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Memórias de uma professora – parte 4 – Hora de pagar a promessa?

2310 palavras | 12 |4.64
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Será que Caio tirou 10 no trabalho? O que eu deveria oferecer como surpresa para ele?

Os gemidos de Caio soavam como uma doce canção aos meus ouvidos, enquanto eu chupava entusiasticamente seu diminuto, macio, saboroso, rígido e quente bastãozinho de carne.

O menino se contorcia e gemia, tão consumido quanto eu por aquele prazer devasso e imoral, acariciando meus cabelos e dando leves puxões e empurrões em minha cabeça, como se estivesse indeciso entre querer mais ou querer parar, enquanto seus quadris “metiam” em meu rosto, forçando seu peruzinho em minha boca, me davam a certeza que ele queria mesmo continuar.

E eu chupava com muito gosto, muito prazer, e era sublime olhar para o rosto dele e receber seu olhar de volta, lendo em sua face, tão doce, pequena e infantil, que ele se afogava num oceano de prazer e não pretendia nadar de volta à superfície, pelo contrário, queria era afundar ainda mais na devassidão que eu oferecia com uma entrega absoluta.

Eu colocava em minha boca aquela madeirinha durinha e também seu saquinho macio e lisinho, e minha língua fazia uma massagem completa, sentindo desde a cabecinha pequena ali na ponta, deslizando por toda sua minúscula extensão até chegar no saquinho, sentindo os ovinhos tão pequenos protegidos por aquele invólucro macio e pré-púbere.

E eu soltava um gemido de pura paixão e começava a fazer uma cuidadosa sucção, sabia que era uma genitália delicada e só queria dar prazer, sem dor, e já conhecia bem o limite que eu poderia aplicar.

Sugava gostoso e então, diminuindo a força com que prendia o membrozinho dele dentro de minha boca, e reduzindo apenas um pouco a sucção, eu deixava ele se libertar repentinamente da minha boca com um sonoro estalo molhado. Ronronava novamente feito gata no cio enquanto minha língua voltada a duelar brevemente com aquela pequena e viril varetinha antes de voltar a abocanhá-lo.

E eu voltava a chupar. Chupava vigorosamente o delicado mastro, mesmo com tão pouco material para deslizar meus lábios, eu o fazia freneticamente, num movimento ágil, controlado, medido, mas não menos intenso e voraz.

Meus gemidos se confundiam com os dele, duas vozes finas, suaves e dissonantes buscando cantar em uníssono, meus gemidos de gata dengosa brotavam no tesão daquela mamada que eu oferecia de corpo e alma, e os gemidos dele, uma voz doce e angelical, que deveria apenas emitir sons de ingenuidade e pureza, agora cantando notas sexuais, notas de prazer, de volúpia, numa sobrecarga de sensações que eu, vigorosamente, oferecia àquela saborosa criança.

Completamente tomada pela tesão, parei de chupá-lo repentinamente e me levantei sem hesitar. Não havia mais tempo a perder, eu precisava dele dentro em mim. E mesmo com a minha excitação sexual e febril, e diante daquele delicioso olhar ansioso dele, eu desacelerei meu ritmo o suficiente para tirar minha calcinha não com um movimento brusco, mas charmosa e sedutora, dando reboladinhas sensuais como se dançasse para fora de minha roupa íntima.

Enfim nua, apoiei-me na cama e fui engatinhando em sua direção, apreciando o olhar dele fixo em meus seios. Eu me orgulhava da forma com eles ficavam nesta posição, alongados em direção à cama devido à gravidade, feito dois longos torpedos balançando suavemente para os lados de acordo com os meus movimentos.

A forma como ele encarava meus peitos naquela posição dava-me um tesão indescritível.

Eu não ia aguentar muito mais. Precisava dele. Ele ia ser meu.

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Foi difícil me concentrar no trabalho na manhã seguinte, lembrando a promessa que fiz caso ele tirasse nota máxima. Fui impulsiva, não tinha pensado direito no que poderia oferecer como recompensa.

Poderia passar em alguma padaria e comprar alguns doces, ou um bolo. Ou alguma loja de lembrancinhas e comprar um presente. Talvez um brinquedo.

Ideias seguras, mas distantes do que eu realmente queria. Queria provocá-lo ainda mais. Queria testar nossas zonas de conforto. Queria estreitar, de alguma maneira ainda desconhecida, nossa relação.

Levei um susto ao receber, no meio da manhã, uma mensagem de Dona Vera, a mãe de Caio.

“Tem um minuto? Posso te ligar?”

Respondi “Sim”, quase tendo uma recaída em meu antigo vício de roer e estragar as unhas.

– Bom dia, dona Vera. Tá tudo bem? – perguntei, preocupada, quase de maneira defensiva.

– Ju… o que você fez com o meu filho?

Por um breve segundo, minha mente entrou em pânico. Tentei percorrer todas as possibilidades trágicas que poderiam ter ocorrido, e qual desculpa apresentar para as roupas e comportamentos tão inapropriados do dia anterior.

Até que Vera riu.

– Por… por que, dona Vera?

– É só Vera, Ju… – ela continuou com um risinho cativante – … menina.. eu nunca vi o Caio estudar tanto quanto ontem.

– É… é mesmo?

– Ele queria ficar até tarde ensaiando a apresentação do trabalho. Dizia que tinha que tirar 10 de qualquer maneira!

– Hum hum! – respondi entusiasticamente.

– Apresentou pra mim, para o pai, para o irmão, queria ensaiar com toda a família!

– Haha, que fofo…!

– Conta pra mim, qual é segredo?

“O segredo, dona Vera, é que to quase me exibindo para o seu filhinho”, diverti-me ao imaginar a reação dela se ouvisse essa resposta.

– Eu tento fazer do estudo uma coisa divertida e cativante, mostrando que tirar notas boas pode ser tão bacana quanto brincar ou jogar videogame, don… Vera!

– É, está mesmo dando certo! Se continuar assim, vou ficar muito feliz! Amanhã faço o depósito do nosso combinado, ok?

– Tá certo, obrigada!

A caminho de casa, resisti à tentação de comprar doces ou brinquedos. Ainda não tinha certeza de qual seria a surpresa… eu iria improvisar. Aliás, talvez nem fosse necessário? Quem me garantia que ele ia mesmo tirar o tal 10?

O sorriso dele quando eu abri a porta foi suficiente para me mostrar que eu estava em apuros.

Mostrou-me a anotação em seu caderno com um orgulho enorme, um bilhete da professora sobre o resultado da apresentação, carregado de elogios sobre a dedicação dele, e um 10 enorme, à caneta vermelha, com um adendo: “Muito merecido! Parabéns!”.

Nos abraçamos eufóricos enquanto eu enchia o rosto dele de beijos. Ele irradiava uma alegria reluzente, e isso encheu meu coração de felicidade.

Passado o momento e desfeito o abraço, ele me olhou, com um largo sorriso.

– E a minha surpresa?

Gargalhei sem vontade para ganhar tempo enquanto minha mente buscava uma resposta a oferecer. Não encontrei, claro.

– Surpresa… é? – respondi faceira.

– É! Você prometeu uma surpresa se eu tirasse 10!

Fiz uma pose pensativa e risonha diante da impaciência dele. Ele realmente tinha se esforçado. Ele merecia. Decepcioná-lo poderia causar uma ruptura em nossa amizade, na confiança que ele tinha em mim, e que por fim poderia até mesmo prejudicar seu desempenho escolar.

Negar-lhe uma surpresa agradável seria um retrocesso inaceitável.

– Eu tenho algumas ideias ótimas de surpresas para você… mas… – era uma mentira, evidentemente. Eu não tinha nada além de ideias óbvias que não daria mais tempo de executar.

– Mas o quê?

– … mas que tal a gente fazer diferente?

– Diferente como?

– E se eu te disser… que você pode pedir qualquer coisa?

Ele me olhou confuso.

– Como assim?

– Qualquer coisa que você pedir, eu faço.

Eu sentia que estava perdendo o controle. Eu sabia o que eu queria que ele pedisse, mas também sabia que era muito improvável que ele pedisse por iniciativa própria.

Os sentimentos foram se misturando. As lembranças. O dia que o autorizei a olhar a minha bunda. A reação dele ao sentir seu rosto encostar em meus seios. A provocação deliciosamente cruel com minhas roupas e as poses que fiz na véspera.

Eu sabia onde queria chegar, mesmo que não admitisse nem para mim mesma.

– Eu… não sei o que pedir – Caio estava pensativo, parecia perdido em pensamentos.

“Se ele pedir um videogame, um brinquedo qualquer, eu corto fora a coisinha dele”, pensei comigo mesma, rindo internamente.

Para encorajá-lo, acariciei ternamente seu rostinho enquanto me aproximei para abraçá-lo, afagá-lo… e posicionar, mais um vez, seu rosto entre meus seios, para os quais ele virou o rosto e “deitou”, recebendo-os como duas confortáveis almofadas ao me abraçar de volta.

A agitação e impaciência dele se dissolveram por completo. Parecia anestesiado, e notei, mais uma vez, um estupor, um desconforto, um incômodo de quem precisa se conter para fingir naturalidade quando se está com o rosto colado em duas circunstâncias extraordinárias. Afaguei seus cabelos carinhosamente, e repeti, suavemente:

– Se você guardar segredo… você pode me pedir o que você quiser.

A respiração dele se alterou. Eu podia ouvir engrenagens girando freneticamente dentro de sua cabecinha.

E sussurrei… “… qualquer coisa”.

Ele inspirou profundamente, como se buscasse descobrir se seios tivessem um perfume diferenciado, e, finalmente, murmurou:

– Você ficaria brava.

– Nunca… – respondi de imediato e cheia de ternura  –  … só se você não guardar segredo.

– Eu não contaria pra ninguém.

– Eu sei. Você é crescido, quase um homem já, e sabe que o que temos é especial. E guardando segredo fica ainda mais especial.

Falar isso para uma criança de 8 anos soou muito, mas muito errado aos meus ouvidos. Escutei vozes em minha consciência me censurando. Ignorei-as.

Eu não precisei olhar para saber que ele sorria. Eu senti.

Gentilmente o afastei de mim, e, encarando seus olhos, ofereci-lhe um sorriso sedutor.

– Confie em mim. Não vou ficar brava. Qualquer… coisa…

A resposta dele veio não com palavras, mas com um gesto. Ele abaixou o olhar e encarou o volume de meus seios por baixo de minha camiseta.

– É… – ele começou, hesitante, sem tirar os olhos de meu corpo.

Renovei meu afago em seus cabelos.

– … eu… eu… queria… – diverti-me vendo-o tentar criar a coragem necessária para pedir algo tão simples e também tão impensável para sua doce idade.

– Queriaaaa…? Hummm…? – incitei-o a concluir.

– … ver… – ele finalmente voltou a me olhar nos olhos, antes de seu olhar recair novamente em meu busto.

– … queria… ver…

Acompanhei seu olhar para baixo, e fingi surpresa ao “reparar” que ele olhara para minhas colinas, e indaguei:

– Você? Quer… ver????

Com uma engolida em seco audível, quase cômica, ele fez que sim com a cabeça, sem tirar os olhos de minha camiseta.

Para confirmar o que ele queria, passei a mão pelos meus seios, levemente provocativa e irreverente.

– Você quer ver… eles??????? – insisti, divertida e audaciosa.

Saindo do estupor, ele respondeu energicamente que sim com a cabeça, empolgado e bem animado.

Num gesto brusco, ergui minha camiseta, e o brindei, por uns dois breves segundos, com a visão de meu sutiã. Acho que era um meia taça bege, com nada de especial.

Ele arregalou tanto os olhos que pareciam que iriam saltar de suas órbitas. Algum músculo de sua mandíbula deve ter pifado, de tanto que ficou boquiaberto.

E assim que desci a camiseta, ele protestou, como se levasse um choque.

– Não deu pra ver direito!

– Tá bom! – e ergui novamente, agora provavelmente alcançando a marca de uns cinco segundos.

Ao descer minha roupa, ele voltou a protestar. Não era apenas sobre o tempo, mas sobre a substância.

– Não dá pra ver! Você tá de roupa!

– Ué! Queria que eu estivesse pelada? – respondi faceira e risonha.

Eu vi um “QUERIA!” quase pular da boca do menino, que conseguiu contê-lo no último instante.

– Eu… eu… eu queria ver! Você prometeu uma surpresa! Assim não vale! – o rosto dele estava ficando vermelho, parecia raiva, excitação, revolta, tudo misturado.

Sem pensar, repeti o gesto de erguer minha camiseta… mas agora, no meio do caminho, os meus dedos prenderam em meu sutiã, e puxei-o para cima o suficiente para revelar os meus já eretos e excitados mamilos.

Tenho certeza que ouvi um estalo vir da direção dele. Um estalo em sua mente, talvez. Pelos breves segundos que exibi parte da minha intimidade para um garotinho de 8 anos, eu deleitei-me em analisar, minuciosamente, sua reação.

A respiração paralisada.

O olhar penetrante.

A boca entreaberta.

Eu quase podia ouvir o coração dele batendo tão forte quanto um tambor frenético e fora de compasso.

Eu quase podia sentir os flashes mentais que a mente dele disparava, registrando o máximo de fotografias mentais daquela visão que ele podia armazenar.

Era como se ali, logo abaixo dos meus dedos que seguravam firmemente minha camiseta e sutiã, eu estivesse oferecendo um vislumbre de um paraíso proibido.

De certa forma… eu estava, não estava?

Desci minha camiseta lentamente. Ele me olhou como um filhotinho de cãozinho adestrado olharia sua dona negando seus petiscos favoritos. Havia uma gratidão… e uma súplica implícita em seu olhar.

Mas era tudo o que eu tinha a oferecer naquele dia.

– Segredo… ok? – pedi, no que ele concordou sem hesitar.

Naquele dia, após a aula, ele me fez uma promessa também.

Só ia tirar notas 10 naquele semestre.

E eu… o que eu poderia fazer?

Renovei, mais uma vez, minha garantia de recompensas para cada nota 10 conquistada.

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12 Comentários

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  • Responder Ronald

    Continua, vc é espetacular!!!

  • Responder Professora Juliana

    Tô com burnout, gente. Trabalhando muito. Um pouco mais de paciência, please.

    • Leitor Anônimo

      Por favor, volta

  • Responder Sergio

    Que pena q vc desistiu de seus contos,estava tão bem.

  • Responder Shota

    Você desistiu do conto?

  • Responder Felipe

    Aqui jaz a última atividade da única autora boa do site RIP

  • Responder José Wilker da Depressão

    Outra ótima peça.
    Você o faz tão bem que, às vezes, parece um testemunho. O que me preocupa é o avanço do flash forward, pois eventualmente o background haverá de alcançar a narrativa presente. Dependendo do ritmo, e a necessidade de manter a estrutura de back and forth, você não consiga conectar ambos os eventos; ou termine o relato da relação sexual ao passo que a primeira noite dos dois enfim acontece, o que desvalorizaria o grande acontecimento, visto que está todo picotado pelas partes e o clímax não sucederia a construção que você veio fazendo.
    Longe de mim apontar defeitos na descrição, pois é feita na medida certa e de maneira eloquente, não trazendo rodeios ou cansaço por sinônimo para adjetivar uma única coisa. Todavia, sinto falta de saber como é a professora. Tenho certeza de que a maioria absoluta dos homens se colocará na posição do garoto, não obstante, há mais detalhes físicos dele do que da própria companheira. A transposição da imagem dele é fácil; a dela, ainda vaga.
    Os diálogos dos primeiros capítulos carregavam uma naturalidade que me deu a impressão do que supra mencionei: parecia um testemunho. Era convincente e verossímil. Mas temo que as boas […]

    • José Wilker da Depressão

      […] avaliações e os elogios tenham impostos uma pressão sobre ti para entregar a próxima parte, e o que antes era uma ferramenta que mostrava a personalidade das personagens, dessa – e única – vez pareceu mecânica e fictício. Não está ruim, mas não está ao SEU nível.
      Novamente reforço a importância de você escrever quando estiver se sentindo confortável e com inspiração. Se a libido ajudar na imaginação, não fará mal utilizá-la. Escrevo isso não para apontar defeitos, mas porque a sua estória é a mais bem escrita de todo o site, quiçá a melhor. Ninguém cobra o zagueiro reserva, mas o artilheiro renomado, porque sabemos do que ele é capaz. E mais importante: adoramos vê-lo jogar no auge, demonstrando todo o seu talento. É essa a minha postura para contigo. Não vejo a hora de ler o próximo capítulo, mas desejo ver a mais sincera expressão da sua alma, como os primeiros pareceram expressar.

    • Professora Juliana

      Seus comentários, como sempre, foram oportunos. Compartilho algumas de suas preocupações quanto ao timing, e embora ainda tenha na manga algumas ideias a explorar na linha futura, será um bem-vindo desafio unir as duas linhas temporais de maneira homogênea e satisfatória.

      Reconheço: em todos os capítulos faltou polimento (os erros de português não me deixam mentir), e este, em especial, foi publicado num estado mais bruto do que os anteriores.

      Por inúmeras razões tenho tido pouco tempo para escrever, e a ideia de perder meus poucos leitores devido a longos hiatos me incomoda. É um eterno conflito entre alcançar o esmero desejado e cumprir prazos imaginários.

      Este tem sido um experimento interessante, oportunidade única para abordar um assunto tão controverso, e tenho me divertido muito.

      Sobre a descrição física da protagonista, tenho uma certa indecisão sobre a melhor maneira de fazê-lo. Manter a história toda sob o ponto de vista dela é o planejado, e lamento profundamente as oportunidades perdidas. Adoraria a chance de explorar o ponto de vista do menino, e também teceria comentários interessantes sobre como os pais do (…)

    • Professora Juliana

      (…) garoto interpretam o crescente apreço do filho pela professora, mas pretendo manter-me firme na decisão de que a história seja sobre ela, e estritamente narrada sob o ponto de vista dela.

      Considerando que pretendo fugir completamente do clichê “Olhei para o espelho e vi isto, isto e aquilo…”, eu já tinha introduzido um sutil gancho com o objetivo de descrevê-la: mencionei um namorado que, numa futura noite de paixão, a elogiaria efusiva e detalhadamente.

      Mas depois, pensando melhor, concluí que esta ideia me traria um problema adicional: seria um enorme desvio da história que pretendo contar. É uma ideia, portanto, descartada. O namorado ainda será mencionado futuramente, mas por outras razões.

      De qualquer maneira, o próximo ep. será o momento ideal para tanto, já que ela mesma começou a apresentar seu corpo para o querido aluno, e prometo um carinho especial neste quesito.

      Muita gratidão por seus comentários, e até a próxima. ❤😊❤

  • Responder Carol

    Pedófila

  • Responder Vinícius Oliveira

    Como sempre você não decepciona com seus contos, cada parte fica mais excitante e faz minha imaginação ir a loucura. Quero muito saber a continuação dessa história