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Pais safados e filhos bonzinhos: A Troca – Parte 1

1230 palavras | 15 |4.97
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A primeira vez que Pedro levou seu filho Diguinho para uma “troca de casal” com outro papai e filhinho.

– Você vai gostar de conhecer o tio Pedro, Diguinho – comentei enquanto ele descia do carro, e eu fechava porta e acionava o alarme.

– É? – ele questionou enquanto me estendia a mão para caminharmos.

– É sim… ele também gosta de garotinhos que adoram brincar gostoso, como você.

Ele sorriu, um pouco tímido.

– E o filhinho dele, o Luquinhas, também adora brincar do jeitinho que a gente brinca. Vocês vão se dar muito bem.

Ele deu um sorriso meigo enquanto nos aproximávamos da porta da casa de Pedro, que abriu a porta antes que eu pudesse tocar a campainha.

– Olá, Augusto! – Pedro me cumprimentou um aperto de mão firme – e este deve ser o Diguinho!

Meu filho se escondeu parcialmente atrás de uma das minhas pernas, sorridente e tímido. Pedro se abaixou ao máximo, ficando assim com o rosto perto da altura do rosto de Diguinho.

– Não tenha vergonha, garoto. Prometo que a gente vai se divertir legal!

O menino só respondeu com uma gargalhadinha contida enquanto entrávamos na casa de Augusto.

Lá dentro vi Lucas, sentado no sofá, comportado enquanto assistia alguma coisa em seu tablet amarelo e vermelho. Parecia não notar que tinha visitas.

– Diga olá para o tio Augusto e o Diguinho, Luquinhas!

Ele tirou os olhos do tablet por alguns segundos, acenou para nós, e voltou a assistir a tela atentamente.

– Perdoe meu filho, às vezes ele gosta demais desses desenhos animados.

– Claro, claro.

– E então… – Pedro indagou, limpando a garganta – quer… tomar alguma coisa antes de começar? Uma cerveja… um uísque…?

Puxei o celular pra conferir o horário. Eu tinha sido pontual, mas infelizmente não tinha tanto tempo quanto gostaria. Precisaria ser mais… objetivo.

– Fica para a próxima. Tenho tempo suficiente para… você sabe. Mas não muito, se não se importar.

– Claro, claro… eu entendo.

Nós dois olhamos para as duas crianças. Meu filho de um lado, filho dele do outro. Diguinho nos olhava curioso, e Luquinhas, distraído, nem parecia nos ouvir.

– Então… – Augusto perguntou – … como gostaria de começar?

Dei um sorriso nervoso, coçando a cabeça.

– Desculpe, eu… não sei. Isso é novo pra mim… essa… troca.

– Sem problemas, eu entendo… vamos fazer assim. Cada um começa com o seu, e depois a gente vê como que fica. Certo?

– Hã… sim, ótimo. Ótimo.

Vi Augusto sentar ao lado de seu filho e começar a acariciar as pernas do menino, enquanto eu me ajeitei em outra parte do sofá, depois da curva do sofá em “L”. Todos tinham uma boa visão de todos.

Acenei para Diguinho vir pra perto de mim, e comecei a acariciar as costas e peito dele.

– A gente vai brincar agora, tá, meu amor? Daquele jeito que a gente gosta.

Ele fez que sim com a cabeça, com um pouco com vergonha. Eu também sentia, era a primeira vez que faríamos sexo com alguém vendo.

– Tudo bem… – eu o tranquilizei enquanto comecei a alisar a sua bundinha macia e pequena – … eles sabem da gente e também brincam.

Diguinho tentou relaxar, e o virei de costas pra mim. Eu sabia que seria importante ele ver o que acontecia na outra ponta do sofá.

Augusto já tinha tirado o tablet de Luquinhas e conduzido uma das mãos do próprio filhinho para mexer no volume que o pai tinha dentro da bermuda. Aquele menino sorria e nos olhava de tempos em tempos enquanto apertava o pau do próprio pai, com uma tranquilidade de quem não encarava como novidade fazer sexo na frente de outras pessoas.

Inspirado pelo que assistia, virei Diguinho de volta pra mim, levando suas mãos para minha calça. Ele quis apertar meu pinto do mesmo jeito que viu o outro menino, mas eu tinha uma certa urgência. Fiz ele começar a abrir a minha calça, algo que ele ainda não era capaz de fazer sozinho, então fui auxiliando-o a tirar meu cinto, descer meu zíper, desabotoar e abrir a calça.

Ergui-me um pouco do sofá enquanto ele, compenetrado em sua tarefa, me despia. Com a ajuda dele, também fiquei descalço.

Do outro lado, notei que Luquinhas também descia a bermuda de seu pai. Sem cueca para segurá-la, a ereção de Augusto saltou diante do rosto do garotinho. O menino olhou por um instante pra mim, aquela rola pertinho de sua face, e olhou para Diguinho, que (uma pena) estava de costas pra eles, e deu uma lambidinha sapeca na cabeçona roxa e roliça do papai.

Meu membro vibrou de tesão dentro da cueca. Não apenas eu tinha conseguido ensinar meu próprio filho a gostar de pica, como estava vendo outro menino com seu papai, outro menino que também apreciava, bem sapeca, um cacetão grosso e roliço.

De tanto tesão, não tinha notado que Diguinho se virou para trás, pra ver o que o papai dele observava tão atentamente. Olhou a tempo de ver Luquinhas segurando o caralho com as duas mãozinhas enquanto sua linguinha percorria toda a extensão, subindo e descendo, do saco enorme e peludo até a cabeçona viçosa e viril.

– Está vendo, Diguinho? O Luquinhas é como você… também gosta de um pauzão.

Diguinho me olhou sorridente. Estava conhecendo outro menino como ele, o que o deixou radiante.

– Vamos mostrar pra eles que você também gosta do pintão do papai?

Ele apenas fez que sim com a cabeça enquanto já foi pegando o elástico da minha cueca e puxando, enquanto eu erguia novamente meus quadris.

Comigo nu da cintura pra baixo, Diguinho, em pé entre minhas pernas peludas, olhou mais uma vez para trás. Pai e filho nos assistiam, o filho apenas segurando o grosso membro de seu pai, seus dedinhos incapazes de dar a volta por toda a grossura.

Com um sorriso orgulhoso, meu filhinho se virou mais uma vez pra mim, e abrindo bem a sua boquinha diminuta, esforçou-se para acomodar toda a glande de seu próprio pai.

Gemi ao sentir o calor e umidade de sua boquinha, quando ele começou a deslizar seus lábios pela minha cabeçona enquanto sugava o maximo que podia.

Ouvi o gemido de Augusto, e vi a nuca de Luquinhas que também chupava o caralho de seu papai. O movimento de sobe e desce de sua cabeça era pequeno, não tinha muito como subir e descer pois cabia pouco na boca, mas mesmo assim, era muito, muito erótico.

Vi os olhinhos de Diguinho buscando minha aprovação enquanto me chupava, e gemi novamente.

– Isso… isso, filho… chupa… chupa gostoso o pau do papai… – gemi sofrendo de prazer.

– Oh… sim… – Augusto também não conseguia se conter – … mostra como você gosta de mamar uma piroca, meu filho.

Longos minutos se passaram. Só se ouvia os sons molhados das chupadas, e os gemidos e provocações dos machos.

Até que eu e Augusto começamos a nos encarar diretamente, olhares cheios de tesão, cada um sendo chupado por seu próprio filhinho.

Eu estava pronto. Era hora da troca.

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15 Comentários

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  • Responder Marco_Shotara

    Nossa deve ser muito bom realizar uma troca de filhos, adoro incesto.

  • Responder Pedro

    Que tesão deve ser curtir um menininho junto com outro macho. Aproveitem bem eles.

  • Responder Lucas

    Continua ta muito bom

  • Responder Daddy

    Continua

  • Responder ANÔNIMO

    @mechama123

  • Responder Ash

    Não para não continua que tá bom rsrs quero continuação

  • Responder Tony

    Alguém curti uma putaria pela webcam ? Só deixa o telegram que eu chamo.

  • Responder Luanzinho

    Tesão

    Chama no telegram @Snt96

  • Responder pdf L

    tesão demais ein, continua!

  • Responder Torinho

    Perfeito em todos os sentidos s2

  • Responder Biel

    Sou bí, sou novinho, sou bem safado, curto coisas “pesadas”, se tiver alguma mina ou boy chama lá no telegram @Biell2001

  • Responder Anônimo2019

    Tesão…na hora do bem bom vc acaba…rs

  • Responder Bacellar

    Tá ficando bom!

    • ADRIAN

      TEM TELEGRAM?

  • Responder eu

    Tesao pia @flashspk