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Julia, novinha e putinha (part4)

1418 palavras | 2 |4.27
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Com apenas 11 anos, eu já havia tido experiências sexuais bem marcantes…

Fui tomar banho. Estava dolorida e com raiva. Raiva de Bruno, pelo que tinha feito. Raiva de mim, por ter ficado excitada com aquilo. Raiva de meu pai, que tinha se afastado e com quem eu queria estar.

Me vesti e me deitei, pensando em tudo que ocorrera nos últimos meses. Não tinha como contar para minha mãe. Não tinha outros parentes próximos. Além do que, me sentia culpada pelo que estava acontecendo…

Levantei e fui até a cozinha, tomar água. Me assustei quando Bruno chegou novamente. Fiz menção de correr, mas ele fez sinal de paz.
– Calma… Só vim te trazer uma pomada. Está doendo muito?
Fiquei confusa com a atitude dele.
– Sim – respondi olhando para o chão.
Ele me entregou a pomada e uma cartela de remédio pra dor.
– Se cuide. Sare logo pra gente poder foder outra vez.
– Ah, claro! Por isso vc está preocupado – respondi, irônica
Ele me segurou contra a parede e, com o dedo na minha cara, disse:
– Escuta aqui, vagabunda! Eu poderia te comer do jeito que vc está. Se estou tentando ser gentil, aproveite, antes que eu me arrependa. E se contar pra alguém o que aconteceu, não terei pena de você.
Essas últimas palavras foram ditas com aquele olhar de fogo, que só ele tinha. Saiu, batendo a porta.

Durante os dias que passaram, minha mãe não percebeu nada, pois mal se importava comigo. Na escola, uma professora perguntou porque eu estava andando estranho. Eu menti, disse que tinha caído e o joelho estava doendo um pouco, mas já tinha ido no médico.

Uma semana depois, estávamos jantando eu e minha mãe, quando o namorado dela chega em nossa casa, trazendo umas malas. Minha mãe o recebe, toda contente.
– Você demorou! – disse ela – pensei que havia mudado de ideia.
– Claro que não, minha deusa! – ele respondeu, e beijou ela na boca.
– Mãe? O que está acontecendo? – Perguntei, mas já sabia a resposta.
– Bruno virá morar conosco!
– Mas você mal conhece ele! – protestei, já apavorada com o que essa situação significava.
– Cale a boca, sua pivete estúpida! Desde quando te deixo dar palpite na minha vida? – ela vociferou.
E voltando a ele, sorriu e continuou, falando calmamente:
– Venha, vamos colocar as malas no quarto! – e, pegando uma das malas, foi em direção ao quarto.
Ele ficou para trás, sorriu maliciosamente e me disse, baixinho:
– Espero que já esteja melhor. Mais tarde vou te visitar, no seu quarto.
Meu coração disparou. Comecei a tremer. Mas, ao mesmo tempo, um calor tomou conta de mim. Senti minha calcinha molhada. Queria gritar pra minha mãe que ela era boba, que o cara era um sem-vergonha…. Entretanto, a ideia daquele homem ali me excitava e me estarrecida. Pensei em fugir, mas, para onde? Tinha medo que algo pior acontecesse.

Realmente, de madrugada ele tentou entrar no meu quarto, mas eu havia trancado à chave. Péssima ideia. Quando cheguei do colégio ele estava me esperando, sozinho em casa.
– Então a piranha trancou a porta?
– Desculpa, é hábito – menti.
– Eu te avisei que eu iria passar lá.
– Já disse que esqueci – comecei a suar.
Ele foi se aproximando, eu corri. Ele correu atrás e me pegou sem dificuldade. Tapou minha boca e me ergueu pela cintura.
– Ah, cadelinha! Não adianta espernear!
Me levou até o meu quarto e me jogou na cama.
– Tira essa roupa.
– Não, por favor.
– Eu não vou mandar outra vez! – isso soou de forma muito ameaçadora.
Obedeci. Quando terminei, ele já estava nu.
– Então você acha que pode dizer pra sua mãe que você não concorda que eu venha morar aqui, e ainda tranca a porta do quarto, né?
– Me desculpa – eu já estava quase chorando.
– Eu não sou homem de desculpar… A menos que você me faça mudar de ideia.
– Como assim?
Ele deitou na cama. Seu pau estava em riste.
– Vem cá! Mete meu pau dentro dessa buceta gostosa.
Fui relutante, mas não tinha outra opção. Subi em cima dele. Não tive muita dificuldade em encaixar aquele membro na minha bucetinha, mas ainda senti um pouco de dor ao forçar até o fim.
– Isso, putinha! Sobe e desce… Ah, assim. Que delícia, sua piranha!

Ele apertava meus peitinhos enquanto eu subia e descia no pau dele. Comecei a gemer e aumentar a velocidade. Cada vez que eu sentava, sentia meu útero sendo empurrado por aquele mastro duro. Mas era uma sensação incrível! Fechei meus olhos e cavalguei loucamente. Na minha imaginação, eu estava com meu pai. Em poucos instantes, gozei soltando um gemido alto.
– Gostou, vadia? – aquela voz me trouxe à realidade. Não era meu pai. Era aquele estuprador maldito.- Sabia que você gosta, que só está fazendo cena!
Me tirou de cima dele e me deitou, de barriga para cima. Beijou meus seios, mordiscou meu pescoço. Novamente começou a me foder.
Eu me odiava por estar gostando daquilo. Mas ele realmente era muito bom em foder.
– Vai deixar a porta do quarto aberta, não é? – Perguntou ofegante, enquanto metia.
– Vou sim!
– Vou aproveitar muito essa tua buceta!
Aumentou a velocidade e a força das estocadas.
– Está doendo! – reclamei.
– Não reclama, puta! É pra você aprender que se eu quiser te foder eu vou te foder, entendido?
E logo em seguida gozou, dentro da minha buceta. Quando tirou o pau de dentro de mim, a porra escorria absurdamente.
Parece que me subjugar e me machucar deixava ele louco de tesão.

Ele foi trabalhar, e o resto do dia foi normal.
À noite, quando deitei, não tranquei a porta. Estava excitada, me perguntando como seria estar com um homem com minha mãe em casa. E não qualquer homem… O homem dela!
Lembrei do meu pai. Senti saudade e tristeza. Eu queria estar com ele. Transar com ele, e não com aquele cara grosseiro que me machucava. Mas eu já estava me transformando numa putinha, pois sentia tesão só de pensar no Bruno e no meu pai.

Acabei pegando no sono. Acordei de madrugada com uma sensação intensa, e uma língua brincando com minha buceta.
Não havia acordado com o meu padrasto entrando no meu quarto. Ele me chupava com vontade, me sugando e enfiando a língua na minha buceta. Não demorou muito e eu gozei na boca dele. Deixei ele com a boca cheia do meu mel.

Ele beijou minha barriga, meus peitos, meu pescoço. Se aproximou do meu ouvido e sussurrou:
– Agora eu mereço retribuição, não acha?
Nem tive dúvidas! Ele deitou e eu fiquei ajoelhada na cama, ao lado dele. Comecei beijando o pau, depois comecei a passar a língua ao redor da cabeça. Então coloquei ele todo dentro da minha boca. Fui chupando e acariciando o saco dele. Tirei o pau da boca e comecei a lamber nas laterais, alternando lambidas e beijinhos. Desci com a língua até o saco e brinquei com as bolas dele. Ele me pediu para ficar de joelhos por cima dele, como em posição de meia nove. Ele não me chupou, apenas ficou passando a mão na minha buceta e olhando meus seios. Acho que a visão deve ser diferente assim.
Continuei chupando e acariciando as bolas dele. Colocava todo o pau na minha boca, e sentia que ele ia no fundo da minha garganta, mas eu já não me afogava. Ele levou a mão até o pau, e quando ia gozar mandou eu colocar a boca novamente e engolir tudo.
Claro que eu obedeci. Bebi toda aquela porra. Depois, deitei ao lado dele.

Ele passou a mão nos meus cabelos, sorriu e me beijou. Um beijo de língua longo e molhado.
– É putinha, você tem potencial!

Levantou e foi para o quarto da minha mãe.
Eu fiquei deitada, olhando para o teto e me sentindo feliz. Realmente, eu já era uma verdadeira puta.

(Continua)

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