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Pedreiro André parte 2

2398 palavras | 10 |4.67
Por

Olá, desculpem a duração do conto anterior e os erros de digitação, mudei o teclado virtual para um melhor, quem não leu o conto anterior recomendo que leiam, foi extenso mas procurei deixar vocês bem situados, nesse aqui as coisas ficaram um pouco eróticas, mas de forma gradativa.

/2020/11/pedreiro-andre/

O André aceitou a proposta da minha mãe, disse que aceitaria se não fosse incomodar a mim ou a minha mãe, minha mãe respondeu de imediato que não, ela foi bem franca até, me pegou de surpresa pois não havia me contado, disse que seria bom ter alguém no quintal a noite pois ela trabalhava muito e raramente folgava, ela olhou para mim e perguntou:

-Filho, o senhor Marcos disse que o André é uma ótima pessoa, tudo bem pra você se ele morar na edícula do fundo até acabar a construção do senhor Marcos? Você terá de fazer o almoço e a janta pra ele também.

Nisso a minha mãe e o André olham pra mim e eu olho pra ela, depois pra ele, estava contente por ter um amigo adulto que jogava bola e uma figura masculina perto de mim, demorei pra respondeu e o André perguntou:

-Então Luquinhas, você quer que eu more aqui no quintal de vocês?

Do nada a minha ficha caiu e um sorriso brotou na minha cara, ele sorriu também e eu disse:

-Quero, quero sim mãe, o André joga bola comigo.

Minha mãe respondeu:

-Lucas o André trabalha pesado e vai descansar a noite, ele não vai poder ficar te dando atenção toda hora!

O André que estava comendo viu que eu fiquei triste na hora e falou após tomar um copo de água:

-Imagina dona Lúcia, jogar bola as vezes com o Luquinhas não me cansa não.

Voltei a ficar contente e a minha mãe revirou os olhos e disse:

-Vocês são homens e vocês se entendam.

Ela saiu da mesa pedindo licença e foi descansar, eu tirei a mesa e fui lavar a louça, o André se despediu de mim com uma bagunçada no meu cabelo, que me deixou todo contente, e voltou pra obra.

O resto da semana foi normal, escola, afazeres domésticos, ele já almoçava conosco e a mudança foi no sábado.

Quando ele se despedia a noite eu ficava triste, tinha uma carência afetiva e ele percebeu, dava um abraço ligeiro ou uma bagunçada no meu cabelo e falava:

-Amanhã estou por aí.

Na sexta a noite eu e o André limpamos toda a edícula, era um cômodo grande com uma pia ao lado esquerdo da porta, sentido quem entra e um banheiro do lado esquerdo no fundo, no sábado de manhã ele trouxe uma geladeira, um microondas, uma cama de casal, uma televisão, uma cômoda e quase caí de costa quando vi, um Xbox com dois controles sem fio, na hora que vi isso no caminhão eu fiquei louco, pedia a muito tempo um pra minha mãe e ela não tinha condição de dar, ele notou a minha surpresa e disse:

-Me ajuda a fazer a mudança que eu deixo você jogar.

Assenti com a cabeça e ajudei ele, parecíamos duas crianças fazendo a mudança, brincávamos, um dava soquinhos no ombro do outro, em uma dessa ele exagerou e o soquinho me jogou a um metro de distância, caí igual um saco de batatas, fiquei vermelho e ia chorar de vergonha mas ele foi mais rápido, correu me levantar do chão pedindo desculpas e deu um beijo no topo da minha cabeça, olha, não sei porquê, mas como eu me sentia seguro quando estava assim próximo dele, disse tudo bem e ele disse:

-Vou arrumar a casa e se você não tiver o que fazer vamos jogar depois?

Eu rapidamente respondi:

-Hoje é a minha mãe que faz o almoço, ela folgou de ontem pra hoje e vai trabalhar hoje e amanhã.

Fomos arrumar a casa, colocar os móveis no lugar, acabamos rapidamente e ele disse que ia tomar um banho pra tirar o suor, ligou o vídeo game pra mim e disse que eu podia sentar na cama pra jogar.

A cama ficava na parede oposta a do banheiro, e na parede do banheiro ficava a cômoda com a tv em cima, sentado na cama eu olhava a TV e com o canto (pra não fala com os dois olhos inteiros) do olho via o interior do banheiro, detalhe, o banheiro não tinha mais a porta sanfonada, pois havia quebrado a um bom tempo e a minha mãe não ligou de por uma no lugar.

Nisso eu sentado na cama jogando um Mortal Kombat muito louco vejo ele me olhando com aquela cara de temos um problema, pois olhava de mim para a TV e para o banheiro sem porta ao lado da TV, me antecipei na ganância de continuar jogando e disse muito maduro:

-Pode deixar seu André, não vou espiar, aliás tudo o que você tem eu tenho também, só vai mudar um pouquinho o tamanho.

Disse isso tão naturalmente e comecei a rir de gargalhar, ele começou a rir também, me chamou de “seu pequeno vagabundo” e me deu uma toalhada.

Entrou no banheiro dando risada e repetindo:

-Só vai mudar um pouquinho o tamanho, kkkkk, que moleque.

Eu voltei a jogar e ele tirou a camiseta, tirou a calsa e parou, vi que a dúvida consumia ele, pensei, que bosta, esperei tanto pra jogar, vou ter de esperar um pouco mais, pausei o jogo e estava colocando o controle sobre a cama pra sair com aquela cara de tristeza e ele viu que eu ia deixar de jogar pela vergonha dele, rapidamente ele disse:

-Não Luquinhas, pode deixar, realmente somos dois homens e eu tenho o que você tem, só muda um POUQUINHO O TAMANHO (ele mudou a voz pra parecer a de um garoto).

Começou a dar risada junto comigo e tirou a cueca de costa pra mim, continuei jogando e ele ligou o chuveiro, começou o banho e as vezes olhava pra mim, me via jogando e voltava a tomar banho, era impossível não reparar em um homem com quase 1.90 de altura pelado na sua frente, ainda mais eu que havia crescido sem pai ou tios, nunca havia visto um homem pelado na minha frente, olhava as vezes pra ele, não com desejo, mas comparando comigo, o André era inteiro grande, massudo, sua bunda era proporcional ao corpo, ele parecia um armário, mas se movia com certa desenvoltura, do nada ele desencana pois eu não dei na cara que estava comparando o meu corpo com o dele e virou pra frente, vi com o canto dos olhos e ele me olhava agora, pensei, pô, se eu olhar agora ele vai achar que eu sou um veadinho e eu não sou um veadinho, pensei comigo mesmo, mas tinha que olhar, era mais forte do que eu, vi com o canto dos olhos que ele ensaboava o cabelo, era a minha chance, pois ninguém ensaboa o cabelo com os olhos abertos, arrisquei uma olhada para o pinto do André e senti uma pressão estranha no meu pinto, achei estranho, isso havia acontecido a três anos atrás e ainda lembro da sensação, ele era inteiro depilado no pênis, o pênis dele era gordinho, cumprido, proporcional até o fim, a cabeça estava exposta mas ele não era circuncidado, a cabeça se encaixava certinho no corpo do pênis, não era torto, o pênis estava sensibilizado pelo banho mas nem chegava perto de iniciar uma ereção, o saco era grande, com duas bolas volumosas e proporcionais ao resto do pênis, divagando se eu iria ter um pintão desse tamanho e se as mulheres iriam gostar a TV me entrega anunciando em auto e bom som:

-Sub-Zero wins!

Ele sabia que eu jogava com o Liu Cang, olho pra cima e ele dando risada, eu olhando pro pinto dele não pausei o jogo e perdi, vai saber a quanto tempo ele já tinha acabado de tirar o sabão do cabelo e me olhava pagando pau pro pênis gigante dele, fiquei inteiro vermelho, pensando que ele ia me achar um veadinho e deixar de ser o meu amigo, se eu tentasse se explicar ia gaguejar e chorar, ele viu o meu dilema, tentou salvar a situação fazendo uma graça ao ver que eu comecei a levantar pra ir embora, dizendo:

-E então Luquinhas, é igual o seu só muda um pouquinho o tamanho?

Ele tentou repetir novamente a minha voz infantil, aquilo me deixou mais sem graça ainda, comecei a me levantar e disse um rápido “tenho de ir”, ele disse “calma Luquinhas, calma, não precisa ir embora, eu também já tive doze anos e a curiosidade é normal na sua idade, pode olhar o quanto quiser que eu não vou pensar nada errado de você”.

Voltei a me sentar, e não voltei a jogar, já que podia olhar eu olhei, de cima a baixo e perguntei:

-Seu André, quando eu crescer eu vou ter um pinto grande assim?

Ele achou graça na pergunta feita sem malícia e respondeu:

-Depende muito da sua família Luquinhas.

Ele disse isso ensaboando o pau e puxando a pele pra cima pra limpar cabeça, vendo a minha cara de interrogação ele completou:

-Se o seu pai ou avôs tinham um pinto grande, provavelmente você vai ter também.

Eu olhava pra cara dele e pro pinto dele, ele viu que tinha mais pergunta e desligando o chuveiro disse:

-Pode perguntar, não precisa ficar com vergonha não, eu entendo a sua situação.

Olhei pro pinto dele e perguntei:

-Seu André, porque o seu pinto tem essa pele que cobre a cabeça e o meu não têm?

Achando que ele não ia entender eu levantei da cama, abaixei o meu short de jogar futebol e mostrei o meu pinto pra ele.

Ele começou a dar risadas dizendo “esse moleque me mata” e disse chegando mais perto de mim e secando os cabelos com a toalha:

-Você foi circuncidado.

Estranhei e perguntei o que era isso e ele explicou da forma que um pai explicaria para um filho, dizendo e mostrando no pênis dele:

-Ta vendo essa pele aqui, é chamada de prepúcio, ela sobe e desce pra cobrir a glande, que é como chamamos a cabeça do pênis, essa cordinha na frente é o freio, é onde a pele fica grudada na cabeça.

Ele disse isso subindo e descendo o prepúcio, e o pênis dele começou a crescer na mão dele, ele rapidamente se enrolou na toalha pra ocultar início de ereção e olhou para baixo, esqueci que com uma mão eu segurava o controle e com a outra mantinha o short abaixado, só nessa hora eu reparei que o meu pinto estava duro, duro de verdade como nunca tinha visto, a cabeça estava brilhando e tinha um canal saliente que vinha do saco até quase a cabeça, ele deu risada, segurou a minha mão e subiu o meu short, puxando pelo elástico pra frente e pra cima, vi que fez assim pra não machucar o meu pinto duro com o shorts, as costas da mão dele encostaram no meu pinto, ele deu risada e eu também, ele disse:

-A sua barraca ficou armada Luquinhas.

Olhei pra baixo e parecia uma casa de índio do desenho do pica pau, ele deu um apertão no meu pinto, sem malícia e falou:

-Senta aqui, vamos conversar.

Sentei ao lado dele, ele passou o braço direito ao redor do meu ombro e disse:

-Luquinhas, você está em uma idade que tudo e tudo confuso, qualquer dúvida que você tenha pode me perguntar sem sentir vergonha alguma, você tem a idade um pouco maior do que a que o meu filho teria, você deve lembrar que quando era pequeno você tinha uma pelinha que não descia, e doía quando puxava.

Olhei pra ele com aquela cara de admiração e segurança de quando ele encostava em mim, ser comparado com o filho dele aumentou ainda mais o sentimento que eu tinha por ele, respondi:

-É verdade, foi mesmo, como você sabe?

Ele deu um aperto no abraço e disse:

-Os adultos sabem de muitas coisas, deu um beijo rápido no topo da minha cabeça, me levantando, deu um tapa na minha bunda e disse:

-Agora vai almoçar, vou me trocar e já vou também, avisa que eu já vou.

Caminhei até a porta e ouvi a voz dele dizendo com humor sincero:

-Luquinhas.

Eu olhei pra trás e ele disse:

-Se serve de consolo meninão, as novinhas vão sofrer com você porque você vai ter um pintão também.

Foi o melhor elogio que já tinha recebido na vida, um sorriso de orelha a orelha, orgulhoso, ele viu que havia inflado o meu ego de menino que quer ser um homenzinho e sorriu com ternura pra mim.

Minha última visão foi a dele tirando a toalha da cintura e o pênis dele a mostra, pendurado e pesadão, balançando enquanto ele se secava.

Comentem se estão gostando, sou muito detalhista, não poderia contar uma história que foi especial pra mim em poucas linhas direto no sexo, me sinto bem escrevendo sobre o contexto e o sentimento que nos levaram a ter a relação que temos até hoje.

Continua, e no próximo conto contarei como foi a primeira relação entre eu e o André , inocente e cheia de amor.

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10 Comentários

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  • Responder PinkD

    Continua amei

  • Responder Torinho

    Caramba, tá muito bom e uma graça esse conto, tô louco pra continuar*-*

  • Responder Meninão

    Oi Daniel, meu celular é velho e tempo pouca memória RAM, mas assim que fizer um Instagram eu passo aqui, deixa eu evoluir os contos.

    • Saulo Batista

      Quero lê todos

  • Responder Eterno John

    Né veado,há muito tempo percebi que vocês tem uma tara por homens de trato supostamente rude,como pedreiros,caminhoneiros e por aí vai né veado,que coisa!Venha veado,venha conhecer a obra do pedreiro Deere,nela você entrará veado e sairá homem normal de bem!

    • Meninão

      Os seus comentários são os melhores, mas sim cara, esses héteros que você não imagina são os que gostam da safadeza.

  • Responder Capx

    Continue rsrs a muito tempo uma história não me deixa animado assim

  • Responder Rodox

    Esta muito bom, continua pff, abcs

  • Responder Chico

    Estou adorando! Continua!

  • Responder @Marcel2019

    Ótimo conto… não demore para postar a continuação.