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Cadela do Papai

1311 palavras | 11 |4.67
Por

Conto ficcional sem descrição detalhada das personagens – permitindo a imaginação do leitor

Relações familiares sempre foram algo complicado para mim. Até o dia em que fui pai. Não imaginava tamanha responsabilidade e amor.
Carol, minha filha, fora criada comigo até seus 6 anos, quando me divorciei de Carla, sua mãe.
Aos 16 anos, Carol iria começar um curso técnico e meu apartamento era muito mais próximo da escola. A casa que morava com a mãe, numa área afastada da cidade, atrapalharia todos seus horários. Não demorou muito até que ela viesse morar comigo.
Durante as primeiras semanas dividindo o apartamento com minha garotinha, usei o banco de horas do trabalho para auxilia-la com a adaptação. Me reaproximei de minha pequena e pude cumprir meu papel de pai novamente.
Alguns meses se passaram até que Carol começou a me dar trabalho. Fez amizades no curso e pediu-me para sair com seus colegas novos. Sempre fui liberal quanto à isso, desde que ela me informasse tudo. A única regra era não beber ou udar drogas. E, para o meu espanto, foi exatamente a regra quebrada pela pirralha. Saiu de casa às 19:00 e chegou 00:00, cheirando a álcool e maconha, andando torta, claramente embriagada.
Como um pai, além de brigar, precisei cuidar de minha filha. E 10 anos depois de ela ter ido morar com a mãe, tive que cuidar dela sozinho – agora já uma bela adolescente. Levei-a para o box do banheiro, tirei sua roupa com delicadeza e banhei seu corpo tão lindo, lavando os cabelos e a massageando, sem qualquer malícia.

— isso é bom, pai… — Diz Carol com a voz embreagada e leves gemidos ao sentir meus toques.

Se já estava a admirar o corpo nu de minha filha, ao ouvir tal fala, não consegui disfarçar minha ereção. Meu caralho queria saltar da bermuda. Me senti culpado. Era errado e imoral, não deveria…

— Fique quieta Carolina, você já me desapontou muito hoje — Falei com rispidez, tentando encobrir o meu tesão

Ela sossega e termino de banha-la. Coloco uma camiseta minha nela, para que eu não precisasse mexer em suas gavetas, e uma calcinha que ela havia lavado mais cedo e havia secado no varal – uma renda leve na cor rosa claro, que destacava sua pele. Coloco a para dormir e decido me aliviar com a mão em meu quarto. Precisava me livrar daquele tesão e não fazer nenhuma besteira.
No dia seguinte, acordo primeiro que ela. Preparo meu café da manhã, tomo uma ducha, arrumo-me e entro em seu quarto. A minha camiseta que ela usava havia subido quase que por inteiro. Sua bunda ficava exposta, junto com o fino tecido de renda que mal cobria aquele espetáculo. Pensamentos impuros circundavam minha mente

— Acorda, Caroline. Vamos, já! Está na hora de conversarmos sobre ontem — Minha voz ecoava pelo quarto, enquanto preocupava-e em abrir a cortina.

— Me deixa em paz, eu não fiz nada — Exclama Carolina irritada, já com o celular na mão.

— Ah, é? — Tomo o celular dela — Poderia me explicar o motivo dessas fotos fumando e bebendo, Caroline? E quem são esses contatos dizendo “ontem com você foi muito gostoso”? — Sem me dar conta, estava possesso de ciúmes — Além de tudo você saiu para dar a buceta, Caroline?

— Desculpa, pai, não vai mais acontecer. Eu só queria experimentar… — Fala ela assustada.

— Vou experimentar algo também — Seguro com força em sua cintura e a coloco de bruços no meu colo, uma visão incrível que me dava a liberdade de encher aquele rabo de tapas e vergões — Vou te dar umas palmadas até você aprender e você vai contar cada uma delas ou vou recomeçar a contagem do zero.

— Mas… mas, pai… — Ela começa a protestar e choramingar, sendo completamente ignorada por mim. SLAPT. Um tapa. — Ahwn… um — A sequência prossegue até o dez, entre gemidos e choramingos. Minha excitação estava a ficar impossível de controlar.

Sua bunda agora estava vermelha e seu rosto em lágrimas. Quase me senti um monstro, até que percebi sua calcinha encharcada.

— Que porra é essa, Caroline? — Minha mão passeava entre sua buceta, ainda coberta pela fina camada do tecido encharcado. — Tá gostando, é? — Começo a ficar fora de mim, sequer conseguia raciocinar, precisava fode-la ali mesmo.

— Pai, não… Para, o que você está fazendo? — Pegunta a menina envergonhada, enquanto meus dedos abaixam sua calcinha, permitindo uma visão dos deuses. Uma buceta fechadinha, escorrendo mel…

— Tô mexendo no que é meu por direito. Fui eu quem te fez e bancou por todos esses anos. E ao que parece fiz uma bela puta, que nem a sua mãe… — Meus dedos acariciavam seu clitóris, aos poucos sentia ela rebolando neles, como se estivesse pedindo mais. — Me diga, cadelinha do papai, você já deu essa xoxota pra algum otário?

— …Awnh… — Grunhia enquanto eu aumentava o ritmo dos dedos. — Eu… eu sou… virgem… ah, anw, papai… — Aquilo apenas me atiçou mais ainda, eu seria o primeiro macho de verdade dessa vagabunda mirim.

— O que você já fez cadelinha? — Sentei-a de frente pra mim, no meu colo, uma de minhas mãos voltou a bolinar sua xoxota. A outra apertava os seios firmes com mamilos rijos, alternando com a minha boca e língua.

— Ah, an… Já tentaram me comer… Mas os meninos da minha idade… Gozavam quando eu… chupava… — Dizia minha doce menina entre pequenas pausas para gemidos.

— Hm… Putinha já sabe chupar — Seguro seu rosto com a mão e dou um tapa. — Hoje eu vou te fazer mulher, minha mulher, minha cadela. Antes de conhecer a suas habilidades com a boca, deixe-me provar do teu mel…

Colocada de quatro na cama, afasto suas pernas, deixando seu cu e buceta expostos para mim. Que delícia. Percorro com minha língua em cada cantinho, da virilha até chegar no clitóris. Minha menina estava se desfalecendo em prazer, molhava meus lábios com aquele sabor de mulher. Revirou seus olhos em um orgasmo. Sem pensar duas vezes, começo inserindo um dedo, um preparo para sua xota receber meu caralho

— Prova teu gosto, minha cadelinha — Digo ao tirar meu dedo molhado de dentro dela. Tão alucinada em prazer, sequer resiste, apenas me obedece. — Boa garota… — Dou um tapa em sua face, de novo. — Agora vem, chupa seu macho

Sem hesitar muito, ela foi. Fazia como uma experiente. Lambia todo meu caralho, passava a língua na cabeça, colocava ele na boca com maestria. Poderia me fazer gozar fácil, mas não assim, queria encher aquele útero virgem de porra. Puxo-a pelos cabelos e nos coloco na posição papai-mamãe.

— Sem gritar, ouviu, cadela? — Coloco a calcinha em sua boca e tampo. — Papai vai te fazer mulher e te mostrar o que é homem de verdade.

Com dó da pirralha, começo metendo meu cacete devagar, até conseguir encaixa-lo em sua entradinha. Quando encaixado, forço de uma vez e meto como um animal. Tão apertada, envolvia todo meu caralho. A putinha, que chorava no início, começou a rebolar e gemer mais alto. Tirei a calcinha de sua boca e dei lhe um beijo de língua, daqueles apaixonados, cheios de tesão e malícia.
Que cadela gostosa… Ainda pra melhorar, minha filha… Depois de uns 15min bombando em sua buceta virgem, explodi em um gozo intenso – a vasectomia veio a me calhar bastante nessas horas rs
A cadela adorou. Sempre repetimos a dose, em casa, a proíbo de usar roupas e já até comprei uns brinquedinhos pra preparar aquele cuzinho pra mim.

Dependendo das avaliações, no próximo conto, narro como adestrei amigas da Carol, com a ajuda da própria, minha cadelinha, para transformar outras mulheres em putinhas

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11 Comentários

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  • Responder Engravidador

    Gosto das maiorzinhas 11+ adoro deixar elas grávidas! E continuar abusando delas barrigudinhas!

    • Andressa

      Quero rs

    • Maycon

      Quer que eu abuse de você Andressa?

  • Responder Gg

    Chama GOM79 Telegram

  • Responder Cley

    Nao te acho no telegram

  • Responder FABIO

    ei cara ninguem tem mais nada tudo repetido ira trocar os teus pelos mesmos lamento ja era

  • Responder Rogério

    Troco incesto com prima e irmã só chama quem prática
    @boltDark telegram

  • Responder Alice

    Awwn, paizinho que delícia.

    • Rola gostosa

      Oi Alice quer um Paizinho da rola grossa chama lá [email protected]

    • Pikadasgalaxias

      Oi Alice faço tudo com vc.

    • mauro silveira

      oi alice meu imail [email protected] vamos ser bons amigos