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Voyeur, eu asistindo a tudo

1596 palavras | 2 |3.70
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A brincadeira de José 17 anos e Renatinha 12 anos, mais ou menos no armazém, e eu como voyeur

Sou o Rafael Eros, tenho 33 anos, sou branco, nada atlético, cabelos e olhos castanhos claros, vou contar mais um conto aqui da minha adolescência. Esse conto é verídico. Os nomes das pessoas foram alterados.
Minha tia, era separada, morava ela e primo José, seu único filho na mesma casa, na época ele tinha uns 17 anos, ele tinham uma mercearia no bairro X, umas três casas depois morava uma menina de mais ou menos uns 12 anos, a Renata. Morena, lindinha, mais ou menos 1,60m e no máximo uns 50kgs, magrinha linda. Cabelos e olhos negros, bundinha arrebitada, os peitinhos tipo cajá, pequeninos, quadril desenvolvendo-se, tesudinha.
O José é branco, loiro queimado do sol, 1,78m mais ou menos uns 70kgs mais ou menos.
Trabalhava na mercearia José e a mãe, mas quando ela saia para ir resolver algo, o que quase sempre acontecia, ela me chamava para dá uma força a ele, eu gostava de está lá, na época eu tinha uns 14 anos. A Renatinha sempre ia lá comprar alguma coisa, e José ficava sempre com brincadeiras com ela, de pegar no queixo dela, de segurar na mão dela, ela sempre ficava rindo, não esboçava não gostar da brincadeira. Eu assistia a tudo fingindo não estava vendo.
Um dia ela voltava da escola e passou lá no armazém. Comprou balas.
José – hoje, vc tá suadinha?
Re – E teve educação física, tou morta de cansada.
José – Quer um guaraná para refrescar?
Re – Não tenho dinheiro.
José – Vc me dá um beijo na boca e está pago.
Re – Seu primo tá ali, ele vai vê.
José – Ele ta arrumando mercadoria, ele não tá ligado não.
Re – Pode chegar alguém.
José – Entre escondida no escritório, ninguém vai vê, e só um beijinho.
Re – Não, é perigoso.
José – Nada, se vc for rápida ninguém notará, nem meu primo que está ali, organizando os trens.
Ela olhou, olhou, pensou que não tinha notado a lorota e entrou no escritório. As persianas estavam meio fechadas, mas deu pra vê eles se beijando de boca, cada chupada de língua, a guria tava tão a fim que ele pôs a mão dentro da blusa e acariciou os peitinhos. Ninguém notou que estava olhando, quando percebi que iriam sair me abaixei e fiquei na arrumação.
Quando voltaram ao salão do armazém, ele deu a ela o refrigerante. Ele tentou marcar um encontro, mas ela não topou, porque o pai não deixava sair assim, sem a mãe ou os irmãos.
Nessa época não tinha celular. Dias após a mãe dele precisou fazer uma cirurgia, e eu fiquei de dormir na casa deles para fazer companhia, uma vez que estava tomando conta do armazém com ele.
Num desses dias em que ficamos trabalhando juntos, ela passou por lá vindo da escola, José estava pesando feijão a Renatinha se aproximou, como ele estava sentado num tamborete baixinho, ela passou e alisou o cabelo dele. Então:
José – estava pensando em vc?
Re – Foi?
José – Claro.
Re – Coisa boa ou ruim? Espero que boa. (Rindo)
José – Como vc só coisas boas.
Re – hummmm será?
José – Venha hj aqui umas 19h e te provo.
Re – E seu primo.
José – não se preocupe, estarei sozinho.
Eles conversando, eu meio distante mais atento à conversa. Ela saiu indo, e disse, rindo.
Re – vou pensar!
Quando ela saiu, ele me chamou, e me disse que a noite e estaria dispensado, que ele ficaria no armazém sozinho, vc pode ir pra casa mais cedo, me dando as chaves. Eu como não sou besta, fiz sinal de tranquilo. As 18horas fui embora, só que deixei a porta lateral dos fundos do armazém encostada, o armazém era de esquina, não bati o cadeado, quando sai esperei tempo na outra esquina conversando com uns colegas, quando vi a diabinha indo em direção ao armazém, deixei os caras, e voltei pela rua detrás, entrei pelos fundos escondido. Fui para a parte de cima do armazém, era um deposito de mercadorias, mas tinha uns espaços que dava para visualizar algumas partes do salão, e com muito esforço do escritório.
Ao sair à cliente que o José tava atendendo eles ficaram conversando um pouco, depois ela olhou para os lados, para visualizar alguém na rua, e sorrateiramente ela entrou no escritório, discretamente ele foi até a porta, olhou a rua, e pôs a fechar as portas roladoras.
Portas fechadas, ela veio para o salão de vendas, saindo do escritório, e ficaram a se beijar, pensando eles estarem sozinhos, beijos quentes, ardentes, de língua, ele alisava as costas do vestido dela, e com calma, foi descendo o zíper devagarinho, eu já estava ficando a ponto de fervência lá em cima sozinho, assistindo a tudo.
O zíper aberto começa a alisar aquelas lindas costas, daí ele puxa as alças do vestido para baixo, e deixando-as cair, que visão maravilhosa eu tive, lindos os seios dela, pequenos, morenos, com as auréolas negras e bicos pontiagudos estufados, José não se conteve e começou a mamar, como um cabrito desmamado, ela estava entregue a efervescência do momento, agora ela estava só de calcinha, calcinha de menina moca, cheia de bichinhos e lacinhos, pareceu-me ser de tecido, algodão, sei lá estava um pouco distante.
José a levou para o canto onde tinha uns sacos de feijão no chão, o safado já tinha tudo preparado, já tinha deixado à toalha de banho dele por perto, forrou os sacos com a toalha, mando-a senta-se sobre os sacos. Quando ela sentou, ele tirou a camisa, a bermuda jeans e a cueca, deixando a mostra o seu mastro, as luzes estavam acessas dava para vê com certa nitidez apesar da distancia. Ao ver o mastro ela ficou sem muita ação, ele pôs o mastro na mão dela, e a colocou a esfregar indo e voltando, não sei o que conversavam não dava para ouvir, somente assistir.
Ela fazia como ele ensinará, notava que estava bom que ele respirava alto e forte, depois ele pegou o mastro e pôs na boca dela, disse-lhe como brincar com o objeto, e assim ela fazia uma boa aprendiz, no começo demostrava não ter muito jeito, mas depois notava que ela aprendia rápido e ele se saboreava com aquela boca gostosa no seu mastro, entrando e saindo, saindo e entrando, vi quando a porra começou a vazar na boca dela, e ela lambia toda a cabecinha para não perceber uma gota, chupava os ovos, a Re aprendia rápido o esquema.
Num certo momento ele deitou ela sobre os sacos de feijão, tirou a calcinha dela, não sei se ela raspava a prometida ou era lisinha sem pelos ainda, caiu de boca na xoxotinha dela, ele lambia a xoxota com gostou, parecia se lambuzar, se deliciava, depois de um tempo mamando na bucetinha, ele começou a esfregar o mastro na xoxota dela, ela se espremia toda, ele foi brincando, rocando e tentando enfiar, ela tava com as pernas bem abertinhas, percebi que o mastro entrou, chega ele se deitou sobre ela num papai-mamãe, ia e vinha frenético e louco, enfiava com força e carinho, percebia que ela gemia, pelas feições que via distante, eu estava morrendo de desejo de participar da festa, mas não podia, não fui convidado, então me coube apenas olhar freneticamente, e bater uma bela punha, foi o que fiz, estava cheio de excitação.
Depois de tantas idas e vindas frenéticas, ele tirou o mastro dela, pegou ela pelo braço a levantou e com beijos ardente a pôs de costas deitada nos sacos, começou a enviar na bucetinha, entrou com facilidade, ficou enviando e tirando, ela se abraçava aos sacos, com as pernas bem abertas, percebo que enquanto enviava o mastro na buceta, colocava o dedo no cuzinho dela, ela gemia como uma louca teve um momento que ele puxava os longos cabelos dela, como se tivesse conduzindo uma égua, e enviava o de no cuzinho, momentos depois ele tirou o mastro da buceta, cuspiu no cuzinho dela, e foi forçando a sua entrada no mesmo, percebia que doía muito, ela mesma puxava os seus cabelos, deitada de quatro encima dos sacos de feijão de pernas abertas, forçou tanto que conseguiu introduzir a pica no cu, ela gemia, ele colocava e tirava, ia e voltava.
Depois de alguns momentos, ele se deitou a lado dela, nos sacos, depois de algum tempo, correram para o banheiro, ficaram lá no chuveiro por algum tempo não sei o que houve lá não tinha visão, mas quando voltaram se beijando, ambos ainda nus, vestiram-se, apagaram as luzes e discretamente saíram do armazém pela porta dos fundos.
Há quanto a mim, gozei como um doido espirava jato de porra como se fosse um poço de petróleo recém descoberto, foi uma punheta sensacional, gostosa deliciosas, agora mesmo tava me lembrando para contar a vocês e batendo uma aqui com todo calor, meu pau esta duro igual à rocha, e a cabeça bem vermelhinha. Aff q delicia essas recordações.

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2 Comentários

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  • Responder Gabriel

    Uau

  • Responder Rafael Eros

    Esse conto realmente aconteceu a muitos anos atrás