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O Doutor

1681 palavras | 3 |3.86
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Relato sobre o meu estágio e primeiro emprego no último ano da faculdade de direito.

Eu vou escrever em forma de relato, não como se fosse um livro com falas e afins.
Eu me chamo Rafael, tenho 22 anos, sou pardo claro, olhos e cabelos escuros, 1,70, filho único, minha mãe é branca, tem 45 anos, baixinha, corpo bonito, cabelos e olhos escuros. Meu pai a abandonou antes que eu nascesse, meus tios dizem que foi melhor assim, pois ele não valia muita coisa.
Era o meu primeiro dia no estágio em um pequeno escritório de advocacia da minha cidade. Eu sou o primeiro da minha família a fazer faculdade, então não conhecia muitos advogados além dos professores do curso de direito. Os estágios foram surgindo durante o curso, mas até para estagiar as indicações eram muito importantes, dessa forma, sem ter quem me indicasse, eu somente consegui um estágio já no último semestre da faculdade após insistir por quase cinco anos.
O advogado do escritório se chama Dr. Henrique, um homem branco, relativamente mais alto que eu, deve ser pouco mais de 1,80, 50 anos, casado. Eu já o conhecia antes do estágio começar, pois já passei várias vezes no escritório dele durante os anos para pedir estágio.
Nessas visitas de ao menos duas vezes por semestre acabei guardando o nome dele e algumas coisas, além de ter um bom diálogo com a secretária. Eu sempre deixava um currículo novo, atualizado com algum curso e o semestre corrente, até que nas férias antes do último semestre ele me chamou para uma entrevista.
Ele marcou cedo pela manhã, as 08hrs. eu cheguei 07:50, para garantir. O escritório já estava aberto e ele me recebeu, disse que não tinha vaga para estágio e nem tinha espaço para isso no escritório, pois o escritório só tinha a recepção e o gabinete dele com um banheiro, então queria saber se eu estava interessado em ser secretário dele em período integral, mas ele assinaria minha carta de estágio e ainda assim me pagaria um salário mínimo, além de prometer me passar coisas da área e me ensinar sobre a advocacia. Eu fiquei muito feliz, porque ganhar um salário mínimo era muito melhor do que só estagiar. Apenas estudar na minha idade é algo muito difícil moralmente falando. Sendo homem, é preciso ganhar dinheiro.
Eu aceitei o cargo e então ele me chamou para sairmos no carro dele, ele me levou para comprar um terno completo e um sapato, além de duas camisas sociais. depois fomos mandar bordar o nome e o logo do escritório nas camisas. voltamos ao escritório e ele me apresentou meu computador, me passou as senhas dele e me deu a cópia das chaves do escritório, disse que eu deveria abrir e fechar o escritório todos os dias. no almoço almoçamos juntos nesse primeiro dia.
após duas semanas trabalhando bem, eu já estava amando o escritório, trabalhar no centro da cidade, perto do comércio. Eu moro bem longe do centro, então aquele convívio com a cidade foi incrível. Além disso o Dr. Henrique me tratava super bem, sempre trazia uma garrafa de café de casa junto com coisas de padaria, como pão de queijo e coisas do tipo. Dessa forma, eu nunca me atrasava, pois economizava o tempo do café da manhã tomando café apenas no escritório.
o Dr. Henrique estava sendo como um pai para mim, o que eu nunca tive. Ele todos os dias me ensina coisas da área e coisas da vida, nós falávamos sobre a faculdade, trabalho, processos e sobre relacionamentos, sobre mulheres e sobre como não cometer erros na vida. Ele me aconselhava bastante e eu me sentia totalmente confortável pra falar sobre qualquer assunto com ele.
Era sexta-feira, nesse final de semana ele viajaria para uma cidade próxima, vizinha da cidade vizinha, cerca de duas horas de distância. Às dez horas da manhã nós estávamos conversando antes da viagem dele que seria meio dia, e ele me diz que eu estava liberado ao meio dia, não precisaria voltar ao escritório e já poderia fechar, pois ele só voltaria na semana que vem e eu merecia um descanso.
Eu agradeci, disse que amava o escritório e gostava muito de poder trabalhar em um lugar tão bom. Ele me pediu para fechar a porta do escritório e deixar a placa de fechado porque ele não iria atender mais ninguém na manhã e iria se preparar para a viagem.
Após fechar a porta eu sentei na minha mesa e voltei a trabalhar, ele me chama e eu vou ao gabinete, lá ele me pede pra acessar o e-mail dele e enviar um e-mail para o diretor do fórum da cidade a qual ele iria viajar. Eu sento na cadeira dele para enviar o e-mail enquanto ele vai ao banheiro.
Ao sair do banheiro ele se coloca atrás da cadeira, entre mim e a parede do escritório, comigo usando o computador e me pergunta se eu realmente gosto de trabalhar pra ele. Eu senti o clima meio estranho pela forma que ele perguntou e por isso demorei a responder mas ele não esperou uma resposta.
Colocou as mãos em meus ombros e disse que estava sendo muito bom trabalhar comigo, que sempre me quis ali e que sabe o quanto eu preciso do emprego, o como seria bom pra mim me formar e já estar trabalhando em um escritório de advocacia, que isso abriria as portas pra mim.
Nessa hora, eu já estava sentindo a malícia na voz dele e nos seus toques, minhas mãos tremiam no teclado no computador e meus olhos começavam a ficar molhados.
Eu não queria acreditar que ele estava me assediando, eu realmente precisava daquele emprego, foi o primeiro que eu consegui em quase cinco anos.
Então, comigo ainda sem ter respondido nada, ele vai colocando a cadeira pro lado, eu não conseguia me mexer, e ele dá um passo pra frente e fica de frente pra mim, nós estamos de lado para a mesa, ele me olhava como um predador se divertindo com o que estava vendo, a imagem dele era de um homem magro, menor que ele, tremendo, quase chorando.
A cadeira dele é das que chamam de presidencial, aquelas que você pode girar e regular a altura. Então, de frente pra mim ele se curva e toca no regulador da cadeira e ela cai ao limite dela de uma vez, eu reajo assustado e uma lágrima enfim cai do meu olho.
Então o Dr. Henrique começa a tocar no meu cabelo, que é bem curto, fazendo carinho na minha cabeça, me fazendo tremer mais e fazendo mais lágrimas caírem, ele realmente estava gostando daquilo.
Ele toca no próprio cinto e começar a abrir o cinto e então a calça, eu tento dizer não mas a minha voz não sai.
Ele abaixa a calça e a boxer e deixa o órgão dele exposto, na minha direção, já ereto.
Então ele volta a fazer carinho na minha cabeça e me pede para abrir a boca, ele queria que eu fizesse sexo oral nele. Eu não consigo dizer não e também não abro a boca, ele vai aproximação o pau até o meu rosto e então eu finalmente consigo mover minha mão até o abdômen dele para o afastar mas o meu braço estava muito fraco, eu só consigo alcança-lo, mas não tive força alguma para o empurrar.
O Dr. Henrique encosta o pau nos meus lábios fechados, eu já chorava muito nesse momento e mesmo com o pau dele encostando em mim eu não abri a boca e nem consegui o empurrar, mas ele estava em pleno vigor, com uma mão pegou a minha e a colocou no pau dele, com a outra forçou minha cabeça contra ele e enfim estava dentro da minha boca. Eu chorava e soluçava enquanto ele me forçava a chupar o pau dele. Ele movimentava minha cabeça pra frente e movimentava o pau contra minha boca, me fazendo engolir quase metade dele, as vezes ele acelerava o que me fazia entrar em mais desespero e as vezes ia mais lentamente, provavelmente porque não queria gozar rápido, mas mesmo assim não conseguiu segurar muito tempo, ele realmente estava amando tudo aquilo. Ele gemeu forte, quase gritando, e gozou na minha boca mas não parou com isso, continuou me forçando enquanto eu engolia parte da porra e outra parte escorria da minha boca.
Ele tirou o pau da minha boca e foi ao banheiro se lavar. eu estava no mesmo lugar quando ele se abaixou e colocou duzentos reais no bolso de trás da minha calça, aproveitando para me tocar.
Depois disso disse que já estava indo e depois de me limpar eu poderia ir para a casa. Ele voltou ao tom de voz normal para dizer isso, como se nada tivesse acontecido.
Depois que ele saiu eu finalmente consegui mexer, fui até o banheiro e me limpei, já tinha parado de chorar mas estava com o rosto pesado das lágrimas.
Tranquei o escritório e fui pra casa, hoje era dia de encontrar com a minha namorada depois do trabalho, mas disse pra minha mãe que não estava me sentindo bem e e avisei pra minha namorada que não estava bem e disse para nos encontrarmos só no sábado, ela tentou insistir para me ver mas eu mesmo a chateando a convenci a vir apenas no sábado.

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3 Comentários

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  • Responder Comedor

    E ai ele já te comeu !!! Não vou nem perguntar se você gostou , por que isso eu já sei. Você pode até dizer que não más gostou e muito até engoliu a porra dele. Se não quisesse mesmo, teria se defendido e saído fora, até brigado com o seu patrão . Afinal não tem trabalho que pague ser molestado sem querer. Portanto você quis e gostou. Agora conta ai ele já te comeu ??!! Se não comeu vai comer, e se bobear vai comer sua namorada também. Pelo menos Eu comeria . [email protected]

  • Responder José

    Você gostou? Eu ja estive em ambos os lados de historia similar a essa, no começo fiquei confuso, hoje se tornou uma de minhas melhores lembranças!

  • Responder .

    Sinto muito que isso tenha te acontecido