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Ana Maria & Silvana, Brincadeiras e desejos – 1

1316 palavras | 5 |4.09
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📌 Recordar é reviver e recordo de como tudo foi diferente naquela viagem que mudou completamente minha visão de viver…

📃 “A nossa vida é toda ela feita de acasos. Mas é o que em nós há de necessário que lhes há de dar um sentido.”
(Vergílio Ferreira)

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1. Recordar é certeza de ter vivido

📝 Parece que foi ontem e não há quase oito anos que começou a acontecer tudo e, esse tudo, começou de uma simples brincadeira que acendeu uma chama perversa dentro de mim. Lembro muito bem aquela sexta-feira, dezenove de junho de mil novecentos e oitenta e oito no apartamento de Mauro, meu irmão…

📅 19 de junho de 1988, domingo – Fortaleza (Apartamento de Osmarina)
✔ (Era o ano de 1998, naquele ano meu irmão teve um infarto e, como eu tinha férias acumuladas e somos muito ligados, ele é mais velho que eu apenas um ano e nove dias. Peguei o primeiro voou para Fortaleza, Silvana minha filha caçula também foi comigo.
Meu irmão era casado e tinha uma filha chamada Ana Maria três meses mais velha que minha Silvana. Dois dias depois ele foi transferido para o Hospital das Clínicas, em São Paulo e Osmarina, minha cunhada, o acompanhou e fiquei em seu apartamento cuidando das coisas de Mauro e de sua filha.)


— Tu não tem vergonha dele não? – Aninha perguntou.
Parei na porta entreaberta, eu ia dar o beijo de boa noite nas duas.
— Eu não! – Silvana respondeu – Ele é meu pai…, tu tem vergonha do titio?
— Vergonha, vergonha não… – respondeu – Mas ele não gosta de eu ficar assim pelada…
— E o que é que tem, tu não é filha dele? – Silvana retrucou – Lá em casa a gente não tem essa frescura não…
E era a pura verdade, nunca privamos as garotas de ficarem a vontade e era muito normal nos trocarmos na frente delas.
— O papai ia ter um troço se te visse andando pelada pela casa… – Ana sorriu – Já a mamãe não fresca com essas coisas…
— A gente vê eles pelados… – Silvana sentou na cama – A gente troca de roupa na frente deles e eles da gente…
Sorri da inocência da conversa das duas e já ia entrar quando Ana fez a pergunta.
— E o piru do tio é muito grande?
Parei segurando a maçaneta da porta e esperei a resposta.
— Quando tá mole é desse tamaninho, mas quando fica duro é assim, ó? –
imaginei minha filha mostrando o tamanho.
— E tu já viu ele duro? – Ana despertou a curiosidade.
— Ora se já! – ouvi barulho de se mexerem no colchão – A gente já viu até ele metendo na mamãe?
Senti um baque, não sabia que elas já tinham nos visto transando pois sempre tivemos cuidado de fechar a porta do quarto.
— Puxa! – Ana ficou assanhada – E ele meteu dentro da periquita dela?
— Tudinho…, meteu tudinho e ficou metendo e tirando…
— E eles deixam tu olhar eles fazendo?
— Não?! – Silvana se apressou em responder – Tu é doida? A gente viu pelo buraco da porta… A mamãe tava de perna aberta e ele lambia a periquita dela…
— Deixa de nojeira… – Ana deve ter feito uma cara de asco – Ele tava lambendo como?
— Assim ó… – ficaram em silêncio, Silvana devia estar mostrando como é que o pai chupou a buceta da mãe.
— Isso é nojento!… – ouvi minha sobrinha fazendo sons que ia vomitar – A gente faz xixi pela priquita e as mulher adulta menstrua…
— É…, pode até ser meio nojento, mas a mamãe deve gostar como que… – voltei ouvir sons de farfalhar na cama – E ela também chupa o piru dele…
— Deixa de ser nojenta menina! – Ana deveria estar realmente enojada.
— Ora! Se eles gostam…
— E tu tinha coragem de… – parou, devia ter se arrependido daquela pergunta.
— De o que? – Silvana não deixava pra depois nada – Fala?
— É melhor a gente ir logo dormir senão o titio pode ouvir a gente…
— E o que é que tu ia dizer?
Ficaram em silêncio, na certa se encaravam e Ana devia estar com vergonha da prima.
— Tá bom! – resolveu por fim – Tu tinha coragem de lamber a piroca do titio?
— Acho que tinha… – ouvi risinhos nervosos – Deve ser bom pois a mamãe é que pediu…
— E…, e priquita?
Minha respiração estava descompassada só de ouvir aquele diálogo.
— Se eu falar uma coisa tu jura que não fala pra ninguém? – Silvana falou depois de algum tempo em silêncio.
Acurei o ouvido, ia ficar sabendo de um dos muitos segredos de Silvana.
— Juro! – Ana respondeu – Juro pela felicidade de minha mãe…
Tornaram ficar mudas, minha respiração parecia um aluvião desordenado, sentia as pernas bambas e minhas mãos estavam suadas.
— Olha lá?! – Silvana devia estar indecisa – Se tu falar pra alguém, mesmo pra titia, eu nunca mais falo contigo, viu?
Os minutos pareciam horas.
— Eu e a Silvinha… A gente…, a gente brinca de lamber a periquita da outra…
Aquilo explodiu como uma bomba dentro de minha cabeça, jamais imaginaria que minhas filhas já tivessem amadurecimento para aquele tipo de coisa.
— Brinca como? – Ana estava morrendo de curiosidade – Tu lambe a priquita dela?
— É… Eu lambo ela e elas me lambe…, é bom à beça… Dá uma cosquinha gostosa e a gente fica como se quisesse fazer xixi…
— E tem gosto de que?
Fechei os olhos imaginando de como seria aquela brincadeira entre as duas e de como as duas tinham aprendido.
— É bom…, no começo a gente ficou com nojo, mas depois, quando a gente viu que era bom, a gente nem liga mais e até o gostinho é gostoso…
— Porra! Eu nunca ia ter coragem de lamber tua priquita… – Ana sorriu baixinho – E como é que tu ficou sabendo disso?
— A gente viu nuns filmes que o papai levou pra casa… E aí a Carminha perguntou se eu tinha coragem de fazer aquilo, quer ver?
As duas calaram por alguns instantes até eu ouvir passos no quarto. Meu coração disparou, pensei que uma das duas estavam saindo e corri para o banheiro. Esperei uns momentos antes de sair e ver que a porta continuava na mesma posição que eu tinha deixado e minha curiosidade ficou aguçada, voltei a me aproximar da porta.
— Não!… – ouvi minha sobrinha reclamando.
— Deixa…, tu vai ver como é bom!
Deu vontade de entrar e parar aquilo, mas continuei colado à porta e ouvido atento ao que as duas falavam.
— Tá bom… – Ana aquiesceu – Mas eu não vou lamber a tua, viu?
Foi aí que me dei conta do que estava se passando e empurrei a porta um pouquinho mais para poder ver o que Silvana estava fazendo e meu coração disparou com aquela cena. Ana estava deitada de pernas abertas e Silvana lambia a xoxotinha da prima.
— Ui! – Ana reclamou em um gemido forte – É…, é bom mesmo… Isso Silvana…, assim… Ui!… Tá…, tá dando vontade de…
Aninha se mexia na cama como se estivesse sendo marcada com fogo e Silvana, com a bundinha arrebitada lambia a xoxotinha da prima e esfregava, com o dedinho riste, a própria vagina…
Fiquei olhando estarrecido minha filha chupando a bucetinha da minha sobrinha que se contorcia na cama. Não entrei no quarto, fiquei olhando, só olhando as duas antes de ir deitar. Não ia adiantar nada fazer uma cena ali, teria que conversar com Silvana com calma…

📃 Mauro faleceu dois anos depois de outro enfarto

📜 O que acontecerá no próximo episódio… 📜

João leva Ana Maria para a festinha de São João do colégio onde conhecem Claudete melhor amiga da sobrinha que, com sua mãe de Olga, convidam João e Silvana para passarem o final de semana em sua casa de praia… No dia seguinte, ainda com a imagem da filha e da sobrinha brincando na cama, João toma banho com a filha que faz um pedido inusitado… João se assusta quando Silvana chupa seu pau…

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5 Comentários

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  • Responder Neto

    Pena que este foi parte 1 e não tem continuação!

  • Responder Shyjo

    Em tempo. Eu já tinha lido o texto anteriormente.

  • Responder Shyjo

    Um texto literário, impecável no Português e na Redação, contendo um conto erótico muito tesudo. Um autor que tem um talento peculiar. Nota 10

  • Responder Érika e Lavínia

    Isso acontece mais do que se possa imaginar quando duas meninas estão brincando sozinhas. Fui muito chupada e chupava minha irmãzinha. E quando a gente descobriu num banho como era gostoso dar dedada uma na outra? Daria um conto se dissesse tudo que a gente fazia.

    • Danado

      Poderia da mais detalhes disso.. telegram ou email?