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Primeira vez com o Coroinha

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Ainda na adolescência eu percebi que não tinha vocação para ser padre, porém rolava tanta putaria no seminário que eu resolvi ficar e me ordenar, já pensando logo em tudo que eu poderia aproveitar com o respaldo social da profissão.

O conto a seguir é verídico e aconteceu quando fui transferido para uma cidade do interior, no nordeste. Tenho 40 anos, sou moreno, magro, bonito, uso óculos e tenho cara de quieto. Totalmente fora de qualquer suspeita.

Sempre assisti muitos vídeos e li alguns contos até que resolvi contar todas as minhas histórias aqui. Essa é especial, pois foi a primeira vez com coroinha.

Quando começaram as aulas do catecismo na comunidade, um menino me chamou atenção, justamente por ser quieto, calado. Ele tinha 10 anos e uma bundinha que chamava atenção de qualquer um. Seu nome era Paulo, (fictício), busquei me aproximar dele e conquistar sua confiança, falando manso, sempre fazendo carinho na sua cabeça. Paulo sempre se despedia me dando um abraço apertado, inocente.

Logo convidei o Paulinho para ser coroinha, me ajudar limpando a igreja, organizando as coisas pra missa, e assim fomos criando uma amizade cada vez maior, e eu sempre com segundas intenções, porém indo com calma. Paulinho era gordinho, parrudo, o que fazia com que sua bunda fosse grande e ficasse bem apertadinha nos seus shortinhos de criança. Toda vez que ele se abaixava e ficava de quatro limpando o chão, ou acendendo vela, meu pau ficava duro por baixo da batina.

O tempo foi passando e eu havia conquistado a amizade de Paulinho, o garoto confiava em mim, contava sobre os maus tratos que passava em casa com o pai violento, bêbado. Por isso, preferia ficar mais na sacristia do que em casa. Um dia Paulinho estava arrumando as coisas igreja e eu disse a ele que ia tomar banho, que quando terminasse poderia ir pro meu quarto que iríamos estudar a bíblia juntos.

Deixei a porta do banheiro aberta de propósito, com a esperança que o menino tivesse alguma curiosidade em ver eu tomando banho. Não consegui aguentar e bati uma punheta só imaginando que ele pudesse me ver, gozei antes dele sequer chegar no quarto. Porém escutei um barulho e percebi que era ele, fingi que não estava acontecendo nada e continuei o banho normalmente, com o pau meia bomba. Meu pau é grande 24cm, mas é fino, ideal pra meter num cuzinho apertadinho de criança, sem arrombar as preguinhas.

Paulinho ficou calado ao entrar, não avisou nada, então eu soube que ele estava me observando em silêncio e resolvi me exibir. Peguei minha rola e fiquei passando o sabonete, vindo e voltando, meu pau ficou duro e eu aproveitei pra virar de lado e ter certeza que o menino estava vendo, passei a lavar as bolas com calma, fiquei imaginando o que o garoto estava sentindo ao me ver com o pauzão duro no chuveiro. Resolvi sair, desliguei o chuveiro e ouvi o garoto saindo do quarto.

Vesti a toalha e fui ver o que havia acontecido. Paulinho fingia estar saindo naquele instante da sacristia, porém estava vermelho e ofegando, perguntei o que havia acontecido. Ele disse que nada, chamei pra entrar.

Já no meu quarto, o garoto extremamente tímido estava vermelho, o que o denunciava. Eu resolvi acalmar ele conversando amenidades, quando ele se acalmou eu resolvi me exibir novamente, agora com a certeza que ele ia me ver. Tirei a toalha e comecei a me enxugar, passava a toalha pelo meu pau diversas vezes. Olhando pra Paulinho perguntei se ele já havia visto um pau como o meu, o que ele respondeu que não, e que não imaginava que ficava assim tão grande. Eu disse pra ele ter paciência que quando ele crescesse iria ficar daquele tamanho também.

Nesse momento Paulinho confessou que tinha me espiado tomar banho e que começou a sentir “umas coisas no pintinho”, só que tinha ficado com vergonha. Eu disse que era normal, aproveitei pra mostrar minha rola mais de perto pra ele.

“Olha filho, o seu pintinho ficou duro desse jeito? É normal que homens fiquem assim.” Meu pau estava completamente ereto, pulsando de tesão, babando por aquele menino que parecia bastante interessado naquilo tudo. Pedi pro Paulinho ficar nu também e me mostrar o pauzinho dele, o fez prontamente. Era pequeno, de criança, mas estava durinho e saindo uma aguinha. Sentei ele na cama e disse que ia ver mais de perto, caí de boca e fiquei chupando de levinho escutando os gemidos dele. Não aguentei e bati uma punheta bem gostosa enquanto chupava aquela rolinha de criança imaginando tudo que aconteceria naquela noite, quando estava perto de gozar parei. Perguntei se ele tinha gostado do meu carinho e ele disse que sim, mandei fazer o mesmo comigo.
Como meu pau é fino, não teve muita dificuldade pra entrar na sua boquinha de neném, mas ele não conseguiu enfiar todo na boca, fui colocando o que dava bem devagar e falando “chupa igual um pirulito meu neném, chupa gostosinho Paulinho, chupa até sair um leitinho bem quentinho pra você beber” era uma maravilha aquela situação, eu tava delirando de prazer, enfiei um pouco mais forte meu pau naquela boquinha, ele fez barulho de engasgo e eu não aguentei e explodi meu gozo na boca dele, que engoliu tudo. Paulinho tinha um talento natural pra boquete, uma verdadeira putinha.

Eu peguei ele no colo e dei um beijo na sua boca pra sentir o gosto da minha porra, perguntei se tinha ela tinha gostado, disse que sim. Avisei que era pra ser um segredo entre nós dois, senão Deus ia me castigar e levar pra longe dele. Ele disse que não queria isso e não ia contar pra ninguém. E assim foi o início de uma longa história com Paulinho, meu anjinho.

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6 Comentários

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  • Responder Adrian Oliv

    Já me relacionei com um padre do RJ quando tinha 9 anos. Ele sempre mostrava o pau pra mim no msn, e eu a bandinha. Sabia que era padre por conta do ambiente que a webcam dele estava. Inclusive ele me contou uma vez que era padre. Ele batia punheta e gozava muito falando que queria me iniciar.

    • Ben

      30 anos atrás fui iniciado por um padre, eu era um garoto magrinho, pequeno, branco de olhos verdes. Tinha 7 anos. De família religiosa cresci na igreja e comecei cedo a frequentar a casa dele. Uma vez me confessando ele ergueu a batina e falou que era pra ser um segredo se confissão. Falou pra pegar no pau dele, que não era grande acho que tinha uns 14 cm, peludo e com um saco grande. Era um senhor de 72 anos se não me falha a memória. E então ele mandou eu chupar, e enquanto isso abaixou meu shorts e foi me dedando, aquele dedo grosso entrando doía um pouco mas foi gostoso. Ele tava revirando os olhos e falando que eu era um bom garoto até que gozou fartamente na minha boca, eu assustado não entendi no que aconteceu parei de chupar e espirrou no meu rosto e ele falou que não podia desperdiçar porque era sagrado e passava a mão e me dava pra lamber. Depois me limpou, pediu segredo e falou que iria continuar no dia seguinte. A partir daí foi só melhorando…

  • Responder foca

    que delicia queria um padreco desse

  • Responder girino

    Pica de 24cm? Vai tomar no cú escroto do carai

    • RC putao

      Sim meu amigo 24cm.. existe, sabia não?
      Tesao de conto…

    • JC&M

      Parei de ler nos 24 cm
      Esses exageros acabam vom a historia