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Pecados de uma Neta – Fora de Controle

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Haviam se passado duas semanas desde a estadia de meu avô em casa, duas semanas que precisamente mais pareciam segundos, pois tudo ainda continuava recente para mim. Se distrair daquilo não vinha sendo uma tarefa nada fácil, mas o que mais vinha me assustando de verdade, era a água na boca que as mesmas lembranças me davam, não importava a hora e lugar, meu íntimo ficava molhado sempre que aqueles pensamentos vinham a tona. Aquela loucura toda tinha desencadeado em mim um lado sombrio e insaciável, que eu jamais sonharia em conhecer, e foi justamente esse lado novo e sem controle que me levou a fazer o que vou relatar aqui. Então desde já, peço que não façam julgamentos sobre mim, pois vocês não diriam nada que eu já não repita para mim mesma todos os dias. Então sem mais delongas, vamos aos fatos.

A quarta feira começou tranquila com a visita de minha amiga de faculdade (Helena, citada no conto anterior), o que era de se admirar, pois a própria sempre estava ocupada, já que conciliava a agitada vida de estudante com o trabalho. Enfim, naquele dia ela tinha arrumado um tempo livre para pôr o papo em dia e adiantar algumas tarefas da faculdade. Como já disse uma vez, Helena e eu falávamos sobre tudo, dos menores segredos aos mais absurdos, e pela primeira vez não poder desabafar com ela estava sendo torturante. E como poderia? Era demais para qualquer um digerir, mesmo ela, maluquinha como era de costume ser, além disso, ela não me diria nada que eu já não soubesse. Aliás, porquê não aproveitar para descrever minha amiga, não é mesmo!? diferente de mim, que sou bastante tímida, ela era super ousada e animada, principalmente quando se tratava de homens (Risos). De aparência um pouco mais magra e baixa que eu, provavelmente com 1,62, mesmo tendo seios e bumbum menores que os meus, ela era dona de um corpo que chamava bastante atenção, sabe aquelas falsas magras?! Pois é, que acompanhado de seus cabelos longos e loiros a deixavam ainda mais linda. Usava aparelhos e tinha os olhos castanhos um pouco mais claros que os meus. Helena e eu éramos mesmo uma dupla e tanto, chamando atenção por onde quer que passássemos

Naquele dia ela passou o dia aqui em casa, aproveitei com ela o máximo que podia para me distrair de tudo, e quando já se aproximava da hora de ela ir embora, resolvemos passar um tempo na calçada, apenas observando quem passava.

– Aqueles meninos não param de olhar pra cá… – Começou ela – Pior que os moleques nem sabem disfarçar (Risos).

No mesmo instante olhei discretamente para os tais meninos, eram quatro, e assim que os vi, reconheci na hora de quem se tratava. Eram os garotos que moravam na próxima rua, aparentavam ter de 18 a 20 anos, eles tinham o costume de vir para a minha rua jogar bola todas as tardes. E minha amiga tinha razão, eles não sabiam ser nem um pouco discretos, pois sempre que passava por eles os percebia me comendo com olhos, houve até uma vez que os escutei baixinho falando de meus peitos e bumbum. Enfim, eram apenas garotos agindo como garotos, não se podia levar a sério. Então minha amiga e eu decidimos fingir que nem tínhamos percebido. Ficamos jogando papo fora até que finalmente o Uber chegou para buscá-la, e antes que entrasse no carro, minha amiga soltou seu último comentário:

– Se demorasse mais um pouquinho ia mostrar minha calcinha para esses meninos se matarem na punheta hoje (Risos).

– Tu me mata de vergonha Helena (Risos). Beijos! a gente se ver a noite.

Depois que minha amiga se foi, dei uma ultima olhada para os meninos, que na mesma hora tentaram disfarçar. Tadinhos, nessa idade não passavam de pobres vítimas de seus hormônios. Entrei para casa e me pus a fazer as últimas tarefas antes de ir para a faculdade.

No dia seguinte, tudo começou como o habitual, arrumei meu quarto, estudei, ajudei minha mãe nas tarefas de casa, e depois de fazer tudo naquela manhã, não me restou outra coisa a não ser ficar de bobeira, que nas circunstâncias que eu enfrentava, não era uma ideia nada boa. Deitada no meu quarto, com a música rolando, não demorou muito para começar a ser invadida mais uma vez por aqueles pensamentos libidinosos, que droga, eu já estava me contorcendo inteira. Era mesmo inútil continuar com aquela relutância, não importava o quanto eu me esforçasse, eu só conseguia pensar naquela língua me penetrando, sugando cada gota de sanidade que ainda me restava. Aos poucos os pensamentos traziam a tona cada sensação, todo o tesão e força que ele usou para me dominar na hora, fazendo de mim algo que eu jamais pensei um dia me tornar, uma puta movida a sede e ordens, da qual ele podia me usar e abusar para fazer o que bem quisesse. Com as mãos chegando quase lá, eu já podia sentir o calor que emanava de minha intimidade, uma vontade descomunal de me saciar ali e agora, eu não podia evitar. E quando finalmente me toquei lá embaixo, percebi o quanto estava entregue e molhadissima. Aquela altura, eu já não pensava em outra coisa, então lentamente comecei a me acariciar, e naquele exato instante, eu me senti alta, fora de mim, parecia que toda felicidade que eu sentia ali dependia dos movimentos que eu fazia lá embaixo, então eu acelerei o máximo que podia. Juro que naquele momento parecia que minha alma sairia de meu corpo a qualquer instante, tamanha era a satisfação que eu sentia. Meus olhos reviraram, minha boca salivava, eu já tinha perdido completamente a noção do tempo, mas quem liga?! Eu poderia passar o dia inteiro com aquela sensação gostosa e libertadora, ou melhor, a eternidade. Estava vindo, com uma das mão tapando minha boca, sentia que a qualquer instante chegaria ao ápice, quando de repente sou puxada para a realidade, com uma voz alta que vinha lá de fora.

– Marta! O almoço está pronto, pode vir!

Minha mãe gritava tão alto, que parecia me chamar da casa do vizinho.

– Tô indo mãe! Só um instante!

Novamente consciente, comecei a processar tudo que acabara de fazer, e não demorou muito para me sentir pesada, culpada, suja, uma pecadora da pior espécie. Como eu podia me permitir sentir prazer com o maior erro da minha vida? Meu medo só aumentava. Sentada na beira da cama com as mãos no rosto, tentando me recompor o mais rápido que podia, já podia sentir que a qualquer instante as lágrimas tomariam conta. Rapidamente preparei minha melhor expressão de filha nota dez, e finalmente fui para a cozinha.

Após o almoço voltei para o quarto, felizmente minha mãe não notou nada, ufa… naquele dia provavelmente eu não teria chances contra sua interrogação de mãe protetora. Novamente sozinha com meus pensamentos, tentei como podia me distrair, mas quem disse que a sodomia sobre mim passava, pelo contrário, a excitação só aumentava, mas com o passar das horas até que eu aguentei bem. No meio tarde eu estava sozinha em casa, meu pai não havia almoçado em casa e minha mãe havia saído para resolver umas coisas, e geralmente não tinha hora pra voltar. Naquela tarde o tédio e tesão me dominava total, e nessas horas qual a coisa tão prazerosa quanto pensamentos libidinosos encontramos pra fazer?! Comer né. Mas infelizmente para o meu azar, a geladeira não tinha nada das besteiras que eu costumava me fartar nos momentos de tensão. Chocolate e Nutella, por que me abandonaste nessa hora docinhos?

Então sem outra alternativa resolvi sair para comprar. Assim que cruzei o portão de casa, me deparei mais uma vez com os mesmos meninos do dia anterior, eles jogavam bola, mas assim que me avistaram, mais uma vez ficaram todos desconcertados, normalmente nessas horas eu pensaria: “por que não botei um short mais longo droga!?”, mas com o tesão que eu enfrentava, estranhamente passei a amar seus olhares esfomeados para meu corpo. Então como se a calçada fosse uma passarela, comecei a caminhar rebolando como nunca havia feito na vida, céus, o que tinha dado em mim me exibindo para aqueles moleques daquele jeito? Só botei a mão na consciência quando finalmente dobrei a esquina da rua. Durante o trajeto era inevitável outros homens não virarem o pescoço para me olhar, e claro, aquilo não era novidade para mim, mas dessa vez era diferente, eu estava mais excitava que o normal, e só de pensar no que cada um daqueles homens seria capaz de fazer comigo se tivessem oportunidade fazia eu queimar que nem brasa por dentro.

Finalmente tinha comprado minhas guloseimas, e já próxima de casa observei que agora só havia dois meninos, que pareciam já está se aprontando para ir embora, mas claro, não puderam deixar de me notar quando passei novamente. Quando estava prestes a entrar, pude perceber que um deles parecia estar com bastante pressa, se despediu rápido de seu amigo e seguiu um rumo totalmente diferente do outro, desaparecendo na esquina, sobrando na rua apenas um menino branco de corpo esguio segurando uma bola. E foi nesse momento amigos, com o tesão nas nuvens, que tive a ideia mais absurda e perigosa de toda minha vida, e antes que eu pudesse pensar mais um pouco nos riscos e consequências que aquilo poderia me trazer, era tarde, já tinha colocado meu plano em prática, acenando para o garoto que estava quase virando a esquina.

– Ei! Espera aí!

Rapidamente ele se virou em minha direção, com uma expressão de quem não estava entendendo nada, apontando para si mesmo com dúvidas se eu falava com ele de fato ou não. Confirmei que sim, e pedi que se aproximasse. Conforme foi chegando mais perto, mais evidente ficava seu nervosismo, tinha tanta cautela em seus passos que mais parecia ir de encontro a uma fera perigosa e mortal. Então já diante de mim com os olhos esbugalhados finalmente ouvi sua voz mansa.

– Oi, porque me chamou?

Desviei o olhar para a rua por alguns segundos procurando o melhor pretexto para aquilo, mas antes do silêncio nos constranger, finalmente respondi.

– Reparei que vocês jogam bola debaixo de sol o dia inteiro, e nem sequer trazem uma garrafa, haja fôlego menino (Risos). Vem, eu vou fazer alguma coisa pra gente beber.

Por mais que eu tenha me esforçado fugir do clichê, acreditem, aquilo foi o melhor que consegui inventar na hora.

-Não precisa moça, acontece que aqueles cabeções sempre bebem tudo já no comecinho da partida, depois reclamam de sede. Mas não precisa mesmo, minha casa não é tão longe daqui.

O garoto demonstrava ser mais educado do que eu esperava, e não tropeçava nas palavras apesar de nervoso. Mas mesmo depois de negar, insisti mais um pouco.

– Que isso, entra aí, há tempos que vejo você passando na minha rua, não somos completos estranhos assim né (Risos).

Quando terminei de falar, já tinha abrido o portão, e parada lhe dando passagem fiquei o encarando não lhe dando alternativas, e claro, logo em seguida ele entrou. E antes de fechar o portão dei uma última espiada lá fora, por sorte minha rua não estava movimentada naquele dia, ufa. Toda aquela situação estava me fazendo sentir uma sequestradora.

Sem falar uma palavra sequer o garoto apenas me seguiu até a sala.

– Pode se sentar no sofá… – Falei eu – Vou ali na cozinha e não demoro muito tá.

– Melhor não, eu ainda tô meio suado por causa da partida sabe.

– Que isso, não há problemas, não se acanhe moço, pode ficar a vontade.

Na verdade havia problemas sim, tanto minha mãe quanto eu éramos maníacas na limpeza, mas enfim, era por uma “boa causa” né.

Antes de prosseguir para os momentos decisivos deste relato, não posso me esquecer de descrever o garoto sorteado daquela tarde. Vejamos, de pele branca, cabelos pretos e liso em corte degradê, ele tinha um corpo magro, com braços finos e pernas torneadas, corpo típico de alguém que gasta mais tempo jogando bola do que indo a academia. Era também pouquíssimo mais alto que eu (tenhoSem dúvidas meu tesão ali era de outro mundo, pois sempre preferi homens mais altos que eu, mas pelo menos, ele tinha um rosto bastante atraente, rosto da qual eu sentiria uma leve atração se ainda fosse fã de bandas Teen, mas como já deixei claro, o interesse ali era bem mais selvagem que isso.

Retornei rapidamente para a sala com o lanche, o servi e me sentei bem ao seu lado, e na hora pude notar o quanto ele estava nervoso. Então busquei iniciar um leve papo para tranquilizá lo.

-Então, como você se chama mesmo? Te vejo na minha rua a anos, e nunca os vi chamando pelo nome (Risos).

O garoto tinha um apelido esquisito que eu não me recordava na hora.

-Meu nome é Felipe (nome fictício, claro), não sei de onde eles tiraram aquele nome para me chamar.

-Entendo – Comecei a falar – relaxa, também tenho amigos que adoram pegar no meu pé (Risos), essas coisas fazem parte. Me chamo Marta aliás.

-Eu sei.

-Sério!? Como você sabe?

-Eu vi os meninos comentando.

-Ah é! Quer dizer que eles ficam falando sobre mim. E o que eles costumam falar?

Nesse momento ele deu uma longa pausa, como se estivesse encurralado em um interrogatório. E antes que eu insistisse, ele finalmente falou.

-Falaram que você é bonita, a mais bonita do bairro.

-Sério?! Que bonitinho da parte deles (Risos), fico lisonjeada. E você, também me acha bonita?Ei, te fiz uma pergunta (Risos).

-Cla…claro que eu acho.

Era evidente que a situação estava sendo torturante demais para ele, mas quem disse que eu quis parar por ali. Além de querer saber mais, confesso, eu estava achando sua reação muito bonitinha (Risos).

– Olha, e quais partes você acha mais atraente em mim?

-Seu sorriso é bonito, seus olhos também, e você é muito legal também.

-Obrigado (Risos), mas gostaria que você fosse mais sincero que isso.

-Como assim?

-Meu corpo, eu sei que você fica olhando quando passo, quais partes te chamam mais atenção?

Rodeios para quê, eu mandei aquela na lata mesmo. Ele me olhava com os olhos arregalados agora.

-Co… como é?

-Você entendeu garoto (Risos), quais partes do meu corpo te chamam mais atenção?

Novamente desviando o olhar, o garoto agora juntava fôlego para falar.

-Acho que suas pernas e peitos.

Com certeza eu podia continuar com aquele papo furado, o influenciando aos poucos como alguém que não quer nada, mas o tesão estava transbordando de mim e o tempo era curto, então optei em ser o mais direta possível.

-Ah é! Hum… E você gostaria de tocar nelas?

Ao ouvir isso o garoto ficou pasmo. Na mesma hora conclui que esperar atitude de alguém tão tímido seria exigir demais de minha parte, então resolvi facilitar pro coitado. Imediatamente peguei uma de suas mãos e coloquei sobre minha coxa, o fazendo finalmente sentir minha pele cheia de vontade e calor. Mas o que não passou de um simples toque para mim, para ele devia estar sendo uma montanha russa de emoções, pois instantaneamente o garoto tinha virado uma estátua que me encarava incrédulo de boca aberta, a impressão que eu tive, foi que a qualquer instante ele correria desesperado dali. Aos poucos eu começava a me arrepender daquela idéia estúpida, onde eu tava com a cabeça? A julgar pelo seu jeito tímido, provavelmente aquele garoto tinha quase zero experiência com mulheres, então o que eu podia esperar dele a não ser pânico.

-Você está bem?

-Tô… Tô sim.

-Hum… desculpa, eu devo ter lhe assustado com esse assunto né?

-Não não… só me pegou de surpresa, só isso.

-Eu imagino, então vamos esquecer isso tá, vamos falar de outra coisa.

-Não precisa, po… podemos continuar se você quiser.

Ele falou retornando a colocar a mão sobre minha coxa. Eu começava a ficar admirada.

-Você ao menos consegue imaginar o que eu quero? (Risos)

-Ah! Sei lá, acho que sim.

Eu começava a sentir sua mão pressionando minha coxa, talvez aquele novinho não fosse tão bobo como julguei a princípio.

-Então vamos ver se você adivinha, faça o que tem mais vontade de fazer agora. (Risos)

-Tipo, qua…qualquer coisa mesmo? Não vai ficar com raiva?

– Deixa disso bobo, apenas vá em frente.

Então todo afoito ele avançou pra cima de mim, com uma pegada tão forte que eu não conseguiria me soltar nem se quisesse, nossa! admito que não esperava tamanho vigor daquela criança. Com o rosto já próximo do meu percebi que ele tinha a intenção de me beijar. que bonitinho, sem dúvidas ele ainda queria fazer aquilo a moda antiga, e isso me fez me sentir tão suja, pois comparada a depravação que eu tinha em mente para nós dois, beijinhos não tinham espaço ali, então na mesma hora virei o rosto para evitar seus lábios nos meus. Ele ficou sem entender nada, mas felizmente eu tinha paciência suficiente para lhe ensinar do jeitinho que eu gostava. Puxei o garoto ainda mais perto de mim, o bastante para sua boca se encontrar com meu pescoço, e entendendo o recado ele não perdeu tempo, começou a dar beijos e fungadas que iam até o encontro de minha orelha, ele fazia meio apressado aquilo, mas confesso que até que estava gostoso. Apesar de me babar muito, seus lábios eram macios e quentes, o suficiente que eu precisava sentir para continuar inspirada para levar aquela loucura adiante. Naquele instante comecei a sentir suas mãos em minha cintura me apertando ainda mais contra ele.

-Isso novinho! Me agarra com vontade!

Aos poucos ele demonstrava sua força sobre meu corpo, botando pra fora todo seu tesão acumulado, eu já tava curtindo bastante quando sinto sua mão abaixar ainda mais de encontro ao meu bundão, naquele ritmo ele não demoraria muito para me tocar onde todo homem mais anseia. Mas eu queria curtir do meu jeito, então imediatamente o afastei, interrompendo todo o clima para falar.

-Calma aí! Você está muito afoito (Risos).

-Desculpa!

-Relaxa, vou te ensinar a curtir o momento de um jeito bem mais gostoso, ok?!

-Ok

-Você disse que gostava de meus peitos, né?!

E antes que ele respondesse alguma coisa, removi minha blusa, ficando apenas de sutiã, e quando finalmente pude ver seu rosto, parecia que o coitado tinha acabado de ver uma alma penada, tamanho era seus olhos esbugalhados sobre mim.

-Gostou?

-Go gostei sim, muito!

-Então vem gatinho, vem sentir um pouco deles.

Então com a palma das mãos tremendo ele finalmente tocou em meus peitões, seus olhos agora brilhavam tanto olhando para eles, que mais pareciam um par de vagalumes.

E ao agarrar meus peitos comecei a ter uma sessão de apertos fortes e desesperados, e não demorou muito para eu me sentir uma verdadeira joystick, pois ele cravava seus dedos, mexia de um lado para o outro, me causando mais desconforto do que o aguardado prazer. Então sem mais paciência para aquilo, agarrei seus cabelos violentamente e levei seu rosto de encontro ao meio de meus peitos.

-Vamos novinho! Me mostra o quanto gosta de meus peitos!

Sussurrando algo que não deu pra entender muito bem, ele começou a me chupar freneticamente, e era tanta saliva que saia daquela boca, que rapidamente meu decote ficou todo lambuzado. E como eu amava aquela sensação, fazia eu me sentir uma comida deliciosa num prato, pronta para ser devorada sem dó, e a julgar pela voracidade daquele menino, eu devia ser um Mcdonalds só pra ele num dia grátis. Naquele mesmo instante novamente comecei a sentir suas mãos nervosas apertando meus peitos, só que agora com bem mais força do que antes. O menino estava tão sedento que já não tirava a cara dali nem pra respirar.

-Nossa! Não é que você era mesmo tarado por meus peitos (Risos)!

-Hummm… sim… hummm… muito! Nem acredito que isso está acontecendo.

-A quanto tempo você e seus amigos ficam me secando em?

-É até difícil lembrar… hummmm… só sei… hummmm… que eles matariam para estar no meu lugar agora.

-Então aproveita taradinho, faça o que sempre sonhou em fazer!

E ao ouvir isso, sem nenhum pudor rapidamente ele abaixou meu sutiã, fazendo meus peitões saltar pra fora que nem airbags na sua cara.

-Nossa! Que atrevido! (Risos)

-Meu Deus! Meus Deus! Meu Deus!

Sua voz agora saia eufórica enquanto suas mãos trêmulas continuavam a apertar meus seios.

-E então, era tudo isso que você imaginava gatinho?

-Mu…muito melhor! Eles são tão lindos!

-É?! Então o que está esperando? Me chupa gostoso vai! Te quero me mamando com gosto safadinho!

Então sem perder tempo ele abocanhou meu seio, iniciando assim um round de chupadas que me fizeram tremer, o garoto começou a me sugar com tanta força, que foi inevitável não soltar o primeiro gemido de prazer. Realmente sentir aquela boca sugando meus bicos estava sendo uma delícia.

-Isso! AAAA… Você queria tanto meus peitos! Agora toma!!!

E assim ele começou a mordiscar o bico de meus seios, que naquela altura ja deviam estar durinhos, aquela boca já me chupava com tanta vontade que parecia querer arrancar leite dali.

-Hummm… tá gostando de me mamar bebezinho?

Acreditem, nem eu estava me reconhecendo falando aquelas coisas.

-Bastante Hummmm… eles são uma delícia!

Então num ato de impulso, rapidamente o encostei no sofá e pulei em seu colo, e frente a frente com ele comecei a esfregar meus peitos violentamente em sua cara, e antes de achar que eu podia estar exagerando na dose, senti suas mãos apertando forte minha bunda, me puxando ainda mais para si. Mais uma vez ele abocanhou com gosto meus peitões, reparei que em volta de meus bicos já estava vermelho tamanha era sedenta sua sede por mim, e por mais que eu temesse ficar com marcas, eu não era capaz de interromper o prazer que meu corpo sentia com cada sugada, aquilo estava gostoso além da conta.

-VAI SADADO! MATA SUA FOME NELES VAI! AAAAAAA!!!

Fiquei um bom tempo naquela posição, sentindo aquela boca que não perdeu o ritmo nenhum segundo, aquele garoto tinha conseguido me deixar toda babada lá embaixo. Aquela altura eu já pensava em encerrar aquela loucura, pois eu já estava abusando da sorte, já que alguém podia chegar a qualquer momento. Mas foi então que algo aconteceu algo que me me fez perder todo o raciocínio, naquele instante comecei a sentir algo pontudo pulsando na minha bunda, na mesma hora um corrente elétrica percorre todo meu corpo, e ao olhar pra trás tive a certeza, aquele moleque tinha acabado de botar seu pau pra fora. Claro que na mesma hora pensei em protestar, mas alguns segundos olhando para aquilo foi o bastante para eu sentir uma sensação até familiar, admito, eu tinha ficado hipnotizada. Não era pra menos, aquele pau atrás de mim tinha um tamanho ideal, que começava grosso na base e ia se afinando até a ponta, e nossa senhora, como ele estava babado. Minha boca começou a salivar instantaneamente. Então de tanto encarar aquela tora linda diante de mim, acabei agarrando sem pensar, arrancando um suspiro profundo do garoto. Era como pegar numa brasa de tão quente, e assim que fiz o primeiro movimento o garoto tremeu, ver aquele membro babando na minha mão era de dar uma satisfação incrível. Movia minha mão pra cima e pra baixo lentamente enquanto sentia a respiração dele ofegante em meus seios. A água na boca já era tão grande que já escorria pra fora de meus lábios. Acelerei ainda mais os movimentos, o que na mesma hora fizeram o garoto gemer, que droga, naquele ritmo com certeza ele poderia gozar a qualquer instante. Então com todas minhas forças me obriguei a parar, eu não podia permitir que ele chegasse ao auge sem antes me satisfazer por completo. Me retirei do seu colo, e sentei me ao seu lado no sofá, o que deixou ele sem entender nada na hora.

-O que foi? Fiz algo errado?

Na verdade a única errada nessa história era eu, naquele instante minha consciência começava a pesar, mas quem disse que isso foi o bastante para me fazer voltar atrás. O garoto olhava para mim como um cachorrinho pidão, que tinha acabado de ter seu osso tomado, era até bonitinho, mas o que seduzia de verdade era aquele membro pra fora que continuava duríssimo, babando e pulsando, quase como um convite para ser tocado, ou melhor, chupado do jeito mais voraz que eu tinha aprendido. Mas ao mesmo tempo eu ficava frustrada de como algo assim tinha um poder tão grande sobre mim. Enfim, não era hora pra pensar tanto, então pra acabar logo com aquilo, decidi elevar ainda mais as coisas. Peguei a mão do garoto e sugeri que me acompanhasse.

-Pra… pra onde estamos indo?

-Pra um lugar onde ficaremos bem mais confortáveis bobinho.

Claro que acabei trazendo ele para o meu quarto né… algo que já fugia totalmente do planejado. Mas infelizmente naquele momento minha mente estava mais fértil do que o normal. Chegando ao quarto, ele demonstrou ficar mais nervoso do que antes, mas o que o paralisou mesmo foi o que eu disse logo a seguir.

-Tira a roupa.

-Quê?!

-Tira a roupa, quero dar uma olhada melhor em vocêMeus Deus! Tira essa roupa logo!

Então ele começou a me atender super nervoso, engraçadamente me fazendo sentir uma dona cruel. Finalmente já nu, pude ver que até que ele era gostosinho, com suas pernas torneadas e poucos pêlos, mas já sendo direta, a maior maravilha que eu contemplava estava entre elas (Risos). Tinha o tamanho ideal, não que eu já tivesse visto muitos pênis na vida é claro (Risos), mas aquele ali era o suficiente para me dar horas de divertimento. Então sem conseguir desviar os olhos daquele pau, pedi que ele se aproximasse.

-Ele está assim por minha causa é?

-Si…Sim.

Em seguida agasalhei aquele membro com minha mão, iniciando leves movimentos, o que lhe arrancou um longo suspiro na hora.

-E o que você acha de mim em? Fala!

-Te acho maravilhosa!

-O quê mais?

-Te acho Hummmmm… incrível! Um tesão de mulher! Arg!

-Fala mais! Mais!

-Você é a mulher mais gostosa que já vi na vida! Hummmm… Já até perdi a conta de quantas vezes gozei pra você.

Ouvir aquilo mexeu comigo de verdade, o que me fez dar um aperto forte em seu membro.

-Hummm… Ah!

-Você quer gozar pra mim?

-Quero Ah! Muito!

-Então vai ter que fazer por merecer, se abaixa!

Meu joguinho sádico estava apenas começando.

-Mas você não vai tirar a roupa também?

-Apenas quando eu quiser garoto! Agora se abaixa!

Então sem mais protestar, ele atendeu meu pedido, ficando com o rosto bem próximo de minhas pernas. Tudo estava quase lá.

-Minhas pernas te excitam?

-Nossa! Bastante.

É claro que eu esperava ouvir aquilo, minhas pernas torneadas chamavam atenção onde eu passava, e vendo como ele olhava pra elas, mordi meus lábios e anunciei meu primeiro desejo.

-Então chupa elas vai!

Ao ouvir aquilo o garoto esboçou uma carinha ainda mais inocente, sem dúvidas ele não esperava por essa.

-Como é que é?!

-Você entendeu bobinho, chupa elas, lambe, me mostra de verdade o quanto você me desejaA não ser que você não queira.

Ele quase deu um pulo quando eu disse aquilo, finalmente retornando a dizer alguma coisa. Felizmente ele era muito esperto para perder uma chance daquelas.

-Não Não! É claro que eu quero!

Então sem perder tempo ele me atendeu, seus lábios começaram a passear pela minha coxa, e ele fazia aquilo devagar e com tanto carinho, que nem precisei lhe dar mais dicas, então só relaxei enquanto o tesão subia.

-Sua pele é tão macia e cheirosa. Hummm

-Aproveita e lambuza elas todinha taradinho!

Sua boca já explorava a lateral das minhas coxas, enquanto suas mãos a agarravam com força, e é claro que eu já viajava naquela sensação, ainda mais por ter sua boca tão próximo de minha buceta, ele naquela altura já devia estar sentindo todo calor que emanava dela. Uma mistura de cócegas e eletricidade tomava conta de mim lá embaixo, a cada lambida que eu sentia. Naquele instante descobri o quanto amava aquilo, saber o que qualquer homem daria para estar ali no lugar dele, fazendo de mim dona de seus desejos e fetiches, eu literalmente me sentia uma puta de uma gostosa, admito.

A boca já estava perto demais de minha buceta molhada que ainda se escondia atrás do tecido do short e calcinha. Só de pensar que estava prestes a ser tocada lá de novo, me deixava eufórica. Mas por mais que eu tivesse pressa de sentir tudo aquilo, eu não podia dar aquele gostinho pra ele, não agora.

-Ok gatinho, agora pare!

-Quê!? Achei que quisesse.

-Claro que eu quero, mas as coisas vão ser do meu jeito, lembra?

O coitado me olhava atônito agora, e pelo jeito que ele mexia as mãos com certeza devia ser bastante ansioso, mas pro seu azar eu não estava nem um pouco decidida a facilitar as coisas.

-Vem, agora quero que comece de onde parou até a ponta dos meus pés!

Eu nunca tive fetiches por pés, o que tinha dado em mim!?

-Isso é sério?

-Claro que é sério garoto! Você quer ou não gozar pra mim?

-Cla Claro que eu quero!

-Então seja um bom bichinho e faça tudo que eu mandar agora! Vamos!

Então obedientemente ele me atendeu, e novamente sentir sua boca macia tão próximo de minha intimidade úmida não foi nada fácil, fechei meus olhos, e só abri quando o sentir no meu joelho, sua boca seguiu carinhosamente até finalmente chegar nos meus pés, e no momento que ele os beijou estranhamente me fez sentir uma rainha cruel. Ele já estava prestes a parar quando mais uma vez o surpreendi com outro pedido.

-Ainda não, quero que chupe cada dedo meu. Cuida logo!

Como eu estava abusada naquele dia, mas dessa vez ele apenas fez sem reclamar, de um por um começou a colocar os dedos de meu pé na boca, e surpreendentemente ele os chupou com o mesmo ímpeto que devorou meus peitos. Aquele moleque devia me desejar muito.

-Muito bem, agora meu outro pé seu putinho.

E assim ele fez, provando ser um grande merecedor do que viria a seguir, mau sabia ele que o trabalho com aquela língua estava apenas começando.

Sem nenhum aviso prévio fiquei apenas de calcinha, o deixando com os olhos arregalados mais uma vez, mas foi quando me virei de costas exageradamente empinada para ele, que ele não se conteve falando euforicamente quase sem ar.

-Meu Deus! Meu Deus! Que bundão perfeito! É mais lindo que o da Ajapogate!

Pesquisando a fundo depois descobri que ele se referia a uma atriz de filmes adultos chamada Aj Applegate, onde de fato tinha um corpo que lembrava bastante o meu, principalmente a bunda, porém com os seios bem menores. Então já sabem o que fazer quando quiserem me imaginar melhor (Risos).

Então com a bunda a altura do rosto daquele moleque que devia passar horas se masturbando para uma tela, ordenei o que ele já devia esperar.

-Tem vontade de provar minha bunda também safadinho?

-Lo lógico que tenho!

-Então venha, sirva-se.

Então agarrando fortemente cada banda de meu bundão, o garoto mergulhou de boca, devorando com tanta vontade que mais lembrava um leão depois de um dia inteiro de caça. Eu estava tão seduzida naquele instante, que inconscientemente comecei a rebolar na sua cara, e sem pensar falei:

-Vamos seu filho da puta! Me bate!

Então sob expectativa senti um tapão certeiro na bunda, que por mais que tenha me feito gritar, não tinha me satisfeito nem um pouco.

-Vamos seu fraquinho! Com mais força! Esfola essa bunda!!!

Então veio o segundo tapa, esse sim foi tão forte que fez toda a base de meu tronco tremer, tão ardido e violento que estranhamente desejei por mais. Como eu podia sentir prazer com aquilo? Logo eu que sempre fui contra qualquer tipo de violência, por menor que fosse. Mas lá estava eu, me deixando apanhar na bunda por um garoto muito mais novo que eu. Até onde aquele lado desconhecido e obscuro meu me levaria?

Ao olhar pra trás me assustei, pois minha bunda estava vermelha como pimenta, além de toda lambuzada. A julgar pela cara de tesão, o garoto faria aquilo até sua língua cair, felizmente. Eu estava prestes a dar a próxima ordem, quando inesperadamente o novinho me surpreendeu.

-Ei garoto! Peraí!!!

Atrevidamente ele afastou minha calcinha pro lado, deixando completamente exposta a entrada da minha intimidade que pingava. Ao fixar os olhos lá, não deu outra, o moleque apontou pra minha entradinha e meteu sem dó.

-Shhhhhhhhhh… tá maluco garoto! Não era pra fazer isso ainda!!!

-AAAAAAAAAA! Desculpa! Não resisti! Você é gostosa demais!!!

Então feito um louco ele começou a mandar ver, me penetrando tão rápido que até lembrava uma britadeira estraçalhando uma rocha. E pra eu que no início desaprovei tamanho atrevimento, não demorou muito e logo eu já estava entregue aquela sensação maravilhosa de ser fodida de quatro.no fundo sdmiti que senti falta .

-AAAAAAA!!! NEM ACREDITO AH! AH! QUE ESTOU FONDENDO ESSA BUNDA GOSTOSA QUE TANTA GENTE DESEJA!

Ele finalizou aquelas palavras com uma sequência de tapas que não me deram espaço para falar uma sílaba sequer. Eu só conseguia focar na sensação daquela tora fazendo a festa dentro de mim enquanto revirava os olhos. Depois de me foder que nem um desesperado, o novinho relaxou o corpo em minhas costas, devia ter finalmente se cansado depois de demonstrar tanto vigor. Então com o membro ainda dentro de mim, agora ele ia e vinha lentamente, enquanto sua respiração pesada sobre meu ombro.

-Shhhhh… ei! Ai! Já cansou?

-Tá louca? Shhhhhhhhhh … Eu podia comer uma boazuda que nem você a vida inteira, você é maravilhosa!

Realmente havia verdades em suas palavras, pois após dizer isso ele novamente iniciou mais um round de bombadas, que me fizeram gemer que nem um animal no cio.

-AI! Aiiii! AAAAAAAAAAAAAA!!!!!

-SUA RABUDA GOSTOSA! TOMA! TOMA!

-AAAAAAAAA! Não acredito AAAIII! Que um novinho como você está me co comendo desse jeito!

-Pois acredite! Shhhhhhhh… Te pegar desse jeito é um sonho se realizando. AH!

O garoto deu mais algumas bombadas em mim quando finalmente anunciou o que eu mais temia.

-AAAAAAAAA! LÁ VEM!!! EU VOU GOZAR PRA VOCÊ GOSTOSA! AAAAAAA!

Então pela primeira vez comecei a sentir jatos quentes me invadindo por dentro, uma sensação até agora desconhecida, e principalmente não podia acreditar que aquilo estava sendo proporcionado por alguém mais novo que eu. Naquele momento comecei a ficar desesperada.

-O que lhe deu na cabeça de gozar dentro de mim garoto? Não percebe que posso ficar grávida?

-Desculpa! Não deu pra me controlar na hora, sério!

Eu já pensava em mandar o garoto ir embora e sair dali que nem louca pra comprar a pílula do dia seguinte, quando inesperadamente algo me roubou a atenção.

-Quê isso!? Seu pau ainda está desse jeito mesmo depois de ter gozado!?

-Pois é, nem eu sabia que tinha essa energia toda (Risos).

O membro do garoto continuava incrivelmente rígido, mesmo depois de me encher por dentro, e apesar de ainda estar irada com tudo, eu não podia negar que ainda restava muito fogo ali dentro de mim, então decidi abrir uma exceção para aquele momento. Então sem dizer nada puxei o garoto e o fiz deitar na cama, e ciente do que estava prestes a acontecer, ele mordeu os lábios e mirou seu pau pra minha chegada. E me apoiando em seus ombros e sendo obrigada a encarar uma cara de virjão que recebia um presente dos deuses, comecei a me sentar devagar. E quando finalmente senti a ponta daquele membro que me aguardava pulsante, a pressa do tesão falou mais alto, me fazendo sentar tão forte, que fez o novinho gritar. Minha buceta ardia de vontade, uma força maior me dominava agora, eu estava tão possessa com aquilo, que nem se alguém chegasse em casa naquele instante me faria parar. Era cada sentada violenta que eu já esmagava aquele novinho sem dó, a cama já fazia tanto barulho que já dava sinais que a qualquer instante quebraria, mas eu não ligaria se isso fosse o preço para uma sensação tão maravilhosa.

-Ah! Ah! Ah! Então sempre quis me comer né! Ah! Ah! SEU FILHO DA PUTA! AAA! Tá gostando?

-AAA! Nem acredito que estou te comendo! Ah! Você é tão perfeita! Aaaaaa!

Então ele me puxou pra si, me fazendo ficar deitada sobre seu peito, e agarrando cada banda de minha bunda, ele começou a mexer o quadril, me penetrando numa velocidade incrível.

-SEU AAAAA! SEU MALDITO! AH! AH! SEU PAU ESTÁ INDO TÃO FUNDO EM MIM!

-AAAAAAAAAAAAAA! COMO EU AMO ESSE SEU CORPO!!!

Ele agarrava minha bunda, chupava meus peitos, mas em nenhum momento ele parou com o vai e vem, tinha que reconhecer que o garoto tinha uma sincronia de movimentos incrível. Passamos um tempão naquela posição, onde eu já acreditava ter morrido e ido pro céu de tão bom. Mas foi então que finalmente ele tinha chegado ao auge, felizmente me avisando dessa vez.

-AAA! EITA QUE JÁ ESTÁ VINDO! VOU GOZAR!!!

Rapidamente sair de cima dele e me acomodei ao seu lado, aguardando ansiosa pelo show que estava prestes a ver. Mas acontece que eu ainda estava extremamente excitada, e ver aquele pau de perto sendo massageado com tanta rapidez, me fez ter a mais sacana das ideias, para sorte daquele moleque.

-Aproveita e goza nos meus peitos safadinho, não quero desperdiçar (Risos).

Então prestes a gozar o garoto montou sobre minha barriga e começou a urrar que nem um animal, e pelo jeito como ele se tremia eu já podia esperar um dilúvio sobre mim.

-Essa é pra você gostosa! AAAAAAA!!!

Então vários de jatos de porra quente começaram a banhar meus seios, não deixando nem meu queixo escapar. E mesmo depois de ter jogado tudo para fora, ele continuou a ficar sobre mim, ainda ofegante ele me olhava com uma cara maravilhada ao mesmo tempo que incrédula. Não era pra menos, a julgar que até então ele só devia ter presenciado aquilo naquele tipo site.

-Nem acredito que isso está acontecendo, até parece um sonho.

Achava tão bonitinho o modo como ele me via, mesmo diante de toda a depravação ali, ele insistia em me ver como o ser mais puro de todos. Talvez no fim eu tivesse feito uma boa escolha trazendo justamente ele para saciar meus desejos.

Caindo a ficha que a qualquer instante minha mãe chegaria, não dei nem tempo para o garoto falar, apenas o fiz jurar segredo sobre e tudo e nos despedimos, apesar que eu duvidava muito que ele não iria se gabar para os amigos, mas dane-se, provavelmente ninguém iria acreditar nele mesmo.

Mas nem tudo ainda tinha passado, o garoto tinha gozado dentro de mim, e antes que minha chegasse dei um pulo rápido na farmácia e comprei a pílula do dia seguinte apenas para me certificar.

Retornando para casa minha mãe já estava, e por mais que ela quisesse conversar, só conseguir ir direto pro meu quarto e me trancar. E deitada fiquei digerindo o que tinha feito naquela tarde, do quanto eu havia me distanciado da antiga Marta, foram tantos pensamentos me alfinetando ali que acabei adormecendo.

Acordei com minha mãe me chamando para comer, já era noite. Fingi que tudo estava bem, cumprimentei meus pais e nos sentamos a mesa. Meu pai foi o primeiro a iniciar a conversa.

-Então você está prestes a ficar de férias filha!?

-Estou sim pai, e não sabe o alívio que me dar, estou precisando tanto.

-Sabe filha, conversei com sua mãe, e achamos ótimo que você vá passar uns dias com seu avô na fazenda, ele tem pedido muito por isso. Deve está com muita saudade de você.

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8 Comentários

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  • Responder Magno

    Ola Martinha não demore há nos presentear com suas obras primas de relatos beijos do seu fã

  • Responder Sérgio

    Isso não é um conto, é um livro.

  • Responder Tony Alves 100

    Por favor martinha continue escrevendo vc é maravilhosa, mas na continuação dessa netinha rabuda, que tem esse bundão lindo que mexe com a nossa imaginação fértil e pervertida, escreva um conto mais safado, que avô dela deixe ela bem putinha e viciada em dar o bundão pro avô, e o avô poderia até incluir uns peões da Fazenda na putaria com a neta, enganando ela é transformando ela em uma putinha perfeita.

    • Magno

      Olá Martinha continue você é a melhor seus relatos nos prendem

  • Responder Morena

    Nossa q delícia de conto li todos

  • Responder Henrique

    Li todos os seus relatos, que não lendo quando foram lançados, mas muito bem escritos, detalhados, não tem como parar de ler.
    A forma como descreve os acontecimentos, seus pensamentos, torna tudo mais imerso.
    Realmente é uma mistura de sentimentos, mas o prazer é indescritível.
    Diante de situações como estas, nem mesmo os mais fortes conseguem resistir à toda esta luxúria, toda esta depravação que muitos condenam e repudiam, acabam caindo na tentação, afinal a carne é fraca. Somos humanos imperfeitos e todos estamos sujeitos a isto.
    Parabéns por cada palavra escrita, quem além de trazer um mundo novo, nos envolve intensamente e nos deixa ansiosos para os próximos.
    Não pare de escrever, serei um eterno seguidor.

  • Responder Casadosafado

    Nossa Martinha , eu já li seus contos anteriores umas 200 vezes e sempre gozo demais lendo eles… Imaginar seu corpo me deixa maluco , queria muito conhecer vc , sou seu fã número 1…
    Rapaz de sorte esse viu, fala comigo ..
    [email protected]
    Ou telegram
    Cristiano Ferreira , aguardo sua resposta.
    Adoro seus contos..

    • @outlander outsider

      Entre la no seu canal não achei nada sabe notiça. De Beca um autora aqui dessa pagin