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Primeiros Tempos – Laura, 13

3868 palavras | 5 |4.14
Por

💗 Dizer que o amor é cego é nunca ter amado e eu amei, amo e venero todas as mulheres que abriram as pernas e me receberam e gozaram. Minha mãe…


13. Não se faz omelete sem quebrar o ovo…


📃 “A solidão é boa somente para refletir, porque, sem dúvida, fomos criados para viver uns com os outros.
Chico Xavier

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Leia os episódios anteriores…

📅 Quarta-feira, 7 de setembro de 1994
✔ (Nunca esperei que Marisa nos flagrasse, mas também não pensava que ela reagiria como reagiu…)

― Parabéns a você! – abri a porta do quarto.
Mamãe ainda dormia e parei enamorando aquela mulher que tem sido referencia em minha vida.
― Amor!… – sorriu – Pensei que ainda estavas em Recife…
Suspirei, continuava linda como sempre.
― E eu ia perder a boca livre? – sentei na beirada da cama – Sabia que tu estaria aqui…
― Tive que fugir daquele clima infernal… E minha neta?
― Em casa, bem que tu poderia ter ficado conosco… – acariciei seu rosto, ela fechou os olhos – Sebastiana disse que tu não quer nada…
― Tu sabes que não gosto de incomodar e… – calou sentindo a pele zunir – Não faz isso filho…
Foi minha primeira paixão e minha professora em tudo, tirei a camisa e deitei do seu lado.
― Li que teu projeto foi aprovado… – desatei o nó da camisola, o seio sempre duro, ela arfou – Fiquei preocupado contigo…
Mamãe respirou e tirou, de vez, a camisola de seda branca.
― Não foi nada…, só um tombo…
― Não foi isso que a imprensa divulgou… – bolinei no biquinho do peito, ela estremeceu.
― Tu sabes, eles adoram um drama…
Olhei para seus olhos verdes sempre brilhantes e beijei seus lábios, ela se deixou beijar e rolou para cima de mim.
― Estava precisando disso… – sussurrou – Tu sempre soubeste como me animar…
― Tive a melhor professora… – acariciei suas costas macias – E a melhor mulher do mundo…
Ela me olhou com olhar carregado de amor, amor que eu tinha aprendido amar desde aquele fatídico dia em que papai morreu.
― Fernanda está comigo, separou…
― Sei, me telefonou… – minha mão percorreu a pele aveludada e entrei na calcinha – É uma boa menina…
Desceu a mão e abriu a braguilha de minha bermuda, meu cacete doía de tão duro. Não falamos mais nada, não havia espaço para outra coisa senão nossos desejos e apenas suspiros pelos toques em nossos corpos, sorrisos de certezas sempre certas de que a amor supera laços de sangue. Tirei a bermuda, a cueca e afastei a calcinha sentindo a boceta sempre lisa e ela sorria sabendo o que eu pensava.
― Do jeito que meu menino gosta… – levantou a bunda para que eu lhe tirasse a calcinha – Te adoro meu homem…
Meu pensamento voou…

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👣🚪 A dor de mamãe… 🚪👣

📅 Segunda-feira, 18 de agosto de 1986
✔ (Há ocasiões em que se faz coisas sem querer fazer e que, depois de feito coisas deixam de ser aquilo que era antes de se fazer e, mesmo depois de se ter feito, não se sabe porque fizemos, mas já tinha sido feito…)

Foi um sábado alegre, tia Carmem, Selma e Dolores chegaram um pouco depois das oito da manhã e eu ainda estava no quarto.
― Vamos lá filho, as meninas já chegaram – mamãe abriu a janela deixando o sol banhar de brilho o friozinho do ar condicionado – Vou dar uma saidinha com Carmem…
― Pô Bia, tá muito cedo… – espreguicei sem querer levantar.
― É isso que dá ficar na televisão até de madrugada – sorriu e puxou meu lençol – Te veste, tua namoradinha deve estar subindo…
Ainda hoje durmo de cuecas, mamãe ainda não tinha tirado a bermudinha de algodão, como sempre não usava calcinha.
― E tu também não já devia ter se vestido? – olhei, a bermudinha folgada deixava ver um pedaço da vagina – Tua xoxota tá aparecendo…
― Deixa de ser saliente menino – ralhou brincando e deu um peteleco na minha piroca dura – Vai, levanta e faz xixi que se tua sogra te ver de pau duro não vai gostar.
Desde sempre foi assim, não tinha vergonha dela e nem ela de mim e foi só eu entrar no banheiro para ouvir mamãe falar com Selma.
― Tá no banheiro…
― Ele tava dormindo ainda, é? – jogou a mochila na cama desalinhada e abraçou mamãe – Bem que falei pra mamãe que tava muito cedo…
― Cedo nada moleca, passarinho que não deve nada a ninguém sai do ninho no raiar do dia – brincou e farfalhou os cabelos negros da garota – Vou sair com tua mãe, mas não demoramos e… – me olhou parado na porta do banheiro – Nada de fazerem saliência, viram?
― A gente não faz isso não – riu – Só brinca de brincar…
― Sei… – tornou me olhar e saiu fechando a porta.
― Porque tu ainda tava dormindo, Cinho? – abriu a mochila tirando o biquíni – Tu falou que ia me esperar pra tomar café…
― Fiquei assistindo Trama Macabra(1) e fui dormir tarde…
― E tu lá gosta desses filme de terror? – tirou o vestido e sentou na cama – Ontem assisti Selva de Pedra(2), Miro tava planejando matar Simone…
― Não gosto de novela, é tudo uma bandalheira só – abri o guarda-roupas e pesquei o calção de banho – Bia também não gosta e não é filme de terror – sorri – Tu gostou d’Os Pássaros(3) , é do mesmo diretor…
― Só gostei porque tu gosta, não gostei de verdade, teve hora que fiquei de olho fechado – sorriu – Gosto mesmo é de filme de amor e de aventura…
― Tá passando Flash Gordon(4) no alfa… – tirei a cueca, minha piroca estava quase dura lembrando a xoxota de mamãe – Se tu quiser te levo…
― Porquê tu tá assim? – ela riu e deitou no meio da cama – Ontem deu vontade de coisar, fiquei toda melada…
Olhei para ela que olhou pra mim e tirou a c A alcinha, a xoxotinha papuda, as pernas abertas e aquele negocinho brilhando.
― A gente não pode coisar agora – me aproximei, ela sorria passando o dedo nas beiradinhas atazanando meu querer – Bia ainda não saiu…
― Né pra coisar agora não, só tô lembrando de ontem – falava respirando forte, as narinas dilatadas dizia do gostar de coisar – Mas hoje tu coisa ne mim, não coisa?
Respirei agoniado, minha piroca chegou doer de dura, tava com vontade, ela também, mas tive medo, Bia ainda não tinha saído.
― Dô também veio? – respirei querendo me enganar.
― Veio, deve de tá na piscina… – me olhou com olhar de pedir e sorriu o sorrir de querer quando deitei entre suas pernas – Ela não te aguenta…
Nem tava pensando na loirinha levada da breca que vivia atazanado meus juízos, não dava de pensar, aquele cheiro que cheirava de dentro da vagina, o pedacinho de carne durinho redondinho parecendo um pequeno dedo de criança me deu vontade de lamber e, quando toquei nos pequenos grandes lábios ela gemeu sentindo um pinicar no fundo da xoxota.
Não falamos nada, até aquela imagem da loirinho fugiu do pensamento, não era hora de pensar em nada, minha cabeça estava vazia de outras coisas e cheia de vontades.
― Hum, hum… – gemeu suspirando, os olhos fechados, não me viu me assungar sentindo o olor de mulher menina bolinar minhas vontades, mas sentiu o toque de minha língua – Pera, não…, não, pera…
Não tinha nada que esperar, o mundo se desmanchou em desejos e ela segurou um tufo de meus cabelos ora empurrando, ora puxando sentindo o sentir do gostar lhe espetar no fundo da xoxota.
― Cinho, Cinho…, hum…, ui, ui Cinho…, pera… hum. Hum…
Bolinava, com a ponta da língua o botãozinho duro do clítores(5) e ela se mexia agoniada de vontades, a vulva parecia ter vida própria estremecendo ágil a cada toque e senti o sabor salobro minado do, quase invisível furinho da glândula de skene(6) . Eu e ela de olhos fechados não vimos mamãe parada na porta nos olhando.
― Vai Cinho, ui, ui…, hum, hum – puxava meu cabelo esfregando minha cara na xoxota melecada e eu bebi aquele liquido salobro engolindo gostoso e ela gemia, e gemia – Hum, hum…, ui, ui, ui… Cinho, Cinho…
Talvez mamãe quisesse ralhar conosco, mas não ralou e ficou me olhando lamber e chupar a xoxota, cada vez mais melada e viu Selma estrebuchar metida naquele manto de desejos e tesão, tinha gozado o gozo gostoso de gozar.
Suspirei engolindo os pequenos e constantes jatos jatados de dentro da vagina que fremia na pequena grande morte, minha piroca dura estremeceu ao sentir que Selma tinha gozado.
Mamãe suspirou e saiu de fininho tornado fechar a porta.
Ficamos abraçados sentindo nossas respirações voltar ao normal…

📝 Passamos o dia inteiro de molho, só saímos para mordiscar lo churrasco que Sebastiana se encarregou de fazer.

⏰ 👣👣👣👣👣👣 ⏰
…e de noite…

Já era quase dez da noite quando fui ao quarto de mamãe para lhe dar o beijo de boa noite, ela vestia apenas em uma calcinha folgada que gostava de usar para dormir, lendo de bruços com as pernas ligeiramente separadas, entretida o livro de Agatha Christie Morte no Nilo(7) que tinha pego em meu quarto e não me viu parado na porta olhando enamorado as curvas bem feitas, a bunda durinha.

― Bia… – chamei baixinho e ela me olhou parado – Já vou deitar…
― Deita comigo… – virou, não usava camisa, a noite quente, janela aberta, ar condicionado desligado – Quero mesmo conversar contigo.
Colocou o livro na estante um pouco acima do espaldar da cama e afastou deixando espaço como se fosse preciso afastar, a cama imensa.
― Você tem que ter mais cuidado… – sorriu e coçou o bico do peito marcado pelas dobras da colcha – Tranque a porta com chave…
Achei estranho, Sebastiana nem Claudete nunca subia pros quarto de noite. Entrei e fechei a porta como ela pediu e ela riu.
― Não doidinho, a porta de seu quarto quando estiver namorando – olhava para mim e eu desconfiei – Vi você com Selma…
Suspirei, meu peito estremeceu.
― Tenha cuidado filho… – esticou o braço me chamando – Não vá avançar muito, ela é só uma menina…
Tornei suspirar, não tinha coragem de dizer que já tinha avançado. Era pra ser segredo, nem Dolores sabia de verdade.
― Vem, deita aqui…
Subi na cama box e engatinhei até ficar entre suas pernas. A calcinha folgada não escondia, de verdade, a xoxota sempre depilada como se fosse xoxota de menina, olhei, ela olhou e sorriu.
― Cê gosta de uma pererequinha, né safado?
― Não é ruim… – sorri e deitei – Tu viu?
― Vi… – me olhou com olhar diferente – Onde você aprendeu aquilo…
― Aprendi, sei lá, só aprendi… – levantei, sentei olhando pra ela – O pai fazia em ti?
― Fazia…
― Tu gostava?
― Adorava – me olhava quase sem piscar – Gozava muito…
― E como tu faz agora…
― Não faço, faz tempo… – suspirou um suspiro diferente – Tá tarde, amanhã cedo você vai pra casa dela…
― Não sei se vou, queria ficar em casa contigo…
― Que foi, brigaram?
― Não, é que… – suspirei sem saber se deveria dizer – É que a gente tá meio distante, queria ficar contigo…
Nos olhamos olhando de dentro, parecia que a gente conseguia ver o que o outro pensava e ela suspirou, balançou a cabeça antes de desligar a lâmpada de leitura. O quarto quente ficou escuro quase breu e eu não sabia o que tinha de fazer.
― Tá… amanhã a gente conversa…
Esperei que falasse ou fizesse alguma coisa e ela nem fez e nem falou, parecia que tinha dormido. Respirei e deitei, em minha cabeça passava coisas que tinha vivido, coisas que me fez pensar dentro daquela noite quente.
― Bia… – toquei em seu ombro – Tu não quer ligar o ar?
― Você é quem sabe,… liga…
Levantei no escuro, não acendi a lâmpada. Fechei a janela, cerrei a cortina e até a luz das estrelas fugiram apagando os vultos dos moveis que ainda conseguia ver no escuro, voltei para a cama ouvindo o ronronar do ar condicionado jogando vento seco e frio para dentro do quarto ainda quente e fiquei deitado recordando as recordações das brincadeiras daquele dia. Parecia que ouvia os gritinhos da loirinha, as reclamações da tia Carmem e os segredos trocados baixinho com Selma e as brincadeiras de bolinar.
Mamãe parecia já estar dormindo, ouvi sua respiração baixa me fazendo querer também dormir, mas o sono tinha desgrudado de minha vontade enquanto se misturava nas recordações, nos gritinhos e, vez por outra quando mergulhava ou saia da piscina, os seios da mãe de minha namoradinha de mentira que teimava escapulir do biquíni folgado, motivos dos segredos segredados com Selma que se divertia com a aperreação da mãe.
― Bia, tu tá dormindo?
Parecia chover no molhado, mamãe sequer se mexia talvez mergulhada nos seus sonhos sonhados de coisas que viu, que sentiu ou que falou. Virei, passei o braço por seu corpo quente aveludado que começava esfriar pelo vento seco e frio jogado no quarto escuro, e ainda quente, pelo aparelho que ronronava como se lamentasse o ar que trocava e ela virou, ficou de lado e eu colei em seu corpo e a abracei sentindo a pele macia e o levantar e baixar do peito adormecido.
Minha piroca estava dura, tinha endurecido desde que tinha visto a pontinha da xoxota lisa pela abertura da perna da calcinha folgada.
Tinha sido um dia inteiro olhando xoxotas espremidas nos biquínis apertados de Selma e de mamãe e da tia Carmem cujo biquíni folgado deixava escapulir o peito e pela calcinha, sempre que se assungava para sair da piscina, um naco da xoxota com pelinhos aparados.
Talvez não tivesse sido por querer que bolinei o mamilo intumescido de mamãe que, adormecida, não deve ter sentido e continuei bolinando pensando meus pensamentos daquele dia e das vontades que fazia minha piroca cada vez mais dura. Mas foi por querer que toquei em sua bunda, foi por querer que afastei a calcinha folgada e aproximei, a piroca dura, da bunda firme sentindo o roçar da carne macia que eclodiu em sensações proibidas.
Talvez sonhasse, talvez tivesse sentido o toque da cabeça dura de minha piroca lhe tocar aos grandes lábios quando se empurrou para mim fazendo eu ficar acomodado na boquinha morna da vagina.
Em outras ocasiões, deitados nus brincando na cama, já tinha sentido roçar na xoxota, mas sempre ela desviava sem parar que brincar brincadeiras de fazer saliência.
― Bia… – soltei a calcinha, minha piroca estacionada na boquinha da xoxota – Bia…
Ia falar alguma coisa, mas não deu de falar. Ela se empurrou para traz, minha piroca entrou escorregando nos líquidos gosmentos minados das glândulas de Bartholin(7) que facilitou e entrou, colei em sua bunda sentindo o calor morno do canal vaginal de minha mãe.
― Ai…, ui, o que…., o que é isso Lúcio?… – ela reclamou, tinha de reclamar – Você está maluco, filho? Éguas filho, hum, hum – requebrou a cintura sentindo meu pau entalado no fundo da vagina – Ui filho, ai… hum, tu… ui, o que é isso…
Mas não afastou, continuou forçando pra traz prendendo minha piroca dentro dela, as paredes da vagina parecia ter vida delas e mexia como se mastigasse o talo de minha piroca.
― An, an, ui filho, hun, hun… espera, ai, espera – esperei, ela respirou – Não mete assim, tu…, ai… porra, ai Lúcio não…, não empurra, espera filho, espera, ui… hun…
Não sei, ainda hoje não sei se era só manha e recomecei estocar cada vez mais forte e ela bufava, gemia e bufava enquanto o canal da vagina enchia de seus gozos misturados aos líquidos minados das glândulas.
― Hun, hun, filho…, ui, ui, ui… – jogou a bunda pra trás gozando como uma gazela no cio.
E eu não falava nada, apenas metia explodindo a pélvis na bunda macia sentindo o pinicar do gozo correr serelepe em meu corpo.
― Bia…, Bia…
― Não goza dentro, não goza dentro – pediu sabendo que aquele inchar de minha piroca era meu gozo chegando e gemeu um gemido de prazer se empurrando mais, fazendo minha piroca massagear o colo do útero e gozou como meu gozo que encheu o que faltava dentro da vagina viva que estrebuchava.
Ficamos calados, não demorou quase nada o sono abraçar meu sentir e dormi com a piroca alojada no canal que tinha me trazido ao mundo.

No dia seguinte…

Foi talvez o gozo sem esperar que chamou o sono que me cobriu e encobriu minha alma e me jogou no mundo dos sonhos e sonhei coisas de sonhar, coisas que me cobriu de paz.

― Bom dia… – abri os olhos, ela me olhava com aquele olhar de amor – Que meu homenzinho vai fazer hoje?
Me espreguicei sentindo uma paz que nunca havia sentido. Dormi abraçado, minha piroca ainda dentro da xoxota extasiada de prazer, ela sorria um sorriso de paz.
― Bom dia Bia, que horas é essa?
― Hora de filho safado levantar e tomar banho – acariciou meu rosto – Que foi aquilo ontem?
Respirei, não sabia, não estava em meus planos nada do que aconteceu.
― Desculpa…
― Porque?
― Tu sabes… – olhava para ela no intuito de ver ou sentir algo diferente, raiva talvez.
― Pensei que tinha sido um sonho… – beijou meu rosto – Mas sonho não deixa vestígios…
― Desculpa, não sei o que aconteceu…
― Eu sei… – riu e levantou, ainda estava com a calcinha folgada – Você me comeu…
― Desculpa Bia, desculpa…
Ela sorriu e se curvou e beijou minha boca com um beijo diferente.
― Sabe filho, eu estava precisando disso – tirou a calcinha e vi a boca da xoxota ainda melada com meu gozo – Vou ter que providenciar para que não venha uma coisa diferente…

⌛⏳⌛⏳⌛⏳⌛⏳⌛⏳⌛⏳⌛⏳⌛⏳⌛⏳⌛⏳
👣🚪 Parabéns, mamãe… 🚪👣

Me curvei e beijei sua boca ainda com aquelas recordações pululando na cabeça.
― O que minha mulher que fazer hoje? – brinquei recordando.
― O que meu homem quiser…
Bolinei no biquinho do peito e senti o corpo estremecer, olhei para ela, ela olhou para mim feliz na felicidade de estar mulher novamente. Puxei a calcinha, o odor de sexo encheu meu respirar, deitei entre suas pernas e lambi a beiradinha da xoxota e ela gemeu.
― Hum, hum, hum… – segurou meu cabelo, puxou quando sentiu minha língua bolinar no pilotinho do prazer – Ui, filho…, filho, hum…, hum… – olhos fechados, narinas dilatadas, mamilos duros intumescidos.
E continuei chupando, lambendo as beiradas, estocando a língua na vagina cada vez mais úmidas e ela arreganhou as pernas morrendo na pequena morte do gozo e bebi seu gozo jorrado daquela caverna de desejos.
― Ufa! Isso é que é presente… – suspirava – Estava com saudades dessa língua…
― Só da língua? – subi em seu corpo, ela acariciava meu braço, meu pau duro – Então vamos sair…
― Não! – me puxou, meu pau entrou, ela gemeu – Falta…, hum…, falta isso…
― Eita?! A farra tá grande…
Senti meu corpo gelar, Marisa com Laura no braço estava parada na porta do quarto…

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🗂️ Você leu o episódio 13, não esqueça de comentar, atribuir nota e leia, continue lendo…

🖐️ Essa é uma obra de ficção, qualquer semelhança com pessoas vivas ou mortas terá sido mera coincidência…


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9. Água mole, pedra dura, tanto bate até que fura
10. Uma andorinha sozinha não faz verão
11. Uma andorinha sozinha não faz verão12. Em terra de cego, quem tem um olho é rei

Glossário:

 

(1) Trama Macabra: Family Plot é um filme estadunidense de 1976, do gênero suspense, sendo o último dirigido por Alfred Hitchcock. O roteiro foi baseado no livro The Rainbird Pattern, de Victor Canning. Foi o último filme de Alfred Hitchcock.
(2) Selva de Pedra: telenovela produzida pela Rede Globo e exibida no horário das 20 horas, de 24 de fevereiro a 22 de agosto de 1986, em 160 capítulos, 35ª “novela das oito” exibida pela emissora. É uma regravação da telenovela homônima de Janete Clair.
(3) Os Pássaros: (em inglês: The Birds) é um filme norte-americano de 1963, do gênero de suspense, dirigido por Alfred Hitchcock. O filme se concentra em uma série de ataques de pássaros violentas repentinas e inexplicáveis sobre o povo de Bodega Bay, Califórnia, ao longo de alguns dias.
O filme é estrelado por Rod Taylor, Tippi Hedren em sua estréia nas telas, Jessica Tandy, Suzanne Pleshette e Veronica Cartwright. O roteiro é de Evan Hunter, que foi informado por Hitchcock para desenvolver novos personagens e um enredo mais elaborado, mantendo o título e o conceito de do Maurier de ataques inexplicáveis de pássaros.
(4) Flash Gordon: filme américo-britânico de 1980, dos gêneros ficção científica, ação e aventura, dirigido por Mike Hodges, baseado nos quadrinhos de Alex Raymond. A trilha sonora é da banda Queen.
(5) Clítoris: Clitóris ou clítoris é um órgão sexual feminino presente em todos os mamíferos e outros animais. É a zona erógena de maior sensibilidade da mulher e geralmente a principal fonte anatómica de prazer sexual. O clitóris é uma estrutura complexa de tamanho e sensibilidade variáveis. No ser humano, a glande do clitóris tem aproximadamente o mesmo tamanho de uma ervilha e estima-se que possua mais de 8000 terminações nervosas sensoriais. A parte visível do órgão situa-se na união frontal dos pequenos lábios da vulva, anterior à abertura da uretra.
(6) Glândulas de Skene: Próstata feminina também chamadas de glândulas de Skene e glândulas parauretrais são as glândulas mucosas cujo nome vem do médico estadunidense Alexander Skene (1838 – 1900); É no vestíbulo da vulva, espaço em forma de triângulo com vértice voltado para cima delimitado pelas ninfas, que fica mais perto da vagina do que do clitóris, que nas margens laterais desembocam os ductos das glândulas de Skene, que segregam uma enzima chamada PDE5, que intervém na excitação feminina, na ejaculação feminina; Ou também chamadas de Ductos Parauretrais de Skene: de calibre pequeno – se abrem exatamente de cada lado do meato uretral – podem ser infectados pelos gonococos.
(7) Morte no Nilo: Death on the Nile (Morte no Nilo, no Brasil) é um romance policial de Agatha Christie, publicado em 1937. É um dos casos mais famosos do detetive Hercule Poirot e conta também com a participação do Coronel Race.
(8) Glândulas de Bartholin: As glândulas de Bartholin ou glândulas vestibulares maiores são glândulas alojadas na parede vaginal, duas, com função de efetuar a lubrificação do canal vaginal, preparando-o para o ato sexual. Possuem um tamanho aproximado entre 0,5 e 1,0 cm e estão localizadas profundamente na entrada da vagina (vulva).

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5 Comentários

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  • Responder Armando

    Infelizmente ando sem muito tempo e clima para acompanhar as atualizações.
    Mas CA, por ser da elite dos Autores, merece ao menos nosso obrigado e nosso voto.
    Espero logo poder apreciar mais esta Obra.
    Obrigado.

  • Responder shygio

    Seus textos são muito bons sob todas as óticas. Nota 10.

  • Responder Lopes

    Os Prato Feito adora gente que compartilha esse tipo de coisa…

  • Responder Lopes

    Que porra é essa, essa porra virou Wikipedia…

    • gostodenegra

      kkkkkkkkk boa