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Minha esposa gostosa e o aluno rebelde. Parte 4

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No decorrer daquela semana eu pude perceber a evolução na ousadia de Thiago e como minha esposa, aos poucos, ia cedendo às suas investidas. Muitas vezes não era por meio de conversa, mas principalmente por gestos. Minha esposa vestida roupas cada vez mais curtas e marcantes como short sem calcinha e até mesmo começou a usar blusas que decotavam seus seios. Enquanto isso Thiago também evoluía em suas gesticulações. Começou passando o braço por volta dos ombros da minha esposa enquanto eles se sentavam lado a lado. Depois começou a acariciar os ombros de Renata. Por fim ele estava tão à vontade que, vez ou outra, alisava o pau por cima da calça. Isso se perpetuou por umas duas semanas. Eu ficava muito aflito, mas a minha curiosidade era muito maior. Queria saber até que ponto minha esposa iria. Será que ela seria capaz de me trair? Até que as coisas evoluíram… pra pior? Era uma segunda feira. Nesse dia não tive tempo pra nada. Só consegui parar umas seis da tarde. Só que eu não sairia do trabalho sem antes repassar o que havia sido gravado na minha casa. Às vezes Thiago ficava mais do que o necessário com minha esposa. Acho que não por conta do estudo, mas só pra ficar secando aquela bunda. E como ela gostava daquela vaidade. Nesse dia notei algo de diferente. Thiago chegou muito mais agitado e pelas imagens, assim que ele passou pela porta, foi inegável ver que ele estava com o pinto duro. Ele usava um short folgado, estava de tênis e camiseta regata. Pareceu coincidência, mas, da mesma forma que Thiago aparentava estar agitado, minha esposa demonstrava estar mais provocativa do que o normal. Falo isso porque, quando vi sua vestimenta, eu fiquei desorientado. Ela vestia um short de lycra vermelho que era muito apertado e curto. Ele era pouco acima da metade de suas cochas. Além disso, aparentava estar sem calcinha. Falo isso pois, mesmo pelas câmeras era possível ver que sua buceta estava um pouco dividida. Não era muito, mas também não dava pra negar que não se via. Na parte de cima, minha esposa colocou uma blusa que deixava parte da sua barriga de fora mas era bem soltinha. O que me deixou perplexo foi ver que ela estava nitidamente sem sutiã. Eles pouco falaram até começar a aula. Percebi rapidamente que Thiago não parava de olhar para as pernas de Renata e mexer no pau por cima da roupa. Isso durou uns 15 minutos ate que Renata perguntou:

– O que foi garoto? Ta todo agoniado hoje…

– A prof. Hoje eu acordei meio agitado. Sei lá… E você também não colabora neh…

– Como assim? O que eu fiz?

– Ah… kkkkkkkkk… Essa roupa aí… Não consigo concentrar desse jeito.

– Ah. Jura? Então vou ali no quarto trocar.

– Não não… É melhor assim.

– Mas desse jeito a nossa aula não vai adiantar nada…

– Pois é… Geralmente eu resolveria isso, mas como não estou em casa…

– Resolver como, garoto?

– A prof… Voce sabe neh… Daquele jeito…

– Ah… Entendi…

Renata abaixou a cabeça e fingiu concentrar no caderno. Ficou assim por uns 2 minutos. O silêncio era no mínimo incômodo. Até que minha esposa disse algo que eu jamais imaginei…

– Se você quiser resolver seu problema pode ir ao banheiro…

– Sério?

– Sim… Só anda logo por que temos que estudar.

Thiago não se fez de rogado. Ele levantou com o pau duro quase na cara de Renata e se dirigiu ao banheiro. Fechou a porta e depois de uns 10 minutos saiu. Eles tratavam a situação de uma forma muito normal. Como se aquilo fosse normal. Minha esposa mandando o aluno dela se masturbar no nosso banheiro. Quando ele saiu, Renata perguntou:

– Tá se sentindo melhor?

– Bem melhor prof… Valeu pela ideia.

Eu nem preciso dizer que isso se tornou comum. Toda vez que Thiago ia à minha casa, no meio da aula ele não disfarçava sua excitação e se levantava em direção ao banheiro. Aquilo certamente iria evoluir. Mas como? Eu logo descobriria.

Em uma dessas aulas de reforço, minha esposa usava um vestido bem solto. Eu me lembro que esse vestido florido de cor rosa era muito chamativo, pois ele colava bastante na cintura, o que destacava sua silhueta e marcava muito sua bunda. Além disso ele era demasiadamente curto. Um pouco acima do meio das cochas. Nem preciso dizer que quando ele se sentava ele naturalmente subia. Ela jamais saiu com esse vestido pois seria muita depravação. Eu também jamais imaginava que ela usaria na presença de alguém além de mim, mesmo sabendo que naquela altura eu já não era surpreendido mais pela ousadia de Renata. Percebi que, quando eles se sentaram à mesa, o vestido de Renata subiu de tal forma que sua calcinha ficava quase a mostra. Na verdade, creio que se Tiago inclinasse a cabeça um pouco ele conseguiria ver. Fazia muito calor esse dia. De repente, Tiago diz:

– Vou ter que ir ao banheiro. Hoje ta difícil concentrar.

– Eu to vendo a sua inquietude. Vai depressa.

Ele se levantou e foi. Ficava me perguntando como eles poderiam considerar toda aquela situação normal. Minha esposa casada e mãe, fomentando a ideia de que seu aluno poderia se masturbar no seu banheiro e com o seu consentimento… Era demais. Quando eu imaginei que tudo aquilo já era surreal, percebo que, ao entrar no banheiro, Thiago não fechou a porta. Me deu um frio na barriga. Pela câmera, eu apenas via a porta aberta, mas minha esposa que ainda permanecia sentada, com certeza via tudo que se passara la dentro, pois a porta do banheiro ficava no outro cômodo de frente para a sala de jantar da nossa casa e a mesa bem ao centro. Ou seja, a mesa ficava de frente para a porta. Minha esposa também notou a porta aberta. Quando ela visualizou, não tirou os olhos la dentro. Pensei comigo: ele pode estar usando a pia ou algo assim. Percebi que não, pois de repente, Renata leva a mão a boca como se estivesse surpresa com algo. Ela estava atônita. Uns 10 minutos depois, Thiago retorna. Ele finge que nada tinha acontecido. Minha esposa pergunta:

– Esqueceu de fechar a porta foi?

– Na verdade, não. É que como você já sabe o que eu faço, pensei que não fazia diferença.

-É mas quando eu vou ao banheiro eu fecho a porta.

– Se você quiser, pode deixar a porta aberta prof. Eu não me importaria.

– Seu safado. Deu pra ver o que você tava fazendo, viu.

– Sério? Kkkkkkkkkkk… Da próxima vez então nem vou precisar ir ao banheiro.

– KKkkkkkkkkkkkkkkk… Como assim?

– Ué, já que você viu de lá, qual é a diferença de ver aqui.

Minha esposa balançou a cabeça negativamente em um sinal de reprovação, mas ao mesmo tempo mantinha um sorriso no rosto digno da libertinagem. Ela estava adorando aquele jogo. Não podia acreditar, mas a cada dia que passava eu tinha mais convicção de que seria chifrado. E por um moleque favelado. O que me confortava é que até aquele momento não havia tido nenhum contato físico entre os dois. Mesmo assim, sabia que as chances de isso acontecer eram altas.

Na semana seguinte, notei que Thiago estava diferente. Ele estava mais eufórico do que o normal. Parecia que ele se agitava como se estivesse pronto para fazer algo. Eu não errei no meu julgamento. Era uma quarta feira bem ensolarada. Minha esposa usava uma camisetinha regata preta e um short lycra amarelo bem apertado. Eles iniciaram a aula. Uns 15 minutos depois Thiago diz:

– Nossa, hoje ta difícil de concentrar.

– É por aquele motivo?

– Sim, mas hoje tá mais forte.

– Então vai lá logo no banheiro. Hoje tem muita coisa pra gente ver.

Eu notava que de uns tempos para cá, a aula que duraria umas duas horas e meia não passava de 40 minutos. O resto do tempo eles só ficavam conversados frivolidades que nada tinham a ver com a escola. Renata disse isso e foi pegar uma água na cozinha. Foi aí que Thiago tomou uma atitude que mudou todo o rumo daquela obscenidade que vinha há semanas. Thiago abaixou o zíper do seu short (era um short jeans) e colocou o pau pra fora. Ele alternava em olhar pra cozinha aguardando o retorno de Renata e em ficar olhando pro próprio pau. Nessa hora eu vi uma coisa que me assustou. O pau do garoto não era tao grande assim. Deveria ter uns 16 a 17 centímetros. Entretanto eu nunca tinha visto um pau tao grosso. Somente em filmes pornôs. Parecia uma lata de refrigerante. Era fora do normal nesse sentido. Tanto que quando ele pegava no pau a mão dele quase não fechava. Eu já suava frio. Será que ele iria continuar com aquilo mesmo quando Renata chegasse na sala? Não precisei esperar muito para saber. Logo Renata volta com o copo de água na mão. Ela tomou um susto quando viu Thiago naquele gesto obsceno. Ela foi chegando perto e dizendo:

– O que você ta fazendo Thiago?

– A prof. Não consegui chegar no banheiro.

– Como não? O banheiro é aqui ao lado. Você poderia ir la sem problemas.

– Ah Rê… Já que você sabe o que eu faço, achei que nem teria problema. Além disso, você já tinha visto aquele dia com a porta aberta. A gente é bem amigo e isso é uma coisa normal.

– Claro que não Thiago. Isso definitivamente não é normal. Mas já que você começou agora termina. Eu vou ficar na outra sala.

– Não! Espera! Senta aqui. Pelo menos com você aqui eu tenho um estímulo.

– Estímulo?

– Sim… Desculpa prof, mas você é o sonho de qualquer homem. Ainda mais na minha idade. Não consigo pensar em nada além de você. Olha o meu estado.

Nessa hora Thiago se levanta e fica de frente para Renata. Ela congela olhando o pau dele. Os dois não falam nada. Thiago já em uma situação insana diz:

– Tá gostando de ver, prof?

– Eu não vou falar nada Thiago. So termina logo.

– Me responde só uma coisa: O pau do teu marido é desse tamanho?

Renata ficou calada por um tempo. Depois ela disse.

– Claro que não. Esse seu negócio aí é fora do normal.

Nisso Thiago dá uma risadinha escrota e fica mais perto de Renata. A distância deles era de um palmo e meio no máximo. Renata complementa.

– Eu entendo sua situação Thiago. Queria poder te ajudar. Sei como é nessa idade, mas eu vou ficar de costas porque não posso concordar com isso.

Eu não sei se Renata fez isso de forma inocente ou de propósito. Virando de costas ela só aguçou ainda mais o tarado do Thiago. A bunda dela naquele short era um convite para que Thiago gozasse. Ele arregalou os olhos e aumentou ainda mais a punheta. Em um determinado momento ele disse com Renata ainda de costas:

– Prof, posso te pedir um favor?

– O que é garoto?

– Segura minha rola… Rapidinho.

– Tá ficando louco! Nem pensar. E termina logo.

– Por favor… Não to conseguindo. Se você fizer isso prometo que será a primeira e última vez.

– Nem pensar Thiago.

– Então eu posso chegar mais perto?

– Pode, mas anda logo.

O problema é que eles já estava bem perto. Thiago não só se aproximou como segurou na cintura de Renata com a mão esquerda e continuou a punheta com a direita. Renata não reagiu. Acho que Thiago entendeu isso como um convite. Ele anunciou que ia gozar, mas antes disso ele desceu a mão da cintura para o meio da bunda de Renata. Não só isso. Com a mão esquerda apertando o vão do cu da Renata, Thiago aproximou o pinto com a mão direita a ponto de encostar naquela bunda. Eu nunca havia visto tanta gala. Ele gozou dando um grande urro. Como estava muito perto não dava pra ver os jatos, mas tenho certeza que deve ter sido uns cinco. Tanto que a porra escorreu por todo short de Renata até chegar no calcanhar. Mesmo depois de gozar Thiago ainda alisou bastante a bunda de Renata até ela se afastar sem virar. Ela foi direto para o nosso quarto trocar de roupa. Nisso Thiago colocou o pau pra dentro e se sentou como se nada tivesse acontecendo. Eu estava congelado, mas sentia uma excitação absurda. Tive que ir ao banheiro da minha sala e me masturbar. Não entendia aqueles sentimentos que queimavam dentro de mim. Muita excitação misturada com ciúmes, raiva e bastante curiosidade. A única coisa que eu queria ver era onde aquilo iria dar. Já era absurdo pra qualquer situação normal, mas fato é que eu queria continuar espiando os dois. O fato da minha esposa ser muito gostosa e recatada me dava um tesao enorme. Eu sabia que ela sempre fora muito desejada, mas nunca pensei que ela atravessaria qualquer margem de infidelidade. Essa mudança repentina que eu tinha de sua personalidade atiçou meus sentimentos. Além do mais, ela estava de caso com um jovem que era aluno dela. Pra piorar, não era ninguém bonito ou chamativo. Era um moleque magro, feio e favelado. Na cabeça dela, com certeza Thiago estava vivendo seu auge, já que ter chance com uma mulher mais velha, casada, mãe e tão gostosa como Renata seria uma coisa praticamente impossível. Decidi apenas continuar espiando. Ao mesmo tempo em que eu queria observar, não queria que minha esposa passasse mais daquele limite. Não queria, por mais que estivesse curioso, que minha esposa fosse penetrada por outro, ainda mais um moleque que tinha o pau daquela grossura. Com certeza ele ia arrombar a minha mulher. Mesmo assim, sabia que se nada acontecesse, com certeza isso não demoraria a acontecer.

Na semana seguinte, em uma segunda-feira, levantei cedo e me arrumei para o trabalho. Nesse dia Renata ficaria em casa e só teria aula particular com Thiago. Eu mal dormi na noite passada querendo ver o que aconteceria. Enquanto tomava café, minha esposa arrumava nossa filha para que eu a levasse à creche. Estava na cozinha com o celular aberto na internet vendo as notícias do dia. Quando Renata entra na cozinha com nossa filha no colo, eu tomo um baita susto. Renata vestia uma saia jeans bem curta, cerca de um palmo e meio abaixo da cintura. Em pé, dava quase pra ver sua calcinha. Certamente sentada daria para ver tudo. Na parte de cima, uma blusa de alcinhas bem solta, que deixavam seus peitos bem à vontade. O detalhe é que dava pra ver até o biquinho durinho. Eu perguntei a ela:

– Você não dá aula para aquele garoto desse jeito não, neh?

– Claro que não! O que você acha que eu sou? Eu sempre coloco uma roupa descente.

Pensei o quanto Renata era cínica. A minha vontade era de jogar tudo na cara dela, mas como tinha um plano a seguir, resolvi disfarçar. Fui trabalhar e a primeira coisa que fiz foi ligar o PC com as câmeras de prontidão. A aula deveria começar duas horas da tarde, mas meio dia e meia eu vejo a campainha da minha casa soar. Percebo que Renata não trocou de roupa. Ou seja, ela estava quase pelada. Quando ela abre a porta, os dois se abraçam. Não era um abraço comum. Era algo mais que amizade. Alguma coisa misturada com tesao, onde você cheira o pescoço da mulher e a aperta forte pela cintura. Na hora que descolaram, já tinha notado que Thiago estava com a barraca armada. Dessa vez ele veio com um short de jogador de futebol. Eu sabia que aquela combinação não poderia resultar em coisa boa. Assim que Thiago sentou à mesa com os materiais, Renata foi pegar seus livros. Eu percebia que aquela aula já não fazia sentido. Não havia um propósito em estudar. Era pura e simplesmente o prazer de ficar perto um do outro e aguardar o que poderia acontecer. Pois bem, os dois começaram os estudos. Pouco tempo depois, Thiago pergunta:

– Prof, você não ficou chateada comigo por causa do que aconteceu na última aula não neh?

– Não! Eu sei que essas coisas são difíceis para as pessoas da sua idade. Desde que você não comente nada com ninguém, não tem problema.

– Então se acontecesse de novo…

– Olha Thiago, eu sou casada e mãe. Por mais que eu seja sua única amiga e queira te ajudar, eu não posso ficar fazendo esse tipo de coisa. É errado. Além disso foi prometeu que seria a última vez.

– Eu sei, mas eu não paro de pensar no que aconteceu. Estou confuso e só posso comentar isso com você. Por isso queria conversar contigo.

Thiago foi falando isso e repousando a mão na cocha de Renata. Ele alisava as suas pernas, subindo quase até a altura de sua virilha. Ela nada fazia para impedir.

– O que você quer conversar. Sabe que nós não podemos passar desse limite neh?

– Eu sei. É que tive um sonho com você que pareceu muito real. Já que não posso comentar com ninguém essas coisas…

– Umm… E como foi esse sonho?

– Posso mesmo dizer? Você não vai ficar chateada?

– Claro que não. Fala logo.

– Foi assim: A gente tava exatamente aqui e eu estava muito excitado. Aí você querendo me ajudar…

– Continua garoto!

– Você querendo me ajudar, abaixou o meu calção e começou a fazer sexo oral em mim. Foi tao real que quando eu acordei tinha gozado na cama.

Renata deu uma risadinha de surpresa.

– Nossa que sonho maluco hein…

– Pois é… Isso não sai da minha cabeça. Está me deixando maluco.

Eles voltaram a atenção para os livros. Fingiam concentração, mas eu sabia o que ia acontecer. Uns cinco minutos depois Thiago diz:

– E se você me ajudasse nisso?

– Como assim Thiago?

– Você sabe!

– Thiago eu não posso fazer isso. É muito errado. O que você pensaria de mim?

– Eu sei, mas pensa bem. Só nos dois saberíamos disso. Além do mais, você até deixou eu encostar em você na última aula. Sei que não conversamos sobre isso, mas sabemos o que aconteceu. Então qual a diferença?

Pelo silêncio de Renata, vi que ela passou a cogitar a possibilidade. Thiago percebendo a mesma coisa, não perdeu tempo. Colocou o pau pra fora e começou a se masturbar em pé enquanto Renata permanecia sentada olhando o pau dele. Sem falar nada Thiago pega a mão de Renata e coloca no pau dele. Ele segura a mão dela para que fosse feito um movimento de vai e vem até que ela passa a fazer tudo sozinho. Eles não falavam nada. Ficaram assim uns cinco minutos até que Thiago tentou evoluir. Com a mão direita e em pé, ele começou pressionar a cabeça de Renata tentando forçar um boquete. Ela tentava se esquivar, mas ficava cada vez mais próximo. Até que Renata diz:

– Thiago, não faz isso por favor. Eu não estou preparada pra essa situação. Não estou à vontade com tudo isso. Por favor.

– Tudo bem prof. Faz um outro favor então?

– O que?

– Fica de pé?

Renata prontamente atende. Ele era muito perspicaz. Ganhou tempo e ainda mais a confiança de Renata. Quando ela ficou em pé, os dois ficaram um de frente para o outro. Renata ainda masturbava Thiago. Nessa hora vi porquê de ela ter se levantado. Thiago sem nem pedir permissão, começou a alisar as pernas de Renata e pouco depois, com a maior ousadia do mundo levantou a saia minúscula dela de baixo pra cima. Sua saia ficou na cintura, revelando sua calcinha de finas alças de cor azul bebê. Era um fio dental todo socado. Quando Thiago viu isso, deu um suspiro e sem cerimônias começou a alisar a bunda dela com toda força e tesao. Parecia que ele a comeria ali mesmo. Renata percebendo a ousadia de Thiago, aumentou os movimentos e disse pra ele terminar logo. Ele já passava a mão nela de todo jeito, inclusive nos peitos, mas ainda por cima da blusa. Num gesto de ousadia ele enfia a mão entre as bandas daquela anca enorme até chegar perto da buceta por trás. Renata solta um leve gemido. Foi a deixa para ele dizer:

– Tá gostando neh prof? Pode falar que você também queria…

– Ai para Thiago! Assim já é demais. Eu não posso fazer isso.

– Bate punheta pra mim, bate sua safada… Bate que eu quero gozar com sua mão… Professorazinha cachorra…

Thiago movimentava os quadris como se estivesse metendo. Na verdade, ele tava fudendo a mão da minha mulher. Em um determinado momento Renata para rapidamente e limpa o pre gozo que saia do pau de Thiago. Ela limpa na camisa dele e volta a bater aquela punheta. Deu pra notar que o pau de Thiago era tão grosso que a mão de Renata mal fechava em volta daquela rola. Thiago já chupava o pescoço de Renata que apenas continuava o ato e fechava os olhos. Nesse tempo a bunda de Renata já estava vermelha do tanto que Thiago apertava e vez ou outra dava um tapa. Já se passava uns 15 minutos. Parecia que Thiago segurava o gozo pois as vezes ele mesmo parava e depois de algum tempo voltava a se mexer. Nesse momento eu já estava com o pau pra fora me masturbando. Era muito tesão ver minha mulher batendo punheta pra outro. Ainda mais um favelado sem condições. Naquele momento, já quase gozando, Thiago foi empurrando Renata para uma poltrona ao lado da mesa onde eles estudavam. Ele a fez sentar. Sua cabeça ficava na altura do pau dele. Ele ainda não havia desistido do boquete. Certamente tentaria no mínimo gozar na cara de Renata. Ele foi além: ao mesmo tempo que forçava o boquete, ele acabou por abaixar a alça esquerda da blusa de Renata, revelando seu peito esquerdo. Ele bolinava aquele peitinho sem dó, inclusive apertando o bico. Ele anunciou que ia gozar, mas antes começou a falar obscenidades que eu sabia que representava o perfil dele. Na verdade, ele só escondia seu jeito para enganar Renata, mas aquele era realmente Thiago:

– Ai caralho… Shhhhhh… eu vou gozar… pqp… Deixa eu gozar na sua cara… Vai professora gostosa. Quero gozar na tua boca. Encher sua boquinha de porra. Você vai ver como eu gozo…

– Não Thiago. Avisa quando você estiver indo pra eu tirar… Termina logo, por favor… Ai que vergonha…

– Pede… Pede pra eu gozar que eu gozo logo…

Renata olhava nos olhos de Thiago. Sem cerimônias ela disse:

– Goza vai. Goza tarado. Goza pra eu ver… Dá pra mim essa leitada vai…

Sem avisar Thiago fez o que foi o ápice daquela baixaria. Na iminência de gozar ele apontou o pau pra cara de Renata e segurou na sua cabeça lhe dando pouca margem para desviar. Mesmo assim, ela foi astuta e conseguiu guiar o pau de Thiago para baixo. O primeiro jato pegou no seu queixo e os outros quatro na altura do pescoço. Eu fiquei impressionado como ele gozava e como aquela gala era grossa. Não era aquela porra rala. Era quase que uma meleca. Pastosa grossa e meio amarelada. Renata foi até o fim na punheta. Ela fez questão de tirar até a última gota. Thiago colocou o pau pra dentro da calça e sentou no braço da poltrona. Ficou alisando a cabeça de Renata por uns 30 segundos. Nisso ela se levanta, limpa o queixo com a blusa, abaixa a saia e vai em direção a porta:

– Acho melhor você ir embora Thiago. Depois a gente conversa.

Ela falou num tom sério. Ele complementou:

– E nosso estudo?

– Amanhã a gente conversa. Eu espero que nada que tenha acontecido aqui saia daqui. Você me prometeu.

– Thiago se aproximou de Renata e disse:

– Eu jamais trairia a sua confiança. Você é a melhor pessoa da minha vida.

Ele pega os materiais e sai. Não sem antes pedir um abraço. Renata o abraça com vergonha por estar suja no dorso. Ele diz:

– Esquenta não. Isso aí é meu kkkkkkk e isso aqui também

Disso isso apertando a bunda dela. Renata se esquivou, mas não disse nada. Com um sorriso meio amarelo ela se despediu de Thiago e depois trancou a porta. Eu achei que ela ia tomar um banho. Na verdade, ela se sentou na mesma poltrona e ficou pensativa. Uns dez minutos depois ela me surpreende ao se reclinar na poltrona, abrir as pernas, colocar a calcinha de lado e começar uma siririca frenética. Aquilo só poderia indicar que ela estava super excitada. Só não quis demonstrar na hora. Renata ficou dedilhando a buceta e apertando os peitos por uns 10 minutos. Acho que ela estava prestes a gozar porque começou a se contorcer e a passar a mão na roupa onde Thiago tinha gozado e a colocar ao mesmo tempo na boca. Eu fiquei pasmo. já tinha gozado com aquela profanação anterior, mas agora aquilo me excitava mais ainda.

Ela terminou o ato e se dirigiu ao banheiro. Eu que não havia feito nada no trabalho precisei encerrar a conexão para trabalhar, mas fiquei com aquela maluquice na cabeça o resto do dia. Eu não podia acreditar que tudo aquilo estava acontecendo debaixo do meu teto. E o pior. Se continuasse naquele ritmo, mais cedo ou mais tarde, eles acabariam transando. Eu não podia suportar aquela ideia, apesar do tesão momentâneo que me dava.

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9 Comentários

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  • Responder Emmy

    As meninas também adoram sexo, talvez ★ Adoramos sexo ainda mais do que você … algumas têm vergonha de mostrá-lo .. ★ Suas preferências sexuais .. compartilhe conosco .., acesso gratuito .. (copie o link) ➤ abre.ai/splatform

  • Responder Vantuil OB

    Parece filme de suspense. Sensacional. Continua nesse ritmo

  • Responder task0012

    que tezão que da este conto quero ver onde vai dar isso

  • Responder Jorrildo

    Ele podia receber o moleque em casa com um salto alto, para ficar com a bunda mais gostosa

  • Responder Jorrildo

    Esta ficando cada vez melhor, parabéns

  • Responder Rogerio barros

    Perfeito aguardanfo a continuacao parabens

  • Responder 50tão

    Rapaz, até eu que já passei dos cinquenta tive que bater uma kkkkkk

  • Responder Moreno

    Mais que conto sensacional hahha , vc se vingou dela ? Qual era seu plano ?

  • Responder Ivox

    Show, mal posso esperar pelo ato, já gozei litros imaginando a cena