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Um Velho Que Deu a Bunda!

2347 palavras | 6 |3.60
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Por uma perversidade e um dinheiro, cada um tem seu defeito e preço, não importa as aparências. Desconfie de quem está ao teu lado…

Por uma perversidade estranha sempre acabo achando um momento de prazer nas circunstâncias de uma vida. Alberto foi um senhor de seus sessenta anos, bem acabado pelas tristezas que a vida lhe trouxe, mas estúpido por ter uma “esposa” mais jovem e a qual dedicava sua vida chegando ao extremo. Amor? Não sei, mas que por ela fez muitas coisas fez. Por isso acabou sendo um chantageado em minhas mãos e uma vítima de fetiche.
Em meados de 2003 chegou à repartição em que trabalhava o Seu Alberto, que ali fora destinado por represálias a diversos pequenos incidentes envolvendo ele e uma agência de despachantes, ao qual era de sua “esposa”, uma distinta senhora de seus trinta e cinco anos. Percebe-se que um de 60 e uma de 35 o “amor” é algo material. Pois é, Alberto até então casado e com quatro filhos, virou a cabeça por essa e só fez merda. Para poder bancar a mulherzinha deu-lhe essa agência de despachante, que já era da esposa. Na separação o velho acabou apenas com essa loja e perdeu muito mas muito mesmo. Na máxima que o que vem fácil mais fácil vai, Alberto viu-se obrigado a fazer pequenos delitos na área do estelionato para reorganizar-se financeiramente. Fodeu-se mais ainda e foi parar numa cidade bem longe de sua, longe de sua ex esposa e do “Amor”, dos filhos, netos, amigos, da própria cidade natal. Acabou vindo a trabalhar na mesma repartição que a minha.
Quando chegou por não sabermos de sua história, um tratamento todo respeitoso e cautelar, porém à medida que todos ficamos sabendo de suas façanhas e principalmente percebendo nele seu lado interesse na materialidade e no próprio bem, passamos a ter com ele uma outra forma de vê-lo, até mesmo de chacota. Por não atrapalhar meu trabalho, meu cotidiano, o tratava com respeito mas na distância. Constantemente estávamos na cozinha tomando um café e jogando conversa fora. Numa manhã de terça feira, outono, com uma temperatura fria dentro da cozinha, resolvemos tomar o café sob a luz quente do sol. Foi nesse dia, mais isolado dos demais colegas, que Seu Alberto abriu-se comigo referente a um problema de dinheiro com a atual mulher e o trabalho dela.
“-Pois é, para poder dar conta das despesas me vi obrigado a fazer um desfalque de quase três mil reais… Agora preciso repor senão vai sobrar pro meu Amor…”
Confesso que no meu intimo um tremendo “foda-se” ficou na ponta da língua, pois se ele achava-se naquela situação, foi por sua própria ganância de dar ao “Amor” o que ele não podia por não ter. Contudo, olhando submisso, uma característica do velho perante a tudo e todos, contive. Mas…
“-Então, pra conseguir esse valor só mesmo dando a bunda!”
Ele olhou com os olhos soltando entre um riso e um grunhido, abaixou a cabeça e murmurou entre os dentes.
“-Pra conseguir até dou a bunda…”
Por incrível que pareça durante todo aquele dia meu pensamento ficou numa excitação estranha com aquelas palavras e na situação. Hoje percebo claramente que foi a submissão dele que criou essa atração bizarra, pois até então não tinha conjecturado tal situação. O que ocorreu na adolescência não afetou meu gosto e nem fez derivar para o homossexualismo. Naquela noite fui a um puteiro e pequei uma velha fodendo bem com ela de quatro, olhando bem o buraco do cuzinho e as polpas da bunda… Assemelhar-se-iam com a do velho Alberto? Magras, brancas, coxas flácidas, pregas estropiadas… Soltei um orgasmo animal esporrando por cima do vão da bunda, no buraco anal daquela puta. “Preciso comer a bunda daquele velho!” Foi o pensamento que fez adormecer mais tarde.
Com o real intuito dessa maquiavélica façanha já de manhã busquei aproximar-me do Seu Alberto, chamando-a para o cafezinho. Mais uma vez ficamos mais isolados para “trocar confidências”. Novamente demonstrou o desespero por não ter de onde obter aquela ajuda. Mais uma vez citei a barganha. Mais uma vez assentiu.
“-Olha que arrumo esse valor e vai ter que dar a bunda pra mim…”
Como que por timidez fez um trejeito de rodopiar em si mesmo com as mãos baixas e grunhiu numa risada rouca e abafada. Levantou a sobrancelha olhando mais fixamente.
“-Você conseguiria o dinheiro?”
Os mecanismos entre domínio e a perda de si num ato submisso, por si próprio ou por força maior, é algo intrínseco que, em minha pseudo personalidade provinda da infância, na busca pelo prazer, tornou-se latente quando passei a descobrir o sexo no corpo de minha irmã. Naquele momento esse jogo excitante ficou claro. Aquele velho ali na minha frente iria levar o meu cacete no seu cu e iria enche-lo com o meu sêmen.
“-Arrumo sim… Você aceita?”
“-Sim…” Cabisbaixo mas com um tom forte de afirmação Seu Alberto assinava sua sentença de chantagem comigo.
“-Amanhã falo com você antes do almoço…”
Logo após iniciar o expediente já passei pela sala do Seu Alberto e convidei-o para um cafezinho. Entre ágil e ansioso o velho quase que em seguida já foi para a cozinha e de lá ao terreiro junto a uma árvore de onde podíamos ter mais “privacidade”. Amenas palavras no começo e ousei direto ao que pretendia.
“-Arrumei o dinheiro, Velho… Ainda quer?”
Não respondeu com a boca, porém com o olhar, daqueles que um cachorro faz defronte a um pedaço de carne que poderá ser abocanhado. Talvez houvesse proferido um sim não teria causado o efeito de desejo e excitação que fora aquele olhar. Seu Alberto demonstrava que além do ter o dinheiro, vender-se caindo na degradação de dar a “bunda” satisfazia-se com a submissão. Como por uma força maligna, assenti com a cabeça que naquela tarde mesmo acertaria os detalhes de passar o valor e de forma dominadora, sodomita, mandei que fosse embora andando devagar para que olhasse sua bunda. Entre um riso e grunhido, numa efêmera satisfação, o homem obedeceu afastando-se lenta para mostrar seu traseiro. Calça social cinza, camisa branca, sapato preto. Corpo magro, arqueado pelos seus sessenta anos, um quadril fino e uma bunda pequena. Acariciei por cima da calça o volume do membro. “Vou enfiar a minha rola no teu cú, velho!” Pensei tomando o café.
No intervalo de almoço procurei um conhecido que trabalhava como com imóveis buscando um apartamento próximo a repartição que estivesse vago para locação. “-Um colega de trabalho que precisava.” Disse-lhe. Foi fácil conseguir acesso ao local. Acertei para pegar a chaves no dia seguinte um pouco antes das onze horas. Procurei numa farmácia bem na área central um creme lubrificante mais adequado para uso nas relações sexuais e finalizei os preparos passando pela mesa do Seu Alberto confidenciando que no dia seguinte, na hora do almoço, iríamos dar uma olhada em um apartamento para locar, conforme o desejo dele.
“-Ai te levo o dinheiro que quer…”
Com apenas um olhar submisso concordou com tudo. Entre que surreal nessa situação e pasmo pela passividade do velho, conclui que todo homem tem preço! Conclui que o íntimo de cada ser humano é intrínseco por uma complexidade inimaginável de desejos, fantasias e imoralidades sociais e de outros gêneros.
Seu Alberto procurou por mim um pouco antes das onze horas. Incrível, com uma roupa bem mais requintada que nos tradicionais dias. Poderia até dizer que arrumara-se para levar pau no cú. Com certeza fez a barba e alinhou os poucos cabelos brancos. O “noivo” estava pronto para ser “comido”. Após saímos da repartição mostrei discretamente um pequeno pacote com notas de cem. O brilho no olhar demonstrou a plena satisfação. Safado e mercenário realmente pelo dinheiro faria de tudo. Pegamos a chave de um apartamento e por dez minutos chegamos ao prédio. Acessamos a portaria trocando banalidades e subimos pelo elevador ao sexto andar. À porta olhei seriamente ao velho e o indaguei se realmente entraria ali comigo. Um “sim” foi sonoro e bem afirmativo. Abri a porta, entramos e tranquei-a atrás de nós. Uma sala ampla de dois ambientes, com uma mesa num e sofá noutro. Perfeito para foder a bunda do Seu Alberto. Creio que até chegar ali ainda poderia ter um respeito ao senhor de parcos cabelos brancos, magro, contudo ao vê-lo virar-se pra mim olhando com ganância ao bolso onde o dinheiro encontrava-se, esse foi embora. Sem uma cerimônia prévia puxei o zíper e tirei o membro ainda adormecido para fora e aproximei ao Seu Alberto.
“-Deixa ele duro na tua boca para pôr na tua bunda, Velho!” Ao que pronunciava as palavras já com a mão livre o puxava para colocar-se de joelhos.
“-Dá o dinheiro…”
Soltei uma risada e proferi em tom alto com autoridade.
“-Será seu mas primeiro foi meter no teu cú!”
Com dificuldade pelo joelho arqueado o velho colocou de boca no meu pau chupando e acariciando com os dedos magros. O filha da puta já teria feito isso pois sua boca agasalhou-lhe tão gostoso que o pau iniciou a ereção magnificamente e os dedos tocavam minhas bolas massageando dando-me um delírio todo especial. Com as duas mãos acariciando o pau senti em movimentos cadenciados, quase que cheguei ao orgasmo. Não pretendia perder a chance de encher o rabo dele com a minha pôrra. Puxando-o pela manga da camisa o levei ao sofá virando de costas para mim. Procurei o cinto soltando, desabotoando-lhe a calça que arriou aos pés. A cueca branca bem limpa, pequena, semelhava-se a uma calcinha. Observei sua bundinha magra, coxas finas, abaixando-a. Os meus dedos ao tocarem em suas pele sentiram maciez e total flacidez. Escancarando as bandas olhei o olho do cú com bordas bem arregaçadas.
“-Velho, você já deu esse rabo, hein…? Está sem as pregas.”
Busquei da bolsa tiracolo o creme e untei-lhe a bunda e meu pau. Acomodei-o de joelhos no sofá olhando aquela bunda e com a mão fui direcionando o pau para o cu do velho. Obstante a aparência, o membro não conseguiu romper o esfíncter. Fiquei resvalando a cabeça do pau entre o saco e cú, masturbando ao ponto de sentir a coceira de soltar a porra. Afastei e comecei a acariciar a bunda passando pelas coxas e indo às costas descendo de volta pelo cú. Reparei então no membro fino mas parcialmente enrijecido. Não resisti a tentação e peguei massageando-o numa punhetinha. Com os dedos comecei a penetrar no rabo e foi fácil enfiar o dedo, depois mais um. Masturbando-o e enfiando o dedo o Seu Alberto relaxava mais. Quando coloquei dois dedos no buraco, esse abriu. Não pensei juntando-o pela cintura e colocando a cabeça do membro no cuzinho levando meu peso ao corpo dele e pude sentir que entrou. Ainda prendendo-o pela cintura fui entrando dentro do velho rompendo suas pregas e num instante mágico empurrei com uma ligeira dor em mim e no velho, que soltou entre gemido e dor, um ai muito efeminado.
“-Filha da puta. Toma o pau no teu rabo, Velho Bicha!!!Tu é bicha, Velho!”
Com uma violência peculiar passei a estocar o buraco do Seu Alberto, puxando-o pela cintura magra e levando o meu quadril a ele. Progressivamente sentia mais dentro da entranha anal e tomado por um prazer não físico mas sádico. Larguei-o abrupto puxando os sapatos, meias, a calça e tirei a camisa. Nu o posicionei em pé defronte a mim observando nos olhos pequenos, brilhantes.
“-Tu é bem safado, Velho… “
Tirei minha roupa e com a pica na mão ofereci ao velho para chupar de novo. Lentamente sua boca acasalou o membro numa “chupeta infernal”. Mais uma vez fui obrigado a parar para não gozar. Levei-o de costas ao sofá sentando-o e abri as pernas direcionando o pau no pau dele, resvalando os dois numa briga de espadas. Porém com os dedos procurei o cuzinho e mais uma vez penetrei até as bolas. Juntei nas coxas e passei a meter com força sentindo o orgasmo chegando. Segurei no pau do Seu Alberto masturbando-o.
“-Goza também, Velho, que vou encher teu rabo com a minha porra…”
“-Sim…”
Pouco minutos soltou da cabeça do membro fino um pequeno jato de caldo esbranquiçado, borbulhando em seguida sem explosão. Enfiei literalmente os dedos nas coxas e apertei ao máximo o pau dentro da bunda soltando meu gozo. Entre os estremecimentos e um descontrole, puxei-o por completo contra o meu corpo. Senti em total estado de graça naquele instante. Ainda pingando sêmen puxei o membro apontando para a boca do velho. Seu Alberto veio submisso e limpo por completo.
Entre golfadas de suspiro e uma perversão coloquei a roupa e logo em seguida atirei o pacote de dinheiro ao velho. Agarrou-se como uma criança que ganha um brinquedo.
“-Foi bastante por tão pouco, Velho! Vou querer mais uma nessa sua bunda… “
Ao final daquele dia olhei para a gaveta de minha mesa, onde até horas atrás ali existia um pacote de notas de cem. Sorri comigo mesmo pensando que o que vem fácil vai na bunda do bicha do Seu Alberto. Repentinamente fui tomado das recordações de uma idade longínqua, lá pelos quinze anos, no sitio de engenho de cana de açúcar de meus tios-avô, quando assisti pela fresta já janela o meu pai transando com uma moradora do sitio…
Contudo essa é outra história…

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6 Comentários

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  • Responder André54anos

    Fique na Paz, Rhadamazan de Oliveira. Força, Saúde e muito amor em sua vida.

  • Responder André54anos

    Conto confuso. Um clássico exemplo de uma boa ideia com uma má execução na escrita e no desenrolar dos fatos. Que pena. Quando a coisa parece que vai acontecer, acaba. Porém, continue escrevendo pois é exercitando que você vai melhorando cada vez mais.

  • Responder Deere,J.

    Né veado,em vez de ir atrás de mulher,honrar seu gênero e parar com a veadagem,vai atrás dum veado velho e acabado não é,não tem vergonha não?Veado,veado…cuidado…estou pelas ruas,se pego você na veadagem,te curo rapidinho com a coça cura veado do Deere!

  • Responder Grrrrr...

    Conto chato da porra! Vai tomar no cu com esse conto. Colega, no próximo, tenta ser mais simples com as palavras e mais objetivo com sua ideia (que é muito interessante mas explorada de forma bastante confusa). Não precisa florir tanto na hora de escrever porque assim a “coisa” acaba ficando perdida e sem sentido no decorrer da história… enfim… às vezes, pra esse tipo de escrita e essa natureza de conto, ser coloquial é a melhor solução para prender seu leitor. No mais, até!

  • Responder Sr. Paciência

    Então tá! Fazer o quê, né!

  • Responder Scot Mendes

    Conto legal chama no telegram (scot Mendes)