estou acompanhando dia a dia.

  • Responder [email protected]

    Lindo D++++++

  • Responder Vantuil OB

    Porra meninão, que conto legal. Continua sim. Tá um tesão ler

  • Responder Capx

    Como disse antes, o tamanho está excelente, e vc é muito bom escrevendo, continue sim…. Nao poupe detalhes rs

  • Responder Sergipe

    cara vc tem que continuar essa historia, ta muito massa… um dos melhores contos do site.

  • Responder Dartanhã

    Leitura gostosa, carinho é bom demais, sentir o calor do corpo de um homem é maravilhoso, beijar na boca é muito gostoso, seu conto é envolvente, queria ser o Luquinhas para ganhar carinho, adoro me aconchegar no colo do homem que estivar comigo, quanto mais carinho eu ganho mais dadinha eu fico, me derreto todinha, fico bem fêmea encostando a cabeça no peito dele, sentir aquele cheiro de macho, o gostinho da rola na boquinha, continua, “meninão” tu escreve muito bem. Ass: um gauchinho putinho de Porto Alegre !! Caso algum interesse, posto meu e-mail, estou carente de um homem carinhoso, meu corpinho pede um macho.

  • Responder Torinho :D

    Anciosão pelos próximos capítulos, já que esse ficou perfeito

    Fico me perguntando se esse menino fofo vai virar uma putinha e se o André vai gostar de fazer isso com ele. Ficar o dia todo transando e satisfazendo o menino dele, que lindo s2

  • Responder John

    Ansioso pelos próximos capítulos. Estou amando!
    Estava sentindo falta de um conto tão bom como o seu.

  • Responder Janjão cabeção

    Bom demais. Poderia comer ele. uauuuu