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Sonhos de vidas e Amores eternos, 2

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Estavam de férias, Luciana entra no quarto e vê Fernando chupando o peito de Mônica.

📆 1 de agosto de 1982, segunda-feira – Caratatiua (Riacho do Corrente)
(Tinham resolvido prolongar as férias, naquele ano haviam programado ir para a fazenda dos pais.)

― Estou morta de cansada filho – Mônica continuou deitada – Convida tua tia…
― A senhora tá ficando muito preguiçosa… – abraçou e a mãe virou ficando de conchinha – Vamos mãe, tá acabando…
― Leva tua tia… – sentiu a mão carinhosa tocar seus seios – A porta está aberta seu doido… – sorriu.
― Tem nada demais eu fazer um carinho gostoso em minha mãezinha preguiçosa.
― Então fecha essa porta… – suspirou, cada vez mais tomava consciência de que de nada adiantaria querer se enganar, desejava cada vez mais os carinhos abusados do filho – Você sabe que seu avô não aprova isso.
Fernando olhou para a mãe que vestia apenas a bermudinha de algodão do pijama, os seios nus e aquele desejo entranho e avassalador lhe tomando de conta.
― O vovô é um careta… – sorriu e beliscou o biquinho do peito.
― Ai filho, isso dói… – tirou a mão do filho e massageou o bico do peito dolorido – Dá um beijinho que passa…
Fernando passou por cima dela e lambeu o biquinho do peito dolorido, olhou para seu rosto e colocou o peito dentro da boca.
― Vocês estão doidos! – Luciana entrou e fechou a porta – O pai tá na sala…
― Leva esse menino daqui… – empurrou a cabeça do filho – Leva senão faço uma loucura e…, vejam lá, lembra que tu és tia dele!
― E por acaso tu não é mãe? – puxou a mão do sobrinho e jogou um beijo para a irmã – Tu não tem juízo algum nessa tua cabeça oca…
Sarita, a égua, já estava selada. Fernando montou e esperou que a tia saísse com a cesta de lanches, não era tão distante e bem poderiam ir caminhando, mas o sol quente e o areal pesado não lhes dava coragem.
― Tu deves ter mais cuidado Nando… – acariciou a barriga do sobrinho – Mônica é mesmo uma desmiolada…
― Teve nada não tia, a gente só estava conversando…
― Eu vi essa conversa… – sorriu brincando com o dedo no umbigo do sobrinho – Se chupar peito for conversa esse mundo está perdido…
Fernando não respondeu, ficou mergulhado em seus pensamentos. Não tinha intenção alguma quando lambeu o bico do peito da mãe, mas quando ela acariciou sua cabeça e gemeu baixinho temeu ter ido longe demais e não tinha certeza de que ficaria apenas em seus seios se Luciana não tivesse chegado.
― Não tenho nada com isso Nando, mas isso não está certo…, é tua mãe rapaz! – esperou que ele respondesse, mas não respondeu – Tu não tá namorando aquela loirinha das 202?
― Namorando de verdade não… – sentia o corpo aceso com as carícias – Gosto de conversar com ela e…, de vez em quando pinta um clima…
― Tu tem cuidado Nando, o pai dela é militar da linha dura…
― Preocupa não tia, não fizemos nada de errado… – respirou – E o Francisco?
― Que tem ele?
― Vocês estão firmes mesmo? – foi a vez de Luciana não responder e Fernando calou.
Sarita cavalgava macio em um trote gostoso, era a égua preferida do avô e somente ele conseguia cavalgá-la sem que o velho Antonio se importasse, nem Mônica, que sempre foi sua preferida, conseguia usar Sarita em seus passeios.
O rio Corrente naquele ponto corria manso, um pouco acima do porto de banho havia uma corredeira antes da queda d’água de uns quarenta metros de altura, mas por ser profundo e com águas revoltosas poucos se arriscavam banhar ali. Parou debaixo do pé de azeitona preta e apeou ajudando Luciana descer, tirou a sela e o cabresto de sola crua e levou o animal para onde haviam touceiras de capim.
― Olha Nando, esquece o Francisco viu? – Luciana tirou a bermuda e sentou na areia fria e úmida – Já basta uma na família que sofreu na mão de homem…
― Não gosto dele, tu sabe disso… – abriu o cesto e tirou o litro de meladinha – Desde que ele tentou cantar Mônica só não fiz uma com ele porque vocês pediram…
― Foi melhor assim Nando…, se tu fizesse alguma coisa ia pegar fogo… – recebeu o litro e deu uma golada – Se papai soubesse tu sabes muito bem o que poderia acontecer e…, Mônica deu mole também…
― Tu sabes que não foi assim, ela estava comigo e… – respirou, sentia raiva toda vez que falava nesse caso – Tu é que foi culpada…
― Eu? Não fiz nada…
― Por isso mesmo…, tu viu que ela estava bebendo e brincando…
― Vai a merda Nando! – sabia que grade parte de culpa era dela, mas nunca havia admitido – Tua mãe é adulta e sabe muito bem o que faz…
Tirou a camisa de meia e correu para o rio, aquele assunto mexia com todos e, apesar de achar que Francisco tinha feito merda, continuou o namoro até flagrar aos beijos com uma professora do colégio. Mas não comentou nada com Mônica que somente esperava um deslize seu para colocá-lo no olho da rua e não foi preciso espera muito, em uma reunião de pais e mestres estourou a bomba: ele havia mexido uma aluna.
Fernando continuou sentado, vez por outra dava um gole na bebida tirando gosto com frango frito.
― Vem Nando! – Luciana chamou.
Respirou e tirou a bermuda e correu para a água, mergulhou e somente saiu quando tocou a perna da tia que deu um gritinho surpreso.
― Não é isso o que as meninas falam desse teu namoro com Jane – resolveu voltar ao assunto – Camila morre de ciúmes…
― Elas gostam de mexer com Jane… – tornou mergulhar – Mas só rola beijos e abraços…
― Tu é muito do sacana Nando… – jogou água em seu rosto – E aquele dia no vestiário das meninas, hem?
― Teve nada não Lu… – sorriu gostava das conversas vadias com a tia – Só entrei porque não sabia que ela estava lá…
― Quem muito nega quer esconder coisas… – brinca – E esse rolo com Mônica?
Fernando olhou para a tia e mergulhou nadando para a margem oposta onde um pé de oiti retorcido havia caído há muitos anos, sentou no galho negros saindo da água com a imagem de Mônica lhe tomando o pensamento. Não tinha de verdade desejos outros, gostava de acariciar e ver a mãe sorrir com seus toques carinhosos.
― Porque tu foge quando toco nesse assunto? – Luciana se apoiou em suas pernas .
― Tu pensa que eu mexo com ela por sacanagem… – respirou tentando não pensar na mãe como mulher – A gente…
― Olha!…, não estou desaprovando, acho bonito o jeito de vocês… – sorriu – A mana é carente e um carinho bem feito cria sonhos…
― Mas não é o que tu tá pensando, Mônica é minha mãe…
― E também é mulher nova, bonita e gostosa… – cortou – Ela nunca procurou homem desde que teu pai…
― Não quero falar sobre ele!
― Isso é besteira Nando, Roberval é teu pai quer tu queiras ou não – acariciava a perna dele – Está certo que não é pai com pê maiúsculo, mas é teu pai…
― Nunca entendi o que Mônica viu nele…
― Também não, mas eu tinha só cinco anos quando eles namoraram…, Mônica ainda era menina, tinha treze anos quando tu nasceu e… – sorriu – Teu pai era bonitão e ela se apaixonou pela beleza física…
― Na certa ele já era ciumento…
― Qual a menina que não gosta de se sentir valorizada e paparicada pelo namoradinho?
― Infeliz hora que ela conheceu ele…
― Se não tivesse conhecido e se apaixonado tu não estaria aqui, seu bobinho… – mergulhou passando por debaixo do galho e deitou na margem – Nem tudo é ruim Nando…
― Mas ele fez ela sofrer pra burro… – também mergulhou e deitou do lado da tia – Lembro dele rasgando uma roupa que vovó tinha lhe dado…
― Existem homens que pensam que são donos da mulher…, Roberval podia sair com os amigos, ir em festas paquerar, mas Mônica não… – suspirou relembrando das centenas de cenas que tinha assistido – Mas tua mãe foi corajosa…
― Sei se foi não…, naquele dia lembro de ter brigado com ela…
― Ela me contou… – virou e dobrou as pernas – Mas só resolveu chutar o pau da barraca quando ele te deu um tapa…
Fernando lembrava bem, não tinha sido a primeira vez que o pai lhe agrediu por defender a mãe, só que naquele sábado foi diferente. Nunca tinha visto a mãe partir para cima do pai daquela maneira, lembrava muito bem da faca de cozinha e de como o pai sentiu medo.
― Papai só soube dessa confusão muito tempo depois… – apoiou a cabeça nos braços cruzados – Mamãe me mandou passar uns dias com vocês com medo de que ele tentasse alguma coisa…
― Ele tentou voltar, mas Mônica não aceitou… – deitou de lado apoiando a cabeça na mão espalmada – Teve um dia que ele me esperou na porta do colégio…, chegou chorar me pedindo perdão, jurou que nunca mais tornaria fazer aquilo, que se ele voltasse iríamos começar outra vida…
– Eu não sabia disso…
― Nunca contei pra ninguém – a mão acariciava a barriga morena – Tinha medo de que Mônica aceitasse ele de volta…, cheguei sentir pena dele, mas quando lembrava as coisas que ele nos fez passar a raiva foi maior… – Luciana fechou os olhos sentindo o corpo fremir – Não falei nada, apenas escutava seu choro e seus apelos…, me segurei e não falei nada e quando ele perguntou se eu lhe perdoava apenas olhei para ele e saí… Sabe Lu, lá no fundo eu queria acreditar que todo aquele lenga-lenga era verdadeiro, mas tudo o que vi Mônica passar… – olhou para a barriga da tia, estava tomada de pontinhos eriçados – Ele já estava namorando Glória…, Claudia me contou que viu os dois se beijando no Rialto…
Luciana parecia imersa em um mundo estranho, ouvia a voz melodiosa como se estivessem em locais diferentes e as carícias lhe pintava um quadro como se vivesse em algum lugar de onde não desejava sair. A respiração lhe parecia sofrida, o pensamento leve lhe deixou querer sentir mais e nem se deu conta quando Fernando desatou os laços do biquíni ou quando abaixou a alça do corpinho libertando os seios morenos e bem feitos, mas sentiu o corpo pegar fogo quando ele lambeu o biquinho do peito.
― Hum! Para Nando…, ai! Ui! Ui! Não faz isso garoto, para… – abraçou sua cabeça prendendo em seu corpo – Deixa disso garoto, para… Hum! Hum! Não…, não morde Nando… Ui! Ui! Não morde, chupa… Ai meu deus… Não garoto, não…, para!
Empurrou com força e ele soltou seu peito, respirava agoniada sentindo que tinha muito mais desejo que deveria ter, mas não queria que fosse assim como dois animais perdidos na margem de um rio que cantava poemas de água.
― Tu é doido Nando! – sentou recolocando o peito dentro do sutiã de banho – O que tu queria hem?
― Tu sabes… – sorriu e acariciou o rosto bonito.
― A gente não pode fazer isso seu doido, tu és… – calou, não havia a desculpa de dizer ser sua tia depois de ter visto a irmã entregue – Isso não é certo Nando…
― Porque não é certo?
― Não cola Nando, não dá… Não garoto, para! – tentou desviar, mas não lutou quando sentiu a língua invadir sua boca – Eu não sou Mônica… – sussurrou.
– Não…, tu és minha Lu… – fez carinho em seu rosto e ela suspirou.
― Ela não vai gostar de saber disso… – se deixou empurrar e novamente deitou.
― Tu vais contar pra ela? – lambeu a barriga e sentiu o corpo tremer – Tu sabes que a gente se quer…
Luciana fechou os olhos, era verdade, desde que chegaram na fazenda havia nascido um clima entre os dois, aconteceram carícias, beijos roubados e desejos eclodindo.
― Mas isso não é certo Nando… – a voz entrecortada – Mônica não vai gostar…
― Ela não precisa saber… – tirou o corpinho e ela ajudou – Só interessa a nos dois…
― Nando… – abriu os olhos e viu ser inevitável continuar negando os desejos – Está bem…, eu te quero, mas…
― Esquece essa medo da mãe… Somos nos dois, somente nos dois… – o peito direito em sua mão e o olhar carregado de desejo estampava em seu rosto o que fluía em seus pensamentos – Deixa eu te amar…
Luciana respirou fundo assoprando no ar as últimas dúvidas e os derradeiros receios de se deixar navegar pelos sonhos sonhados desde a infância, desde que passara morar com a irmã e cuidar do sobrinho.
As imagens balouçavam em sua mente como um filme explodindo imagens das descobertas de sua sexualidade, da percepção das diferenças, dos toques em brincadeiras inocentes, dos beijos estralados que cresceram tornando-se beijos melados, dos carinhos trocados, das mãos nervosas acariciando os corpos encobertos pelo manto negro das noites.
― Também quero ser amada… – estava feito, não haveria mais como retornar – Espera…, deixa eu chupar… – não sentia nojo em chupar o pau do sobrinho, o único que aceitava na boca – Vem, vira…
Fernando virou e ela deitou em cima de seu corpo, o biquíni desamarrado caiu e ele sentiu o aroma conhecido, viu a vagina brilhando escarlate e aquele pequeno ápice fremir gotejando. Luciana lambeu a cabeça vermelha sentindo o odor másculo invadir sua narina e recordou da única vez que Francisco tentou fazê-la lhe chupar e de como ele ficou irritado com sua negação e de como foi que brigaram quando ele tentou meter a força a mão em sua calcinha.
― Hum! Hum! Isso Nando, isso… – o corpo uma chama incandescente de desejo, a vagina parecia tocada por pimenta e não pela língua mexendo no pilotinho do desejo.
No pensamento ainda a decepção de Francisco, o namorado escolhido e desejado pelos pais, o rosto vermelho quando ela negou chupar e o empurrão forte quando ele tentou meter a mão na calcinha. Desde sempre sonhava estar com Fernando, desde a infância dividida criara o desejo de não ser apenas tia, de ser mulher e se deixar entregar aos desejos sonhados e desejados.
O pau duro dava pulinhos em sua boca e ela suspirava suspiros de tesão a cada lambida, a cada novo toque em suas dobras vaginais e o prazer que sentia se transformavam em gozos gozados pela língua macia roçando a xoxota e quando sentiu o pau fremir soube que ele iria gozar e gozou e ela bebeu seu gozo se deliciando extasiada como se fosse muito mais que um fruto de prazer.
― Poxa Nando! – lambeu e sugou a última gota – Tu quase me mata de gozar garoto…
Fernando respirou agoniado e rolou caindo deitado na areia úmida, Luciana passou a mão na vagina ainda sentindo a eletricidade tanger seu corpo e explodir no centro da vagina.
― Tu sabia que te amo? – Luciana sussurrou em seu ouvido – E que tu és o único homem em minha vida?
― Também te amo… – a mão bolinou a xoxota – Tu sempre foi minha…
― Sempre! Desde que tu era só um pedacinho de gente… – segurou o pau e acariciou – Aprendi gostar chupando esse negócio e…, e gozei meu primeiro gozo na tua boca… – sentia um estranho sentimento ao recordar suas brincadeiras – Tu sempre foi meio saliente…
― Minha tia me ensinou, lembra?
― Quando tu gozou a primeira vez eu…, eu não senti nojo… – lambeu a cabeça do pau – Desde aquela vez fiquei viciada… – sorriu – O que tu sentia?
― Sei lá? – suspirou – Mas nunca achei estranho, gostava quando tu me banhava e me chupava…, tua periquita era lisinha…
― Não tinha pentelho, mas continua lisinha… – sorriu, nunca deixou a xoxota cabeluda, raspava e se sentia novamente aquela garota sapeca – Tu gosta assim, não é?
― Gosto…, parece xoxota de criança nova… – puxou pelo pescoço e se beijaram um beijo de certeza, de saberem que se pertenciam, que haviam nascido um para o outro – Te adoro Lu, te adoro…
Ficaram abraçados sentindo o batucar acelerado dos corações e quando ele lhe empurrou e deitou em cima dela ela soube que era chegada a hora.
― Acho bom a gente parar Nando… – acariciou seu rosto – Mônica…
― Para com isso Lu, esquece Mônica… – o pau duro imprensado na barriga – A gente sempre soube que ia acontecer…
Luciana sabia, desde sempre soube que seria ele o primeiro e abriu as pernas, ele olhou para ela e sorriram.
― Tu és mesmo um sacana Nando… – abraçou apertado – Tu vai mesmo me comer…
― E tu não queres?
― Quero… É o que mais quero…, mas… Tu sabes que sou virgem…
― Sei…
― Faz com carinho, não quero sentir… – ele estava encaixado e ela sentiu entrar – Dor…, ai! Espera…, ai…, para, para… Hum! Ai! Espera, não força, espera… – mexeu a cintura sentindo o pau escorregar para dentro dela – Devagar… Espera…, espera… Ui! Ui! Porra Nando, porra… Tá entrando amor, devagar…, isso… Ai! Ai! Ai! Empurra merda, ai… Ui! Ui! Ai!… Espera, não…, não tira… – parecia estarem ali há horas, uma eternidade fixada em momentos de entrega – Ui! Nando… Ai! Ai!… Empurra… Ai! Ainnnnn!
Não conseguiu segurar o grito, não foi tão grito de dor quanto grito de prazer. Ele estava dentro dela, o pau de seu garoto estava dentro de seu corpo e já não era mais virgem, era mulher possuída cheia de desejos e de tesão. Ficaram abraçados, os olhos abertos sorriam o olhar do outro, estava feito, não mais era um simples brincar de crianças sem experiência, era uma mulher possuída pelo homem que vira crescer, que acompanhara todos os passos da evolução, que tinha visto o pequeno bingolim crescer e se transformar naquela maravilha enterrado dentro dela.
― Te amo garoto… – suspirou sentindo o pau estremecer dentro dela – Agora sou tua…
― Tu sempre foi minha…
― Sempre… – sentiu ele parar de forçar, sentiu o pau escorregar para cima e depois para baixo – Devagar Nando, devagar… Porra garoto, tu é muito gostoso… Ui! Mete menino, mete… Ai! Ai! Ã! Ã! Ã! Vai Nando, isso, isso… Come a titia…, vai garoto… Ai! Ui! Hum! Hum! Ai! – e ele metia cada vez mais forte, ela sentia a xoxota cheia e dolorida, a cada nova estocada um novo gemido – Ai! Menino safado, ui! Ai! Meu deus…, meu deus… Gostoso…, é gostoso foder… Ai Nando, ai Nando… Vai…, vai merda! Mete forte, isso… Ai! Ai! Ã! Ã! Ã! Ã! Ã! Ã! – não escutava outro som senão seus gemidos, até o cantar poético das águas do rio havia cessado – Ã! Ã! Ã! Ã! Ã! Ã! – ele metia cada vez mais forte e ela sentia, somente sentia o gosto gostoso do pau esfregando no canal estreito, ardia um pouco e pareceu estar diluída quando aquela explosão iluminou dentro da cabeça e fez a vagina estremecer, tinha gozado e a pequena morte lhe roubou o sentido quando ele explodiu enchendo sua xoxota – Ai! Meu deus, como é bom…
O mundo sumiu, não havia mais cores, cheiros e nem sons. A mente apagou, um manto escuro lhe encobriu o pensar.
― Lu! Lu! Luciana, que foi Lu? – abriu os olhos, ele estava sentado do seu lado, havia medo em seu rosto – Lu! Acorda tia…
– Nando… – a voz parecia sair do fundo de um túnel – Nando…
― Que tu tá sentindo?
― Paz… Somente paz… – tentou sorrir – Que foi?
― Não sei…, tu apagou… – acariciou seu rosto – Tu estais sentindo alguma coisa?
― Estou… – sorriu, o rosto riste e preocupado lhe parecia não ser o Fernando que sempre foi seu – Porra Nando, tu quase me mata…
Puxou sua cabeça e se beijaram, o corpo era uma grande paz, não sentia nada além da felicidade de ser feliz, de ter se entregue, de ter gozado e feito seu garoto gozar.
― Tu apagou, fiquei com medo… – murmurou assoprando em sua boca – Tu não acordava…
― Foi maravilhoso Nando…, não foi um sonho, foi? – desceu a mão e tocou na vagina sentindo o melado do gozo misturado com seu sangue – Não! Não foi sonho…, tu me comeu mesmo…
― Tu quase me mata de susto sua doida! – tornou beijar sua boca – Que foi isso?
― Sei lá Nando? – sorriu e lhe abraçou – Só sei que nunca senti nada igual… – suspirou e sentou com as pernas abertas – E agora Nando, como vai ser?
― Simples, tu agora é minha… Muito mais que antes… – sorriu e sentiu a barriga esfriar ao se dar em conta que gozara dentro dela – E se tu…, e se tu ficar grávida?
Luciana não tinha cabeça naquele momento para ter medo, era o momento mágico que tinha sonhado, era o momento da certeza de ser desejada mulher e não tia.
― Aí tua mãe ganha um sobrinho… – levantou sentindo a perna melada – Porra Nando, não para de sair seu taradinho… A tia tá toda ardida…
― Tu és mesmo doidinha Lu…, doeu muito?
― Nem senti… Não deu tempo…, quando lembrei da dor tu já estava dentro de mim… – caminhou para o rio e mergulhou sentindo arder.
Fernando ficou em pé olhando para ela lavar a vagina, lá dentro dele novamente aquele medo em ter engravidado a tia, mas ela não tinha seus medos e muito menos seus receios. Apenas vivia a felicidade de ter se feito mulher com o homem que sempre soube que seria seu primeiro.

✋ continua…

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1 comentário

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  • Responder Claudio Alberto

    No próximo episódio…
    O pátio da escola está apinhado, os alunos aguardavam ansiosos a liberação do ônibus, o pai de Jane encomenda a filha e sai, Fernando conversa com Lourdes (mãe de Jane) e terminam fodendo…