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Papai sabe o que tá fazendo 11

1593 palavras | 6 |4.67
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Depois da primeira vez que estive fincado no pau do meu pai e do nosso amigo, todas as vezes que tínhamos qualquer tempo juntos, era isso o que eu e meu pai fazíamos. Não importava o horário, o local, o tempo de duração, o que queríamos era trocar carinho daquela nova forma que aprendemos. Meu pai seguia sendo o mais cuidadoso que podia ser. Quando me pegava no banho depois de inventar uma desculpa para entrar no banheiro comigo, cobria minha boca com os seus dedos grandões impedindo meu gemido fino de sair. Eu particularmente gostava quando ele fazia assim comigo e me enchia a boca com a pele grossa das mãos. Eu beijava os dedos e chupava também. Ele sempre gozava muito quando podíamos tomar banho juntos. Quando me comia de manhã na cama ao me acordar, ele fazia bem de vagar para não bater a estrutura do móvel contra a parede do meu quarto. Nessa ocasião ele gostava de deitar de bruços e montava cobrindo o meu corpo o seu que era bem maior. Roçava tanto em mim que eu terminava todo grudento de porra e suor. Quando tinha oportunidade e tempo, meu pai lambia minhas costas depois de suados e me dava umas mordidas me fazendo rir. Mas ele ainda alternava entre enfiadas mais suaves e outras mais fortes. Lembro de sempre ouvir ele falar baixinho no meu ouvido como faria. Sua vez é bonita demais pra ser esquecida. Ele dizia que enfiaria em mim devagarinho pra sentir a cabeça do pau dele me abrindo, e também dizia quando ia enfiar com força, me preparando pra não fazer nenhum barulho. Impossível uma criança se manter silenciosa nessas condições, por isso frequentemente escapava alguma coisa e ele sempre disfarçava inventando um riso. Sempre depois de gozar ele me dava carinhos mais suaves, beijos lentos e me mandava pro banho. Era assim toda vez que ele me acordava, mas também não me acordava todos os dias. Sabia que deveria manter distância algumas vezes da minha bunda, primeiro porque me machucava quando entrava com força e depois para me preservar do vício por aquilo que fazíamos.

Ao mesmo que tempo que se descobria um pai mais completo, descobria também um lado mais safado. Meu pai gostava de levar por passeios demorados em finais de tardes mais livres. Não tínhamos que inventar muitas desculpas para sair, uma vez que a casa sem a gente era mais quieta. Quando as fugas existiam, era para um lado mais esquecido do condomínio que íamos. Lá ele estacionava o carro em um canto vazio perto da entrada para uma espécie de bosque e me deixava fazer o que quisesse com o seu corpo. Como sempre muito curioso, eu brincava de mamar o peito dele, de beijar o seu queixo, de chupar a sua língua grossa, de chupar os seus dedos da mão, de esfregar minha cara nos pelos da barriga, de cheirar a virilha dele por cima do tecido. Ele também fazia assim comigo: me beijava a cara toda, mordia meus lábios, minhas orelhas, chupava meus mamilos pequenininhos e mordia a minha barriga toda. Massageava as minhas coxas e o meu pau pequeno e branquinho que sempre ficava muito duro. Me fazia cócegas quando mordiscava o meu braço naquela parte bem mais próximo da axila e me cheirava inteiro, até as costas e bunda. Eu gostava de sentar no colo dele e ficar me esfregando em cima do pau. Às vezes ele não tirava a sua roupa e nem a minha, e me fazia encaixar o volume bem no meio da minha bunda enquanto forçava imitando os movimentos que fazíamos sem roupa. Eu aprendi a gostar desse tipo de coisa com ele.
Aprendi outra coisa com ele nessas fugas: a ser assistido. Vandré, o nosso amigo, gostava de fazer vídeo chamada e no meio das suas conversas com o meu pai pedia para brincarmos de qualquer coisa enquanto ele nos assistia. Fazia o meu pai me colocar pra afundar o rosto em sua bermuda e abocanhar o volume da rola dele. Gostava de me assistir mamar o peito farto do meu pai e brincar com o nariz no monte de pelo e também me colocava pra tirar a roupa enquanto os dois, ele e meu pai, me assistiam. Eu sempre terminava nu e também chupando a única rola disponível naquele momento. Às vezes ele ia nessas fugas, mas só às vezes.

Numa tarde dessas em que fomos até o local, depois de brincarmos no carro eu pedi para dar uma volta pelas árvores. Fiquei brincando com qualquer coisa e o meu pai ficou no carro. Quando voltei, vi que não estávamos sós. Um homem de uns 37 anos usava uma pedra para sentar e parecia só acompanhar o passar das horas mesmo. Ele era bem alto, cabeludo, rosto cheio de barba. Vi bem que ele me acompanhou com o olhar quando eu saí do meio das árvores e o meu pai me chamou pra perto, me recebeu com um carinho no queixo e eu fiquei bem próximo das suas coxas enquanto recebia. Estava de frente para ele e de costas para o homem. Minha cabeça ficou na altura da virilha do meu pai e ele deu uma forçada, me fazendo sentir o volume dele ali. Virei para olhar o homem e vi quando ele alisou a coxa de forma muito suspeita e parou os dedos no meio das pernas. Meu pai me olhou e depois me apertou de novo contra o seu corpo. Eu sabia que ele estava gostando de ser assistido fazer esse carinho no próprio filho. Ele pegou minha mão, me virou um pouquinho de lado e levantou o seu braço um pouquinho. Parecia que estava só segurando minha mão, mas na verdade ele estava erguendo meu braço um pouquinho para encostar a minha mão no seu volume da bermuda. O homem continuava nos olhando, mas os dedos apertavam o meio das pernas com mais força. Dava pra ver o tecido da calça dele todo esticado. O pau do meu pai deu sinal de vida e ele me fez virar a mão e apertar. O homem enfiou a mão dentro da calça e ficou mexendo no pau sem tirar os olhos de nós.

Eu entendi o que estava acontecendo.

Meu pai abriu o zíper da bermuda dele um pouquinho e o homem fez o mesmo com a sua própria bermuda. Meu pai tirou a cabeça do pau pra fora e o homem imitou ele. Eu toquei a rola babada do papai e o nosso visitante se tocou também. Meu pai gemeu quando eu melei as pontas dos meus dedos e puxei mais a rola pra fora pra conseguir masturbar ele. Comecei suave, só brincando com a pele. Queria ter visto se o homem gemeu como o meu pai.

– Bate uma pro pai pra ele ver. Bate de vagar, senão eu gozo muito rápido.

Meu pai falava e olhava o homem se masturbar com o pau todo do lado de fora do zíper. O dele era grande e parecia ser grosso, pois os dedos fechavam certinho ao redor da pele esticadona. Ele abria muito as pernas como se me quisesse entre elas fazendo aquilo por ele.

– Você ajudaria ele, filhão? Agarrava aquele pauzão tarado dele?

– Aham – eu respondi.

– Colocava a boquinha também? Chupava igual chupa o papai quando eu peço?

– Chupava, sim. Tudinho.

– Você queria sentir a rola dele enchendo sua boquinha, Eric?

– O leite também, pai.

– O leite? – Ele gemeu com a minha punheta. Eu estava cada dia mais treinado. – Você tá muito safado, filho. Então aperta mais a rola do pai que eu vou gozar. Olha lá, ele também. Isso, aperta bem a base. Mexe nele todo. Na cabecinha.

Eu estava fazendo tudo e ao mesmo olhando o homem se contorcer numa punheta muito nervosa. Meu pai gemeu gozando na minha mão e espirrando forte no meu braço. O homem também gozou, tirou o excesso do leite e guardou o pau melado mesmo. Meu pai também guardou o seu e eu adorei olhar o volumão que se formou na bermuda melada. Eu ainda alisei um pouquinho, mas logo entramos no carro e o homem saiu de onde estava, sumindo para onde não estávamos olhando.

– Você gosta quando o pai faz isso com você, filho?

– Que eles me vejam? Eu gosto muito, pai.

– Eles adoram ver sua mãozinha pequena agarrar o paizão sabia? Eles não dizem pra ninguém, mas a gente sabe que eles gostam tanto quanto eu.

– Eu gosto que eles me vejam. Me dá um negócio.

– Um negócio? – Meu pai riu. – Isso é tesão, meninão.

– Tesão! – eu exclamei.

– Seu tesão é todo do pai. Diz!

– Meu tesão é todo seu – eu obedeci.

– Só meu? – Ele quis falar abocanhando minha boca com a sua. Quando me beijava, me chupava inteiro.

– Só seu… Pai. – Falei engasgado.

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6 Comentários

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  • Responder Anônimo

    Seus contos são muito bem escritos , detalhados e com bons diálogos, isso é muito bom mas eu não consigo digerir o fato de estar fazendo com uma criança, talvez se o garoto fosse um adolescente seria bem mais fácil de “aceitar” até por que crianças são inocentes e por tanto são fáceis de se manipular, por mais que pareça que o Eric está fazendo por livre e espontânea vontade, não é bem assim que realmente são as coisas.

  • Responder Jean

    Bota o Eric pra mamar nos rapazes do ensino medio da escolhinha onde ele estuda, faz ele ser um depósito de gala de machos diferentes

  • Responder Daniel Coimbra

    Sensacional!!!
    Escrevi um conto há poucos dias onde um garoto e um homem estavam em um local como esse, de pegação. Curti muito o seu conto. Muito tesão expor nossos garotos dessa forma.

    • @g3sonel

      Tem Telegram, Daniel??

    • Eric e o papai

      Seus contos fazem falta, viu? Já posta esse aí cotado.

    • Urso34

      Daniel chama no Instagram cara, sou seu fã, sinto falta dos seus contos. @lamarca84 me add lá amigo, sou doido pra conhecer um grupo privado .