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Um lugar chamado Paraíso, 7

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Por mais que tentasse se enganar não havia como não notar que as meninas eram atiradas demais, Cláudia e Roberta se divertiam…

🌹 7 — A curiosidade de Alinr

📑 Resolvi dar um salto, sair de minha infância e entrar em minha vida adulta. Durante os próximos relatos vou pular, vez por outra, para traz em situações que mereçam ser melhor esclarecidas.
Me formei, casei com Silvia que conheci na faculdade e tivemos duas filhas: Bruna e Aline. Roberta teve uma filha (Jéssica) e muito mais aconteceu…

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📅 8 de outubro de 1996, terça-feira ▪ Fazenda Paraíso (Pastoreio)
📌 (Silvia saiu do quarto e nem foi preciso ir no das filhas para saber que Aline estava tomando café com o pai, sempre foi assim desde que a moreninha deu os primeiros passos …)

— Bom dia boiadeiros? – parou olhando os dois conversando como se tivessem a mesma idade – Cadê tua mãe Dinho?
— Saíram cedinho mãe… – a filha respondeu pelo pai – Foram pra cidade, hoje é dia de acerto na cooperativa.
— Não estão atrasados? – sentou no colo do marido que lhe beijou a boca – Tenho que ir ver o colégio das meninas… Se soubesse tinha ido junto…
— E o anjinho ainda dorme? – acariciou o ventre da mulher levantando a camisola – Vamos lá moleca, estamos mesmo atrasados.
No princípio não queria que a filha lhe acompanhasse, achava que deveria dormir mais, mas a garota sempre foi meio geniosa e não gostava quando ele não a levava. A moto triciclo já estava abastecida, José nunca deixava por menos antes de sair na outra para a fazenda Boqueirão.
Naquela terça-feira havia uma aragem fria que empinava os pelinhos do corpo, mas a filha se empoleirou atrás do pai.
— Porque não leva a outra Aline? – Silvia ajeitou a filha na garupa – Tua irmã vai comigo para a cidade…
— Quero não mãe, gosto de ir com papai…
— Eita cegueira! – riu e beijou a filha e novamente a boca do marido.
Já era quase onze horas quando, finalmente, conseguiram arrebanhar o último bezerro teimoso.
— Tô toda melada pai… – riu tirando a camisa enlameada – Vamos pro açude?
— O Nhô ainda não terminou… – colocou as cordas no cesto – Mas a água do poço deve estar quentinha… Pega, leva você…
A filha sorriu e sentou no selim da frente, Roberto sentou na garupa e abraçou a filha que arrancou jogando lama na costa do pai aos risos moleques.
— Sua moleca, de novo? – mas não ficou com raiva, desde que começou pilotar ela sempre aprontava alguma – Agora você vai ter que me banhar, viu safada?
Afastou os cabelos castanhos e beijou o cangote da filha, Aline sentiu os pelinhos do braço eriçar e o biquinho do peito intumescer, sentia isso há algum tempo, mas tinha vergonha de falar para o pai. Já havia conversado com a mãe e ela falou que era normal quando alguém, que a gente gosta muito, faz carícias ou toca em um ponto do corpo. Acelerou e desceu a ladeiras parecendo que ia parar dentro do açude e quando parou desceu correndo para fazer xixi.
— Epa! Vai fazer aqui mesmo? – Roberto sorriu ao ver a filha baixar a bermuda e calcinha – Tem vergonha não?
— Deixa de ser bobinho pai… – acocorou e mijou, o jato alvo jorrou da vagina já começando a emplumar – Tu tá cansado de me ver pelada… Tira o olho siô!
Roberto não parava de se espantar com o amadurecimento precoce da filha primogênita que, além de ser ótima aluna e filha ajuizada ao contrário de Bruna a maluquinha da família, em nada negava ser uma autentica Mendes Rochedo, mais Mendes que Rochedo.
— Não vai parar de olhar minha bichinha, seu danadinho? – recebeu o guardanapo que o pai lhe estendeu e limpou a vagina molhada – Vou falar pra mãe que o senhor fica olhando com cara de bobão… – tirou a roupa e correu para as águas límpidas do açude – Vumbora pai!
Também ele tirou a roupa e mergulhou atrás da filha que nadava com braçadas firmes para a croa, ultrapassou a garota pouco antes de chegarem aos risos naquela competição costumeira.
— Quase ganho pai… – se jogou em cima dele – Um dia ainda te ganho…
Brincadeiras, mãos passando pelo corpo e beijos estralados, depois o silêncio quebrado pelo piar dos pássaros ou mugido do gado.
— Tu não falou sobre como tu e a tia foram morar em São Godofredo… – acariciou o tórax do pai.

📑 Roberto abraçou a filha e olhou para ela sem olhar de verdade, o pensamento voou ligeirinho para um certo dia há quase vinte e nove anos.

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📅 27 de fevereiro de 1983, domingo ▪ São Godofredo (O apartamento)
📌 (Roberto dirigia sentindo um formigamento estranho na espinha, iam conhecer o apartamento que a mãe havia alugado para morarem enquanto cursavam a faculdade. Era um conjunto de quatro torres de nove andares, pararam em frente ao bloco azul.)

— Quieta menina! – Claudia estava perdendo a paciência com a filha – Já estamos chegando, dobra naquela rua Dinho…
— Porra mãe? – segurou no ombro do irmão – Dinho, acelera lerdo!
— É aqui… – Claudia desceu e tirou as chaves da bolsa – Mas ainda está vazio…
No elevador Roberta era quem deixava transparecer o anseio, o irmão parecia alheio à mudança talvez sofrendo a separação com a mãe e tudo o que lhe era importante na fazenda. A porta abriu no nono andar, Claudia sorriu para o filho e abriu a porta pesada do apartamento.
— Foi o melhor que consegui – entrou e abriu a porta de vidro da varanda – Não é grande, mas vai dar para não ficarem na chuva…
Riu e abraçou os filhos já sentindo saudades, andaram pelos cômodos: dois quartos amplos com banheiros e um menor onde seria a biblioteca e local de estudo, sala ampla e ventilada, uma copa e cozinha, área de serviço com quartinho de empregada, banheiro de serviço, lavanderia e banheiro social. A varanda ampla, quase do mesmo tamanho da área útil com uma pequena piscina redonda, churrasqueira e um jardim florido.
— Puta merda dona Claudia? – Roberta beijou a mãe – Pensei que era menor…
— Não filha, eu sei como são as coisas e… Para que economizar se posso dar um pouquinho de luxo para meus tesouros? – sentiu o pau do filho estrebuchar na bunda – Só tenho medo do que vocês podem aprontar aqui…
— Eita! Lá vem ela… – segurou a mão do irmão – Vamos fazer nada não, né amor?
— Fica tranquila dona Claudia… – apertou a cintura da mãe, a irmã viu – Deixa que eu seguro as coisas…

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(Tempo atual)

— E era grande mesmo pai? – Aline sentou no peito de Roberto – A tia Sueli falou que era pequeno…
— Não era do tamanho da casa grande, mas deu pro gasto… – sorriu e cariciou a perna da filha – Mas a doida de sua avó caprichou…
— Tu tinha quantos anos?
— Dezoito… Tua tia também!
— Claro! Você são gêmeos – riu – Tu é mesmo um bobinho seu Dinho… E vocês ficaram logo lá?
— Não filha, não haviam móveis… – sentou, a filha ficou sentada escanchada em seu colo – Tua tia parecia ter ganho uma casa de bonecas… Andamos discutindo quando compramos os móveis, Roberta queria tudo cor de rosa…
— Mas ela podia comprar os móveis dela da cor que queria…
— Sim e não! – apoiou o corpo nos braços para trás – Mamãe tinha pensado diferente da tua tia… Eu ficaria com um quarto e Roberta e Sueli no outro, mas…
— Já sei, ela quis ficar contigo… – sorriu – Ela contou que tu não queria…
— Você conhece sua tia… – suspirou – Só mudamos para lá no final da semana depois de, finalmente, conseguirmos decidir quais móveis íamos comprar.
— E voltaram pra cá?
— Não… Tínhamos que resolver um bando de coisas – olhou para a filha e ela sorriu.
— Vou dizer pra mamãe que tu fica o tempo todo olhando pra minha coisinha… – colocou as mãos tapando a xoxota – E vocês ficaram onde?
— No hotel… Você tá muito saidinha moleca – tirou a mão que tapava o sexo – Vista pelo menos a calcinha…
A xoxotinha rosada parecia iluminada e o pontinho aflorado coberto pela capinha estava durinho dizendo do que devia estar sentindo.
— Cê chato pai… – riu e acariciou o peito do pai – E a tia Sueli?
— Essa doidinha só foi quando fomos comprar os móveis… Tua tia estava vibrando, ia ser dona de casa…
— Vocês ficaram no mesmo quarto, não foi?

📑 Roberto suspirou recordando daquele tempo…

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📅 2 de março de 1973 – São Godofredo (No Hotel)
📌 (Roberta estava a toda naquele dia depois de voltarmos do jantar no Restaurante Bica’s, já tinham andado por dezenas de lojas em busca de móveis.)

— Tu é um chato Dinho… – Roberta entrou e se trancou no banheiro.
— Para com isso mana! – sentou na cama cansado – Não vou viver num quarto de bonecas… Se for assim tu ficas com Sueli e fico com o outro quarto…
Escutou o som da descarga antes que a irmã saísse e se jogasse na cama quase lhe derrubando, tirou a bermuda e ia levantar para tomar banho.
— Dinho… – segurou seu braço – Tá bom, vamos escolher outros…
Ele virou, a irmã estava nua.
— Mana… Faz do teu jeito… – deitou e acariciou a barriga – Mas… Pelo menos não entope o quarto de cor de rosa…
Roberta sorriu e puxou sua cabeça e se beijaram selando a paz entre os dois, acariciou as costa e suspirou.
— Não mano… Vamos escolher outros – sorriu – Esses são mesmo muito femininos… Vem, me dá teu pau…
Abriu as pernas e foderam até o celular tocar, era a mãe.
— Que foi dessa vez? – Roberta atendeu, o pau do irmão enfiado – Não mãe, tá tudo bem… Digo pra ele… Beijo… – desligou – Tua queridinha está com saudades…
Mas não foi uma paz tão duradoura, na sexta-feira Claudia se exasperou quando, finalmente, chegaram os móveis.
— Se for para ficarem brigando devolvo tudo! – Claudia tirou os sapatos e sentou no tapete na sala – Vocês não são mais crianças Dinho…
— Pô! Mãe? – sentou do lado dela – Bertinha fica com essas coisas…
— Deixa que eu converso com ela… – Sueli sempre foi a corta-fogo da família – Preocupa não tia que eu dou um jeito nessas duas crinçonas…
— Ainda bem que você veio… – Claudia olhou para a sobrinha também imaginando do que seria os três sozinhos – Mas nada de gandaia, vocês vieram para estudar…
— Vai ficar tudo bem dona Claudia… – puxou a mãe para seu colo – Bem que a senhora poderia ficar com a gente…
— E a fazenda? – sorriu acariciando o rosto do filho – Não é tão distante, quando bater saudade corro pra cá e vou querer os três a partir das sextas na fazenda, viu dona Sueli?
Não seria a primeira vez que ficavam distantes, mas as outras vezes sempre sabiam que logo estariam juntos outra vez.
— O tempo passa rápido filho… – abraçou o filho e a sobrinha foi para seu quarto – Serão quatro ou cinco anos e… Quando bater saudade é só pegar o carro e correr pra cá…
— Já estou morrendo de saudades, dona Claudia… – acariciou a costa da mãe – Tu vai ficar sozinha…
— Tem a Mundica e… – não desviou a boca quando ele procurou e o beijo foi carregado de sentimentos – E quando der vontade te ligo e tu vai ligeirinho…
O filho acariciou o seio por cima do vestido, ela sentiu a vagina minar.
— Hoje não filho… Minha bichina está chorando… – sorriu e novamente se beijaram – Tu tens duas…
— Nenhuma é minha Claudia gostosa… – sussurrou ao ouvido e ela se arrepiou.
— Tenho que ir filho… – suspirou – Não quero dirigir de noite…
Naquela mesma noite Claudia ligou avisando que tinha chegado bem e antes de saírem para jantar outra vez.
— Que é agora mãe, estamos saindo para jantar! – Roberta atendei irritada.
— Nada filha, só lembrei de vocês… Mundica fez cuscuz com de arroz… – Claudia sentiu o coração apertado – Teu irmão já saiu?
— Já mãe… – havia um sorriso no rosto, já não estava irritada – Diz pr’essa preta que vou querer também…
Não foram de carro, queriam conhecer as cercanias do condomínio e jantaram em um restaurantezinho caseiro a poucas quadras. Para os três tudo era novidade, cada esquina uma admiração e sentaram no banco de uma pracinha arborizada com chafariz no centro.
— Mamãe está triste… – deitou no colo do irmão, Sueli acariciou a perna da prima – Mundica fez cuscuz de arroz…
— Fica assim não prima, logo ela se acostuma… – abaixou e beijou o umbigo da prima – Ela… A gente precisa mesmo de uns tempos longe da barra da saia da tia…
— Tu não sente saudades da tia?
— Às vezes sinto…, mas minha família de verdade são vocês… – acariciava a perna da prima – Tenho os dois irmãos mais gostosos que uma garota pode ter.
Olhou para o primo que olhava para o infinito sem prestar atenção ao que falavam, o pensamento estava longe. Não demoraram muito para voltar para o apartamento.
— Amanhã cedo temos que ir na faculdade… – Roberto deitou no tapete – E no colégio da Su…
— A gente pode deixar isso pra depois Dinho… – Sueli saiu da cozinha com uma jarra de suco – Mamãe vai ter que ir junto.
— Mamãe não resolveu tudo? – Roberta saiu do banheiro enxugando os cabelos – Porque a tia tem que vir?
— Fiquei de ir lá levar teus documentos… E a tia tem que assinar a matrícula mana… – a irmã sentou perto dos dois, estava nua – Tia Vera nunca aceitou que mamãe assumisse a prima…
— Isso é frescura da mãe… – Sueli levantou e tirou a camisa – Ela acha que vou deixar de ser filha dela…
— Ela está certa Su… – Roberta intercedeu – Nunca ia deixar um filho meu ser adotado…
— Não é adoção Bertinha, é só um compromisso de responsabilidade – Sueli resolveu tomar banho – Por mim não vejo nada de mais nisso…
— E quando a tia vem? – Roberto puxou a irmã para cima dele.
— Segunda-feira… – a prima respondeu.
— A gente tem que botar umas regras aqui em casa mana… – acariciou o corpo frio da irmã – Assim vira putaria…
— Qual’é Dinho, só porque estou nua?
— Não mana, a gente pode ficar do jeito que a gente quiser, mas… – a irmã beijou a ponta de seu nariz – Mas só quando estivermos só…
— Tá com medo que a gente dê pros garotos daqui, é? – sorriu.
— Não… Isso também a gente tem que conversar… – beijou a boca sedenta da irmã – É o seguinte, nada de trazer namorados para cá…
— Então lascou! – riu – Quer dizer que tu vai ter que sair?
— Tô falando sério mana…
— Não quero ninguém Dinho… – suspirou – Só quero você, só você me interessa…
— Hi! Virou sacanagem… – Sueli voltou vestida em uma calcinha folgada – A gente tem que pensar numa tabela…
— Tabela de que sua doidinha? – Roberta saiu de cima do irmão e jogou uma almofada na prima – Vai te catar menina, Dinho é meu… Vai logo tomar banho mano…
— Quem vai me ensaboar? – brincou e a irmã deu um tapinha de brincadeira em sua costa.
Aquele clima de brincadeiras descontraídas nada mais era senão o medo que cada um tinha das responsabilidades que tinham de assumir. Na véspera do Festejo de São João Roberta entrou no quarto da prima e deitou do lado dela.
— Se isso é liberdade não gostei… – riu – É só lavar, lavar roupas, varrer casa, Argh!
— Tu reclama de tudo Bertinha… – girou o corpo e ficou de frente para a prima – Dona de casa é assim mesmo…
— Não é isso prima, estou cansada…
— Já? – a prima riu – E o Dinho, que ainda pega no batente depois das aulas?
— Isso também… Mamãe deveria fazer ele parar com essa besteira, a gente não precisa,,,
— Foi ele quem quis, menina – abraçou a prima – Tu sabes que tia Claudia não queria… Ele chegou…
— Cadê minhas gatinhas? – Roberto entrou no quarto e se jogou no meio das duas – Já arrumaram os panos de bunda pra zarpar?
— A gente poderia era ficar Dinho, tu tá muito cansado…
— Quem disse? – riu e beijou a bunda da irmã enquanto tirava a camisa suada – Já reservei o hotel.
— Mas a gente não ia ficar na pousada? – Sueli levantou e ajudou tirar a calça – A turma toda vai ficar lá…
— Não tinha mais vaga… – puxou a prima que deitou em cima dele – Vai ser legal…
— Para com isso Dinho, tô menstruada… – riu e rolou de lado.
— E esse bode não tem cu?
— Vai comer o cu de tua mãe, seu moleque… – riu e tirou a mão de dentro da calcinha – Essa droga desceu hoje no colégio… – abaixou a calcinha e ele viu o absorvente.
Roberta sentiu uma pontada de ciúmes e saiu do quarto, os dois olharam para ela e sorriram.
— Vai conversar com ela… Ela tá meio preocupada contigo…
— Comigo? O que foi?
— Vai lá e conversa…
A lourinha geniosa tinha ido para o banheiro, o irmão ouviu a descarga do sanitário e entrou sem bater.
— O que foi amor?
— Nada não mano… – tirou a roupa e encostou na pia para escovar os dentes – Só estou meio cansada… Tu não vai tomar banho?
— A Su falou que tu estais preocupada comigo… – abraçou a irmã pelas costas e acariciou a barriga – O que foi?
— Nada Dinho… – fechou os olhos, gostava cada vez mais dos carinhos que o irmão lhe fazia – Não sei porque tu tem de trabalhar… – sussurrou entre gemidos de prazer.
— Alguém tem que botar as coisas em casa… – mordiscou o lóbulo da orelha – E não é trabalho de verdade, só estou estagiando…
— Tu não precisa… A gente… Hun! Hun! A mamãe… Devia… Hun! Hun! Ai! Dinho… Hun! – sentiu o pau duro pressionar a bunda – Tu te… Tu te… Hun! Hun! Tu passa… O dia fora… Hun! – a bunda arrebitada espremia o cacete duro – Tá gostoso Dinho… Hun! Meu maninho… Meu homem… Hun! Hun! Ai Dinho… Mete, mete amor, mete… – sentiu a ponta do pênis fremir a portinha do prazer – Te amo amor… Ai! Hun! Mete… Ui! Ui! Ui!… – ele meteu, ela levantou a bunda e ele estava agasalhado na vagina sedenta – Hun! Hun! É muito… Gostoso… Hun!… Hun!… Isso mano, isso… – jogou o corpo para trás, o pau atolado dentro dela, os poros eriçados e ele metia e tirava lento como ela gostava – Ui, Dinho… Ai! Hun! Hun! Mete mano, mete… Ai! Tô, tô… Ui! Ai!.

📑 E gozou quando ele gozou, a vagina cheia de esperma, o corpo mole e a vontade de que aquele gozo continuasse por toda a vida.

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(Tempo atual)

— E vocês moravam juntos? – Aline acariciava o tórax do pai.
— Lógico… Eu, tua tia e Sueli… – riu – Depois Suzana também foi estudar em São Godofredo…
— E não rolava sacanagem?
— Que sacanagem minha doidinha?
— Tu sabe pai… A tia Suzana sempre foi muito atiradinha pro teu lado – sorriu, e se esfregou sentindo o cacete entre as pernas – Mamãe falou que tu era o comilão da faculdade…
— Isso eu não sei… Nunca comi gente… – segurou a cintura da filha e fez ela parar.
— Ora não? Tu comia a tia, não comia?
— Não sou antropófago e está na hora de voltar…
— Poxa pai?!

✒️ Mas Roberto sabia que não poderia deixar que a filha continuasse com aquele esfrega-esfrega e saiu, vestiu a bermuda e voltaram.

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NO PRÓXIMO EPISÓDIO
📑 Roberta conversa com o irmão sobre as férias em família e o irmão confessa que se sente acuado pelas meninas e terminam fodendo, Jéssica entra e flagra a mãe com o tio… Recordações explodem na cabeça da menina que recorda uma das inúmeras conversas que teve com sua mãe que se negava a dizer quem era seu pai… Na praia das Pedras muito acontecerá…

✔️ Você leu o episódio 7, atribua nota e comente…

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2 Comentários

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  • Responder Claudio Alberto

    Se você leu esse episódio, para entender deve ler os anteriores e, se gostar, os próximos…

  • Responder Shysergio

    Muito bom! Dá muito prazer ler um texto erótico e que é, também, uma obra literária. Nota 10. Continue para fazer a felicidade de muitos leitores.