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Não resisti a minha filha gostosa e novinha

2778 palavras | 15 |4.55

Sou pai solteiro de uma filha de treze anos. Minha filha se chama Rafaela, muita esperta e carinhosa. Rafaela tem um corpo lindo, olhos castanhos escuros, cabelo preto até a altura da cintura, seios fartos, pernas grossas e uma bunda bem rebitada. Me separei da mãe dela quando ela tinha três anos, mas nunca deixei de ser um pai presente em sua vida. A busco para passar o finais de semana em quinze em quinze dias, nas férias escolares ela passa quinze dias comigo. Rafaela tem uma relação de gato e rato com minha ex-mulher. Ela dura na criação e cobra foco total nos estudos. Suas visitas quinzenas em minha casa acaba sendo um desafogo.

Nas férias escolares desse ano, antes da pandemia, comprei um pacote de dez dias em arraial do cabo. Rafaela deu pulos de alegria ao saber que iramos. Chegamos à noite, o quarto tinha duas camas. Essa foi a primeira vez que raparei como ela havia crescido. Minha filha colocou um baby-doll justinho. Não que eu nunca tivesse vista ela usando um antes, porém dessa vez foi diferente. Não fiquei com tesão nem tive pensamos obscenos, mas pude perceber o quanto ela estava crescendo e ser tornando uma mulher.

No dia seguinte partimos cedo para a praia. Rafaela caprichou no biquini, que a deixava ainda mais exuberante. Ali pude confirmar minha impressão do quarto, minha filha estava ficando gostosa. Os homens da praia não tiravam os olhos de cima dela. Rafaela se comportava como nada tivesse acontecendo. Eu que ficava incomodado com a situação. Balançava a cabeça de forma negativa a toda hora. Em uma dessas vez minha filha perguntou o que era:
– Pai, por que o senhor balança tanto a cabeça?
– Nada filha!
– Fala paizinho, aconteceu alguma coisa?
– São esses urubus?
– Que urubus, pai?
– Esses homens velhos olhando pra você!
– Ah pai! Não liga! Eu nem dou confiança.
– É, mas você tem de ficar mais esperta! É uma criança com corpo de mulher já.
– O senhor acha que já tenho corpo de mulher, pai?
– Sim Rafaela!

Passamos a amanhã toda na praia. Saindo para almoçar. No restaurante aconteceu uma cena uma pouco constrangedora, pelo menos pra mim que sou bem mais velho que minha filha. A garçonete perguntou o que o casal iria querer. Demos risos da situação, explicamos que éramos pai e filha. A atendente ficou sem graça pedindo desculpas.
– Nossa pai! Ela achou que nós éramos um casal – risos
– Para você ver, como você está crescendo!
– Eu até gostei, sinal que já estou parecendo adulta. – risos
– Mas eu não gostei nem um pouco! Até parece que gosto de criança.
– Para pai! Deixa de ser bobo! A moça errou e pediu desculpas.

Voltamos para o hotel para descansar. Novamente passei por outra saia justa. Rafaela escolheu um shortinho, quase calcinha, e uma blusa sem sutiã. Tentei disfarçar desviando o olhar, mas não tinha como. Ela percebeu meus olhares:
– Nossa pai! Estava parecendo os velhos da praia.
– Como assim? – tentando desconversar
– Os velhos que ficam me olhando!
– Que isso Rafaela! Mais respeito! Sou seu pai!
– Desculpas pai! Eu achei que o senhor estava me olhando.
– Sou seu pai! Não tem problema nenhum em olhar para você.
– Tá bom!

Entrei no banheiro para tomar banho. Quando saio, para meu tormento, minha filha estava deitada de bruços com a bunda empinada. Foi a primeira vez que olhei para ela com segundas intenções. Fiquei simplesmente parado admiram sua bela bunda. Quando ela notou que estava parado olhando para ela deitada. Minha filha me chamou algumas vezes, porém distraído não respondi. Olhar aquela bunda me deixou com o pau duro.
– Pai… pai!
– Sim filha?
– Está tudo bem?
– Como tudo bem?
– O senhor está parado aí me olhando.

Usava um short largo. Para esconder minha ereção deitei rapidamente.
– Pai?
– O que Rafaela?
– O senhor estava olhando para minha bunda?
– Que isso menina! Claro que não!
– Mas pai, eu achei o senhor várias vezes.
– Não filha! O pai estava pensativo.

Ela se aquietou, porém eu acabei falando demais.
– Mas Rafaela, você não pode ficar usando essas roupas na frente do seu pai.
– Por que?
– Você está quase nua. Sou seu pai, mas também sou homem.
– Pai, é roupa de dormir! Sempre dormir assim e o senhor nunca falou nada.
– Eu sei minha filha, mas é melhor evitar.
– O senhor quer que eu troquei então?
– Não precisa, só evita usar muito.

Não consegui descansar. A conversar me deixou com muito tesão. Meu pau não amolecia por nada. Estava quase na hora de levantar para sair e nada do meu pau amolecer. Para aliviar o tesão resolvi fazer uma coisa que não fazia há muito tempo, bater uma punheta. Virei para o lado contrário da cama onde Rafaela dormia. Estava concentrado na minha punheta, que não percebi quando minha filha levantou me chamando e puxando o lençol ao mesmo tempo: – pai acordar! Levanta logo!

Fiquei sem reação, Rafaela viu o que eu estava fazendo. Ficamos calados por estantes: – Pai, o que o senhor está fazendo? Não sabia o que responder. Gelei com o pau duro na mão. Ela voltou a questionar:
– Nada filha! Vai se arrumar logo pra gente sair.
– Mas pai!
– Sem mais pai! Vai logo!

Não pude terminar minha punheta. Logo que ela entrou no banheiro me levantei. Nos arruamos e saímos sem silencio. No caminho a pé até o centro, quase não trocamos palavras. Só quando paramos para comer alguma coisa minha filha perguntou:
– Pai, o senhor estava fazendo aquilo por minha culpa?
– Não filha! Você não tem culpa alguma. Perdoa seu pai!
– Então por que o senhor estava fazendo aquilo?
– Foi como o pai falou! Mesmo sendo minha filha, sou homem! É difícil olhar para você vestida para dormir daquele jeito e não sentir nada.
– Mas eu sempre durmo assim e o senhor nunca disse nada pai!
– Eu sei Rafaela! Realmente nunca vi você de outra forma, mas hoje na praia e no quarto. Não sei o que me deu.
– Como de outra forma pai?
– Como uma mulher, não como minha filha.
– O senhor quer que eu não durma mais assim?
– Não filha! Você pode dormir do jeito que quiser. Vamos esquecer isso!

Depois dessa conversar as coisas melhoraram. Saímos do restaurante sorrindo, brincando normalmente com pai e filha. Na volta para o hotel, minha filha falou que iria usar a mesma roupa para deitar. Concordei dizendo para ela nunca mais falar sobre o que tinha acontecido. Tudo durou até entrarmos no quarto. Rafaela sai do banheiro vestida como de tarde. Eu estava na beira da cama. Novamente não pude conter meu olhar. Olhei com extrema cobiça dos pés a cabeça. Ela percebeu minha maldade.
– Pai, o Senhor disse que eu poderia usar a mesma roupa.
– Desculpas filha! Mas é difícil não olhar para você usando essa roupa. Até esqueço que você é minha filha… ufa.
– Vou colocar outra roupo então.
– Não precisa, fica com essa!

Meu pau já estava duro. Eu já havia me trocado. Estava usando meu short velho de dormir, bem folgado. Rafaela olhou em direção ao meu short:
– O senhor vai fazer aquilo de novo?
– Aquilo o que?
– Ficar mexendo nele. – apontou para o meu pau
– Acho que vou! Agora deita pra dormir.

Apagamos as luzes. Deitei de lado novamente para bater minha punheta. Calmamente iniciei sem fazer barulho, mas quando estava perto de gozar. Dei uma acelerada no ritmo o que acabou fazendo um pouco de barulho.
– Pai, o senhor estava fazendo?
– Fazendo o que minha filha?
– Aquilo!
– Estou!
– É por causa de mim de novo?
– Sim!
– Eu posso ver o senhor fazendo?
– Quer ver mesmo?
– Quero!

Ela acendeu a luz. Me virei para o lado dela, perguntei se realmente ela queria ver. Rafaela confirmou seu desejo. Tirei o lençol de cima de mim. Voltei a punhetar meu pai. Minha filha olhava atentamente a tudo. Gozei em cima da cama. Ela arregalou os olhos surpresa deixando escapar um: nossa, quanto esperma!
– Gostou de ver?
– Acho que sim pai!
– Já tinha visto?
– Um pênis, sim!
– Onde?
– Ah pai! Na internet.
– Você fica vendo essas coisas?
– Não pai!
– Como não?
– Ah pai! Na internet tem de tudo, não fico buscando essas coisas. Mas às vezes aparece.
– Aparece!

Novamente um breve silencio, ficamos calados. Até ela quebrar:
– Pai, por que ele não baixa?
– Por que ainda estou com vontade.
– O senhor vai fazer mais?
– Estou pensando em fazer, quer me ajudar?
– Ajudar como?
– Fazendo pro seu pai!
– Não sei!
– Vem cá!

Ela saiu da sua cama indo para a minha. Fiquei sentei na cama e ela sentou ao meu lado. Timidamente ela tocou no meu pau, ainda melado de porra. No primeiro toque, Rafaela teve um pouco de nojo. Tirou a mão umas duas vezes até ficar à vontade para segurar. Como risos leves, ela começou a punhetar meu pau.
– É assim que faz pai?
– Sim, mas devagar um pouco.

Peguei em sua mão para conduzir a punheta, depois deixei ela ir só. Minha filha batia a punheta meio sem jeito, mas era algo maravilhoso.
– Estou fazendo direito agora pai?
– Sim, mas tenta não ficar tremendo muito a mão.

Ela acalmou a mão:
– Agora está certo?
– Agora sim, bem melhor!
– Ela ele grande né pai?
– Você acha?
– Acho! Olha nem consigo segurar direito!

Ela soltou e segurou meu pau por várias vezes, para demonstrar. Fui a deixando à vontade. Rafaela estava gostando de segurar meu pau. Ela olhava pra mim e ria. Trocava de mão. Seus peitos balançavam ao ritmo da punheta.
– Nossa pai! Será que eu quando crescer vou aguentar um desse tamanho?
– Eu acho que você já aguenta um!
– Ah pai! Acho que não aguento não!
– Claro que aguenta! Olha só o tamanho dela?

Deslizei a mão em suas pernas até sua bucetinha. Ela parou de punhetar, soltando um gritinho de susto:
– Não pai!
– Não por que? Você pode tocar no pai, mas o pai não pode tocar em você?

Enfiei meu dedo por dentro da sua rachinha por cima da calcinha. Rafaela olhava sem reação alguma. Logo nas primeiras dedilhadas ela suspirou fundo.
– Gostando?
– Sim!
– Já tinha feito isso alguma vez?
– Não!
– O pai pode ver?
– Pode!

Puxei sua calcinha de lado. A bucetnha da minha filha era linda, lábios carnudos, sem pelo e lisinha. Por dentro estava totalmente melada. Queria sentir o sabor dela em minha boca. Fiquei de joelhos. Ela ainda pergunta o que eu iria fazer. Quando coloquei minha língua dentro, Rafaela simplesmente relaxa o corpo gemendo. O sabor era incrível, minha filha estava totalmente entregue. Chupava sua bucetinha sem nenhum pudor. Rafaela gemia de prazer, dizendo “ai pai!”. Não sei ao certo se ela gozou, mas minha filha simplesmente me faz para de chupá-la:
– Está bom pai! Para um pouco!

A deixei voltar ao normal. Mas estava decido ir mais longe com ela.
– Gostou filha?
– Sim pai!
– Quer fazer o mesmo no pai?
– Aí pai! Parecer ser nojento?
– Não é não! Tenta se você não gostar é só parar.

Fiquei em pé. Ela pegou no meu pau abrindo a boca. Antes de colocar dentro, deu uma leve cheirada e pôs na boca. As primeiras mamadas foram ruins, tive que acalmá-la. Minha filha foi melhorando, ainda não estava cem por cento, mas estava muito bom para seu primeiro boquete. Ela mamou por bom tempo, não conseguir gozar em sua boca, por que ela decidiu parar. Para não foçar nada, apenas concordei.
– Chega pai, já fiz muito!
– Sim, filha! E foi muito bom, parabéns.
– Fiz certinho?
– Excelente!

Sentei ao seu lado novamente, perguntando o que ela tinha sentindo.
– Eu acho que quando o senhor me chupou, eu gozei.
– Que bom! Sinal que realmente estava bom.
– Sim, não sabia que era tanto bom assim.
– Vamos fazer mais?
– Agora?
– Você quer agora?
– Acho que sim.
– Então tira essa roupa pro pai.

Ela tirou a blusa. Seus peitos com auréolas rosadinhas e biquinhos pequenos, balançaram lindamente, ficando afeição para mamá-los. Eu mamava seus peitos. Minha filha apenas dizendo o quanto aquilo era bom. Mordiscava seus biquinhos, passava a língua pelo contorno dos seios. Com uma das mãos voltei a dedilhar sua bucetinha, que continuava meladinha. Ela se soltou e pegando no meu pau.
– Deixa o pai colocar dentro?
– Não pai! Seu pinto é grande!
– Mas ela já aguenta, você já é uma mulher.
– Não, é grande demais.
– Deixa o pai tentar.
– Tenho medo de doer muito.
– Dói só na primeira vez, despois passa!
– Eu sei pai! Mas o seu pinto é muito grande!
– O pai faz com carinho, não vai doer muito.

Ela acabou cedendo deitando na cama. Tirei sua calcinha. Fiquei com o corpo sobre o dela. Minha filha estava nervosa. Tentei acalmá-la, passei a mão sobre seu rostinho lindo:
– Calma, se doer muito o pai para!

Ela consentiu com a cabeça. Sua bucetinha estava muito melada. Alisei a cabeça do meu pau na entrada, esfregando. Na primeira tentativa Rafaela reclamou.
– Calma, o pai não fez nada ainda!
– Ai pai! Estou com medo!
– Relaxa.

Pressionei mais uma vez meu pau contra sua bucetinha. Deu pra sentir a cabeça entrando. Rafaela pegou em minha mão e apertou forte. Com muito cuidado fui penetrando. Ela repetiu a todo momento que estava doendo, mas não pedia para parar. Eu parava a toda reclamação, e voltada e penetrar.

Não meti tudo. Já pela metade comecei o fuder sua bucetinha. Que sensação louca, estava fudendo minha própria filha de treze anos. Jamais imaginei que isso fosse possível. A bucetinha de Rafaela fazia pressão apertando meu pau. Ela não conseguia relaxar o corpo, por mais calmo que eu fosse. Murmurava baixinho: ai pai! Meu pau já havia entrado quase todo, mas não socava fundo. Comecei a falar putarias, intercalando com perguntas para saber como ela estava.
– Está tudo bem, fllha?
– Sim pai!
– Está doendo?
– Só quando você fez rápido.
– E quando o pai mete assim? – bem lento
– Assim não!
– Assim sua bucetinha aguenta?
– Aguenta!
– Eu não falei que ela aguentava o pau do pai.
– Falou!

Tirei meu pau, gozando fora. Deitei ao seu lado, relaxando o corpo. Rafaela estava ofegante. Ficamos quietos, sem assunto. Depois que gozei pela segunda vez na noite, começou a bater um certo arrependimento, mas logo deu lugar a alegria de ter fudido minha filha. Ela foi acalmando e disse:
– Pai!
– Sim minha filha?
– E agora?
– Como assim?
– Ah pai! Se alguém descobrir isso!
– Só se você contar. E como você está?
– Estou bem! Só está ardendo um pouquinho.

Acabamos caindo no sono. Na manhã seguinte, acordei com minha filha dormindo sobre meu braço. Olhei para baixo e vi o estrago que havia feito. Tirei meu abraço debaixo da cabeça dela, calmamente, mas ela acabou acordando:
– Bom dia, pai!
– Bom dia, filha!
– Já está na hora de levantar?
– Sim, já são dez horas?
– Nossa, dormimos muito! – risos
– É dormimos.

Passei o resto das férias fudendo com minha filha. Logo depois veio a pandemia, e não voltamos mais a fuder.

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15 Comentários

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  • Responder Mstheus

    Tesaooo amoo isso me chamaa telegram pais ou filho… @ruanzit88

  • Responder Will

    Cara foi um conto estimulante e delicioso e quebrando bareirasem varios sentidos, parabens e espero que voltem a se encontrar em breve, parabens
    Telegram @Will_town
    Mulheres que querem faalr de desejos e fantasias so chamar

  • Responder Afrodite

    Gente, sou mulher e curto ler relatos e tudo mais desde que passei por experiencia similar, quem quiser conversar deixa o contato 😉

    • Lucianaa

      Tbm adoro, muito bom msm

    • Lily

      Vamos conversar [email protected] tbm tenho experiência parecida.

  • Responder Adoro putinhas

    Excelente conto, me fez lembrar no início com a minha enteada.

  • Responder O Espírita

    Muito fantasioso. Nao tem como a pessoa se lembrar de tantos dialogos e alem disso o conto nao faz muito sentido. Porem, como seguidor da Doutrina Espirita posso dizer que nao ha nada de errado no relacionamento sexual entre pai e filha. Na verdade é até saudável que isso aconteça.

  • Responder Rafaella

    Bom.. como vc não comentou sobre o rompimento do cabaçinho dela.. temos duas opções..
    OU ela tem o Himem complacente, ou então ela já tinha rompido o cabaçinho com outra coisa ( ou pessoa ).. Mas o importante é .. foi feito com amor. Parabéns

    • Will

      Bela observação, ele falou do estrago que fez quando acordou, deixando a dúvida se era sangue que ele viu na cama ou se ele so olhou pra bucetinha dela🤔 eis as questões 😂

    • Lucianaa

      Concordo com vc

  • Responder Zooka

    Parece real

  • Responder Edu

    Continua logo

  • Responder Morticia

    Excelente conto e muito bem narrado, tudo explicadinho. Foi excitante demais. Conta outros com vcs.

  • Responder odaroc

    Nossa que adrenalina em! espero continuação das suas trepadas com ela.

    • Pachecao

      Estou quase gosando sem mesmo tocar no meu pau vou tocar uma gostosa punheta pensando em vocês. Queria ter uma filhinha putinha assim. Continue não demore a publicação