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Meu Patrão Comeu Minha Filha

4978 palavras | 12 |4.86
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Fui convidado pra comemorar a eleição do meu patrão e quem comemorou fui eu.

Olá caros leitores, este é meu primeiro conto e espero trazer um pouco de diversão pra vcs por que eu tive muita. Me chamo Henrique, sou médico veterinário e trabalho numa fazenda perto da cidade Dourados MS e tenho 33a. Sou separado hoje e tenho dois filhos, Daniel 10a inteligente, estudioso, ciumento e relação a irmã dele e Denise 13a uma loirinha linda parecida com a mãe, olhos azuis, um rostinho de boneca e um corpinho bem desenvolvido pra sua idade e sem falar que tem uma bundinha empinada e que se tornou uma verdadeira puta. A mãe dela já havia me dito algo sobre o comportamento dela, mas é coisa da idade, achava eu. Os fatos ocorreram no dia em que o patrão da fazenda onde eu trabalho, seu Dimas, resolveu fazer um evento pra comemorar o sua eleição como vereador da cidade. Ele ia carnear bois, porcos, ovelhas e fazer uma grande festa na fazenda. Como eu cuido da parte animal fui convidado e levei meus filhos, Daniel e Denise. Denise diz que quer ser veterinária por que gosta de animais, então vi uma oportunidade de mostrar um pouco do meu trabalho pra eles já que ficamos a maior parte do tempo longe. Eles moram com a mãe em outra cidade próxima e devido ao  meu trabalho tenho pouco tempo pra conviver com eles. Nesse dia busquei eles na casa da mãe, lá pelas 15hs e até lá dá umas 2hs de carro. No MS quem conhece sabe que é quente e nesse dia tava bem quente e devido ao fuso horário o dia demora a escurecer. Daniel usava uma bermuda jeans que dei a ele de presente e Denise colocou um vestidinho bem soltinho floriado. Até então nunca tinha olhado pra minha filha com outros olhos, mas quando vi aquela menina caminhando com aquele vestidinho meu olhar malicioso me atacou. Me veio na cabeça aquelas cenas de propagandas que aparece uma modelo caminhando em camera lenta e os cabelos balançando ao vento rss. Beijei eles e seguimos viagem. Denise entrou na frente comigo e Daniel ficado no banco de trás. Fomos rindo, brincando falando besteiras (sadias), coisas de pais e filhos. Aqueles pensamentos maldosos sobre minha filha rondaram minha cabeça e quando ia conversar com ela, eu aproveitava pra dar uma olhada nas pernas dela. Mesmo ela sendo pequena tinha umas pernas bem grossinhas. Foi aí que perguntei sobre o vestido dela. Henrique… eu
– filha e esse vestido não tá meio curto não? Denise…
– não tá não pai e tá quente pra botar calça. Daniel…
– eu disse pra ela que tava curto pai, mas ela me xingou e disse pra e não me meter na vida dela. Denise…
– mas tu não tem que se meter mesmo na minha vida, cuida da tua. Daniel…
– eu sou teu irmão Denise e tu tem que me respeitar. Henrique… eu
– isso aí filho, seja homem, tem que cuidar da tua irmã rsss. Deve tá cheio de gavião rondando na volta dela. Denise…
– paiiiiiii, não começa a dar confiança pra esse aí não. Henrique… eu
– tá já chega de discussão vocês dois, não quero ver brigas.
A viagem seguiu tranquila até chegar na minha casa, pois eu precisava me arrumar ainda. Durante a viagem os dois acabaram cochilando no carro e minha filha dormindo mexeu as pernas e o vestido dela levantou um pouco mostrando sua calcinha branquinha. Não deu pra ver muita coisa, mas foi o suficiente pra minha imaginação ir a mil. Vi a calcinha dela e o desenho da sua xotinha, pois a calcinha tava bem apertada fazendo os beicinhos da buceta se dividirem Chegamos em casa já eram umas 19hs passadas e fui direto pro banho. Fiquei imaginando a cena da calcinha da Denise e imaginando como era a bucetinha dela e fiquei de pau duro. Esqueci de pegar a toalha e gritei pro Daniel ir lá levar pra mim. A porta do banheiro abriu e como eu tava de costas não vi quem era. Só pedi pra deixar pendurada no box que eu já pegava. Nisso ouço uma voz. Denise…
– tá’qui pai… Era Denise e no susto acabei virando de frente pra ela mostrando meu pau duro. Denise…
– nossa pai tá durão e que grande é seu pau. Henrique… eu
– filha o que tá fazendo aqui e chamei o Daniel. Denise…
– ele tá como fone no ouvido e não ouviu o senhor chamar, então eu vim. Pedi pra ela sair por ter ficado envergonhado. Denise saiu e antes de sair olhou pra mim com aquela carinha de safada e sorriu. Tive que bater uma punheta pensando nela. Sai do banho me vesti e chamei eles pra ir pro carro. Denise não falou nada sobre o que havia visto no banheiro. Chegamos na festa. Cumprimentei o pessoal da fazenda, o patrão, seu Dimas e a esposa dele e apresentei meus filhos. Denise sempre foi muito dada com todo mundo, bem comunicativa, sempre disposta a conversar com os outros e logo se enturmou com o pessoal. Conversava com um, puxava assunto com outro, fazia piada com outros e assim foi entrando noite a dentro e claro o irmão ciumento sempre na cola dela rsss. Tinha muita carne, cerveja, refrigerantes, cachaça e música caipira. Tinha algumas crianças na festa, filhos de outros funcionários da fazenda, mas Denise preferia estar no meio dos machos ouvindo bobagens e dando risadas. Alguns já meio bêbados e alegres falavam alto e enrolavam a língua e faziam piadinhas com ela. Eu de longe observava alguns olhares mais assediosos pra cima dela. Meu patrão comenta sobre a beleza de Denise e eu concordo com ele e digo que se parece com a mãe. Denise se aproxima a gente me abraça e senta na minha perna. Na hora senti o calor das bundinha e da bucetinha dela na minha coxa. Henrique… eu
– cadê teu irmão? Denise…
– deve tá brincando de incomodar alguém por aí. Ele não larga do meu pé, pai. Ele é meu irmão, mas não é meu dono. Seu Dimas interrompe nossa conversa dizendo que Denise já era bem grandinha e sabe se cuidar e tbm já tinha opinião própria. Seu Dimas…
– então você quer ser veterinária, cuidar dos bixos, igual seu pai? Denise….
– sim seu Dimas eu adoro mexer com bixos e adoro animais. O patrão não tirava os olhos das pernas da minha filha e fazia jeitos como se quisesse ver a calcinha dela. Aquilo foi me deixando com tesão e ficando de pau duro. Denise deve ter percebido e ficou se mexendo no meu colo. Tive que pedir pra ela sair e dei a desculpa de ir pegar mais bebida, pois meu pá tava duro e pra eu não ficar contragido tive que relaxar. Seu Dimas…
– quem saber tu não vem trabalhar aqui na fazenda com o teu pai daqui uns anos. Tava eu, Denise, seu Dimas e mais 2 colegas e seu Dimas já tudo bêbedos e seu Dimas já enrolando a língua joga uma piadinha pra ela. Seu Dimas…
–  se vier trabalhar aqui com os animais não vai poder ter medo e aqui tem bastante cobras, tu gosta de cobras tbm? Ele mexendo no pau e ela olhando pra ele respondeu. Denise…
– depende da cobra eu gosto sim. Denise levantou sorrindo pro patrão e a calcinha dela apareceu. Um dos colegas que estava ali com a gente, o Breno, convidou ela pra dançar e ela foi dançar no meio dos homens com ele. Já passava das 22hs e algumas pessoas já estavam indo embora. Denise dançava rebolando e se esfregando nos caras. O irmão dela viu e veio falar comigo. Eles já eram bem espertinhos em relação a sexo e tudo mais. Os dois viviam se xingando e falando palavrões um pro outro. Daniel sabia quando a irmã se oferecia ou provocava os outros. Daniel…
– pai olha lá a Denise se esfregando com aqueles homens. Ela tá parecendo uma puta. Henrique… eu
– não chama a tua irmã assim Daniel. Deixa ela se divertir. Por que tu não vai lá e dança com ela tbm. Daniel…
– eu não gosto dessas músicas, não tá vendo que ela tá se esfregando neles. Henrique… eu
– deixa Daniel, não fica pegando no pé da tua irmã desse jeito. Meu filho saiu de perto irritado e foi sentar num outro banco. Tava ela é mais uns 5 caras sentados conversando e dava pra ver que um deles tava com a mão nas coxas dela. Eles conversavam animadamente, pois vejo Denise dando risadas. Quando do nada aparece um dos ajudantes da fazenda que tinha ido embora, mas voltou correndo pra avisar ao patrão que tinha uma vaca lá no meio do pasto dando cria. O patrão meio preocupado me chamou e pediu minha ajuda, mas nós estávamos bem alto na cachaça, enlouquecidos kkkkk Claro que eu ajudei. Chamei Denise e Daniel pra ir conosco lá ver a vaca. Pegamos a caminhonete do patrão e fomos. Seu Dimas dirigindo bem loco, Denise e Daniel atrás e o Breno. Pegamos a estrada e fomos pelo meio da plantação até o local. Já passava da meia noite e tava muito quente naquele dia e a noite tava bem clara com a luz da lua. Chegando no tal local vimos a vaca deitada já quase parindo, mas parecia que o bezerro tava enrolado. Então tivemos que dar uma ajuda. Como as patas do bixo tava pra fora amarramos uma corda pra tentar puxar e ajudar a vaca a por pra fora. Desceu todo mundo menos Daniel. Fizemos os procedimentos, examinei a vaca e depois de quase 45min puxamos e o bezerro saiu. Denise que nunca teve nojinho dessas coisas já pegou bixinho pra limpar e ajudar ele a levantar dar os primeiros passos. Ela ficou d4 no chão e a calcinha dela aparecendo, seu Dimas e Breno ficaram olhando. Depois de toda essa lida, tava todo mundo cansados, sujos e bêbados, pois seu Dimas levou cachaça e cervejas junto. Daniel desceu pra ver e ficou ali na volta. Denise estava com as mãos e braços sujos de sangue, placenta, merda e todo mais e até o vestido dela sujou. Tinha açude de água limpa logo mais a frente de onde era tirado água pra irrigar a plantação do local e resolvemos ir lá se lavar. Seu Dimas olha pra Denise e vê o vestido dela sujo e diz pra ela lavar se não ia manchar. Chegando na beira do açude, nos lavamos e Denise ficou d4 lavando os braços e a calcinha dela aparecendo de novo, ela tava fazendo de propósito pra provocar. Daniel que não tinha se sujado ficou u pouco mais afastado. Seu Dimas do lado da Denise escuto ele dizendo que ela tinha uma bundinha muito bonita. Ela deu um sorrisinho e agradeceu. Eu finji que não ouvi e fiquei ali conversando com Breno. Sentamos na beira do açude e Denise pediu pra entra na água. Henrique… eu
– vai entrar de vestido filha? Denise…
– vou e já aproveito pra lavar ele já que sujou de sangue. Pq vocês não entram também. Denise se atirou na água e quando mergulhou a calcinha tava enfiada a bunda. Seu Dimas tirou a camisa e as botas e entrou no açude tbm. Eu e Breno estávamos sentados na beirada bebendo e Daniel ficou olhando pra irmã. Denise pulava nas costas do seu Dimas, e claro, ele aproveitava pra passar a mão nela segurando ela pelas pernas. Ele levantava ela pela cintura e jogava ela na água. O vestido dela subia e a calcinha ficava toda a mostra. Denise abraçou seu Dimas por trás e ficou abraçada nele. Tava meio escuro, mas dava pra ver que ela mexia os braços na frente dele e ele com as mãos pra trás. Ela tava alisando o pau ou batendo punheta pra ele ae ele dedava a bucetinha dela, provavelmente. Nisso Breno tira a camisa e entra tbm. Aquilo já foi e dando um tesão. Vejo que Denise fez um movimento que estava abaixando a calcinha e Seu Dimas puxa Denise pra frente dele. Daniel…
– paiii…olha lá, ele tá agarrando a Denise. Henrique… eu
– que agarrando Daniel. Deixa de ser bobo. Daniel pé da vida com aquela situação sentou mais distante. Denise me chama, mas eu não vou alegando que ia me afogar pq tava bêbado. Eles riram e disseram que iam brincar com ela. Como onde eles estavam não era muito fundo, a água batia um pouco acima da cintura, vi quando seu Dimas deu uma levantada e apareceu o branco da bunda dele. O safado tava sem calças ou tava abaixada. Acho que ele tava acocado e Denise ficou na frente dele. Daniel vendo aquilo veio até mim de novo reclamar. Daniel…
– pai olha lá eles tão passando a mão na Denise. Henrique… eu
– para com isso filho, eles tão só  brincando com a tua irmã. Daniel…
– eles vão acabar comendo ela. Quando ele disse isso eu dei uma gargalhada e Denise perguntou o que tinha acontecido. Denise…
– o que foi que houve pai. Henrique… eu
– teu irmão tá irritado pq eles tão perto de ti e disse que eles iam acabar ti comendo aí. Eles riram e Denise pra provocar o irmão cutucou mais ainda. Ela trançou as pernas na cintura do seu Dimas e começou a cavalgar nele e gritava pro irmão.
– olha Daniel, seu Dimas comendo a tua irmã, tá metendo na minha xotinha. Denise parecia uma puta. Ficava dizendo…vai seu Dimas me come vai e gemia alto e Daniel indignado com aquilo.
– Olha lá pai ele tá comendo ela, não vai fazer nada? Eu dando risada dele dizendo… Henrique… eu
– não tá vendo que ela tá ti provocando pq sabe que tu tem ciúmes ela. A tua irmã tá zoando contigo filho. Mal sabia ele que seu Dimas tava mesmo metendo na buceta da irmã dele e fudendo ela gostoso ali na nossa frente. Ela cavalgava, gemia e pedia mais. Ela chamava o irmão e dizia o que ia fazer e ela tava fazendo mesmo aquela safada e ele achando ou não que era zoação. Denise chama Breno e pede pra ele comer o cú dela.
– Olha mano, vem Breno, vem meter no meu cú agora. Fodi meu cuzinho. Seu Dimas e Breno simulavam fazer sexo a três com Denise, uma DP e ela abraçada no seu Dimas olhando pra nós e dizendo. Denise…
– vai Breno mete esse pau no meu cú mete. Isso, seu Dimas me fodi, vocês dois tão me comendo gostoso. E os desgraçados estavam mesmo fudendo minha filhinha de 13a. Meu pau tava estourando de tão duro. Denise…
– olha maninho agora seu Dimas vai comer o meu cú tbm. Denise vira de costas pra ele e ele pega ela pela cintura e começa a socar nela e chama Daniel pra olhar. Seu Dimas…
– hein garoto, olha aqui eu metendo no cuzinho da puta da tua irmã, olha. Que cuzinho apertado. Daniel…
– já chega dessa zoação tá bom. Podem para com isso. Se vocês queriam me irritar já conseguiram. Entre risos e risadas, Seu Dimas socava e socava forte no rabinho da minha filha e ela gemendo feito doida. Denise trança as pernas em volta da cintura de Breno e os dois começam a meter nela de novo. Seu Dimas…
– olha Daniel, vamos gozar dentro dela agora. Os dois gozam e Denise diz que adorou, mas Daniel continuava puto de raiva. Seu Dimas faz jeito de quem estava vestindo as calças e vem em direção a beirada. Daniel vê seu Dimas saindo e se emburra. Henrique… eu
– tá vendo filho eles tavam zoando contigo, seu Dimas nem pelado tava. Acho que Breno pegou Denise de novo e eles continuam zoando com o daniel. Seu Dimas rindo, senta o lado de Daniel e tira sarro dele.
– viu só garoto, tua irmã novinha é bem gostosinha e safada kkkkk olha lá o Breno comendo ela de novo. Daniel…
– eu não quero saber. Daniel sai dali e vai pra caminhonete brabo.
Henrique… eu
– volta aqui filho eles tavam só brincando, deixa de ser bobo, mas não adiantou. Daniel estava muito, mas muito brabo. O açude era numa descida e a caminhonete tinha ficado lá no alto. Enquanto eu e seu Dimas conversávamos e bebiamos, Breno e Denise fudiam na água e como eu tava bem bêbedo nem me importei. Pouco depois Breno e Denise saem da água. O vestidinho molhado dela fica coladinho naquele corpinho violão exibindo suas curvas. Eu tava bem alto da bebida, mas Denise me chama pra entrar na água junto com ela. Denise…
– não quer entrar na água comigo pai? Tá bem boa a água. Henrique… eu
– tô bêbado filha vou acabar me afogar? Denise…
– bobo, nem é tão fundo assim, vamos, depois seu Dimas e Breno entram de novo. Eu conversando com ela ali, escutando os cochichos do patrão e do Breno dizendo que Denise era muita putinha. Denise me puxa pela mão e me leva pra água e agarrada no meu pescoço. Pego ela pela cintura e num escorregão de mão, passo a mão na bunda dela. Denise percebe e me olha com uma carinha da pervertida. Tento me desculpar, mas ela diz que não se importa de eu tocar na bunda dela e se eu quisesse pudia fazer de novo. Fico olhando pra ela sem falar nada e meu pau começa a ficar duro com o movimento que ela faz com a cintura. Logo ela percebe que tá duro e fala. Denise…
– tá durão de novo papai safado, como no banheiro. Denise pegou minha mão e colocou bucetinha dela e senti que ela tava sem calcinha e toda melada, mas não disse nada. Denise…
– sente como minha buceta tá quente pai. Henrique… eu
– filha não faz isso. Denise passa a mão no meu pau por cima da calça, abre o botão e o zíper e bota pra fora. Henrique… eu
– Denise o que se’tá fazendo menina, tá loca é? Tá se aproveitando por que eu tô bêbedo? Denise de frete pra mim, pega meu pau e coloca no meio das pernas dela encostando na bucetinha. Pega ele e começa a esfregar na buceta.
– tá sentindo ela meladinha paizinho?  Denise força o quadril dela contra o meu, trança as pernas em volta da minha cintura e coloca meu pau dentro da bucetinha dela. Na hora o porre passou kkkk Quase desmaio com aquele calor e aquela sensação de sentir meu pau entrando na bucetinha da minha filha. Ela rebolava bem lentamente, parecia que mastigava meu pau com na buceta. Denise…
– isso pai, come minha bucetinha quente. Que delicia de pau grande pai. Nisso seu Dimas e Breno entram na água e eu digo pra Denise parar por que eles tavam vindo, mas eu tava muito bêbado. Denise diz pra eu gozar na buceta dela. Eu tava quase ajoelhado dentro d’água e Denise abraçada no meu pescoço engolindo meu pau com a buceta, então falo no ouvido dela que ia gozar. Ela me abraça forte e geme no meu ouvido e eu gozo. Acho que toda cachaça que eu tomei saiu junto no esperma. Seu Dimas  e Breno se aproximam de nós e seu Dimas bem loco tbm, trás uma garrafa de cachaça e gritando… Seu Dimas…
– toma Henrique vamo bebe e comemorar a minha eleição, bebê meu amigo. “Imaginem um bêbado falando e enrolando a língua.” Eu peguei a garrafa de cachaça e meti nos queixos, eu tava bêbado, mas consciente. Tento disfarçar a minha fala, mas enrolo e falo como bêbado. Denise me solta e fica nadando em nossa volta, enquanto bebemos mais. Seu Dimas diz pra mim sair um pouco da água e descansa na beirada pra passar o porre. Enrolando a língua eu digo… Henrique… Eu
– vocês querem que eu saia pra vocês comerem ela né, seus malandros. Vocês querem comer minha filha não é? Eles riram e eu ri tbm, mas meio desequilibrado cai na água e quase afundei. Denise pede pro Breno me segurar e me levar pra fora da água. Eu disse que queria ficar, mas eu tava bem fora da casinha. Denise fica perto de mim me segurando e de costas pro seu Dimas que puxa e abraça ela por trás enquanto ela me segurava. Pegou Denise pela cintura e ela começou a rebolar. Eu vendo aquilo falo… Henrique… eu
– ta comendo minha filha seu velho safado? Essa cachorra tá dando a buceta pra vocês tá. Seu Dimas…
– melhor levar ele pra fora senão vá acabar se afogando mesmo. Eu falando igual bêbado mando eles comerem ela ali na minha frente. Denise me olha e pergunta se é sério. Henrique… Eu
– tu não quer ser a puta deles, então dá o rabo pra eles, sua…sua cadelinha. Dimas pega Denise e por trás mete nela e diz…
– Olha Henrique, sua filhinha sendo fudida. Geme putinha pro teu pai ver. Denise gemia dizendo…
– olha pai, teu chefe comendo a bucetinha da tua filha.
– isso seus tarados, fodem o rabinho dessa puta. Eu diz isso e continuava bebendo. Denise virou de frente pro seu Dimas e ele metia na buceta dela e Breno vai e chega por trás. Seu Dimas…
– vamo mete nos dois buracos da tua filha Henrique, olha só. Breno comia o cuzinho da Denise e seu Dimas metia na buceta dela. Até eu tava de pau duro vendo aquilo. Cheguei mais perto deles e dizia que amava Denise e ela respondia tbm ti amo papai. Um pouco eu me fazia de bêbado, só pra ver até onde iria aquela brincadeira toda. Mesmo bêbado eu tava bem consciente que tavam comendo a minha filha na minha frente. Perguntei pra eles, se eles não queriam continuar lá fora da água. Henrique… Eu
– vocês não querem fuder o rabo dela lá fora? Seu Dimas…
– lá nas gramas Henrique? Henrique…eu
– é… já era umas 3 hs da manhã e tava bem quente, então saimos da água e fomos pra margem. Eu cai deitado na grama e falando um monte de besteiras e enrolando a língua. Denise pergunta se eu tô bem e eu digo que sim. Escuto seu Dimas chamar ela… seu Dimas…
– vem cá delícia, vem chupar a nossas rolas. Eu me sentei na grama e vi Denise d4 chupando o pau deles. Seu Dimas não tinha o pau muito grande, mas Breno sim acho que tinha uns 16 a 18cm. Era lindo ver minha filha d4 empinando aquela bunda chupando duas rolas. A buceta dela se abria cada vez que ela se mexia e eu ali bem atrás dela olhando tudo. Meu tava duro como pedra, então tirei as calças e coloquei pra fora. Meu pau era maior que os deles e vendo minha filha d4 cheguei por trás dela, comecei a esfregar o pau no meio da buceta dela meti se em avisar. Denise suspirou fundo com o pau do Breno na boca e se tremeu toda. A puta tinha gozado no meu pau. Comecei a socar e enfiar o dedão no cuzinho dela.
– isso paizinho meti, meti forte na tua filhinha puta. Seu Dimas e o Breno davam risadas, tava todo mundo bêbado. A bucetinha da minha filha era tão macia e molhada, meu pau deslizava deliciosamente. Tiro o pau de dentro e sento na frente dela dando lugar ao Breno. Agora Denise chupava meu pau e do seu Dimas e Breno comia o cú dela. Seu Dimas chamava minha filha de vagabunda, de prostituta e dizia que eu era um pai de sorte por ter uma filha assim. Breno se empolgou tanto comendo cuzinho dela que acabou gozando rápido. Ele bombada rápido fazendo Denise gemer e gozar. Ele não aguentou e gozou dentro do cu dela. Puxei Denise pra cima de mim e meti o pau na buceta dela. Seu Dimas chegou por trás e meteu no cú gozado dela. Ele fudia ela é bebia cachaça. Denise e eu começamos a nos beijar loucamente enquanto fazíamos DP com ela. Seu Dimas disse que ia gozar e tirou o pau do cuzinho dela. Eu também tirei e fiquei batendo punheta na cara dela. Seu Dimas gozou primeiro e sujou o rostinho dela. Quando comecei a gozar mandei Denise abriu a boca e colocar a língua pra fora. Dei 6 jatos de porra dentro da boca dela e mais dois no rosto. Depois enfie o pau na boca dela fazendo ela se engasgar com a porra . Denise engoliu muita porra minha e aí da sorria lambendo os beiços. Seu Dimas e Breno deitaram na grana pois tava bêbedos e eu fiquei ali com minha filha imaginado como ele se tornou essa puta tão novinha. Henrique…eu
– a tua mãe me disse que tu andava aprontando Denise, só não pensei que fosse aprontar na minha frente e dei um sorriso. Ela sorriu pra mim e disse que aprendeu a gostar de sexo. Breno levantou e disse que ia ir na caminhonete ver se Daniel estava dormindo. Seu Dimas tava tão bêbedo que acabou adormecendo ao nosso lado. Mesmo enrolando a língua tentei dizer algo pra Denise sobre o que havíamos feito como se tivesse sido errado. Ela disse que quando eu ainda era casado com a mãe dela, ela ficava ouvindo e as vezes espiava a gente transando. Disse que já tinha visto meu pau e sabia que era grande e tinha vontade de experimentar.
Denise…
– pai mais não foi gostoso comer a tua filha? Senhor me come gostoso e sentir esse pauzão dentro de mim foi muito bom. Meu pau tava meio mole meio duro e ouvir minha filha falando como uma puta começou a me deixar excitado de novo. Denise…
– eu queria sentir ele entrando no meu cuzinho, senhor não. Denise sorriu e meu pau deu sinal de vida. Ela viu ele ficando duro e disse que queria que eu comesse o cú dela. Não consegui resistir, Denise d4 me chamando pedindo pra pra eu meter. Denise…
– vem paizinho, fodi meu cú da tua putinha. Já fudeu gostoso minha buceta, agora fodi o cú da sua filha puta. Levantei e dei uma lambida no cú e na buceta dela. Senti um gosto de porra e lembrei que o Breno tinha gozado dentro do cú dela. Pensei, azar…Eu tava loco de tesão e bêbado azar. Peguei meu pau já duro botei na entrada do cuzinho da Denise e meti pra dentro. Aquele cuzinho foi se abrindo e engolindo meu pau. Denise urrava de tesão e mandava eu bater nela e meter forte. Comecei a dar tapas na bunda dela e a meter forte e via saindo um pouco de porra do cú dela misturado com merda, mas continuava socando forte nela. Denise se masturba e goza várias vezes. Senti na grana e puxo ela pro meu colo. Ela começa a quicar engolindo meu pau a cada sentada. Ficou brincando de bota e tirar e deixou o cuzinho dela todo arregacado. Comi Denise por mais ou menus uma meia hora e só vi quando disse que ia gozar. Ela pediu pra eu gozar na boca dela de novo e foi o que eu fiz. Coloquei o pau na boca dela e a puta começou ela mesmo a punhetiar meu pau na boca. Gozei bastante porra de novo na boca dela. Cada jato que saia a vagabunda da minha filha ia engolindo. Dei uns 5 jatos na gasmrganta dela e no final ficou brincando com a porra na boca jogando de um lado pro outro da boca e fazia gargarejo. Devido ao fuso horário já tava quase amanhecendo chamei seu Dimas que ainda dormia, pra gente ir embora. Voltamos pro carro e encontramos Daniel dormindo no banco traseiro e Breno na carroceria. Seu Dimas disse que tava com dor de cabeça e enjoado. Entramos na caminhonete e voltamos pra sede da fazendo. Os acontecimentos a seguir ficam pra uma próxima vez. Aguardo comentários e desculpem se ficou muito longo esse conto. Espero que tenham gostado.

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12 Comentários

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  • Responder Lipe pica

    “Henrique… eu” kkkkkkkkkkkk ruim demais

  • Responder Daniel

    @DanielJum fala aí, trocar uma ideia

  • Responder Sr peper

    Se tiver continuação deixa o Daniel participar o coitado ficou chupando dedo

  • Responder 3016luiz

    Esse foi o melhor de todos top top top top top

  • Responder Paizão

    Maravilhoso , eu também adoro ver minha filha sendo putinha minha princesinha adora chupar um pau uma vez ela chupou o meu , o de um amigo e do filho dele ela tinha acabado de fazer onze

    • Gbs

      Que delicia tbm quero ver minha pequena mamando no pai dela !

    • Beto

      Paizao vamo conversa [email protected]

    • Robson Moreno

      Uau… Qual é a idade da sua filha? Ele já gozou com vc?

  • Responder Rafaella

    Muito bom.. adorei.. Beijos a todos

  • Responder Anonimo

    O garoto disserto sentia tesao pela irma por isso tinha ciumes. Mais em geral n gostei dos caras ficar pegando a filha dele e ele n fazendo nada teria levado em bora e comido em casa

  • Responder klj

    Pai ta apaixonado

  • Responder Pai e filha amiguinha

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