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Realizando duas Fantasias interraciais

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Todo homem tem a fantasia de transar com uma negra, uma ruiva, uma japonesa … E com as mulheres não é diferente. Elas apenas não contam.

Quem já leu meus outros contos já percebeu que adoro uma sacanagem, e sempre tive a fantasia de transar com uma mulher negra. Essa vontade vem da minha infância, quando tinha meus 10 anos e brincava de esconder com as outras crianças. Adorava me esconder com as irmãs dos meus amigos, que eram como irmãos pra mim, e as meninas também, mas o tesão era foda naquela época.
Passava a mão na bundinha delas, dava um jeito de apertar os peitinhos em formação e as vezes com muita sorte consegui ver uma ou outra bucetinha e até passar a mão. Gostava de todas, mas as negras me chamavam mais a atenção e elas por sua vez gostavam mais da sacanagem.
Lembro de uma vez, quando já tinha meus 12 anos, entrei na casa do vizinho como sempre fazia e fui pro quarto dos meus amigos. Lá encontrei a Cláudia, também 12 anos, se trocando juntamente com a minha irmã …aquela mesma que me mostrou a buceta no banho …e ela me pediu pra fechar seu sutiã. Eu sem experiencia nenhuma com isso, acabei soltando e o sutiã caiu, e foi quando pude ver os seios mais gostosos de uma linda mulata. Tamanha médio, muito duro e com aréolas bem pequenas, e naquele momento estavam com o biquinho muito duros também. Mas foi algo muito rápido e fomos interrompidos pelo barulho das pessoas na casa.
O tempo passou e a vontade ficou, mas há 03 anos pude realizar minha fantasia. Conheci Paula, no trabalho.
Uma mulher negra de 30 anos, quadril largo, bunda grande e seios grandes. Muito simpática e sorridente, sempre muito atenciosa comigo, o que chamava a atenção das pessoas ao redor e a minha também, pois já estava há alguns meses sem transar.
Paula tinha um pequeno empecilho … era casada. Porém, logo se separou e a coisa ficou bem declarada. Ela queria dar pra mim e eu queria muito comer. Algumas conversas e combinamos uma tarde pra ela ir até a minha casa.
Preparei tudo. Arrumei a casa, preparei as bebidas e logo desci na portaria do prédio para recebê-la.
Ela estava linda, num vestido florido que marcava o corpo, toda perfumada e muito a vontade. Logo ela foi subindo a escada na minha frente e aquela bunda maravilhosa, dura quase na minha cara já me deixando doido de tesão e quase agarrando ela no corredor mesmo.
Entramos e sem perder tempo já nos pegamos no beijo, eu fui apertando aquela bunda e logo já começamos a tirar a roupa. Pronto. Estava realizando a minha fantasia de infância. Aquela mulher negra, mulata, deliciosa totalmente nua na minha frente. Peitos grandes e firmes, bunda grande e uma buceta pequeninha, toda lisinha, que me fez lembrar das bucetinhas da minha infância.
Passei a língua na buceta dela bem devagar pra sentir a sensação e o sabor, brincando com o clitóris dela que logo deu sinal de vida também e ficou bem durinho. A buceta ficava cada vez mais babada, e eu cada vez mais intensificava a chupada, brincava com aquela buceta,colocava ela toda na minha boca, chupava mais e mais, até que resolvi abrir e olhar bem de perto. Aquela maravilha toda vermelhinha por dentro, toda molhada de tesão, e eu mais loco ainda vendo aquilo na minha frente. Nessa altura Paula já estava louca de tesão, quase gozando, e eu voltei a chupar com muita vontade mesmo, chupei até que ela gozou na minha boca…gozou muito e gostoso.
continuei chupando mais e Paula que nem tinha terminado de gozar a primeira vez começou a se masturbar pra gozar mais rápido …e gozou de novo. Nesse momento ela me olha com a cara muito safada e pede pra meter, ela diz “mete logo esse pau em mim”. Não pensei duas vez. Encaixei o pau na entrada da buceta e fui colocando bem devagar, pra curtir cada centímetro daquela buceta. Depois de colocar o pau inteiro, comecei um vai e vem bem lento também porque eu queria deixar ela muito louca de tesão, e consegui. Ela implorava pra eu meter com força, e então comecei a fuder mesmo, com força, aquela delícia. Paula gritava muito, e me pedia pra meter com mais força, e nessa brincadeira Paula goza mais uma vez.
Ficamos metendo por um bom tempo. Meti nela de quatro, de lado, e sentou no meu pau e cavalgou gostoso. Nem sei quantas vezes essa mulher gozou, e eu me mantive ali, firme. Não queria gozar e ficava me segurando, porque sabia que ela estava ficando cansada e tinha horário pra ir embora, então o final tinha que ser ótimo.
Mas antes eu tinha uma surpresa pra ela. Fazia muito calor naquela tarde, então fui a geladeira, peguei uma skol beats bem gelada e levei pro quarto. Ela tomou um pouco, me deu a garrafa perguntando se eu não ia tomar. Eu disse que sim mas de uma forma diferente. Peguei a garrafa e comecei a derramar a skol beats gelada, bem devagarinho na buceta dela e comecei a chupar de novo. A buceta agora estava toda molhada de bebida e do liquido dela, e claro logo ela gozou de novo, e nesse gozo ela gritou tanto que até me preocupei com os vizinhos.
Quando ela percebeu que a coisa podia se prolongar, não pensou duas vezes. Olhou pra mim e disse que era a vez dela acabar comigo. Colocou meu pau na boca e começou a chupar com muita vontade, parecia que nunca tinha visto um pau. Chupou cada vez mais forte que não demorou e eu gozei muito na boca dela, e quanto mais eu gozava mais ela chupava, até que percebeu que não saía mais nada.
Antes de ir embora, Paula me olha muito safada, e diz: “minha fantasia era dar para um cara branco, desde de novinha, quando meu primeiro namoradinho tentou me comer mas não conseguiu”.
Claro que aquilo me deixou com o ego inflado e depois contei a ela minha história, e isso rendeu várias outras transas, inclusive no trabalho.

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