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Feedback

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Era menor aprendiz em uma empresa na área de RH. Fizemos um processo seletivo para contratar profissionais na área de TI. Fizemos 5 etapas do processo durante um mês e ficaram 10 candidatos e contratamos 6. No final do processo seletivo informamos que entraríamos em contato para dar um feedback aos candidatos. Ligamos apenas para os seis candidatos que passaram no processo e os outros quatro não tiveram resposta da empresa. Entre eles havia Cicero, ele tinha 34 anos e era professor universitário. Quatro meses depois fui comemorar o aniversário do meu namorado em um clube. Meu sogro trabalha na manutenção do clube e conseguiu um espaço para a gente fazer a festa. Chegamos cedo, comemos, bebemos, dançamos, curtimos o dia todo até a noite. No final estava todo mundo meio bêbado e a gente estava arrumando as coisas para irmos embora. Jéssica, uma amiga minha, estava muito bêbada, passando mal e, fui deixa-la no carro. Fui até o estacionamento do clube que era bem escuro e deserto, deixei Jessica e estava voltando para ajudar a galera a arrumar a bagunça que fizemos…

Eu estava a uns cem metros da porta do clube quando ouvi: “estou esperando voce me ligar até hoje!” Eu olhei e demorei para reconhecer, mas, quando me aproximei, logo percebi que era Cicero.

Nos intervalos no processo seletivo a gente conversava bastante, ele era simpático, divertido, inteligente e, bem gato. Cicero era bem charmoso, não tinha uma beleza estética relevante, mas era muito sedutor. Cicero se parecia muito com o Chef de Cozinha Alex Atala. Ele tinha o mesmo estilo, tatuagens, jeito de mal, barbudo e, mesmo sendo novo, gostava de valorizar seu cabelo grisalho o que fazia com que ele ficasse ainda mais interessante.

Respondi surpresa dizendo que não era eu que ligava para os candidatos e, começamos a rir. Cicero se aproximou ainda mais e disse: “te vi dançando a tarde toda, de onde vc tirou esse rebolado, menina? Tá querendo me matar do coração?” Eu fiquei sem graça, agradeci e, cortei o assunto dizendo que era aniversário do meu namorado e a gente estava comemorando.

Cicero provocou: “Nossa, isso que vc é suas amigas fizeram hoje foi maldade comigo! Sempre achei seu corpinho perfeito vestindo aquele uniforme da empresa, mas, te ver com esse biquini, confesso, que você superou todas as expectativas. Você é linda, garota, um tesão – com todo respeito -, até seu sogro não resistiu, vi várias vezes ele encarando vc é suas coleguinhas enquanto vcs dançavam.

Eu agradeci o elogio fazendo um charminho e, em relação ao meu sogro, respondi: “éh, vcs homens são todos safados!”

Sagas e astuto como sempre, Cicero ponderou e afirmou com um tom sacana na voz: “Todos, menos o seu namorado, né? Porque se eu fosse ele ia comemorar meu aniversário só eu e vc. Eu faria vc rebolar daquele jeito em cima de mim a noite toda, esse sim é um jeito bom para um homem safado comemorar o aniversário.”

Cicero estava com uma bermuda para jogar footvolei e começou a mexer no pau. Eu vi o volume aumentando na bermuda, fiquei cheia de tesão. Eu estava meio bêbada, fogosa e aquele gostoso estava me deixando excitado. O jeito que ele olhava pra mim era tão profano que os olhos dele me devorava. Eu vestia uma canga como saída de praia, por baixo biquini e, nos pés, chinelos.

No clube só tinha a gente, praticamente, o zelador já estava nos expulsando. No estacionamento tinha 5 carros e três deles eram nossos e, um de Cicero. O breu tomava conta do estacionamento deserto e silencioso, a tensão sexual tomou conta do ambiente fazendo daquele lugar o cenário perfeito para rolar uma putaria bem gostosa.

Descaradamente Cicero tirou o pau pra fora e, disse:”olha como vc me deixa. Fiquei assim a tarde toda te vendo dançar… Eu, seu sogro e, todos os outros homens desse clube de merda!”

Que piroca linda, meu Deus, me deu água na boca. Eu tive que senti-la pulsando na minha mão. Eu tentei resistir, dei o máximo de mim, me esforcei para me afastar, mas aquela rola tinha um imã que me atrai inevitavelmente. Praticamente toda a família e amigos do meu namorado estavam no clube junto com minha mãe, minha irmã, minhas amigas… Eu deveria me dar ao respeito, mas, eu tinha uma excelente desculpa: eu estava bêbada! Foda-se ser pêga! Eu estava com tesão e cheia de vontade de dar…

Me aproximei de Cicero arisca, desconfiada e olhando para os lados, porém, cheia de tesão. Fiquei na pontinha dos pés, começamos a nos beijar com bastante tesão, eu agarrei o pau dele que de tão grosso era demais para minhas mãozinhas. Cicero agarrou minha bunda e quase me pegou no colo.

Na lateral do carro onde eu deixei Jessica, tinha um pequeno barranco inclinado, gramado e escondidinho, era tudo que eu precisava para trair meu namorado no dia do aniversário dele. Tirei minha canga, forrei a grama e dei minha bocetinha pra Cícero bem gostosinha. Sentei, dei de quatro, fiz um “papai e mamãe” bem gostoso, e a piroca grossa de Cicero puiu o courinho melindroso da minha boceta! Foi muito bom, gozei duas vezes e, Jessica, bêbaça dentro do carro ficava agitando falando um monte de coisa que eu nem entendia, mas todo esse clima deixou tudo ainda mais gostoso.

Cicero fez comigo tudo que meu sogro gostaria de fazer e meu namorado nao fez. Foi a melhor rapidinha da minha vida, durou uns 10 ou minutos no máximo, mas foi divino, perfeito, incrivelmente gostoso, excitante e desafiador. Na época eu tinha 17 anos e namorava a dois com Luiz Carlos e, nós nunca tínhamos feito nada tão ousado, depravado ou desafiador.

Quando terminamos, eu sai rápido para me encontrar com as pessoas que eu jurava que já estavam sentindo minha falta. Cícero falou que todo mundo tava bêbedo e tinham se esquecido de mim. Eu duvidei, mas ele estava certo! Cícero gozou dentro, eu fiquei vazando porra até irmos embora. Ao chegar em casa, tomei banho, comprei um engove e uma pílula do dia seguinte no cartão de Luiz Carlos que ele havia deixado na minha bolsa.

Entre idas e vindas, fiquei com Cicero por um dois anos e tres meses. Eu ainda namorava com Luiz Carlos, às vezes, eu me sentia mal por traí-lo, mas o sexo com Cicero era inexplicavelmente bom, aquele homem tem um corpo esculpido por Deus e uma piroca feita pelo diabo. O Filho da Puta me comia muito gosto, eu gozava horrores com ele. Cicero era muito safado, devasso, profano e sem-vergonha… ele me fez criar uma conta no Twitter, onde, anonimamente, eu dançava e, me exibia pra ele, mas, eu comecei a fazer uns vídeos dançando com minha irmã, que era menor de idade, e denunciaram minha!

Eu tentei me afastar diversas vezes, mas era impossível. Consegui ficar 2 meses sem falar com Cícero, mas, as vezes, me dava uma vontade tão grande de dar pra ele que eu ficava subindo pelas paredes, não resistia e, acabava ligando pra ele. Eu não sei se Cicero tomava remédio ou se era um mutante, mas, ele nunca negou fogo… Eu queria a rola dele todo dia e todo dia ele marcava presença. Teve uma vez que trepamos 6 vezes no dia, eu fiquei toda assada, meu corpo não aguentava mais gozar, eu desidratei. Juro por Deus, no dia seguinte dessa surra de rola eu passei mal, fiquei com dor de cabeça, pálida, fraca, com o olho fundo… Minha mãe achou que eu estava com dengue! Kkkkk

Sempre que a gente ficava sem se ver por duas ou três semanas (sendo que o máximo de tempo que ficamos sem nos ver foram dois meses citados anteriormente) Cicero nunca me ligava, nunca me mandou uma mensagem, era sempre eu que tomava a iniciativa de ligar. Na maioria das vezes ele me tratava mal, mas quando a gente se encontrava, valia a pena, pq era um combo de tapa na cara, enforcadinhas eróticas, palmada na raba, puxada de cabelo, pegada na cintura, mordidas, chupões… Cicero me pegava, me virava, me sacudia, me dominava, testava os limites da minha flexibilidade, deixando diversas marcas de amor por todo meu corpo. Eu tentava disfarçar as marcas para Luiz Carlos não perceber de todas as formas possíveis, passei a transar de roupa e aos poucos, paramos de trepar até terminarmos de vez.

Eu terminei com Luiz Carlos acreditando que Cicero ficaria comigo, mas errei, brigamos, eu disse que não ligaria mais pra ele, mandei um textão no wpp dizendo que tinha acabado tudo entre nós, mas, dois meses depois, lá estava eu implorando e me humilhando pra voltar.

Eu questionava: pq vc não me liga, não me manda mensagem, não me chama pra sair, não me dá atenção, carinho? Cicero respondia sempre a mesma coisa: “Quando eu esperei por sua ligação, um e-mail ou um sinal de fumaça qualquer, vc não me correspondeu, me fez esperar 3 meses para me dar um feedback, me deixando aflito, ansioso, cheio de expectativas. Agora, vc sabe como eu me sinto!”

Ele se referia a ligação da entrevista que a empresa não o fez, mas, a culpa não era minha. Eu não tinha essa atribuição, eu era Menor Aprendiz, só auxiliava nas questões periféricas do processo seletivo. Mas, Cicero era obcecado com isso e, sempre que eu ligava pra ele, Cicero me perguntava o que ele ganharia em se encontrar comigo. Com esse joguinho sujo eu me submeti a coisas que jamais me submeteria antes de conhecê-lo. Confesso que os desafios propostos eram muito excitantes, eu gozei muito realizando muitas taras de Cicero e descobri fetiches que eu nem sabia que existia, mas passei a adorar. Ser amarrada, vendada ou transar com outra menina, enfim… Foi um período bom, porém, conturbado que prefiro guardar só as boas recordações e os incríveis orgasmos insanos que tive!

Cicero foi um homem que me fez adquirir autoconhecimento, me proporcionou experiência novas, desafiadoras, ousadas e excitantes, que me deu muito prazer, porém, tudo tem limite e, Cicero, descobriu o meu.

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3 Comentários

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  • Responder Rafaella

    Conto gostoso.. beijos !

  • Responder Anônimo

    Caralho, que conto foda! Foi real? Tem algum contato?

    • Lua

      Saio com um cara assim há 5 meses. Mas é ele quem tem namorada e não termina mas não deixa de sair comigo. O sexo é perfeito e ele desperta meu lado mais pervertido. Sou viciada nele kkkk