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Tirando o cabaço da minha filha 4

1688 palavras | 3 |4.63
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Minha filha foi para o banheiro tomar banho, enquanto eu fiquei na sala pensando novamente no que estava acontecendo conosco. Saímos para ir à praia. Como sempre, depois das nossas transas, ficávamos calados. Parecia que um sentimento de culpa dominava nossas consciências, afinal somos pai e filha. Chegamos na praia e aluguei uma barraca com três cadeiras.

Lica esticou sua canga na areia, depois tirou sua saída de praia ficando de biquini. Olhei seu corpo inteiro e tive a certeza que era um homem de sorte, minha filha além de linda era muito gostosa. A calcinha do biquini se perdia no meio de sua bunda, deixando um belo fio dental; a parte da frente desenhava o formato da sua linda bucetinha, delimitando o começo e o fim, uma pequena linha marcava sua rachinha. O sutiã mostrava como seus peitos são formosos.

Eu me sentei na cadeira, peguei uma cerveja no culler para gelar a palavra e relaxar. Lica não gosta de ficar muito tempo ao sol. Logo se levantou tomou um banho de mar, e quando voltou pegou uma cadeira sentando ao meu lado. Pediu para pegar em sua bolsa, o pente e o creme de cabelo. Não demorou para ela começar a falar sobre o que tinha acontecido mais cedo em casa:
– Pai!
– Sim, minha filha!
– O senhor quer comer minha bunda?
– Que isso, Lica!
– Ah pai! O Senhor lambeu lá hoje.
– Lica, não podemos ficar conversando essas coisas aqui. Sua mãe pode chegar ou alguém ouvir.

Na barraca ao lado começou um som meio alto. Lica então continuou:
– Mas pai, por que o senhor fez aquilo então?
– Lica, minha filha, por que o pai teve vontade de lamber. Não gostou?
– Gostei pai, é diferente! Mas eu li que fazer sexo anal doí muito.

Nossa conversa estava me deixando com tesão. Veio em minha memória que não transava assim desde que era um adolescente. Havia na minha rua uma garotinha que já transava, mas que ninguém podia saber. A sociedade da época não perdoava tal conduta de uma menina de família, como até hoje não perdoa. Querendo ou não, estava vivenciando isso novamente. Tinha nas mãos uma menina de quinze anos, de família, bem criada e com boa educação e como no passado, ninguém poderia ficar sabendo. Só que nosso caso, um grande dilema se colocava em questão: o tabu do incesto. A conversa continua:
– É igual a transar pela primeira vez. Doí na primeira e depois fica gostoso!
– É pai!
– Sim filha! Se você quiser o pai pode tentar.

Um breve silêncio. Já me imaginava comendo o cu da minha filha. Depois que minha mulher entrou para a igreja, não me deixa mais comer seu cuzinho.
– Ah pai! Eu não sei se quero!
– Por quê?
– Pelo o que li, pai.

Tentei persuadi-la a deixar comer se cuzinho:
– A gente pode tentar, não precisa ficar com medo. Sou seu pai, não vou machucar você.
– Eu sei disso pai.
– Faço com jeitinho, não vai doer muito! Será igual quando você quis transar pela primeira vez, lembra como foi?
– Sim! O senhor fez com carinho!

Minha filha ficou pensativa, nisso chegou minha esposa e o assunto morreu. Tive que me controlar para meu pau amolecer. Não ficamos muito tempo na praia. A noite a minha mulher decidiu ir juntos conosco ver o carnaval de rua. Fiquei um pouco decepcionado, pois não parava no meu pau entrando e saindo do cuzinho de Lica. Mas a verdade é que sua ida foi um facilitador, pois tivemos que voltar cedo para dormir.

Eu rolava na cama sem conseguir dormir. Tentava criar coragem de ir ao quarto da minha filha. Como minha esposa tem o sono pesado, não acorda por nada. Tomado pelo tesão, criei coragem e foi ao quarto dela. Lica estava deitada de bruços com um shortinho fino, todo enfiado na bunda. Para minha surpresa ela não estava dormindo, percebendo minha presença levando um susto:
– Ai pai! E o senhor?
– Sim filha.
– Que susto! – risos …
– Te acordei?
– Não, eu estava acordada.
– Tudo bem?
– Sim, só estou sem sono!
– Por que?
– Ah pai, ficou pensando.
– Em que?

Me sentei na beirada da cama e alisei suas pernas. Passando a mão em sua bundinha por dentro do shortinho.
– Nisso pai!
– No pai fazendo carinho aqui?

Minha filha não usava calcinha e aproveitei para deslizar a mão até sua bucetinha. Ela ficou quietinha abrindo as suas pernas para facilitar o serviço.
– Sim, e também na gente transando.
– E no que mais?

Me deitei ao seu lado e começamos um longo beijo na boca. Tirei sua blusa, Lica também não usava sutiã, comecei a mamar seus peitos. Fui descendo beijando sua barriga e delicadamente abaixei seu shortinho até sua bucetinha aparecer.
– Pensa no pai chupando aqui?
– Sim …

Lambeia seus grandes lábios tirando seu shortinho fino de pano, o fazendo deslizar por suas coxas até passar pelos seus pés. Minha filha abriu por completo suas pernas e minha chupada em sua xota, arrancava gemidos suaves de prazer. Lica já estava totalmente entregue. O Desejo de comer seu cuzinho, não saia da cabeça. Delicadamente virei seu corpo a deixando de costas pra mim. Separei suas nádegas e aquele cuzinho novamente estava disponível pra mim.

Cai de língua nele, deixando Lica louca de prazer, mas ao mesmo tempo ela repetia: – AI PAI! … AÍ NÃO! … HUM …

Fiquei por cima das suas costas, sem apoiar meu peso sobre ela. Cheguei no seu ouvido falando:
– O pai vai meter!
– Não pai, na minha bunda não, por favor!
– Calma o pai vai meter na bucetinha!

Antes de meter o pau, dei duas socadinhas de leve em seu cuzinho, para sentir sua reação. Minha filha voltou a repetir suas palavras de negativas. Iniciei uma penetração lenta e gostosa em sua bucetinha. O Vai e vem estava intenso. Metia até o saco bater em sua xota, mas não parava de pensar em seu cuzinho. Voltei a falar ao pé do seu ouvido:
– Está gostoso filha?
– AI!.. Muito …
– Deixa o pai tentar na bundinha?
– AI! … UI! … não sei!
– O pai faz devagar!

Gemidos e beijos na boca, até que perguntei novamente:
– Deixa o pai meter na bundinha?
– Ah pai, mas se doer muito?
– A gente para!
– Tá bom!

Parei de fuder sua bucetinha que estava totalmente melada. Passei o dedo e espalhei seu liquido, natural, para lubrificando no seu cuzinho. Tinha em mente que tinha que ser cuidadoso para não a traumatizar. Alisei seus cabelos, pois Lica estava nervosa.
– Calma o pai para quando você quiser.
– Tô com medo!
– Não precisar ter medo de nada.

Pedi que ela empinasse a bunda, colocando um travesseiro por de baixo. Com toda calma do Mundo, pus a pica posicionada no cuzinho dela. Com mais calma ainda, comecei a tentar meter. Logo nas primeiras tentativas ela reclamou de dor. A cada tentativa frustrada beijava sua boca e a calmava. Não sei ao certo quantas vezes foram, até que senti a cabeça do meu pau entrando. Lica gemeu de dor na hora. Tive que parar, mas sem tirar o pouco de havia entrado.
– Ai Pai! Tá doendo!
– É assim mesmo, já passa!
– Acho que não quero, melhor parar!
– Calma, aguenta mais um pouquinho.

Seu cuzinho quente apertava a cabeça do meu pau, quase me fazendo gozar. Controlei meu desejo e vagarosamente fui metendo. Lica passou a reclamar poucas vezes de dor, e que a cada reclamação parava de meter. Seu cuzinho virgem ia recebendo meu pau, entre uma reclamação e outra. Já na metade iniciei um vai e vem. Cada metida, meu pau entrava mais um pouquinho. Percebia que a minha filha ainda não estava relaxada com a situação, mas o tesão de comer seu cuzinho não me fez parar.

Lica não reclamar mais de dor, quando que meu pai entrou por inteiro. Nesse momento minha filha olhando para trás disse:
– Nossa pai! Como doeu pra entrar! …
– Mas agora o pior já foi!

Com tranquilidade voltei a fuder seu cuzinho. Minha filha tinha seu cuzinho sendo comido, apenas gemendo: – Ai pai! … mais de devagar … ai minha bunda! …

Eu dizia: – Calma filha … o pai está indo devagar …

Não aumentava o ritmo da foda. Comia seu cuzinho como quem saboreava sua comida preferida. Fui ao seu ouvido:
– Passa a mão bucetinha.

Ela começou a siriricar a xota e as palavras que eram de reclamação, começaram a ser de prazer e tesão: – Assim fica gostoso … Ai tô gozando! …

Ela perdeu sua voz quando chegou ao orgasmo, enfiando a cara no travesseiro. Eu goze logo em seguida enchendo seu cuzinho de goza. Deixei meu corpo cair sobre o seu, relaxando junto ao dela. Meu pau foi amolecendo dentro do seu cuzinho, que o expeliou naturalmente. Risos baixos foram tomando conta do ambiente.
– Poxa pai! Minha bunda está ardendo! – risos
– Faz passar é a assim mesmo! – risos

Me deitei ao seu lado e Lica passou a mão no cuzinho:
– É estranho.
– Mas gostou?
– No começo dou, mas depois que coloquei a mão ficou gostoso.

Meu pau ganhou vida novamente. Olhei para minha filha e fiz um novo convite:
– Vamos transar mais?
– Ai pai! Tá ardendo minha bunda.
– Não na bundinha, na sua bucetinha!

Voltei a fuder minha filha em uma maravilhoso papai e mamãe. Quando terminamos caímos no sono profundo.

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3 Comentários

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  • Responder DIANA

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    • Alex

      Mulheres meninas mães que queiram bater um bom papo sobre o assunto desabafar suas histórias podem me procurar no telegrama
      @Pixany

  • Responder Alex

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