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Comi a filhinha de 8 anos da minha prima

3684 palavras | 14 |4.68
Por

Adailton, 31 anos, levou a garotinha pras cachoeiras somente os dois, onde ficou peladão mostrando seu bilau pra menina e tirou a calcinha dela também

*********** Identidade Bourne é meu codinome **************
outra história de Adailton, 31 anos, noivo, cedendo a desejos proibidos
primeira historia:
https://contoseroticoscnn.com/2020/10/comi-a-irmazinha-dele-de-9-anos/

Meu nome é Adailton, vou contar o que aconteceu uns anos atrás, quando eu tinha 31 anos e estava noivo.
Depois daquela noite que comi Janaina, uma garotinha de uns 9 anos, eu comecei a ceder aos pensamentos sobre minha priminha de 8 anos, Michele, filha de minha prima Nadia, de 28 anos. Eu passei a comer minha noiva, Giovana, como um louco e ela mesma me perguntava que me havia acontecido. Giovana era muito linda, magrinha bem de curvas, se mantinha loira e sensual, mas depois que comi a garotinha eu só pensava em menininhas na hora de transar.
A filha da minha prima, Michele só vivia em casa. Meus pais praticamente criaram minha prima Nadia, filha da irmã mais nova de meu pai, pois minha tinha tinha se juntado com outro homem e ficava mais no sítio que na cidade. Quando eramos mais jovens, eu tinha 16 anos, Nadia tinha 13. Eu era louco pra comer ela, eu disse que um dia ela ia dar pra mim, mas descobri que meu irmão mais velho, Ademar, na época com 25 anos, já estava comendo ela fazia tempo. Mas Nadia engravidou de um namoradinho, meu pai como o responsável dela, não conseguia conter. E pra falar a verdade eu tenho certeza que meu pai também traçou ela, analisando detalhes que só um tempo depois fui perceber. Então Michele ficava em casa quando a mãe dela estava no sitio durante a semana. Meu irmão casou-se, e foi morar na cidade vizinha, tem duas crianças, mas quando ele vem visitar eu percebo todo o grude nele na Michele.

Michele era já muito curiosa, não era tímida como Janaína. Minha mãe não ligava muito pra ela, era meu pai quem ela obedecia. Minha mãe não ficava muito em casa, ou estava trabalhando com meu pai e comigo, eu estava pela vizinhança. Então Michele ficava comigo e meu pai, dois homens, eu com 31 anos e meu pai com 53 anos, muito enxuto. E eu também saía com minha noiva então meu pai acabava tendo que olhar a menina. Ela não dava trabalho, mas começou a crescer e se despertar pra certas coisas. Um dia eu dormi na rede só de shorts folgado, e como sempre quando durmo fico com ereção, acordei com ela apalpando meu negócio tentando entender como que aquilo estava tão grande, ela sentia com sua mão por cima do tecido e olhava curiosa na lateral do shorts. Ela viu que eu acordei e disfarçou, saiu de fininho.

Outra vez da janela no meu quarto, que era no piso de cima, vi ela em cima da garagem espionando meu pai tomar banho pela janela do banheiro, devia estar impressionada pois meu pai era caralhudo. Eu não quis que meu pai acabasse percebendo, então chamei pelo nome dela. Ela rapidamente saiu dali. Eu deixei várias vezes ela me ver de cueca, mas depois eu ficava me sentindo mal.  Ela sempre me rodeava esperando por uma chance,  eu sempre me controlando, mas depois que fiquei peladão com a pequena Janaína e comi ela, eu mudei de ideia e fiquei obcecado pra comer a pequena priminha Michele, com seus cabelos longos castanhos cheios e encaracolados, pele clara queimadinha do sol do interior, bundudinha coxas grossas e com o peitos já ganhando definição e volume. Eu adorava cinturinha dela com sua bundinha que só crescia, parecendo a mãe dela.

Eu passei a brincar mais com ela, deixar ela por a mão em mim me fazendo que nem sentia. Ela gostava da minha noiva, que gostava dela e dava atenção. Eu podia comer minha noiva em qualquer lugar e hora. Muitas vezes quando estavamos vendo filme na sala eu tirava meu pau pra fora pra minha noiva pegar. Comecei a fazer isso com Michele por perto, Giovana não resistia e me pegava e chupava rápido achando que Michele não percebia por estar escuro e cochilando no colchão no chão. Mas enquanto eu beijava Giovana, eu tirava meu pau pra fora e Michele acabava vendo. Assim, nas proximas noites,  Michele passou a se sentar do meu lado, quando Giovana não estava, então eu empinava minha cintura deixando meu pau fazer uma montanha no meu short  e ela ficava olhando, até que noutra noite ela já se encostava e passou a se sentar no meu colo logo quando via que meus pais não estavam perto, eu fingia que era tudo natural. Er virou um grude. Mas eu queria mesmo é me exibir todo pra ela e tirar o cabaço então tive que planejar algo.

– Pai, hoje é almoço na tia da Giovana, ela me pediu pra levar Michele. – eu disse ao meu pai depois de me levantar cedo nesse domingo.
– Leva ela, Nadia deixou pra vir amanhã a noite mesmo, por causa do curso dela. – respondeu se preparando pra ir abrir o mercado.
Michele desceu de seu quarto pro café da manhã ainda esfregando seus olhos em sua camisolinha.
– Você vai com seu primo passar o dia fora tá! – disse meu pai.
– Na Giovana??? Oba!

Depois que meu pai saiu, chamei Michele pro canto, só entre nós dois. Minha mãe ainda dormia e eu queria sair antes de ela se levantar.
– Então… que tal a gente fazer algo legal hoje? Lembra daquela cachoeira que você gostava de ir?
Ela ficou faceira, eu disse pra ela fingir que estava com dor de barriga assim a gente ia embora mais cedo e passaria nessa cachoeira pra tomar banho, estava um calor mas com tempo de chuva, era perfeito, pois estaria deserta.

Depois de prontos fomos de caminhonete pegar Giovana e ir para sua tia. E logo depois de almoçarmos expliquei que tinha que levar Michele de volta porque sentia dores de barriga. Saímos só nós dois na caminhonete, um tempo fechado, peguei a estrada pra cachoeira chovia e parava. Coloquei musica, tirei minha camisa, afrouxei minha bermuda, abri uma lata de cerveja e fiquei bem indecente com Michele do meu lado se divertindo com a música. Eu pegava no meu pau e sentia ele crescer, eu estava sem cueca. Soltei o botão e desci um pouco o ziper pra mostrar meus pelos e a base do meu penis. Ela conversava comigo coisas pra ficar me olhando.

– Tomei tanta cerveja, preciso mijar! – eu disse encostando a caminhonete. – Vamos mijar! – eu chamei, ela achou estranho mais veio comigo.

Não havia sinal de ninguém por perto, um tempo carregado com algumas gotas e garoas. Soltei minha bermuda mostrando todo meu pau e bola com ela do meu lado, e comecei a mijar. Tirei umas moedas do bolso e as joguei no chão logo mais a frente.
– Michele, pega as moedas alí, derrubei tudo!!! – disse eu soltando meu jato de mijo.
Ela correu pra pra frente perto do jato de mijo pra pegar as moedas, quando ela agachou eu virei meu jato de mijo tudo pra cima dela, na cara, nos cabelos, no seu vestidinho e ela tentou levantar rápido mas se desequilibrou com meu mijo na cara dela e caiu sentada, e logo se levantou gritando comigo enquanto eu ria ainda mijando.
– Olha o que você fez!!! – gritou zangada, – To toda molhada!!! Você fez xixi em mim, primo!!! – gritava tentando tirar seu cabelo do rosto, enquanto eu dava gargalhadas.
– Vai ter que tirar essa roupa e jogar na carroceria! – eu disse subindo minha bermuda.
Ela pegou sua mochilinha, procurando pelo seu maiô, que eu havia tirado e deixado em casa de propósito.
– Não to achando meu maiô rosa, primo!!! cadê!!!
– Vixi, priminha, ficou em casa! Fica só de calcinha mesmo, já estamos chegando lá!

Fui dirigindo com ela só e calcinha molhada do meu lado, meu pau cresceu dentro da bermuda enquanto eu segurava meu cigarro na janela, deu um jeito de tirar minha bermuda aos poucos. Os vidros estavam molhados por uma chuva rápida. Michele ficou agitada me olhando peladão e escondendo seus peitinhos.
– Não vamos contar nada disso hein!
– Claro que não né!! Não sou boba!
– Você já tem peitinhos de mulher hein! Já vi! Haha
– Eu tenho vergonha, pára! – disse ela cobrindo com as mãos.
– Tem que ter vergonha comigo não. Você ta vendo meu bilau! Eu não tenho vergonha de você! Vou ficar peladão!
– Mas agora sem meu maiô!
– Só estaremos você e eu, pode ficar sem nada também!
– Tá mas eu acho que vou ficar com vergonha!

Parei a caminhonete e descemos a pé com as mochilas, eu segurando ela na mão, meu pau gordo peludo balançando e ela dando olhadas,  até que chegamos  a uma parte dessas cachoeiras onde ninguem ia muito, e com tempo de chuva, não havia sinal nem carro nem ninguém, do jeito que eu esperava. Soltei as coisas no chão, preparei nosso canto na beira d’água atrás de umas rochas, abri uma cerveja e fiquei em pé peladão com meu pauzão vendo a curiosidade da menina relação ao corpo de um homem . Eu fingi naturalidade pois ela ainda estava tímida. Ela foi mais à frente e pisava na água, me olhava de cima embaixo. Eu tirei meu boné e fui pra água, meu pau balançava Até ficar coladinho nela.
Entramos a água ficar na altura da barriga dela, com meu pau duro e visível pouco abaixo dágua, chamei atenção dela para ver uns peixinhos, ela parada de frente pra mim, olhando pra água onde estava meu pau durasso, deixei a cabeça dele tocar na pele dela, e deu uns pulsos. Ela riu tapando a boca.
– Vem comigo mais pro fundo! – peguei ela no colo.
Fui com ela perto de uma rocha, onde a agua caia sobre nós. Assim passei maior parte do tempo, com ela grudada no meu corpo, meu pau já tocava nela como se fosse um braço meu, até que eu puxei e tirei a calcinha dela e pus na pedra. Ela nem reclamou. Nas brincadeiras aos poucos fui tocando nela, em sua vagina, peitinhos, e ela gostava. Seus mamilos rígidos roçavam nos pelos do meu peito. Meu pau já estava entre as nádegas dela rego por debaixo dágua. Ela me abraçava fortemente e roçava discretamente sua bucetinha no meu abdomem, devia estar gostando do atrito do meus pelos grosso na xaninha dela, estava tudo uma delícia.
– Se eu te soltar, a correnteza vai te levar! – eu dizia ameaçando na brincadeira.
Tentei soltar mas ela grudou forte rindo dizendo pra não soltar. Eu ajeitei minha rola pra cima, entre meu abdomen e a xaninha dela, senti a fenda dela se abrindo na pressão do corpo do meu penis. Ela estava excitada, mas eu ainda agia naturalmente e falava de outras coisas, adoro deixar elas com vontade.
Sai da água com ela grudada no meu pescoço, soltei ela no chão e ela viu meu penis totalmente ereto, nada comentou. Eu comecei a me punhetar lentamente.
– Agora me deu vontade do carinho Giovana!
Ela peladinha me olhava arrepiada.
– No seu bilau, Igual no sofá ? – ela disse rindo de mim.
Eu disse sim com a cabeça, me encostando nela por trás e puxei ela pra sentarmos no chão de frente um pro outro de pernas abertas. Eu via a bucetinha dela inchada se abrindo, meu pau pulava.
– Por que que ele se mexe assim?
– Por causa da sua perereca!
Ela deu gargalhada olhando entre suas pernas.
– Ela também gosta, não sentindo tipo uma cosquinha la?
– Sim… as vezes me dá mas é feio né!
– Que nada lindinha, só não pode falar disso com estranhos! Agora você tá vendo como é um bilau de homem adulto!
– Gente! É muito grande primo!!! E cabeludo!!! Dá medo!
– Olha meu saco como é grande! – eu disse pondo a mão por baixo das minhas bolas, ela baixou um pouco a cabeça pra olhar.
– Vem aqui ver, pode pegar, para de ser boba!
– Tá! – ela se sentou entre minhas coxas e pegou nas minhas bolas, que delícia.

Soltei um suspiro forte.
– Dói!???
– Não não, é gostoso! Continua!
Fiz ela pegar em todo meu penis, enquanto eu explicava tudo pra ela.
– Põe seu bracinho e seu pulso do lado dele! Viu? Comparou? Quase do tamanho do seu bracinho, a grossura parece a mesma!
Depois pedi pra ela abrir sua xaninha, expliquei que ia nascer pelos logo e por alí que o bilau do homem vai entrar e que vai ser gostoso.

– MAs como que entra, não tá vendo que é grande e minha perereca é pequenininha!
– Sua vagina já estica igual de mulher adulta!
– Então entra???
– Sim, mas tem que ser com alguém que você confia, pra fazer devagar e com carinho e ela se abre toda! Foi assim que fiz com uma menininha da sua idade, ela adorou e quer mais!
– Verdade primo??? Não doeu?
– Não!
– Deixa eu dar um beijinho dela pra você ver como é gostoso!
Ela abriu as pernas, eu levantei o quadril dela e botei minha boca, fui devagar e fiquei chupando ela por alguns minutos vendo ela rir e se retorcer depois de prazer, até gemer.
– Que gostoso, primo!!! Faz mais, vai???
– Só se você também fazer assim no meu bilau! Chupar ele!!
– Tá, mas você me explica então!
Eu abri minhas pernas deixando meu pau  livre pro ar, ela se baixou de lado. Então eu conduzi puxando sua cabeça e fazendo meu pau entrar o máximo que pude, e soltei pra ela respirar.
– Ai primo! Não consigo, não dá pra entrar assim!!!
– Dá sim boba! Abre bem a guela, deixa eu colocar! Meu bilau nem é tão grande assim,
Eu coloquei e tirei, fiquei assim várias vezes, rindo da cara dela quando se engasgava. Judiei um pouco dela, tirando muito sarro.
– Como você é mole Michele! Toda menina consegue! Eu já fiz numa com sua mesma idade!
– Quem??? – disse com tom de ciúmes.
– Segredo meu! Agora deixa eu por meu bilau na sua perereca pra você ver como é bom!
– Mas se alguém chegar???
– Ninguém vai chegar agora, tá pra chover!
– Tenho medo!
– Sou seu primão, bobinha! Te vi crescer. Eu sei como fazer, senão outro vai te machucar! Fica em pé em vai agachando no meu bilau, faz de conta que você vai montar em mim como num cavalo!
Agora eu vi o quanto ela era safadinha, veio de frente com sua buceta já suculenta inchada pra receber um pauzão de homem adulto. Tirei da mochila um lubrificante íntimo e expliquei pra que servia. A medida que ela baixava sua buceta expandia, até que encontrou a cabeça da minha rola, esfreguei bastante no grelinho dela deixando ela doidinha, ela desceu mais um pouco, e mais um pouco até que deu um pulo pra cima.
– Ai, ai, ai….ilto!!! Doeu!!! Isso dói!!!
– Ah Michele, não acredito que você seja tão mole assim! Depois não vai reclamar se suas amigas te chamarem de beata, careta, crente, cabaço…
– O que é isso?
– É quando uma menina tem medo de homem, cabeço, virgenzinha medrosa! – eu disse me levantando meio irritado.
– Vamos embora então!
– Não primo!!!
– Eu quis te ajudar e você fica com frescura!
– Eu quero sim, primo!!! não sou mole não!
– Quer nada, vamo embora pra você ficar lá brincando de boneca!
– Adailton… peraí!!! Vamos ficar mais!!! Eu quero, eu quero – disse ela me puxando pela mão.
– Tá bom hein menina! Mas tem que fazer como eu digo! Porque eu sei!
– Tá
– Meu bilau foi rejeitado! Agora você precisa ficar de joelhos e chupar bastante ele com gosto, pra ele querer sua perereca de novo!

A safadinha ficou de joelhos, segurou meu pau com as duas mãos e me chupava olhando pra mim, fiz ela mamar bastante, babar bem.
– Abre sua boca bem aberta agora pra eu colocar meus ovo!
Empurrei minhas bolas pra dentro da boca dela, mas quando um entrava, outro saltava pra fora. Mandei ela chupar meu saco e lamber entre os pelos da minha virilha, ensinei a ela a tocar sua propria buceta, assim ela não parava mais. Catei ela no colo e dedilhei até ela gritar de desespero. Depois larguei ela no chão e saí andando deixando ela pra trás.
– Aonde você vai… volta primo!!! – ela correu e grudou na minha mão.
– Ah é! então senta aí na grama e abre as pernas!
– Vai beijar minha perereca de novo? – perguntou toda animada.
– Não se mexe hein, senão paro tudo! – eu disse em pé mirando minha rola pra bucetinha dela.
Comecei um jato de mijo que esguichando entre suas pernas na sua buceta. Ela se segurou pra não fugir, e tensionou seu corpo, tentando não reclamar. Então subi o jato em mijei em todo seu corpinho até em seu rosto seus cabelos, ela fechou seus olhos bem apertado.
– Agora te batizei, é minha, pra receber meu bilau. Vai pra água se enxaguar!
Assim ela foi, eu voltei e sentei-me no canto que havia forrado, onde estavam nossas coisas, fiquei punhetando vendo ela voltar da água, ela ficou na posição para se agachar. Assim fui tentando, mais de uma hora, ela chorou, eu quis parar, mas depois ela mudava de ideia, até que com muita insistencia meu pau rompeu o himem dela, ela se desesperou como viu sangue, eu a acalmei e expliquei, ao entender que ela era agora igual uma mulher, e o pior já passou, ela ficou calma. E na conversa fui puxando ela de volta pra sentar no pau.
– Olha pra mim Michele, olha pro meu rosto! Vou beijar você como na novela tá!
Eu lasquei minha lingua na boquinha dela, no começou ela ficou meio travada mas depois passou a gostar do beijo, com meu pau já com a metade dentro da buceta dela, era quentinho e apertadinho, meu pau latejava dentro. Eu travei minhas mãos na nuca dela, ela gemia na minha boca e eu a forçava pra baixo. Tive que dar outro intervalo, desta vez eu sendo mais carinhoso com ela.
– Que menina esperta você é! Tenho orgulho, muito corajosa! – eu a abraçei deixando-a descansar sobre mim.
Mas depois de ficar quietinha ela começa a se roçar em mim.
– Olha pra sua perereca como ela tá grande é bonita! – eu disse levantando ela.
– Agora vamos brincar de papai e mamãe tá! Eu sou o papai que deixa em cima de você. Você só deita de costas e abre as pernas!
Ela obedeceu e vi sua buceta brilhar pra mim. Eu deitei sobre ela, chupando suas orelhinhas, seu peitinho, e fui curvando meu corpo pro meu pau entrar na xana dela. Enfiei até onde pude, pouco mais da metade, e fiquei assim no vai e vem, metendo naquela menininha.
– Não se segura não lindinha, pode gemer, chorar se quiser, é gostoso! Se quiser me xingar me xinga, me arranha nas costas! Por que agora sou teu macho e to te comendo gostoso até eu gozar meu leite pra te mostrar como é! Vou te mostrar o que é gozar e ter orgasmos tá!
De repente entre seus gemidos ela começou a gritar:
– Tenho que fazer xixi, tenho que fazer xixi!!
– Não é xixi sua boba, é vontade de gozar, fica quietinha pra você ver, não se segura!
Eu acelerei na bombada, metendo até onde dava sem machucar ela, só a grossura do meu pau já estava arregaçando aquela xaninha infantil. Senti ela ter espasmos cravando suas unhas nas minhas costas, a safadinha tava gozando. Tirei minha rola e por cima dela mirei em seu rostinho.
– Abre a boca Michele, vamo!
Tentei gozar sua boca dela, mas maior parte foi pra fora em seu rosto! Ela com nojo começou a cuspir reclamando do gosto, mandei ela pra água se limpar. Voltou andando meio dolorida. Eu tirei um sarro, dizendo que era mole nem aguenta um homem, ficamos pelados, ela sentada entre minhas coxas, nos tocando com intimidade. Precisava preparar pra comer o cuzinho dela, mas eu nem sabia se isso seria possível. Comi o cu da minha noiva duas vezes, mas ela não aguentava por muito tempo! Eu tinha que pesquisar como fazer isso em menininhas!

– Tá ardendo ainda!!
– Vai ficar dolorida, mas depois sara e não doi mais! E se você for boazinha e guardar segredo, talvez eu tenha uma amiguinha pra você! Daí podemos brincar de papai e mamãe nós três! Ela é meio bobinha e você como mais inteligente pode ser a mamãe e mandar nela!
– Simmmm e você vai ser o papai né???
– Sim, sim, mas vou ser brabo se ela não obedecer!
– Que dia primo????
– Vai ser surpresa! Bebi muita cerveja, agora vamo alí pra eu dar um mijão pra gente ir embora!

® Identidade Bourne

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14 Comentários

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  • Responder Roberto Santos

    Dessa idade pra frente já aguenta e gosta!

  • Responder Anônimo

    Pensei que só eu batizo minhas putinhas mijando nelas. Não vou negar que curto dominar elas e tranformalas em cadelinhas submissas e engraçado ver elas confusas com os seus sentimentos deixo elas bem loucas maltrato um pouco e depois carinho depois repito até elas virarem verdadeiras escravas

  • Responder Jhon Nunes

    Oii manda o link certinho no meu email

  • Responder Xavier

    Que delícia ficar num mato com uma guria assim!

  • Responder gaucho de sarandi

    adorei, espero q um dia vc faça um livro com seusmaravilhosos contos, serei o primeiro a comprar

  • Responder Papai

    Se você e papai incestuoso ou mamãe incestuosa
    Deixe seu contato vamos conversar mais sobre o assunto, também sou praticante..

    • Papai Tarado

      Como faz pra ter seu ctt ?

    • Iosmar

      Sim sou praticante, comecei com minha enteada desde os 11e agora minha filha 4 já com penetração total

    • Menina tarada

      Iosmar tem tele?

  • Responder Preza

    Conta a do português agora hahahaha

    • Carlos

      Faz mais com crianças do sexo masculino sedentos por piconas. Amo seus contos.

    • Paulo

      Deu para ver que vc não frequenta mto esse site aqui, esse é um dos melhores escritores do site, são contos fictícios, ninguém disse que é real, entra no nick dele e vera vários contos, e contos bons

    • Paulo

      Vc ainda é novo aqui preza, mais vai aprende a gostar daqui.

    • Identidade Bourne

      Carlos, vou fazer sim!
      Paulo, valeu fera!