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Matando a vontade do tio 3

1145 palavras | 1 |4.10
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Torturando e fodendo a sobrinha com gosto

Então, como estava relatando anteriormente, Julia estava amarrada de uma maneira que ela ficava na posição de frango assado,com a buceta e o cuzinho espostos,a minha disposição, então comecei a enfiar os quatro dedos em sua buceta e tirar,toda vez que eu tirava,dava um tapa na buceta que chegava estralar, ela gritava e gemia, tanto de prazer como de dor.
_ Mestre,me perguntou meio choramingando, porque o sr esta judiando tanto de mim? tenho que confessar que nunca senti algo assim,dor e prazer ao mesmo tempo.
_ esta só começando, minha putinha,vc vai sentir muito mais ainda, hoje vc sai daqui escolada,como minha putinha escrava, é só o início.
Dito isso dei uma puxada na corda que estava presa nos seios de Júlia e ela tornou a dar um gritinho,enfiei os dedos novamente em sua buceta, só que agora coloquei a cabeça do pinto junto,estava as pontas dos dedos e a cabeça do cassete enfiados naquela buceta que já estava começando a laciar,enfiei o cassete todo e Júlia deu um suspiro e um gemido muito gostoso, empurrei o pinto todo de uma vez,e senti encostar no colo do útero de Júlia, ela gemia e se contorcia,fiquei bombando um pouco e empurrando junto com o cassete os dedos,mas não conseguiu enfiar muito, pois ela ainda não estava laciada o suficiente, então fui até uma prateleira e peguei um vibrador inflável, murcho, não era grosso,mas na hora que ia enchendo ele ficava com 6 cm de espessura,a
mesma grossura do meu cassete,enfiei tudo na buceta da Júlia, ela deu um gemido, aí enfiei o pinto junto, bem fundo e fiquei parado, sentindo a buceta dela latejar, ela gemia alto e dava uns espasmos, aí eu disse.
_ Ta gozando né sua putinha safada, ela só ascenou com a cabeça dizendo que sim, então comecei a inflar o vibrador e liguei a vibração,era uma sensação sem igual sentir aquela vibração dentro da buceta de Júlia, e sentir a falta de espaço, pois cada inflada que eu dava ficava mais apertada a buceta dela, ela gemia e choramingava, dizendo que não ia aguentar,mas quanto mais ela reclamava, mais eu inflava o vibrador,a buceta parecia que ia rasgar de tão esticada que estava a entrada,ai comecei um vai e vem lento com o vibrador, alternando com o pinto, Júlia no início estava chorando,mas depois foi ficando laciada a bucetinha dela e ela começou a gostar da brincadeira,foi ficando mais fácil,ai eu já não alternava mais,enfiava tudo junto, pinto e vibrador ao mesmo tempo até que não demorou muito e ela gozou,ai ficou bem bem laciada, então tirei o cassete e o vibrador da sua buceta e com as mãos abri sua buceta, dava pra ver o colo do útero,enfiava dois dedos de cada mão e puxava pros lados e enxergava o colo do útero, que parecia latejar, então sem avisar pra Júlia enfiei a mão toda de uma vez até o punho, Júlia deu um grito,ai sim eu disse a ela,
_ agora vc está com o meu punho todo dentro de vc minha putinha arrombada,e fazia movimentos de vai e vem, enfiando cada vez mais fundo na buceta de Júlia, ela se contorcia e pedia mais.
Vc quer mais, então vou enfiar o pinto junto com o punho e vou tocar uma punheta dentro da sua buceta, minha putinha.
_ Não mestre, assim vc vai me rasgar.
_ vou não,vc ja estava com o vibrador de 6 cm mais o cassete dentro e tava gostando, e enfiei o cassete e segurei dentro daquela bucetinha que agora ja estava toda arrombada e comecei a punhetar dentro dela, Júlia gemia e berrava e pra mim isso era um tesão que só, até que eu vi que ia gozar,ai tirei de dentro da buceta dela e enfiei em sua boca, foi até a garganta dela, ela engasgava,meio que sufocava,eu estava metendo fundo na garganta de Júlia e disse pra ela,vc aguenta e bebe toda a minha porra,se vc deixar sair pra fora,vc vai ser mais castigada, e eu continuava fodendo a garganta de minha sobrinha com gosto, até que dei uma senhora de uma esporrada, que ela não conseguiu engolir tudo e deixou escorrer na lateral da boca, então eu disse pra ela.
_ Eu não disse sua putinha que era pra vc beber toda a minha porra, agora vou te castigar mais.
_ É que foi muito leitinho mestre,por isso não consegui engolir tudo, não me castigue mais, não por favor, o que o senhor vai fazer comigo?
_ Vc vai ver minha escrava,vc não cumpriu a ordem de beber tudo, agora vai ter que ser castigada sim, está vendo aquele chicote com a ponta de couro, é com ele que vc vai ser castigada.
Júlia soltou um suspiro, pois tinha percebido que eu adorava judiar muito,ela já sabia que ia ser dolorido o castigo,mas estava descobrindo um lado desconhecido de sua personalidade, ela estava gostando de ser torturada, estava tendo prazer,um prazer que até então era desconhecido pra ela, ela estava gostando e gozando com a tortura,se descobriu uma masoquista, que tinha muito prazer em sentir dor, que estava sendo abusada, que estava fazendo coisas, antes nunca imaginadas,era uma outra Júlia, que ela desconhecia, pois começou a imaginar o que eu,seu mestre faria com aquele chicote e teve um orgasmo,ficou imaginando, como é possível sentir prazer com a dor,como ela podia sentir aquilo, queria sentir na verdade,estava doida pra receber mais uma vez,as torturas que eu pudesse fazer com ela, então ela me disse:
_ tio, faça qualquer coisa que o sr quiser comigo,eu quero gozar mais, quero ser sua escrava,pra sempre meu corpo é todo seu,vc é meu dono,sou sua putinha submissa.
_Eu já disse pra me chamar de mestre,vc acabou de aumentar o seu castigo,foi de propósito, sua vadiazinha sem vergonha?
_ Sim mestre,eu quero ser castigada pelo senhor… Me castigue mais mestre me arromba mais,eu quero ter mais orgasmos como esse que eu tive a pouco, quero aprender mais.
_ Sim vc vai aprender muito mais,deixa só eu tomar um fôlego e vc vai ver o que é bom pra tosse, minha putinha sem vergonha.
Quando Júlia escutou isso,chegou a dar mais uma gozada, só imaginando o que ela passaria a seguir

Continua, ou não…

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1 comentário

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  • Responder Wagner ll

    Comentem, critiquem, quero saber o que estão achando dos meus contos, pela votacão ta legal,mas quero saber o que estão achando,ok vou terminar os dois contos depois escrevo mais.