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O Aluno Bem Dotado

2532 palavras | 8 |3.39

História totalmente fictícia. Nada do que está escrito nesse conto é verídico. Divirtam-se!

Eu sou professora de matemática de uma escola pública do município. Mesmo com todos os problemas recorrentes no trabalho, como salários atrasados e falta de estrutura e materiais decentes, é gostoso ensinar àqueles adolescentes. E, por incrível que pareça, os alunos gostam da minha aula, gostam da forma de como eu ensino.

Calma, deixa eu me apresentar melhor. Sou uma mulher simples, que mora no subúrbio da cidade. Tenho 42 anos e sou viúva desde os 35, quando meu marido morreu num acidente de carro. Infelizmente, nunca tive filhos, pois era o meu maior sonho ser mãe. Negra de tirar o chapéu, cabelo grande, volumoso e cacheado, peitos grandes e bem durinhos, uma cintura bem fina com uma barriguinha zerada, como dizem por aí e uma bunda de dar inveja em qualquer garotinha de 20 anos e deixar qualquer homem babando por onde passava, além de uma buceta preta deliciosa com os pelinhos aparados, nunca cabeluda ou lisinha. Tenho esse corpo porque eu vou para a academia diariamente, além de ter uma alimentação saudável. Porém eu tenho um segredinho bem sacana. Desde casada eu gosto de homens mais novos. Mas não digo novos de 35, 30 anos não. É de 20 anos pra baixo…

E hoje eu vou contar a história de quando eu transei na sala de aula com um aluno de 13 anos. Bom, vamos lá!

Era uma sexta feira de novembro. Eu dava aula no turno da tarde e já estávamos no fim do ano letivo. A maioria da turma já havia sido aprovada na minha matéria, para minha enorme satisfação. Só tinha uns 3 alunos que não haviam sido aprovados, que ficaram de recuperação, porém faltava poucos pontos para eles passarem de ano. E um desses alunos era um rapaz de 13 anos que tinha muita dificuldade na matéria. Ele era forte, alto, uma boa aparência física e um rostinho novinho encantador. Usava óculos de grau forte, mas não era o nerd da turma. Se fazia sucesso com a mulherada eu não sei, mas ele me encantou de uma forma que deixou minha bucetinha melada. Eu estava viajando completamente pensando nele, parecendo que estava sob efeito de drogas, até que ele veio tirar uma dúvida comigo e me tirou dos meus pensamentos impuros:

– Professora, pode me tirar uma dúvida? Não tô conseguindo finalizar esse cálculo – Disse ele.
– Claro que sim, gatinho. – Respondi, sussurrando a última palavra.
– Como professora? – Ele reparou na fala e questionou.
– Ãn, nada não. Vem cá, me mostra o caderno. – Disfarcei.

Ensinei o cálculo para ele, enquanto que na minha cabeça eu imaginava várias outras coisas. Acabamos a aula e ele veio puxar papo comigo, enquanto os outros 2 alunos iam embora. Ficamos na sala, conversando sobre as aulas, sobre o próximo ano, sobre vários assuntos, até que chegamos num interessante: namorados.

– E as namoradas? Tem muitas ou tá… como os adolescentes falam mesmo… Ah sim, ou tá soltinho na pista? – Perguntei brincando, sem segundas intenções.
– Ah eu vou levando. Não sou muito de namorar não. Vou numa festa, pego várias e é isso. E outra professora, a gente não usa mais esse palavreado não. A senhora tá desatualizada. – Disse ele, um pouco nervoso, porém entrando na descontração.
– Hm, entendi. Namorar é legal sabe? Eu particularmente gosto. Ficar agarradinho com seu companheiro… no frio é a melhor coisa. Mas de vez em quando enjoa um pouco, confesso. – Falei e ele deu uma risada.

Ficamos conversando mais sobre diversos assuntos, até que ele me perguntou sobre o que eu tinha dito mais cedo:

– Professora, é impressão minha ou a senhora me chamou de gatinho naquela hora? – Ele perguntou.
– Impressão sua, garoto. – Me fiz de sonsa, já com o coração acelerado.
– A senhora tem certeza disso? – Ele perguntou com convicção.
– Não… – Disse, me rendendo.
– Me senti lisonjeado da senhora me chamar de gatinho. E eu quero falar que a senhora também é bastante bonita. – Ele disse e eu fiquei espantada, lisonjeada e molhada de novo, tudo ao mesmo tempo.
– Sério que você me acha bonita? Aposto que você tem um monte de garotas na sua cola, não ia se importar com uma mulher velha como eu. – Brinquei com ele.
– Ah, ter eu tenho. Onde eu passo, elas ficam me olhando, me comendo com os olhos – Ele disse seguido de uma gostosa risada. – Mas eu só tenho olhos para uma única mulher: a professora gostosa de matemática da minha turma. – Ele disse por fim.

Depois dessa fala, não aguentei e já o agarrei e joguei na parede e comecei a beijar a boca dele lentamente, passando minha mão por aquele abdômen sarado.

– Você faz academia? – Perguntei curiosa.
– Não, mas faço Muay Thai, Kickboxing, jogo bola, faço natação… Eu pratico muito exercício físico, por isso meu corpo é assim. A senhora deve fazer né? Difícil uma mulher com 42 anos ter um corpão desse. – Ele respondeu, apertando minha bunda.
– Faço academia sim e me alimento saudavelmente. Mas, de vez em quando, como umas besteirinhas, até por que ninguém é de ferro. E você é muito safado, viu? Apertando minha bunda desse jeito… – Respondi, de uma forma sexy, quase implorando para ele continuar.
– Você acha? – Ele perguntou e apertou minha bunda de novo. – A senhora não viu nada…
– Então me mostre do que é capaz meu jovem.

Antes de continuar, aproveitei que tinha pouca gente na escola e tranquei a sala. Tirei o blusão típico de professora que eu sempre usava, me deixando só com o sutiã de renda vermelho. Continuei beijando-o e comecei a acariciar seu pau de leve por cima da calça, que já demonstrava sinais de vida. Me abaixei, ajoelhei e tirei o cinto da sua calça e a arriei, deixando-o só de cueca. O volume e a pulsação de seu pênis se destacavam e me assustei. Não era possível que um jovem de 13 anos tinha um pau daquele tamanho.

– Menino, isso aqui é sério? – Perguntei assustada.
– É sim professora. Eu meço em casa toda semana. Se você quiser saber o tamanho exato são 18cm, e olha que nem sou negão hein. – Ele brincou.
– Nem todo negão tem pau grande. – Disse e ele ficou surpreso. – De onde você tirou essa conclusão? Filme pornô? – Questionei.
– Sim, filme pornô. – Ele respondeu. – Mas isso não vem ao caso. E aí, será que a senhora aguenta? – Ele me perguntou, direcionando seu olhar ao seu pau.
– Você tá duvidando de mim moleque? – Fingi uma expressão de raiva ao perguntar.

Quando eu tirei sua cueca, me maravilhei com a cena. Uma piroca grossa, veiuda, levemente torta para esquerda, com uma cabeçona vermelha, tipo um morango e dois testículos grandes. Não aguentei e cai de boca naquela rola. Mamava, babava e punhetava muito aquele monumento completamente ereto, duro que nem pedra. Ele forçava minha cabeça para tentar uma garganta profunda. Não conseguindo respirar, parei de chupar o pau dele e disse:

– Para para. Assim não dá, você é muito grande e tá me sufocando tentando isso. – Disse, tossindo um pouco.
– Desculpe professora, é que a boca da senhora é muito boa. Caralho, isso tá melhor que os pornôs que eu vejo. – Ele disse, enquanto eu voltava a chupar o seu pau.
– Bom, vamos combinar duas coisas aqui. – Eu disse, tirando seu pau da boca. – Primeiro, não quero mais você me chamando de senhora e segundo, não quero mais você vendo pornografia, combinado?
– Combinado! – Ele respondeu.

Consegui engolir cada centímetro daquele monstro por inteiro e continuei naquele boquete por uns 5 minutos até ele gozar na minha cara e, puta merda, que porra grossa, quente, uma maravilha. Depois disso sentei na mesa e desabotoei meu sutiã, exibindo meus seios negros e fartos e ele rapidamente caiu de boca neles. Mordiscava meus mamilos e chupava-os como se fosse um bebê, e aquilo me excitava cada vez. Levantei, tirei minha saia, revelando minha enorme bunda pra ele e minha calcinha vermelha de renda toda molhada. Virei de costas pra ele e tirei minha calcinha, mostrando meu cuzinho e minha bucetinha com os pelinhos aparados. Sentei na mesa de novo, agora com as pernas abertas e o chamei com o dedo.

– Agora é sua vez de me fazer gozar no oral. – Eu disse, abrindo os lábios negros da minha buceta.
– Puta que pariu, que visão do paraíso. – Ele disse e caiu de boca na minha xota já molhada.

Como aquele pirralho tinha toda aquela habilidade só com 13 anos? Não sei. Só sei que ele chupava com maestria meu clitóris enquanto enfiava 2 dedos dentro da minha buceta, me deixando completamente louca. Gozei duas vezes e não aguentava mais. Eu precisava daquela piroca, que já estava dura de novo, dentro de mim.

– Eu não aguento mais. Enfia essa rola dentro de mim. – Disse já desesperada.

Peguei uma camisinha e coloquei no pau dele. E ele carinhosamente foi enfiando o pau em mim, depois foi aumentando a velocidade até que ele começou a botar mais forte e com mais intensidade na minha xereca.

-Isso caralho, mete essa piroca na minha buceta seu filho da puta. Porra, isso, assim caralho. Você é muito bom garoto, puta que pariu. – Disse enquanto recebia profundas estocadas na buceta.
– Ai caralho, isso professora, toma sua puta. Que buceta gostosa, puta que pariu. Você gosta disso não gosta, sua vadia?
– Sim, eu amo isso e amo esse pau enorme seu pirralho. Mete com força na minha bucetinha vai.
– Você não sabe quantas punhetas eu bati pensando em você e nesse momento professora. De quantas vezes eu acordei de pau duro pensando em você de quatro pra mim… – Ele disse, me encarando fixamente.
– Seu pervertido. E você não sabe quantas vezes minha xota ficou molhada só olhando para você…

Depois disso, ele calou minha boca com um beijo sedento. Ficamos no papai e mamãe por um tempinho, depois eu comecei a cavalgar nele e, por fim, me apoiei na parede, recebendo fortes e profundas estocadas e sentindo seu pau latejar dentro de mim, anunciando que ele ia gozar. Me ajoelhei mais uma vez e recebi mais uma carga de porra na cara. Em 42 anos de vida, ninguém tinha me comido daquele jeito, nem meu falecido marido. Porém, esqueci de um detalhe: ele era jovem. E sua rola, que tinha acabado de gozar, já estava pronta pro 3° round.

– Que… isso… garoto, que disposição é… essa? Tô aqui acabada… e você já querendo mais? – Disse, respirando ofegante.
– É professora, o garoto aqui é forte e resistente. Mas, tem uma coisa que eu quero te pedir… Ai, tô com vergonha de perguntar isso. – Ele disse, enquanto aquela piroca me encarava.
– Pode perguntar, já estamos aqui mesmo. – Eu disse, enquanto chupava o pau dele. Aquela rola era viciante…
– Tá bom. Professora, posso comer seu cu? – Ele perguntou direto e reto. Tirei o seu pau da boca e o olhei incrédula.
– Você quer comer meu cu? – Eu perguntei, ainda incrédula. – Olha, não sei se é uma boa ideia. Eu nunca fiz isso antes, nem com meu marido, e seu pau é muito grande e grosso.
– Tudo bem professora. Eu entendo seus motivos e preocupações. – Ele disse, um pouco desapontado.
– Olha – Eu disse, levantando a sua cabeça. – Eu não quero te ver assim, então eu topo. – Disse e ele abriu um sorriso. – Mas tem que ser devagar e com carinho, por favor. É a primeira vez que faço anal.
– Pode deixar professora. Prometo que não vou te machucar. – Ele disse, enquanto eu procurava algum creme na bolsa pra ele passar na rola.

Fiquei de 4 pra ele, empinando minha bunda. Abri meu cuzinho com as mãos e dei uma piscadinha, o que o deixou louco e com a rola ainda mais dura. Ele passou o creme no pau, cuspiu no meu cu e foi introduzindo devagar.

– Puta que pariu, tá doendo pra caralho, mas também tá muito gostoso. Isso, continua, enfia tudo seu puto. – Eu disse enquanto pequenas lágrimas desciam no meu rosto.

Ele estocou uns 10 minutos no meu cu e gozou por fim. Ficamos deitados no chão um pouco, recuperando nossas energias, até que olhei no relógio de ponteiro na parede e estava marcando 17:45.

– MEU DEUS, FALTAM 15 MINUTOS PRAS 18 HORAS. EU PRECISO SAIR DAQUI URGENTE. – Eu disse gritando desesperadamente.
– Relaxa professora, hoje é sexta feira e amanhã você tem poucas provas para corrigir. – Ele disse e eu parei para analisar, me aliviando um pouco. – Se quiser, amanhã eu passo na sua casa e te faço companhia.
– Você tem certeza? O que seus pais vão achar? – Questionei.
– Ah, meus pais nem dão bola. Se eu ficar uma semana fora de casa, eles não vão ligar. Então se eu passar um dia na casa da minha professora gostosa de matemática, não tem problema. – Ele disse se aproximando de mim apertando minha bunda e eu abri um sorriso safado.
– Então tá bom. Amanhã cedo eu quero você lá em casa. Leva uma mochila com algumas roupas que a gente vai passar o final de semana se divertindo. Ah, e pode se considerar aprovado na minha matéria. – Disse, piscando para ele e pegando minhas coisas no chão.

Fizemos uma limpeza rápida, nos arrumamos e fomos embora da escola. Como as salas não tinham câmeras, a porta estava trancada e as câmeras dos corredores já estavam desligadas, ninguém desconfiaria de nada, então me senti aliviada. Além do mais, todos os professores tinham a cópia da chave, então foi um problema a menos. Fomos até meu carro e dei uma carona pra ele, punhetando aquela piroca até a porta de sua casa. Chegando lá, nos beijamos mais uma vez, nos despedimos e deixei meu número do WhatsApp com ele. Quando cheguei em casa, tomei um banho demorado e relaxado, relembrando daquela tarde e daquele sexo maravilhoso. Saí do banho e me posicionei em frente ao espelho do meu quarto, tirando uma foto bem sexy pelada. Mandei a foto para ele com a legenda: “Durma bem, meu gatinho. Bons sonhos!” e fui dormir, esperando a visita daquele garoto no dia seguinte.

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8 Comentários

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  • Responder Claudio

    Muito bom adorei mesmo vc dizendo que e fictício ele está muito bem relatado e é exitante e ainda me fez lembrar de quando tinha doze anos eu era apaixonado pela minha professora de português , a professora Iris tinha trinta e oito anos também era negra , alta tinha um corpão e uma boca carnuda ela parecia aquela mulatas que desfilava nas escolas de samba mais infelizmente pra mim fique só nas punhetas pensando nela e o máximo que ganhei dela foram uns beijinhos mais com prêmio de consolação perdi minha virgindade com uma tia minha neste mesmo ano quando fiz treze e ela tinha trinta e um anos era mulher do meu tio por parte de mãe e depois teve várias outras vezes até meus quinze anos mais o meu desejo era a professora Iris ela ainda foi minha professora de português no ano seguinte o que pra mim foi uma tortura pois queria trepar com ela e não podia o jeito era descontar na minha tia quase toda tarde depois da aula

  • Responder Elias

    Só li a introdução, quando vi a palavra fictício perdi todo tesão.
    Mesmo sabendo que 90% dos contos aqui são ficção penso que se for mencionado que é acaba totalmente a graça.

  • Responder Claudio

    Apesar de dizer que e fictício adorei , muito bem relatado mais gostei porque me fez lembrar de uma paixão que eu tinha por uma professora quando eu tinha doze anos , professora Iris ela também era negra alta lábios carnudos um corpão daquelas de mulata de carnaval ela tinha trinta e oito anos era professora de português só lamento que fiquei só nas punhetas pensando nela e o máximo que
    ganhei dela foi uns beijinhos mais como prêmio de consolação perdi minha virgindade aos doze mesmo com uma tia minha ela tinha trinta e um anos na época mais eu queria mesmo era pegar a professora Iris ….

    • Saulo Batista

      Adorei seu conto, tem mais

  • Responder Simone Safada

    Vc acredita que só li o título e não li i resumo onde diz que era fictício, kkkk

  • Responder lau

    nao tem necessidade de falar q é ficticio, tira todo o tesao de ler.

    • Simone Safada

      Concordo, mesmo assim adorei, sei bem o que é ter um adolescente em casa pirocudo, depois que li seu comentário é que vi que era fantasia, mas achei bem possível…

    • Adelio

      Oi Simone Safada, me escreva:
      [email protected]