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Policial Federal encontra menina no mato

1693 palavras | 13 |4.51
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PRF encontra menina de 9 anos sendo traçada por um homem num mato na beira da rodovia e vai socorre-la

Meu nome é Ailton, 35 anos, sou agente da policia rodoviária federal, vou contar um fato que aconteceu comigo recentemente. 

Estavamos eu meu colega fazendo o turno de 24 horas no posto policial da rodovia. Ja estava escurecendo então resolvi pegar a viatura e ir a cidade vizinha comprar café, janta, lanche e outras coisas pra passar a noite, meu colega ficou.
Eu sai com pressa e no meio da estrada encostei o carro na beira de um mato para dar um mijão. Fui bem ao fundo entre as arvores e matas, parei numa num arbusto e tirei minha rola pra fora, soltei fivela, cinto, botão , ziper e tirei minha rola inchada esperando sair o jato quando ouço um gemidos vindo mais a frente, estava anoitecendo, então levantei meus oculos escuros para ver melhor, e vi um rapaz de joelho metendo numa menininha de quatro, ela que gemia. Na hora joguei meu pau de volta na cueca e fui logo salvar a menina, o cara me viu, subiu suas calças e correu desaparecendo na mata. Ajudei a menina se levantar.

– Você tá bem, tá machucada???
– To bem sim tio, não estou machucada. – ela vestia sua blusinha e pegou sua sainha.
– Como é seu nome, quantos anos você tem?
– Marielle, tenho 9 anos!
– Meu Deus, sua família deve estar desesperada. Onde você mora? Como ele te trouxe aqui? quanto tempo faz isso? – eu perguntei tentando só abotoar o botão da minha calça caqui do uniforme, ainda doido pra mijar.

A menina não parecia aterrorizada, vestiu sua saia tranquilamente, estava com o rego todo molhado. Era baixinha com a bund larga, era meio gordinha, cabelo liso preto, parecia meio bugrinha. Eu falei pra ela por a calcinha antes, e ela disse que não tava com calcinha hoje. Ela contou que morava alí perto, era caminho pra vila onde eu estava indo, eu disse que a levaria pra casa, pedi pra ela esperar que eu só precisava mijar. Ela ficou parada me olhando dar uns passos a frente, coloquei meu oculos escuro e eu me virei, tirei minha rola pra fora, olhando pra tras pra ter certeza que ela estava bem. Ela ficou me observando, meu jato era forte e não acabava nunca, fiquei olhando reto pra frente, onde a sol estava se pondo. 

Percebi de canto de olho que ela parecia se aproximar, tentei me apurar pra terminar logo, mas no nervoso não pude interromper, então fingi que não a vi fiquei olhando pra baixo pra minha rôla, ela ficou meio do meu lado, pude ver seus pés no chinelo.
Teminando o jato meu pau inchou e dei as balançadas, respingou no meu coturno, mão e respingou marcando a frente da calça, eu expremi meu pau pra dentro, e me virei pra ela dizendo pra me seguir enquanto eu fechava toda a calça do uniforme.
No carro ela ficava curiosa e sabendo que me olhava me deixou desconfortavel, eu tinha que entregar la logo. Chegamos numa casa muito pobre, ela disse que moravam só a mãe e duas irmãs mais novas. A mãe dela veio na cerca de madeira com uma criança de colo, assustada em me ver de uniforme, carro de polícia, eu não quis dizer tudo muito claro pra não aterrorizar ela, só disse que havia um homem seguindo a filha dela e era perigoso, pra não deixar ela sair sozinha.
– Mas ninguém segura essa guria moço! – a mulher me olhava de cima em baixo se sentindo pequena perto do meu tamanho. A calça caqui marcava minha mala por causa de cintos do armamento que contornavam minhas coxas e ainda havia respingos do mijo. Como eu estava de oculos escuros, ela não sabia que eu via pra onde ela me reparava.

– Tem que ter cuidado senhora, ela poderia ter sido estuprada.
Ela brigou com a menina mandou ela ir lavar a louça e parar de ficar procurando, indo atrás de homem. Eu fiquei perplexo. Enfim, comprei o que precisava e voltei pro posto, contei pro meu colega, ele disse que sempre comeu umas meninas por aí, era normal, mas elas geralmente tinham 16 anos. Eu era recém casado, não havia feito nada do tipo ainda. E fiquei atiçado.
Noutro dia no mesmo horário peguei a viatura pra ir a vila, vi um carro parado no acostamento perto daquele mesmo ponto, fiquei curioso e com vontade de parar alí de novo. Parei a viatura, o carro parado estava vazio. Desci pra mata e logo pude ouvir gemidos.

O homem grande de gordo cobria a menina de quatro, era Marielle. Eu gritei que era polícia, o gordo saiu tropeçando, correu tentando subir suas calças, eu me preocupei em ver como a menina estava. De novo ela estava peladinha, e ficou sentada numa toalha no chão fechando as perninhas.
– O que vc tá fazendo aqui de novo??? – eu me agachei e tirei meus oculos pra falar com ela.
– Tio não conta pra minha mãe tá! Eu gosto, e se eles me derem dinheiro eu vou comprar um celular! Mas o senhor está assustando eles!
Ela estava de ladinho e sua bunda parecia maior, alguns mosquitos se aproximavam pousaram na coxa dela e eu automaticamente passei a mão pra espantar. E via que ela empinou pra mim, eu fiquei meio nervoso. Eu disse que tinha parado pra mijar, eu senti que algo nela me erotizava, seu modo de me olhar. Dei uns passos a frente virei-me, desta vez meio de lado e abri minha calça pra mijar, pus meus oculos escuros, estava nublado, mas eu queria ver se ela chegaria perto. Então puxei conversa enquanto segurava minha rôla tentando mijar.
– Eu pensei que eles estavam te sequestrando! Todo dia é assim?
– Um hum! Eu fico quase a tarde toda, minha mãe nem liga.
– Mas se você pegar uma doença?
– Todos sempre usaram camisinha tio!
Senti ela se aproximando e a curiosidade dela me deu tesão, meu mijo foi saindo em jatos cortados porque meu pau estava crescendo. Eu fiquei ofegando, meu coração acelerou, fiquei fixo olhando pra baixo e minha rola crescendo sem parar, a cabeçona brilhando, puxei meu saco pra fora, e comecei punhetar, e vi que os pezinhos delas estavam perto.Ela me olhava de uma certa distancia.
– Tio, o senhor quer fazer comigo?

Eu me virei deixando minha rola a amostra e vi seu corpinho carnudo, suas tetas e quadril largos, baixinha, bocetinha gordinha. Ela veio andando e pegou permissão pra pegar na minha pica. Eu tenho 1,85, troncudo, cabelos castanhos, as mãoszinha dela na minha rola me deixou apreensivo:
– Acho que iria te machucar e não tenho camisinha.- eu tentei me afastar dela.
– Por favor tio, deixa eu chupar só um pouquinho, nunca vi um homem bonito assim como o senhor, eu sei que sou uma menina feia, só vem homem feio, nunca chupei um pau de homem assim como o senhor, por favor?
Eu fiquei mudo só concordei com a cabeça, ela se ajoelhou diante de mim e começou a mamar sem parar, chupou minhas bolas peluda deixando tudo babado,  eu perdi a cabeça e comecei a meter em sua boquinha. Ela fazia gostoso!
Coloquei ela de quatro de via sua bunda carnuda, moreninha jambo, que coisa linda, minha rola pedia pra entrar alí logo.
– Você tem camisinha?
– Não tio, mas por favor, me come minha pepeka, se quiser pode comer minha bundinha também! – ela disse olhando pra trás empinando seu bunda.
Quer saber? Pensei, Foda-se! Era minha unica chance de fazer algo sacana!

– Você quer mesmo?
– Por favor, sempre quis ser pega por um homem assim!
Eu agarrei em suas nádegas e abri seu rego, desci minha calça até no meu coturno e fiquei de joelho atras dela. Minha rola parecia puxado por um imã pra dentro daquela boceta dadeira. Vi que minha pica grossa entrou sem machucar e passei a meter sentindo a bunda dela bater na minha virilha coxas, e garota gemia, ela gostava mesmo. Me inclinei por cima dela me apoiando com minhas máos no chão, eu estava adorando fazer ela gemer, apertei os petinhos gordinhos dela, por cima dela.

Voltei pra trás olhando minha rola entrar e sair, meu dedos estavam emperrados na carne da bunda dela, percebi que seu cuzinho parecia aceitar minha tora, tinha as bordas grossas, então cuspi bastante. Disse pra ela me dizer se doia. Eu tentei por, mas sua reação me preocupou, mas ela me disse que devagar consegue, e ela foi empurrando seu rabo engolindo todo meu pau, eu já estava prestes a gozar com poucas bombadas, mas eu queria ver ela abrindo a boquinha pra receber minha porra.
Tirei o pau do cu dela, e vi que ficou meio aberto, dei uma cuspida e fechou, limpei meu pau com a toalha, e mandei ela chupar de novo olhando pra minha cara.
– Quer o meu gozo ?
– Sim, tio, o seu eu quero engolir, porque o senhor é da polícia, e eles dizem que tenho que engolir.
 – Então abre a boquinha cabritinha! – ela abriu a boca o maximo e mostrou a lingua.
Eu vendo isso fiquei louco, e mandei ela tomar o meu leite, enchendo a boca dela , gozei pra caralho, tentei não urrar muito alto. Em seguida eu meio que me arrependi do que havia feito, disse pra ela que eu precisava ir, ela ainda me chupava, meu pau estava sensível. Puxei meu pau dela com força, e sai me vestindo, com pressa, nem olhei pra trás. Depois desse dia nunca mais parei alí apesar de imaginar quantos não deviam estar alí comendo essa menina todo dia!

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13 Comentários

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  • Responder Léo

    Legal ,gostei, bem criativo

  • Responder Anônimo

    Maravilhoso!

  • Responder Daniel Coimbra

    Tesão é muito particular. De todos os seus contos esse foi o que mais gostei. Queria mais dele.

  • Responder Jairo

    Acho que isso não foi real. Mas foi legal

  • Responder Ex

    Um bom conto

  • Responder jose

    se fosse real, o cara teria ido todos os dia comer essa novinha putinha. Aliás, eu teria comprado o celular e a faria minha putinha particular. A teria enrabado todos os dias.

  • Responder Rex

    Os outros contos são bem melhores que esse e melhor investir em continuações deles

    • Identidade Bourne

      Valeu pelo feedback

  • Responder Anônimo

    Vai continuar o conto da sobrinha é que entre todos os que você posto até agora esse é o melhor

    • Identidade Bourne

      Valeu pela dica

    • Identidade Bourne

      Mas a turma condenou muito aquele conto

    • ANÔNIMO-ES

      Poh Identidade Bourne manda o povo que ta reclamando se fuder, continua o da sobrinha tava mto massa se eles nao querem ler tem gente que quer, quando vai voltar???

    • Anônima

      Quem não gostou que não leia . Eu quero a continuação do conto da sobrinha na minha mesa pra ontem e com mais brutalidade