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Primeira vez com o cara do Grindr

1035 palavras | 8 |4.00
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Meu nome é Luís, tenho 15 anos e pela primeira vez decidi baixar o Grindr. Já fazem algumas semanas que não tenho conseguido conter meu tesão, o que resultou em me masturbar todos os dias do mês. Mas nada era capaz de suprir o prazer da penetração que queria tanto sentir pela primeira vez, como tanto via nos vídeos pornôs. Foi então que baixei, e rapidamente chamei muita atenção.
Um resumo sobre mim: Tenho 1,65 de altura e peso 50kg, sou bem magro em comparação aos outros garotos da minha idade, sou branco quase pálido e tenho meu cabelo tingido de um laranja-fogo. No meu perfil, fiz questão de deixar isso em evidência, mas sem mostrar meu rosto.
Das mais de 40 mensagens que recebi, uma me chamou a atenção: Carlos, de 36 anos, 1,80 de altura que parecia bem forte, ele era um pouco moreno e careca. Nós passamos um bom tempo conversando e trocando nudes, até migrarmos para o whatsapp e continuarmos trocando mensagens.
Ele falava explicitamente das transas que já teve e sobre como gostava de dominar o passivo na foda. Eu fiquei um pouco assustado, mas com tesão de imaginar ele me segurando e metendo com força. Foi então que ele me chamou para ir à casa dele e eu rapidamente aceitei, marcamos para um horário no dia seguinte em que eu conseguiria sair sem problemas e passamos a noite inteira falando sobre o que iriamos fazer.
No dia seguinte acordei as 8h, tomei café da manhã e escovei os dentes. Disse para minha mãe que iria dar uma caminhada e ela nem questionou. Vesti um shorts de esportes curto em cima da minha cueca mais apertada, uma camiseta leve, um tênis e uma mascara e saí em direção à casa dele, que ficava 15 minutos de distância da minha.
Chegando lá, mandei mensagem e ele abriu o portão bem rápido e me convidou para dentro, me levando até o sofá.
– Que bom que veio. – Ele disse, em pé. – Quer um pouco de água?
Eu disse que sim e ele pegou. Eu bebia enquanto o encarava, e ele respondia com um sorriso safado.
– Bonita sua casa. – Eu falei ao terminar de beber.
Ele se aproximou de mim e pegou o copo com uma mão, e segurou minhas bochechas com a outra.
– Bonito é você. – Ele disse, enquanto começava a colocar os dedos na minha boca. – Tu é virgem?
Eu acenei que sim, me segurando para não engasgar.
– Teu cuzinho tá preparado?
Eu concordei novamente. Ele tirou os dedos da minha boca e me tirou do sofá, me forçando com força para o chão. Carlos sentou no sofá, tirou a calça e abriu as pernas, revelando um pau escuro de uns 20 centímetros.
– Agora eu quero ver tu chupar tudinho.
Eu peguei o pênis na mão, um pouco desengonçado e levei à boca repetindo os movimentos e tirando da boca para não engasgar.
– Tá gostando, putinha? – Ele disse, dando tapas na minha cara. – Quinze aninhos e já tá chupando bem, aí sim.
Eu continuava a chupar e ele gemia bem alto. Continuei com o pau babando na minha boca por mais 3 minutos até ele gozar um jato forte na minha boca, que o fez empurrar minha cabeça e forçar o pau até o fim da minha garganta. Tossi bastante mas não vomitei, seu esperma saía da minha boca pingando junto com a saliva enquanto ele ria do meu rosto todo babado.
– Que delícia, hein bebê. – Ele passou o dedo na porra ao redor dos meus lábios e me deu um beijo bem molhado. – Vem aqui comigo.
Ele levantou e puxou minha mão, me levando para um quarto grande com uma cama de casal no centro. Ele começou a me beijar bem forte e tirou minha roupa.
– Deita aí e espera. – Ele saiu e fechou a porta.
Fiquei ansioso por 5 minutos até ele voltar. Estava deitado pelado na cama e ele entrou também nu com pressa, fechando a porta.
– Vem cá, bebê.
Ele veio em minha direção e virou meu corpo de barriga para baixo. Meu cuzinho rosa piscava enquanto ele colocava a língua com verocidade, como se estivesse a meses sem comer. Ele intercalava a língua com os dedos e eu gemia baixinho. Um minuto ele parou e se levantou, colocou uma camisinha e espalhou lubrificante por ela e pelo meu buraquinho.
– Respira baixinho, eu vou começar devagar. – Ele dizia enquanto a cabeça do pau atravessava meu cuzinho e eu não pude evitar de gritar de dor. – Calma, calma, eu tô indo devagar.
Lágrimas caiam do meu rosto e ele as limpava com a mão, e aos poucos a dor foi suavizando, e seu pau só gerava mais prazer. Eu gemia bem alto conforme suas estocadas ficavam mais fortes e ele segurava minha boca com força enquanto gemia na minha orelha.
– Tu já é um viadinho gostoso hein? – Ele sussurrava na minha orelha. – Imagina papai e mamãe vendo isso. Cê ia apanhar gostoso, né? – Ele deu tapas fortes na minha bunda e no meu corpo, deixando as marcas bem visiveis.
Suas estocadas ficavam mais fortes e eu já nem sentia a dor. 3 minutos depois ele gozou fora outro jato enorme, que eu senti escorrendo das minhas costas para a bunda e aos pés e eu nem reparei que já havia gozado faz minutos.
Nos deitamos na cama e ficamos nos beijando. Ele então vestiu a roupa e eu vesti a minha e nos despedimos, combinando de marcar outras vezes. Saí da casa dele e cheguei a minha mancando, dizendo pra minha mãe que não tinha alongado e por isso estava com dor.
Tomei um banho, me limpando profundamente e coloquei uma roupa que escondia as marcas. A tarde inteira, passei pensando em Carlos e quando seria a próxima vez.

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8 Comentários

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  • Responder roi

    nss… tb tenho 15 mas sou atv kk

  • Responder Biel

    Sou bí, sou novinho, sou bem safado, bem mesmo kkkkk, se tiver algum Dom de Uberlândia chama lá no telegram @Biell2001

  • Responder Felipe

    Adoraria fuder vc TB mlkao

  • Responder Pirocudo

    Deixa seu contato pra conversarmos melhor.

  • Responder Aa

    De onde vc é? Telegram @patofeio

  • Responder Anonimo

    Tem telegram?

    • Saulo Batista

      Muito bom, esperando a continuação

  • Responder Gil

    Delicia se conto quero te conhecer