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Marcelinha princesa negra

1286 palavras | 4 |4.80
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Meu nome é Eduardo, quem me acompanha sabe que gosto muito de uma bela putaria, mas ao mesmo tempo sou super discreto e respeitador, mesmo sendo um dominador.

Sou casado com uma morena linda, muito gostosa mas que não gosta de sexo, sendo assim, tenho que me virar por fora para não ficar louco ou doente. Nunca saí com uma puta, tenho para mim que a mulher que estiver comigo tem que querer e não ficar gemendo por cifrões.

Sou moreno, magro, 1,77, careca por opção, dentes branquinhos e dotado de uma rola mais preta que meu corpo sendo bem grossa e grande. Não sou belo, mas tenho charme e sei cativar direitinho, então nunca fico com o saco cheio a semana inteira.

Vamos ao caso.

Me mudei para a Brasilândia SP com minha família para fugir do aluguel alto dos bairros mais nobres. A vizinhança era legal e bem expansiva, então me dei super bem, pois falo pra caramba e gosto de amizades (sou vendedor, o raça que conhece gente e interage até com as pedras da rua). Dentre as famílias da rua havia a da Vanessa, uma morena meio estranha mas com um rabo gigante.

Vanessa era meio estranha, ficava parada na rua sozinha olhando para o nada, viajando nas próprias ideias (era louca mas me dava um tesão da porra). Ela tinha uma porção de filhos, boa parte se tornaram meus amigos, até mesmo os maconheirinhos que gostavam de se mostrar com aquela merda fedida na rua a tarde toda. De seus filhos apenas dois eram menores, no caso um menino que foi adotado por sua irmã e a Marcela, ou Marcelinha, como a chamavam.

Marcelinha era uma criança carente de atenção, seu pai não convivia com ela e sua mãe não lhe dava atenção. Quando cheguei me identifiquei com ela de cara, tinha a mesma idade da minha filha, então compartilhava gostos semelhantes e brincadeiras no mesmo estilo. Não demorou muito e ela estava mega apegada a mim. Me esperava ao chegar só serviço, me agarrava para não me deixar entrar no carro quando me via saindo e uma porção de outras coisas mais.

Com o tempo pude notar que ela era um pouco lenta e infantil, então conversando com uma de suas tias soube que ela realmente tinha atraso mental e isso implicava até nos estudos dela, já que na 7ª série ainda não sabia ler. Fiquei mortificado e decidi tomar uma atitude, então fui até a casa da menina para falar com a Vanessa e ver se ela me permitia dar aulas para sua filha.

Como sempre soube da dificuldade delas, levei comigo uma cesta básica para ajudar um pouco nas dificuldades do mês. Assim que chamei a Vanessa saiu meio descabelada e conversou comigo de forma meio distante e então me mandou entrar para deixar a cesta em sua casa. Por todo caminho fui observando aquele rabo e meu pau subiu de forma impressionante, estava difícil de esconder.

Assim que entramos em sua casa notei que estava tudo muito quieto, então depositei a cesta na mesa e me virei para observar mais da casa. Era bem pobre, meio suja e desarrumada, tive dó, mas não podia fazer mais nada. Neste meio tempo Vanessa ficou novamente fora do ar e eu observei bem seu corpo ali parado a minha frente.
Ela devia ter 1,60, cabelos ninhos, castanhos e com cachos bem abertos, seus olhos castanhos, pele negra, peitos meio caídos e a bunda gigantesca.

Aquela visão me deu mais tesão ainda, não consegui me conter e dei uma bela apertada na rola, bem na frente dela.

– Vanessa – ela saiu do mundo dela e me olhou espantada, como se eu não estivesse ali – quantos filhos você tem?

– Ah, tive seis.

– Mas e esse monte de crianças que vivem aqui?

– São sobrinhos e amigos das crianças.

Continuei o papo ameno até que o tesão tomou conta da razão e eu soltei na lata dela.

– Bem que poderia ter um meu né?

Ela ficou sem graça e se encolheu, pensei na merda que fiz e pedi desculpas, mas então ela se abaixou para pegar algo na cama e o tesão tomou conta de mim novamente. Me aproximei dela por trás e dei uma bela esfregada de rola naquele rabo.

– Vem dar pra mim.

– Não posso, estou de regime. Perdi um filho a pouco tempo, tenho que ficar sem sexo por 3 meses.

– Tudo bem – disse já abrindo a valsa e botando o pau pra fora – você pode pelo me os beber meu leite, vem.

Ela ficou meio aérea, então a peguei pelo braço e a fiz sentar na cama, com carinho fui ajeitando meu pau na sua boca e fazendo chupar. A filha da puta chupava bem de mais, foi uma mamada mestra. Quando ela fez que ia tirar da boca eu a segurei e a impedi.

– Continua safada, vai que eu sei que você gosta. Chupa com gosto que quando eu for gozar quero encaixar dentro de vc e gozar tudo lá dentro. Vai ter mais um BB, mas esse será meu.

Ela então redobrou a chupada, fez com vontade até que eu não aguentando mais, levantei seu vestido, botei a calcinha de lado e encaixei a cabecinha naquele bucetão peludo e melado, daí gozei pra caralho deixando todo leite lá dentro. Terminado eu a fiz sentar e limpar meu pau com a boca, foi uma delícia.

De saco vazio eu arrumei as calças, pedi silêncio sobre tudo e me despedi suavemente com um beijo no canto da boca. Ao sair me deparo com a Marcelinha era a réplica melhorada da mãe com 20 anos a menos, uma adolescente magrinha, bj redondinha, cabelos como os da mãe e peitos pequenos. Uma delícia.

– Tio, o que o senhor faz aqui?

– Vim trazer uma sexta básica para vocês e falar com sua mãe sobre te dar aulas para que possa aprender a ler.

– Aulas? Você vai me ensinar do jeito que ensinava a minha mãe?

– Como assim? Nunca dei aula para sua mãe…

– Ué! Então por quê colocou esse negócio – disse apontando para minha rola – na boca dela e disse que era para aprender direito.

Tive vontade de rir da inocência dela mas me contive e fiquei com tesão.

– Verdade, estava ensinando sua mãe, mas é segredo.

– Tá bom, ela também não sabe ler direito, ser bom para ela. Mas e eu, quando posso começar?

Nessa hora quase arranquei a roupa dela e a descabacei ali mesmo, foi difícil manter a calma e a postura.

– Amanhã não trabalho, aí posso te levar na minha casa que acha? Mas terá de me obedecer direitinho, que nem sua mãe, ok??

– Tá bom tio, não vejo a hora de saber ler, assim ninguém mais me chamará de burra.

Se ela soubesse – pensei comigo mesmo – ela nunca me pediria essa aula, pois a partir de amanhã essa menina terá que mamar muito para aprender o b,a, na.

O conto ficou muito longo, precisou da introdução para que todos soubessem que era verdadeiro, mas no próximo serei mais objetivo.

Abraços

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4 Comentários

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  • Responder Negroeamor

    Meu telegran pifou, o novo é @negrotop, me chamem

  • Responder LIA

    tini.to/h0Q

  • Responder ORFHEU

    gostei do conto espero as outras partes para saber como fez com essas putinhas

  • Responder Suzi

    Safado e ousado! Assim que é bom!