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Pai de uma deficiente mental e o tabu sexual (1)

3248 palavras | 25 |4.63
Por

Ivan, 37 anos, desafia um tabu com sua filha de 11 anos portadora deficiência mental e impulsos sexuais fora do controle.

——– Identidade Bourne é meu codinome———-
Essa é a história de Ivan, sua esposa Simone e um Tabu chamado Camila. 

A vida põe a gente em situação realmente desafiadores, e as vezes temos que quebrar tabus e fazer o que precisa ser feito. Sou Ivan, vou relatar fatos recentes, de poucos anos atrás, que chocam quem está de fora.
Eu estava com 37 anos, casado com Simone, 32 anos e a nossa filha na época tinha 11 anos, Camila, portadora de um grau leve de Sindrome de Down, mas isso seria nada diante outros problemas mentais que ela também apresentava. 

Camila tinha baixo nível intelectual e quase que totalmente movida pelo instinto. Não tem julgamento de certo e errado e é agressiva. Não vou mentir, nossa vida acabou porque ela necessitava de supervisão 24 horas.
Minha esposa formada em psicologia nunca pôde trabalhar. Sou engenheiro mecânico então o que eu ganhava dava pra sobrevivermos, já que existia muitas despesas com os tratamentos, que minimizam a situação mas não resolvem. 

Somado a tudo isso Camila tinha hiper sexualidade, desde seus 8 anos eu não podia ficar nem mesmo sem camisa, sempre de roupa e distante porque ela vinha pra cima de mim com desejo sexual e eu me sentia mal por isso. Minha esposa sempre por perto tentava distraí-la e eu não deixava ela me tocar mais. Ela dormia quase sempre com medicamento, chorava e gritava, falava poucas palavras. Ela obedecia por um tempo mas depois voltava aos impulsos instintivos. Ela também tinha seus momentos de ser carinhosa e emocional e reagia com arrependimento e culpa, ao ver que tinha feito algo errado que não podia controlar.

Com grupos de apoio de pais em mesma situação fomos aprendendo a conviver. Minha esposa continuou participando enquanto eu me dedicava ao trabalho. E ela começou a querer mudar o modo de como nós lidávamos com a situação.
Numa noite eu estava no sofá, de calça e camiseta, Camila já com 11, mostrava sinais da puberdade, porém ainda chupava dedo como uma criancinha, ela escapou da mãe que acabara de dar banho e correu pro sofá comigo, era mais uma tentativa de se masturbar se esfregando na minha perna, mesmo com seu pijama , e eu a segurei não deixando me tocar.
– Não Ivan! Deixa ela te abraçar! – disse Simone entrando da sala.
– Que???
– Tenho pesquisado bastante e vi várias situações compartilhadas na internet. Ela precisa de contado do pai, sua figura masculina, por isso vivia raivosa!
– Mas ela está…
– Eu sei! – Simone sentou-se ao meu lado, com seu olhar de exausta. – Nossa filha está crescendo Ivan, e o que nós fizemos até agora foi só condená-la por ser humana, como todas, ela é também sexual, não podemos vê-la como um anjo assexuado!
Minha esposa tentava despistar a mão de Camila para que não pegasse no meu pênis, sem reprovar o que ela fazia. Ela gemou num orgasmo e relaxou tranquila no meu peito chupando dedo, arrumei seus óculos pesados, ela tinha grau elevado de miopia.
– Viu como ela está mais tranquila agora! É isso que ela precisa, o contato com seu pai.
– Querida, mas esse contato não me parece nada apropriado!
– Porque ela te vê como um homem! Ela tem sexualidade!
– Mas ela é nossa bebê! E sou o pai dela!
– E você acha que ela vai conhecer algum rapaz, vão se apaixonar e casar??? – disse Simone ironicamente.
– Não Ivan! Ela está se tornando mulher, e tem desejos sexuais! Você é o único homem na vida dela. Eu, como mulher, entendo nossa filha!
– Temos que ensiná-la o que é certo e errado, como meninas devem se comportar, e ela estava se esfregando em mim! – eu estava bem
desconfortável com a situação e não conseguia aceitar o que minha esposa dizia.
– Ela fica feliz fazendo isso, o único momento que ela tem algum prazer, e estou exausta, estou cansada! Se isso a deixa tranquila nós também ficamos tranquilos! É uma necessidade humana e meninas não humanas, mesmo com problemas mentais! Temos que fazer de tudo pra ela se sentir bem, somos sua família! Não podemos fingir que isso não existe e entregá-la totalmente aos medicamentos fortes!
Passaram-se os dias e realmente o meu contato corpo a corpo estava ajudando. Camila obedecia, passou a se alimentar melhor, a ter menos surtos de raiva pois sabia que iria ficar no meu colo se fosse boazinha. 

Numa noite, eu já estava na cama de cueca para dormir e ouvi minha esposa tentando fazer Camila dormir, nossa filha estava agitada e chamava por meu nome. Eu tinha que ajudar minha esposa, vesti o roupão e fui ao quarto dela, Camila se alegrou eu me sentei na cama pra ela me abraçar, ela passou a mão no meu peito por baixo do roupão, eu puxei a mão dela pra longe e ela chorou.

– Ela se sente frustrada e rejeitada pelo pai, Ivan! Deixa ela sentir seu corpo, faz bem!
– Simone isso já está esquisito!
– No olhar dela é esquisito o pai não dar contato de afeto, calor do corpo! Tire o roupão pra ela sentir você! Essa sensualidade é saudável!

Como não tínhamos outra solução, eu baixei o roupão, cobrindo minha cintura pra baixo, e permaneci sentado. Camila me abraçou com força, usou sua mão como garras, grudou no meu peitoral e puxou meus pelos com força, tentei disfarçar a dor.
– Filha, assim dói no pai, passa a mão de leve assim!  – explicou Simone.
– Machuquei papai!!! – ela disse começando a chorar.
– Não não princesa, foi cócegas! – eu disse sorrindo.

Tentamos contornar a situação mas Camila arrancou seu pijaminha e só de calcinha sentou-se encaixada de frete pra mim, derrubou o meu roupão e senti perfeitamente sua vagina colada no meu pénis na cueca, arregalei meus olhos pedindo socorro a minha esposa.
– Meu papai! – disse Camila me abraçando com carinho.
Eu retribui acariciando os cabelos lisos dela, eu tentei distrair minha mente, mas senti o calor que vinha dela, senti meu pênis acordar e crescer , e ela se ajeitou e meu pau achou o caminho até ao seu clitoris. Tudo era muito sensual, mistura de afeto, compaixão e excitação sexual.
– Meu amor! – disse Simone olhando em meus olhos. – Você é o único quem pode ajudar! Não se culpe, deixa sentir por completo! Nós estamos exaustos! Não sei mais o que fazer! Toque nossa filha, como na massagem sensual que fazíamos, lembra?
Eu concordei em silêncio. Já não aguentávamos mais, e precisamos momentos de paz. Escorei-me para trás.  Camila já esfregava explicitamente sua vagina úmida sobre meu membro, e minha esposa dizia a ela que estava tudo bem, papai a amava, e a ajudou com os movimentos para ela perceber que não estávamos mais contra ela. Simone empurrava a bunda de Camila para roçar mais forte no meu pau, eu fiquei confuso e paralisado.
– Simone, querida, eu estou tenho uma.. to ficando..,
– Eu sei Ivan, isso acontece porque você não é só um pai mas é um homem, o mesmo com nossa filha, é também uma moça! Falei com minha amiga psiquiatra ela me recomendou um fórum na internet de famílias anônimas, Médicos não podem recomendar certas coisas que são consideradas “imorais” pela sociedade. Como canabis e outros métodos alternativos.
– O que você quer dizer? – perguntei para ter certeza de que era o que estava pensando.
Camila parecia estar no climax, meu penis dava pulos involuntários,  suas mãos apertavam minha nuca cada vez mais forte, esmagando sua xaninha no meu volume, ela estava tomada pelo prazer que sentia com meu corpo. 

– Nós, pais, tentamos negar que nossos filhos sejam sexuais, Ivan! Mas isso tem que ser encarado. Lembra de dona Cecília que começou no Grupo de Apoio aos Pais, mãe solteira de um rapaz de 18 anos, com problema mentais, que ficava se masturbando em público? Ela sumiu da terapia de grupo, por acaso a encontrei nesse fórum, ela disse que as coisas melhoraram. Antes o filho dela era incontrolável, e o rapaz é alto e forte, ela tinha até medo, ela procurou prostitutas pra ele, as poucas que aceitaram foram muito caras, ela coitada não pôde ficar pagando por isso, ele ficava frustrado e agressivo, imagina ela ter que lidar com um homem grande, sem capacidade de entendimento???
– Sim, mas ele é homem…
– Só porque é homem então está tudo bem buscar satisfação sexual, é uma necessidade! Mas quando se é mulher isso tem que ser ignorado! 

Isso me fez pensar, e fez sentido. Camila se retorceu e parecia ter atingido um orgasmo. Simone nos abraçou e senti um elo muito diferente entres nós três. Camila relaxou quietinha, tranquila, sentindo-se aceita e protegida enquanto chupava dedo , parecia que ia cair no sono rapidamente. Ainda assim eu estava preocupado com essa situação, deixei ela deitada sobre mim pra esconder minha ereção.
– Simone! Você está sugerindo um serviço sexual para nossa filha de somente 11 anos ou entrega-la a esse cara!?? – eu disse em baixa voz.

– Não Ivan!!! Um estranho!? Que não tem ligação afetivo com ela!? Claro que não! Eu entrei em contato com dona Cecília por mensagens, ela me contou algo que pode parecer loucura, mas que muitas famílias nesse caso já fizeram, tudo segredo, para não serem julgadas!
– O que é então Simone?
– O filho dela quase estuprou a faxineira, ele poderia ter machucado alguém e causar mais problemas!  Ele tinha fortes impulsos sexuais e Dona Cecilia que acabava tendo que dar banho nele então ela fez por amor… Ela deixa seu filho satisfazer-se sexualmente com ela!
– Sério??? Como isso? – minha cabeça não aceitava essa informação.
– Ele se tornou menos problemático! Ela me confessou e pediu segredo, assim como todos do fórum! Como aquele pai que disse abertamente a imprensa que ele masturbava seu filho que era totalmente paralítico por que via a angústia do menino relação a suas necessidades sexuais, ele foi muito julgado!
– Querida, eu até entendo! – eu tentava dizer algo. – Mas por outro lado não sei se…
– Eu só quero que nossa filha se sinta completa, conectada ao amor do pai, do jeito que ela entenda ser! –
Simone nos abraçou, Camila já havia caído no sono e a deixamos em sua cama, dormindo tranquila, cobri-me com o roupão, eu mesmo náo queria ver minha cueca melada. 

Não sabia o que pensar e o que dizer. Simone percebeu minha confusão e essa conversa parou aí, eu precisava de tempo para digerir isso. com os dias e eu passei a ser o conforto de Camila para dormir, para se acalmar, porém os toques eram mais ousados, ela tinha que sentir minha ereção em sua vagina pra seu orgasmo, eu sentia o formato de sua boceta de menina sobre meu pênis de pai. Minha esposa nada dizia para não me confundir, eu mesmo notei que ela se excitou várias vezes, minha ereção me provou que eu antes de pai era um homem com meus instintos. 

Durante a noite, minha esposa e eu transamos loucamente sem muito pensar. Ela tinha raspado sua vagina, encaixou-a no meu pau sentado-se no meu colo de frente pra mim, ela estava imitando nossa filha. No escuro tudo parecia permitido, minha mente tentou me acusar, sem mesmo entender o porque, mas eu ignorei e deixei meu instinto de homem tomar a direção então tivemos o sexo mais delicioso.

Mas tinhamos nossa dura realidade. Minha esposa tinha a tarefa de dar banho em nossa filha. Era exaustivo convencer Camila ir com ela pro banho, e isso ficava mais difícil a medida que ela crescia. Numa noite eu ouvia o drama de minha mulher pedindo a Camila para ficar quieta no chuveiro e parar de mordê-la. Minha filha chamava pelo pai, e Simone dizia que ela deveria tomar banho para estar comigo, mas Camila não parava de gritar. Eu pus um short de banho, não podia mais deixar minha esposa sozinha nessa, nós éramos as únicas pessoas que Camila tinha, por toda sua vida.
– Papai tá aqui bebê! – eu disse entrando no banheiro.
Simone puxou a cortina que separava a ducha, e colocou os óculos na Camila para que me pudesse me ver, ela pulou de alegria e se jogou em mim num abraço, me pegou pela mão e me puxou pra ducha. 

Vi no rosto da minha esposa sua alegria e alívio. Minha esposa e filha nuas me fizeram sentir algo diferente, como um orgulho de ser o homem delas. Simone me deu um beijo nos lábios.
– Tá vendo filha? Papai e mamãe vão te dar banho! – disse minha esposa.
A água fez meu short azul grudar na pele, meu penis ficou desenhado. Camila já não era tão pequena que eu precisasse me abaixar para conversar, nem tão alta para não notar meu volume, com meus 1,78m e 89kg eu ficava sem saber como me posicionar diante da minha filhinha totalmente nua. Ela pulava se agitada, abraçava minha cintura,  depois olhou pra Pepeka dela e da minha esposa, e se incomodou por eu estar se shorts, começou a puxar pra baixo enquanto eu segurava dizendo não. Seu rosto de alegria se tornou em choro.
– Ivan! Isso iria acontecer de qualquer maneira mais cedo ou mais tarde, deixa ela ver como é o corpo do pai!
– Mas isso poderia ser considerado abuso de vulnerável!!
– Abuso é a privação e frustração que ela tem tido todo esse tempo! Que a faz sofrer! Só nós podemos ajudá-la a ter momentos de alegria e prazer! 

Eu vi no rosto de minha filha sua frustração e angústia atrás das lentes grossas de seus oculos, parecia que estávamos punindo ela por ser assim! As gotas dágua escorriam rapidamente mostrando seus olhos amendoados castanho claros, a sindrome de Down não conseguia tirar a beleza dela, Eu fiz sinal pra ela descer meus shorts, ela ficou alegre e empolgada, ansiosa e atrapalhada, minha esposa ajudou. Fiquei nu para minha filha, agora éramos iguais, sem nada para esconder. Finalmente Camila estava vendo um pênis de homem adulto, provavelmente o único de sua vida, um processo natural de seu crescimento que eu estava privando, ela ficou curiosa e olhou para a mãe com confusão pedindo explicações.
– É o pipi do papai! Que você queria ver! – explicou Simone, balançando meu membro com sua mão.
Fiquei sem jeito, a situação vez meu pau inchar , a cabeça saiu, e Camila pegou nele com força e me fez reagir de dor, explorou minhas partes íntimas de perto, até minha bunda, quis sentir com a mâo o meu rego peludo, tive que baixar para ver meu ânus, disse que era a minha pepeka, brincou e riu com o meu saco pendurado.
– Devagar filhinha, senão machuca! – eu disse com calma.
– Você não tá fazendo nada de errado filha! Pode pegar! – reafirmou minha esposa.
Camila agarrou minhas bolas, puxou meus pelos pubianos, segurei pra não reagir bruscamente, Simone se abaixou explicando que podia tocar mas tinha que ser com cuidado. De repente tudo se tornou erótico pra mim, meu penis dobrou de tamanho atingindo seus 19cm com as mãos de ambas admirando ele.

– Olha como seu pai é bonito, filha! – disse minha esposa apertando minhas bochechas.
Simone fez uma breve explicação sobre meu corpo, não tinha certeza se Camila entendia tudo.
– Mamãe tem seios, papai tem peito peludo, papai é musculoso, olhos verdes! Olha o furinho no queixo dele! E os braços que grande, olha as coxas do papai que forte! Papai não bebe, não tem barriga de shop! – ela fazia disso uma brincadeira.
Camila começou a se masturbar descontroladamente com sua mão, Simone não a reaprendeu, e eu me rendi àquele momento divertido, a partir daí passei a participar dos banhos.
Meu penis então era objeto de interesse de minha filha. Para fazer ela dormir, minha esposa pediu pra eu deixar ela se masturbar sobre mim, sentindo meu penis no corpo dela. Na cama de Camila, Simone ficava atrás de mim, eu me encostava nela e Camila vinha de frente. Minha esposa educava a ansiedade de nossa filha, conduzia os movimentos e os toques. Eu confesso que isso me fez sentir totalmente conectado a elas e o homem mais importante do mundo.
Simone fez ela sentar-se entre minhas pernas de costas pra mim e levou meu dedo a sua pequena vagina, ensinou-me a masturba-la enquanto ela se esfregava no meu tórax, eu senti seus mamilos salientes entre meus dedos e sua pele macia, meu membro duro babava nas costas de minha filhinha. Camila passou a se sentir mais amada e confiante, sentia que estávamos ao seu lado, seu comportamento geral começou melhorar. 

Numa noite Camila somo sempre estava excitada, se esfregava em tudo tirou sua calcinha, ela não sabia muito o que fazer, então ficou de quatro com sua bundinha virada na minha cara, mostrando sua xaninha brilhosa pra mim, minha esposa empurrou minha cabeça fazendo cheirar a bocetinha da nossa filha, não resistir e lambi, Camila ficou estremecendo de prazer até acabar sentando na minha cara com ajuda de Simone. A bocetinha da minha filha era suculenta, rosinha, lisinha, quentinha, eu chupei com muito amor, como se fosse a cereja mais valiosa do mundo da menina mais bonita, minha esposa fez com que Camila tivesse dois orgasmos na minha boca, senti o seu mel e seu odor que me viciou. Eu me senti o pai mais realizado do mundo sabendo que eu estava fazendo nossa pobre filha se sentir feliz,, eu era distante e não sabia, esse erotismo nos uniu mais.
No nosso quarto fiz Simone imitou a cena, eu não chupava a minha mulher fazia anos, e chupei sua boceta por saber que nossa filha nasceu por ali. Minha esposa erotizou-me como ela queria. Depois de muito tempo nós estávamos tendo prazer de novo. Transformamos uma situação trágica em uma experiência nova! Foi assim que quebramos um tabu, e isso não parou por aí. Há muitas segredos entre pais e filhos que vou lhe contar! 

———– Identidade Bourne ————-

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25 Comentários

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  • Responder Flock

    um dos melhores contos que já li aqui, muito bem redigido espero que continue !!

  • Responder Junior

    Minha filha tem sd tbm , iniciei ela aos 7, como quem tem essa síndrome tem a língua maior comecei gozando na boca dela depois tirei os cabaços

    • Anonimo

      Legal, vc teve essa incrível experiência tbm?

  • Responder MANOEL ESPANHA.

    Merece continuidade.

  • Responder Potenkin

    Pau tá durasso. Interessante este mundo que você está apresentando.

  • Responder Gatofetichistabh

    Excelente conto… Imagino que seja uma situação real pela qual passam alguns pais com famílias especiais…. Seria legal conversar sobre isso

  • Responder Marcos

    Nossa que delicia me exitei aqui lendo conta mais ele nao chegou a foder com a filha deficiente??

  • Responder Putinho13

    KKKKKKKKKKKKK FOI A FIC MAIS BIZARRA QUE EU JÁ LI

  • Responder Hbr

    Tive experiência parecida, há alguns anos tive uma vizinha q tinha uma filha assim, e ela sempre que vinha em csa pegava no meu pau, qdo tinha gte por perto eu não deixava, é claro, mas qdo estava só não só deixava como botava a rola p fora, ela viciou, por várias vezes eu chupei os peitinhos dela ( devia ter uns 12anos), alisava a bctinha com poucos pêlos, ela não podia me ver chegando em casa já queria ir p lá, a mãe sem maldade s sempre dizia, ela gosta muito do senhor.. cheguei a gozar várias vezes botando nas coxas grossas dela, na bunda (s penetração). Durou vários meses até eu mudar de endereço.. sinto saudades.

    • Bronquinha

      Deixa eu comer ela tiro osvdois cabacinho e faço ela viciar eu garanto

  • Responder Tony Alves 100

    Vc é um dos melhores escritores desse site, eu sou fã dos seus contos, espero a continuação o mais rápido, pois seus contos são altamente eróticos e extremamente excitante.

    • Identidade Bourne

      Valeu Fera! Vem mais por ae

    • Identidade Bourne

      Parte 3 – Camila quer aprender algo mais e precisa do pai.

  • Responder Júlio César

    Gostei, quem quiser contar suas experiências sexuais, estou pronto pra ouvir gosto muito de ler e ouvir histórias das pessoas que querem falar mas tem medo vergonha ou alguma coisa que seja, podemos discutir e até talvez achar uma solução juntos, meu telegram e esse @Sérberoz

  • Responder Lunocu

    Gostei tenho uma situação parecida nunca pensei em sexo com minha filha mais ela pega no meu pau eu não consigo ficar com tesão mais vou ir mais longe pra ver se ela se acalma ela só tem 6 anos parabéns.

    • Ronaldo mineirinho

      Excelente o conto mostra a realidade das crianças com síndrome, nós já fomos crianças e sabemos que criança tem desejos sexuais também. Não demore para continuar .

    • Eletrônico

      Vamos conversar?
      [email protected]

    • @andf012

      me chama no telegram

    • Bronquinha

      Deixa eu comer ela tiro os 2 cabacinho dela e faço ela viciar eu garanto.

  • Responder Paulo

    Muito bom esperando a continuação da sua história de vida parabéns vc é um belo pai.

  • Responder F

    Esse foi um dos contos mais excitantes que já li na vida! Que escrita impecável, imaginação fluiu!

    • Negroeamor

      Muito bom mesmo.
      Leia meu conto aluna com síndrome de down

  • Responder Didi.

    Nossa que conto carregado de erotismo 😀

  • Responder anonimo

    Muito bom

  • Responder Eletrônico

    Quero ver a sequência