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Amigo do meu pai

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Tem coisas do passado que mexem com a gente pra sempre

O que vou relatar aconteceu quando eu tinha 11 anos (hoje tenho 29).
Morava com minha mãe e meu pai, que trabalhavam fora. De manhã eu ia pro colegio e a tarde ficava em casa com a dona Rosa, uma senhora que ajudou a me criar.
Certa vez, meu pai teve que viajar a trabalho. Dona Rosa tinha que visitar a filha dela que estava doente. Minha mãe quis ficar em casa comigo nesse dia, mas meu pai disse que não teria problema, porque o transporte escolar me deixava na porta do condominio e que eu só ficaria a tarde sozinha em casa. Me senti a própria adulta responsável quando meu pai disse isso.
Cheguei do colégio e fui direto pro apartamento, como meu pai tinha mandado. Aproveitei que estava sozinha e vesti um shortinho e top e fiquei dançando funk no meu quarto, sem a dona Rosa pra ficar me recriminando.
De repente a campanha toca. Me assustei, mas fui ver quem era.
– quem é?
– oi Lethicia, é o tio Edu. Lembra de mim? Amigo do trabalho do seu pai.
– ooi seu Edu. Meu pai viajou, o senhor não sabia?
– sim minha filha. Mas ele deixou um pendrive importante aqui e vim buscar.
– mas ele não ligou, seu Edu.
– ele está em uma reunião importante e precisa desse prendrive. Preciso mandar um arquivo muito importante pra ele. Abre a porta, menina!
Eu não sabia o que fazer. Não queria prejudice meu pai então resolvi abrir. Antes fui botar um vestido por cima do shortinho e top que tava usando e abri a porta.
– pode entrar seu Edu, mas não vi nenhum pendrive na mesa do meu pai.
Ele me olhou de um jeito estranho. Trancou a porta e ficou com a chave. Fiquei um pouco nervosa.
– que horas sua mãe chega, Lethi?
– aacho que as 6. Porque?
– pra saber.
Ele deu uma volta ao redor de mim.
– e vc tava fazendo o que sozinha em casa, mocinha?
– nada não tio. Só vendo TV.
– com a TV desligada? Fala a verdade, menina!
– tio, e a pendrive? Tentei fazer ele mudar de assunto, pteocupada.
– tem pendrive nenhuma. Vim só pra ficar com vc, princesinha.
– mas a dona Rosa vai já chegar.
Ele sentou no sofá.
– dona Rosa viajou. Vc tá sozinha comigo até as 6. Agora vem cá.
Fiquei parada, com medo.
– vem cá agora, menina teimosa!
Me assustei, mas fui. Fiquei bem na frente dele.
– vc é muito linda sabia. Parece mesmo uma princesinha nesse vestido.
Ele alisou meu cabelo e me puxou mais pra perto, me dando um beijinho no rosto. Senti uma mão por baixo do vestido, que tentei segurar, mas ele dominou meus 2 braços pra trás e subiu a mão.
– que shortinho é esse? Ele puxou meu vestido pra cima, tirando ele de uma vez.
– hummmm. Que safadinha! Então é assim que vc fica em casa? Com esse shortinho socado na bunda?
– é não tio. Foi só hoje.
Ele me puxou e me beijou na boca. Tentei resistor, mas não tinha forças contra um homem de 42 anos.
Ele puxou meu top e começou a chupar meus mamilos, que já eram inchadinhos denunciando meus seios que já queriam aparecer. Gemi muito porque eram bem sensíveis.
– para tio, por favor.
Ele desceu a mão até minha cintura, apertou forte minha bunda e encheu a mão na minha bucetinha. Gemi mais. Ele abriu meu shortinho jeans e puxou pra baixo, junto com a calcinha.
– puta que pariu, que bucetinha linda!
Me deitou no sofa, abriu ninjas coxas e começou a me chupar na bucetinha. Eu já brincava com ela, mas a lingua dele era bem melhor que meus dedos.
– aaah tio Edu, não faz isso não.
Ele me pegou no colo e me levou pro quarto dos meus pais. Me botou na cama e veio de novo me chupar. Eu tava delirando. Ele chupava o grelinho pequenino, enfiava a lingua, lambia toda a minha xerequinha lisinha, me deixando fora de mim.
De repente senti um dedo forçando o meu vizinho. Tentei fugir, mas ele me segurou firme e meteu o dedo no meu rabinho. Gemi de for e prazer.
Ele continuou a me chupar e dedar, até que gozei na lingua dele. Me tremia toda, sem saber direito o que acontecia.
– a putinha já goza gostoso!
Eu me contorcia toda, ofegante, com medo e excitada. Meu coração tava a mil por hora.
Ele tirou a roupa e veio por cima de mim. Ficou de joelhos na cama. Entre minhas coxas. Eu deitada vi aquele pinto duro, pulsando.
– tio Edu eu nunca fiz nada. Vai doer isso em mim
– eu sei, putinha. Senti seu cabacinho na minha lingua.
Ele pegou um travesseiro e botou embaixo do meu quadril, levantando minha cintura e me deixando arreganhadinha pra ele. Começou a esfregar a pints do pau na minha xaninha, de baixo pra cima. Era tão gostoso quanto a lingua dele, mas mais duro. Senti a cabeçona forçando a entrada.
– não tio, por favor, vai me machucar!
– cala boca, mini puta!
De repente o celular dele tocou. Ele atendeu, era do trabalho. Ele disse que já ia voltar pra resolver e desligou.
– seu cabacinho vai escapar dessa vez. Lethi.
Ele pegou minhas coxas e juntou, apertando o pau dele com elas. Começou um vai e vem nas ninjas coxas. Eu sentia o pau roçar no meu grelinho, e as coxas dele batendo na minha bunda, enquanto ele fazia rápido e forte. Ele gozou, melando minha barriga de porra quente. Daí me puxou e me mandou chupar o pau dele, pra limpar com minha boca. Obedeci, submissa a ele.
– isso, chupa igual a um sorvete. Essa pica vai estourar seu cabacinho, minha putinha.
Limpei tudo. Ele se vestiu e foi embora.
Fui tomar um banho e depois arrumar a cama da minha mãe, pra ela não desconfiar de nada…

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6 Comentários

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  • Responder Dilsinho

    Tive um lance parecido com esse, mas não foi nada forçado. Eu trabalhava perto de casa, saía as 15h, e ia pra casa. Minha vizinha, uma guria de 11 anos, costumava tomar sol no quintal, e da janela do meu quarto, eu ficava admirando. Uma tarde, saí do banho, levei a roupa pra lavanderia, e me aproximei da janela por acaso. Dalí, dava pra eu ver um dos quartos da casa. Não acreditei no que vi. Ela estava com parte do corpo na cama, de pernas abertas, se masturbando com vontade. Comecei a tocar uma, tendo ela como inspiração. Ela diminuiu a intensidade, com certeza gozou. Deitou de lado e ficou de bundinha virada pra janela. Quando se levantou, debrucei na janela, e fiz um “psiuuu” pra ela ouvir. Ela se aproximou da janela, e quando olhou pra cima. Aplaudi. Ela se assustou e saiu rápido. Acredite se quiser. Minutos depois ela tocou a campainha. Atendi, e convidei-a para entrar. Ela foi direta, pediu por favor pra eu não contar pra ninguém. Prometi que não contaria, se quisesse, eu faria pra ela. Ela riu e falou que talvez. Sem pressa e sem forçar nada, perdi as contas de quantas vezes gozamos juntos. Quando mudei, ela estava com 14a. Mas cansei de busca-la, e passar a tarde com ela.

  • Responder Casado muito safado

    Vc e de onde linda e ele ja voltou pra terminar com pq ele começou e vc vai deixar ele fazer
    Se quiser falar mas sobre me manda um oi
    [email protected]

    • Lethicia

      Isso foi a quase 20 anos. Mas ele voltou sim!

  • Responder $modular

    Continua submissa Lethicia?
    @SModular, entra em contato pra me dizer!

  • Responder Amo putaria

    Q delicia ..
    Depois rolou mais alguma coisa ?
    [email protected]

    • Lethicia

      Rolou sim…