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Férias na casa da Vovó 2

1746 palavras | 0 |3.43
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Após vestirmos o pijama, nossas primas nos chamou para brincarmos de baralho. Sentamos no chão da sala, fazendo uma rodinha e começamos a brincar. A Bruna, como só tinha 7 anos, não tinha muito modo, sentou com as pernas abertas, deixando sua calcinha verde-água à vista de todos. O Tales e a Bianca não se importaram. Olhei pra minha tia e minha vó, e elas também não ligaram pra forma como a Bruna se sentou. A Bianca, por ter 10 anos, preocupou-se em ficar com as pernas cruzadas como índio, mas com a saia abaixada.

Durante a partida, fomos mudando de posição quando nossos corpos doíam por ficar muito tempo no chão. Numa dessas mudanças, o Tales sentou com as pernas abertas, deixando seu pintinho aparecendo. Pensei em falar pra ele se cobrir, mas fiquei com medo de falar isso, e as meninas verem e lembrarem que estávamos sem cueca. Olhei pro rosto das duas e percebi que elas não tinham reparado. Então continuei jogando sem tocar no assunto. Só tomei o cuidado de olhar pra mim e ver se o meu pinto estava aparecendo também. Os shorts do pijama eram muito finos e curto. Era bem confortáveis, mas não permitia muita privacidade.

Depois foi a vez a Bianca mudar de posição. Ela dobrou o joelho, deixando uma perna levantada. Agora eu podia ver sua calcinha: era de algodão, branca com o desenho da Branca de Neve. Sua calcinha estava um pouco relaxada, então dava pra ver um pedacinho do lado esquerdo da sua perereca. Era uma fresta pequena da calcinha, mas dava pra ver uma parte bem branquinha, lisinha e gordinha de um dos seus lábios. Aquela visão me deu muito prazer, e meu pinto fincou duro instantaneamente. Ele devia ter uns 8 centímetros, mas como o pijama era muito fino, o short ficou espetado pra cima. Abaixei uma mão e encostei nele pra disfarçar. Acho que deu certo. Como fiquei muito tenso, ele amoleceu rápido. Mas a cada movimento da Bianca, a calcinha mexia um pouco, ora afastando, ora cobrindo sua perereca. Minha prima virou um pouco a perna de lado e foi minha melhor visão: consegui ver um pedacinho da rachinha que separava os dois lados da perereca. Meu pinto ficou mais duro do que nunca. Disfarcei o volume com a mão de novo, mas como a Bianca ficou naquela posição, eu não conseguia parar de olhar, e meu pinto não amolecia.

Para meu azar, minha tia falou:

– Crianças, está quase na hora de dormir. Vão escovar os dentes.

Juntamos as cartas e levantamos pra ir no banheiro. Meu pinto amoleceu um pouco, parou de apontar pra cima, mas como estava um pouco duro, ficou reto espetado pra frente. Levantamos pra ir pro banheiro, e meu short não me ajudou em nada. O volume era nítida. De pé, era mais difícil disfarçar.

Quando começamos a andar pro banheiro, minha avó me chama.

“Que droga, justo agora!” – pensei. Sem ter o que fazer, virei pra ela, com meu pinto apontando pra frente.

– Oi, vó?

– Tiago, venha cá, um pouquinho.

Andei até o sofá onde ela e minha tia estavam sentadas.

– O que tem no seu short? – pergunta minha avó apontando pro volume.

– Nada! – respondo morrendo de vergonha.

– Deixa a vovó dá uma olhada – disse enquanto coloca os dedos no elástico do short e puxa pra baixo.

O elástico puxa meu pinto pra baixo, e quando ele se soltar do short, meu pinto pula pra cima e para apontando pra minha vó e minha tia. Elas se assustam, e eu, super vermelho, morro de vergonha. Graças a Deus as crianças estavam no banheiro e não viram a cena.

– Por que seu pipiu está assim? – pergunta minha avó preocupada.

Sem saber o que falar, disse a primeira coisa que veio na minha cabeça:

– Uma formiga me picou quando estava brincando no chão.

– Tadinho, por que não me falou na hora?

– Fiquei com vergonha de falar.

– Onde ela picou?

Minha vergonha só aumenta. Pra acabar logo com aquilo, apontei num local no meio do meu pinto.

Então para meu desespero, minha avó pega no meu pinto, vira-o de lado e olha de pertinho pra onde eu havia apontado.

– Não vi nenhuma bolinha da picada. Olha se você enxerga – diz minha avó pra minha tia.

Minha tia pega no pinto e vira pro lado novamente. Fico morrendo de vergonha das duas olhando e manipulando meu órgão. Pra piorar, ele fica mais duro ainda.

– Também não vi, mas parece que inchou um pouco mais – conclui minha tia.

– É verdade, pega a minha pomada, vou passar pra não piorar.

Até soo frio ao ouvir isso. Minha tia busca a pomada e entrega à minha avó. Ela passa o creme no meu pinto e começa a massagear.

Sinto muita vergonha. Mas de repente começo a sentir um prazer que nunca sentira antes. É uma sensação muito forte e gostosa. O prazer vai aumentado, meu corpo chega a arrepiar. Fico um pouco ofegante. Até que o prazer chega ao máximo, chego a sentir calafrios, e meu pinto começa a palpitar. Minha avó o solta, mas ele continua pulando sozinho, não consigo segurar. O êxtase que senti vai diminuindo e a vergonha volta.

– Olhe, o peruzinho dele está voltando ao normal – diz minha tia.

– Graças a Deus – comemora minha avó – essa pomada é excelente, seu pipiu já está sarando.

– Já posso vestir o short?

Minha avó responde:

– É melhor você dormir sem ele pra não tirar a pomada.

– Não quero ficar pelado na frente das meninas – disse quase chorando.

Então minha avó abre a mala e pega uma blusa mais compridinha.

– Essa blusa é grande, ela vai te cobrir.

Vesti a blusa esticando-a para baixo. Ela cobria meu bumbum e meu pinto. Mas se eu levantasse os braços, meu pinto ficaria de fora. Queria argumentar, mas percebi que seria inútil. Então estiquei a blusa pra baixo e decidi não me distrair. Ainda bem que já iria dormir mesmo.

As crianças voltam do banheiro. A Bianca vê meu short no chão e eu esticando a blusa pra baixo.

– O que aconteceu?

Minha avó inocentemente responde:

– Uma formiguinha picou o pipiu do Tiago, aí a vovó passou uma pomadinha.

As três crianças riram muito. Fiquei bem envergonhado. Saí com raiva e fui para o banheiro escovar os dentes. Quando voltei, todos estavam sentados no sofá vendo TV.

Minha avó mandou eu arrumar o colchão no chão com a ajuda da Bianca. Pegamos o colchão e o colocamos no chão. Eu tomando o máximo de cuidado pra blusa não levantar. Mas na hora de colocar o lençol, tivemos que nos ajoelhar, e a ponta do pinto apareceu por baixo da blusa. A Bianca viu e sorriu baixinho. Puxei a blusa pra me cobrir novamente.

Terminamos de arrumar a cama, e minha avó manda todas as crianças irem dormir. A Bianca pede pra terminar de assistir o programa.

– Esse programa termina muito tarde. Mas podem assistir só até a propaganda. Os meninos já podem se deitar no colchão pro sono ir chegando,enquanto assistem.

O Tales e eu obedecemos e nos deitamos. Ao deitar, minha blusa se levantou. Então a puxei pra baixo e fiquei segurando.

– Vó, me empresta um lençol pra gente cobrir? – pedi, mesmo estando muito calor, mas só pra esconder minha seminudez das pessoas.

– Cobrir?! Neste calorzão?! Você não pode estar com frio… Ih será que deu febre por causa da picada?!

Então minha avó se levantou do sofá e colocou a mão na minha testa.

– Não, está sem febre. Graças a Deus! Deixe a vovó ver se o pipiu melhorou.

Minha avó levanta minha blusa até acima do umbigo, deixando meu pinto à vista de todos. Vejo as meninas olhando e rindo. Pra piorar, minha avó pega meu pinto e vira-o pro outro lado pra ver se tinha algum inchaço. As meninas riem mais ainda.

Minha avó se levanta, sem voltar minha blusa pro lugar, e continua olhando, de pé, e comenta com minha tia:

– Parece que está melhor, né?

Estava doido pra abaixar a blusa e esconder meu pinto. As meninas não paravam de rir e ficar olhando. Mas não sabia se já podia tampar, porque minha avó e minha tia estavam examinando, mesmo a distancia.

– Sim, parece que a pomada está resolvendo – comenta minha tia.

Minha avó senta no sofá e volta a ver TV. Finalmente pude abaixar a blusa. Aos poucos, as meninas pararam de rir e voltaram a atenção à TV também.

Por fim o comercial chegou. E minha avó ordenou que fôssemos dormir. As meninas foram pro quarto. Minha avó e minha tia continuaram vendo TV. Mas deixaram o volume mais baixo e mandaram a gente não olhar pra TV pro sono chegar. Mas deixaram as luzes acesas. Meu irmão virou de lado e fechou os olhos. Ele estava com sono, não demorou a dormir. Eu estava sem sono, e só conseguia dormir de barriga pra cima. Então pra minha avó não me xingar por achar que eu estava vendo TV, fiquei deitado com os olhos fechados e barriga pra cima. Eu soltei a blusa, mas ela subiu até minha cintura. Então estiquei-a para baixo novamente e fiquei segurando.

Minha tia viu e xingou:

– Solte essa blusa, Tiago! Você vai acabar estragando ela.

Sem ter opção, soltei a blusa. Ela voltou pra minha cintura. Deixando meu pinto e saco de fora. Fiquei com vergonha de dormir assim, mas não tinha evitar. De olhos fechados, só podia ouvir elas alterarem momentos de conversa e silêncio quando prestavam atenção na TV. Também sentia uma leve brisa batendo no meu pinto, me lembrando constantemente que ele estava completamente visível pra elas verem. Por fim, adormeci.
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