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Escolinha de Futebol

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Tomando banho com um garoto. Na escolinha de futebol

Isso aconteceu há muito tempo. Eu ainda estava na ativa na PM.

Como motorista, trabalhava conduzindo viaturas e ônibus da Corporação. Num domingo fui escalado para levar uma turma da escolinha de futebol que a PM fomentava no batalhão, para um torneio em outra cidade, poucos quilômetros de distância.

Haveria um torneio, premiação, solenidade e um almoço para a garotada. Os pais levavam e buscavam no batalhão. Como se fosse um passeio de escola.

E lá fui eu conduzindo o ônibus da PM. Eram garotos de várias idades e uma gritaria sem fim na viagem.

Depois de alguns quilometros, um garoto veio se sentar no corredor, próximo de mim. Era branco, cabelos lisos e eu já o tinha visto jogar. Chutava muito bem pela esquerda. E era um pouco ridicularizado pelos demais por ter a lingua presa e falar com certa dificuldade. Mas era bonito com os seus 12 anos.

Ele sentou e ficou puxando conversa. E foi assim a viagem toda.

Chegamos na Companhia da outra cidade e a bagunça continuou, como eu já imaginava.

Os jogos começaram atrasados e já era 13 horas quando a final começou.

Durante toda a bagunça eu fiquei na garagem da Companhia, junto das viaturas. Havia uma rede lá e uma TV.

Só me aproximei do campo, quando vi o movimento do almoço. Os garotos almoçavam apinhados pelos corredores, suados e fedidos.

Almocei e fui ao ônibus pegar minha bolsa com sabonete e cueca limpa para tomar um banho, logo iriamos retornar.

Nem pensei em ir no banheiro do alojamento. Com certeza estaria uma bagunça com a gurizada banhando.

Fui caminhando para a garagem, onde havia um banheiro quando ouvi alguém correndo atrás de mim. Era o garoto do corredor do ônibus. Ele carregava uma mochila e perguntou aonde eu iria.

Expliquei que iria banhar. Ele perguntou se podia ir também, pois os outros banheiros estavam lotados.

Como era domingo, a garagem estava vazia eu concordei.

Entramos no pequeno banheiro. Tranquei a porta e tirei minha farda entrando embaixo do chuveiro. Como só tinha um chuveiro, ele ficou lá sem saber o que fazer.

Me ensaboei e enquando me enxaguava, o chamei para vir também.

Ele foi tirando o uniforme de futebol. Tirou a camiseta, seu peito e braços magros já demonstravam os músculos começando a se desenvolver, os braços bronzeados faziam contraste com o o peito e barriga brancos pelo uso da camiseta, os mamilos pequenos e rosa. Puxou o calção e cueca juntos para baixo, revelando a sua nudez.

Da mesma forma que os braços, as pernas eram bronzeadas até pouco mais acima dos joelhos. Parte das coxas e o pau eram bem brancos. O pau tinha alguns pentelhos na base e mostrava uma fimose na cabeça, o saquinho era meio rosa e comprido.

Agora nú, ele veio em minha direção, se enfiando embaixo do chuveiro. Me afastei dando espaço a ele que se molhava. Como estava com o sabonete na mão, passei na cabeça dele, ensaboando de forma paternal. Assim pude virar ele de costas pra mim e ver aquela bundinha branca. Era redonda, branca e lisa. Na mesma hora meu pau endureceu, mas mantive distância, para não encostar nele.

Lavei seu cabelo, atras das orelhas, a nuca com o pescoço e passei para os ombros. Estiquei os seus braços para os lados e lavei também, inclusive o suvaco, que não tinha pêlos ainda. Cheguei nas mãos, era pequenas, as minhas duas mãos juntas cobriam a mãozinha dele completamente. Isso me excitou mais ainda. A sua maciez, a delicadeza de um corpo em formação.

Comecei a esfregar as costas, logo iria para a bundinha e aí que poderia haver algum protesto dele. Até aquele momento estávamos em silêncio.

Fui ensaboando as costas e enxaguando. Quando não tinha mais espuma, desci para a bundinha, primeiro passei as mãos pelas laterais. Ele não se mexeu e eu prossegui. Logo estava ensaboando a bundinha toda dele, menos o cuzinho.

Ensaboava e apertava um pouco. Era durinha, lembrava a consistência de um ombro. Nessa altura meu pau babava, mas como ele continuava de costas, não via. Enxaguei a espuma e com as mãos abri a bundinha para ver o seu cú. Passei o indicador e ele deu um pequeno pulo, como se estivesse levando um choque.
Passei novamente e de novo ele teve a mesma reação.

Para deixar ele menos tenso, passei o sabonete no seu cú. Fiz bastante espuma e agora esfregava com a lateral da mão toda a parte interna de sua bunda. Percebi que ele respirava forte, mas ainda sem falar nada.

Enxaguei e desci para as pernas. Me abaixei para esfregar e fiquei com o rosto bem na altura da bundinha dele. A sua pele estava toda arrepiada. Abri a bundinha com a mão e vi seu cuzinho sem pêlos, liso ali a alguns centímetros de mim.

Aí não teve jeito, abri mais e meti a língua.
Ele deu um salto, mas continuou na posição. Minha lingua passava bem no buraquinho, forçando a entrada, meu rosto encaixado na sua bundinha.
Passei a lamber o rêgo todo, desde cima até o buraquinho, cheguei a ir mais pra baixo e com a língua, encontrei as suas bolinhas. As chupei também.
O virei de frente pra mim e dei de cara com o pauzinho dele duro. Agora podia ver de perto aquele pinto de pré adolescente.

Pentelhos compridos e bem finos circulavam a base do pau. Com a mão puxei a pele da fimose pra trás. A cabeça rosa ficou toda exposta.
Então enfiei na boca. Coloquei tudo facilmente, até encostar os lábios nos pentelhos. Comecei o vai e vem, parando para lamber as bolinhas. Não demorou 1 minuto e ele começou a gozar na minha boca.
Ele não gemeu, apenas soltou o leite, era ralo e doce. Engoli tudo.
Apesar do pauzinho continuar duro, perdeu a rigidez inicial. Chupei e lambi mais um pouco e o virei de costas.

Voltei a lamber seu cú. Fiquei de pé e abri sua bundinha, encostando a cabeça do meu pau no seu cuzinho. Com o braço esquerdo o abracei na barriga e com o direito direcionava meu pau no seu cú. Forçando a entrada. Ele respirava forte e gemia baixo.
A cabeça encaixou e fui forçando. Ele foi gemendo mais alto, e o pau entrando.
Consegui colocar quase metade, como tenho 19cm, fiquei com medo de machucar muito ele. Comecei a bombar assim mesmo.
Só quem comeu um cú de garoto sabe a sensação. É apertado, liso, macio, tudo ao mesmo tempo. Mesmo entrando menos da metade estava muito gostoso. Senti a cabeça do pau inchar e o gozo chegando. A porra explodiu no cú do garoto. Um gozo longo, durou mais de um minuto a sensação, mesmo já tendo saido a porra toda, o pau ainda pulsava.

Beijei sua nuca e orelha, ele se contorcia com isso. Era como um sonho estar possuindo aquele garoto. Mas um sonho breve.

Tive que parar para podermos voltar.
E assim foi feito.

Tivemos outro encontro. Mas contarei em outra oportunidade.

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11 Comentários

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  • Responder GoineRj

    Faz a continuação, por favoooor!!!

  • Responder Mlk_puto

    Que tesão nesse conto, chama no tlg @Mlk_puto trocar idéia sobre.

  • Responder Lukinha

    Tesão

  • Responder Jota

    Delicia de conto. Quando tinha uns 26 anos comi um de 15 anos. Foi uma das melhores transas da minha vida. E já chupei um de 16 com um pau delicioso. Esse vivia comento a garotada no parque.

  • Responder J.J. D.D.

    Né veado,em vez de ir atrás de mulher parte pra veadagem com um garoto,que nem sabe ainda o que quer né,que bonito!Venha veado,venha pro Clube John Deere,o lugar onde o veado aprende a virar homem!

  • Responder King

    Que delícia
    Telegram @nationbear

  • Responder Fabinho

    Pica de conto…

  • Responder Tiozão

    Que delícia. Gosto assim, quando tem carinho. Conta mais…

  • Responder Ric

    muito bom

  • Responder Paizão

    Massa

  • Responder Boby

    Ótimo conto. [email protected]