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O dia em que consegui mamar no meu pai

4026 palavras | 20 |4.80
Por

Madrasta ensina a enteada de sete anos as artemanhas para seduzir e mamar na piroca do pai

**************** Identidade Bourne é meu codinome*******************
Essa é o relato de Carolina, que caiu na safadeza de sua madrasta com seu pai.

Oi, meu nome é Carolina, hoje tenho 28 anos mas vou contar o que aconteceu na minha infância depois que passei a ter Valquíria como madrasta.
Minha mãe morreu num assalto quando eu tinha apenas 4 anos, Eles não eram exatamente casados ou apaixonados. e meu pai, Fernando, me criou com ajuda de minha vó. Depois de 2 anos meu pai se juntou com uma mulher, que  passou a morar conosco, eu achava ela legal mas hoje entendo que era muito pervertida. 

Meu pai estava com 31 anos e Valquíria tinha 24, era jovial, sensual, cheio de energia e meu pai parecia feliz com a ela. Ele sargento do exército e ela trabalhava meio período de consultoria. Embora tivesse um ar de mal encarado, meu pai sempre foi responsável comigo, me cuidava e era carinhoso no jeito meio seco dele. Valquíria era afetuosa, sensual e até mesmo vulgar, um dias eles tomavam banhos juntos e ela me deixou entrar no banheiro, vi meu pai pelado, lavando seu saco, quando ele me viu ele cobriu suas partes e com calma me pediu pra esperar eles saíram primeiro. Quando sai do banheiro ouvi ele dando bronca nela por ter me deixando entrar, Valquíria disse que não era nada demais pois ele era pai, mas meu pai disse que eu não podia ficar vendo ele nu. 

De manhã eu ouvia ela gemendo, eu ia pra porta do quarto deles . Meu pai sussurrava e as vezes eu ouvia seu gemido grave. Eu estava curiosa pra saber o que era isso. Um dia ela abriu a porta do nada eu levei um susto e corri pro meu quarto. 

No dia seguinte meu pai tinha ido pro quartel, eu fui falar com Valquíria.
– Val, meu pai bate em você?
– Não menina, tá louca? Por que? – ela largou a revista que estava lendo e me disse dando risadinhas. – Ah! Você ainda não sabe dessas coisas né? Quer Saber como é?
– Sim! Por favor!
– Tá bom, mas não conta pra ninguém, isso ‘e entre amigas ok?
– Sim! Só entre nós amigas!

– Seu pai tem um pipi enorme! Que ele põe dentro da minha periquita!
Ela me contou me deixando mais curiosa!
– Vou ajudar a você ver tá? Toda noite e de manhã vou deixar a porta um pouquinho aberta pra você ver como é, mas tem que ficar escondida! Sem ele saber! 

Desde esse dia eu fiquei obcecada. Eu ouvia os gemidos e ia pe por pé a porta. Numa amanhã eu vi meu pai deitado de pernas abertas e Valquíria deitada sobre ele ao contrário engolindo todo o pinto dele, ela me olhava com seus olhos grandes e verdes enquanto devagar deixava o pintão de meu pai sair da boca dela, parecia nunca acabar, e saiu uma cabeça grande vermelha, ela segurava com duas mãos e engolia de novo, eu ouvia os sussurros de meu pai, tremendo suas as pernas Grossas peludas. Ela segurou seu membro mostrando para mim , e sorrindo! Eu sorri de volta tapando minha boquinha.
Noutra vez eu a vi sentando no mastro dele, fiquei sem entender e noutro dia perguntei se não doía, ela disse que por isso que era bom, eu não entendi.
Numa noite fui até a porta espiar porque ela gemia mais intensamente, e realmente pensei que meu pai estava matando ela, ele estava por cima dela, e elas com as pernas pra cima, meu pai pulava em cima dela parecendo que ia matar. Meu pai sempre tão bonzinho nunca imaginei que ele fizesse isso com ela, ele tão grande não deixava ela escapar! Corri de volta pra minha cama. Passei a ter pesadelos e acordar com minha periquita molhada e uma cosquinha estranha.

Valquiria disse que era assim o sexo, o pipi do homem quer entrar na mulher .
– Seu pai come minha xana porque sou gostosa!
E nesse dia então vi meu pai com a boca na periquita dela! Eu fiquei com medo mas muito interessada. Eu tinha um frio na barriga toda vez que meu pai vinha dar um beijo de farda.
– Tá com medo do papai minha princesa! Vem aqui no meu colo me dar um abraço! – disse ele sentado no sofá fardado para ir trabalhar.
Eu olhei pra Valquíria e dei um sorriso secreto, corri até meu pai e sentei-me de uma vez na sua virilha, além da fivela do cinto senti um volume na minha bunda.
– Aí filha! Devagar! – ele me ajeitou a me fez carinho de pai, abotoou seu relógio, levantou-se para sair e vi uma marquinha de molhado na calça dele, eu pensei que eu tinha feito xixi, olhei pra Valquíria desesperada, mas ela fez sinal pra eu não dizer nada. Assim meu pai saiu.

– Voce que ver pegar no pipizao do seu pai?
– Sim! Quero muito!
– Vou te ajudar só porque você é especial hein! – ela sentou comigo sofá, de frente pra mim e eu ansiosa para ouvir.
– Eu vou te ensinar mas vc nunca poderá dizer a ninguém que eu te ensinei, senão vem psicólogo e tira vc do seu pai pra sempre!
–  Não vou nunca dizer! Juro! – eu beijei meus dedos.
– Seu pai que te fez! O pipizão dele teve que ser forte pra conseguir entrar na xana da sua mãe e deixar sua sementinha lá!
– Eu vim do pipi dele???
– Sim por isso que ele é seu pai! Todo pai ama sua filha mas tem medo de ela se assustar com o pinto dele e ela não gostar mais dele!
– Eu sempre vou gostar do meu pai!
– Então, vou precisar sair por alguns dias e ficarão só vcs dois. Vou te explicar como vc tem que fazer….
Valquíria me falou monte de coisas fascinantes que me deixou excitada, e o que eu deveria fazer quando ela não estivesse em casa, depois eu soube que na verdade ela estava saindo pra dar pra um colega do meu pai, também vou contar um fato ocorrido com ele.

Comecei quando meu pai chegou do trabalho e Valquíria disse que precisava ir ver sua mãe que estava doente, meu pai se ofereceu pra levar mas ele disse que ia com o carro dela mesmo. Ela beijou meu pai e saiu rápido se despedindo de mim com um olhar de comparsa.
Meu pai jogou seu boné do exército no canto da sala,  tirou a camisa, soltou o cinto e sentou no sofá frente, olhando a tv enquanto desamarrava seu coturno. Eu corri pro meu quarto, tirei minha calcinha, como me explicou Valquíria,  e voltei com os chinelos dele
– Obrigado princesa! Daqui a pouco jantamos tá?

Eu me sentei virada pra ele e olhei a tv abrindo minhas pernas todinha até meu vestido subir, deixando minha xaninha exposta pra ele, chupando meu dedo e fingindo ver tv. Foi assim que Val mandou fazer.
Meu pai tirou suas botas pesadas expressando alívio, e eu não parava quieta com minhas pernas arreganhadas viradas pra ele enquanto eu me deitava ao seu lado no sofá. Ele deu umas espiadas até foi mais pra trás e disfarçou suas olhadas. Senti minha xaninha esquentar.
Ele levantou-se e foi por um short como fazia toda noite. Esperei um pouco e fui atrás, a porta do quarto estava meio aberta pq ele sempre fazia isso muito rápido, vi ele pelado de bunda puxando um short esportivo da gaveta,  eu entrei no quarto e sentei-me na cama dele, ele tentou vestir o short rapidamente mas se atrapalhava.
– Tá tudo bem filha? Por que está parada ae me olhando?
– Nada pai! É que vc parece ser tão forte! – fiz conforme Val me disse, sentei na cama de pernas abertas pra ele.
– Obrigado princesa! – ele disse subindo seu short e então virando-se de frente para mim.
Ele de queixo erguido ajeitou seu volume no short mas vi seu olhar pro meio das minhas pernas.

– Pai você me acha bonita? – perguntei, eu fazia tudo isso seguindo o plano de Valquíria.
– Claro meu amor! É a menina mais linda! – ele parecia  incomodado com minha presença ali. Ele não podia evitar de olhar minha xaninha que já estava imeladinha. 

Valquíria me disse que eu deveria ficar olhando no volume do meu pai, sem ser descaradamente, mas pra ele perceber que eu sabia que havia algo ali.
Ele foi pra cozinha e fui atrás, pegou uma garrafa de cerveja e voltou pra sala e eu sempre seguindo ele. Ele se sentou no sofá e eu fui chegando até que fiquei no colo dele, eu o abraçava e deva beijinhos no rosto a todo momento.

– Que foi filha que vc tá assim com o pai hoje?
– Nada! Eu só sinto falta sua! – seguindo as dicas de Val.
Ele estava meio receoso de me tocar mais intimamente, mas eu fazia carinho nele, Val disse que tinha que começar assim. Ele me empurrava quando eu encostava minha coxa na virilha dele. Depois deitei no sofá com minhas pernas abertas do lado dele. Eu enrolava meu cabelo chupando meu dedão, e as vezes segurando meus pés com minha mãos, expondo tudo abaixo do meu vestidinho. Ele dava umas olhadas incomodado.
– Filha, vc tá com as pernas abertas e ainda sem calcinha! Isso não é modo!
– E que esqueci pai! – dei uma risadinha falsa. – E que tava calor no meu quarto!
-Então fechas as perninhas tá ?
– Tá.
Depois de uma hora ele foi pro banho no banheiro do quarto dele, e segui o plano de Val. Bati forte na porta, desesperada.
– O que foi Carol???
– Eu preciso fazer xixi pai! Não consigo segurar! E tem uma barata no outro banheiro! Abre pai!!!

Ele abriu a porta resmungando, cobrindo suas partes com a toalha, eu invadi e sentei no vaso, ele voltou pro box jogando a toalha por cima. Eu podia ver o contorno de seu pinto e parecia grande, apontando pra frente. Eu fiz força pra mijar, soltando gemidos mas e ele me ignorava. 

– Pai! Eu fiz xix toda em mim! Minha perna tá toda molhada de xixi.
– Tá, espera que o pai já tá saindo! – ele disse atrás do boxes se enxaguando.
Eu abri o box, ele levou um susto cobrindo seu Penis com as mãos.
– Olha só! Até meu vestido molhou, olha pai!
– Tá querida, mas não abre o box assim com o pai pelado dentro!
Eu olhei fixamente pra suas partes, escondidas pelas suas mãos. Val disse que ele ficaria com vergonha mas era pra eu insistir, pq homens gostam que suas filhas tenham interesse pelos seus penis, pra admirar e elogiar.
– O que vc tá escondendo aí pai?
– É coisa de homem adulto filha, é o pipi do papai, mas não pode ficar vendo, espera eu terminar.
– Dá banho em mim papai! Eu sinto sua falta! – eu tirei meu vestido e entrei de vez fechando o box, ele ficou acuado no canto sem saber como reagir.
Meus peitinhos já apresentavam um pequeno volume e mamilos estavam desenvolvendo. Eu me virei de costas dizendo que coçava ali e não conseguia lavar direito, e fui me encostando nele na ducha.
– Tá filha, mas deixa o pai por uma sunga.
Eu me virei de frente e vi ele tentando esconder e seu membro escapando pro lado das mãos.
– Pai, seu pipi parece tão grande!!! – eu demonstrei curiosidade. – Eu nunca vi um pipi grande, só do Julinho (meu priminho mais novo que eu).
– Que história é essa Carol!
– Eu pedi pra ver e ele deixou. Eu não sei como é!
As mãos dele foi se soltando aos poucos, cobrindo parcialmente, ele teve que pegar o sabonete e uma mão não cobria tudo seu membro.
– Que lindo pai! É assim seu pipi?
 – É! É assim! – ele disse meio seco, eu olhava com a água escorrendo admirando o pinto dele.
– Deixa eu te lavar rápido e vc já sai!
Ele começou pelo meu cabelo e seu negócio balançava quase na minha cara, cada vez maior.
– Que lindo pai, ficou mais grosso!
– Eu sei! É normal!
– E tá ficando duro também!
– Sim! Isso acontece!
– por que?
– Porque sim ué!
Ele se agachou pra me lavar, fazia tudo rápido, e eu empinei minha xaninha e fiz o dedo dele escorregar nela, ele tirou rapidamente. Seu pinto estava de uma forma assustadora, bem que Val me disse, eu estava fazendo certo. Minha pepeka começou de novo com aquela coceirinha , sentei no chão na frente dele e comecei a abrir minha xaninha com meus dedos.
– Aí! Ai pai! Minha periquita coça, tenho que lavar bastante!! – falei olhando pro pinto dele. Ele percebeu e ficou incomodado. Eu abri minha própria vulva tentando ver dentro.

– Ela fica gorda e melada! – eu olhei pra cima e vi que meu pai ficou por uns instantes de boca aberta olhando pra ela e então se levantou dizendo que já ia sair e ia me trazer uma toalha.

Valquiria telefonou durante a janta e disse que tinha que dormir lá, sua mãe estava com febre. Meu pai não gostou muito, parecia contrariado. Eu segui as orientações de Valquíria e não desgrudava dele, olhando pro seu shorts e fazendo ele perceber meu interesse. No sofá eu o cobri de beijos, sem calcinha. Ele me deu bronca, fingi que já ia vestir uma mas eu acabava enrolando ele. 

Fomos dormir. Eu estava no meu quarto inquieta pensando no meu pai. Era a chance de eu estar com ele na cama, assim tinha falado a Val. Eu me levantei de camisolinha e fui tentar ver se a porta do quarto dele estava aberta. O volume da tv tava alta, eu rodei o trinco devagar e vi meu pai sentado na cama de costas, parecia que tinha uma revista na mão e outra mão chacoalhava algo que não pude ver. Se ele visse que eu não bati na porta  ele ia brigar comigo, então bati, e abri devagar.
– Carol?? Que foi?? – ele subiu seu samba canção rapidamente, jogando a revista na gaveta.
– Nada! É que eu não queria ficar sozinha!
– Mas já tá na hora de dormir!
– Eu sei, mas eu queria ficar um pouco aqui com vc papai! Deixa!
– Tá bom! Eu entendo que você precisa de mais atenção filha! Pode deitar aqui, vou acabar dormindo, quando vc quiser pode voltar pro seu quarto tá?

Ele entendeu que eu estava me sentindo só e carente, e teve paciência. Eu fazia carinho nele e o beijava, ele percebeu que eu estava no meu despertar sexual e contornava a situação. Até que desligou a tv para dormirmos, Ele deixou a porta do banheiro do quarto pouco aberta pra luz do espelho não deixar o quarto totalmente escuro.
Eu virei de bundinha pra ele, encostei minha bunda e senti o pinto dele, ele se afastou. Val disse pra ser insistente, então encostei de novo e pedi pra ele me abraçar de conchinha. Ele sem jeito me abraçou por trás. Eu senti seus pelos na minha pele, seus braços fortes em volta de mim, uma sensação que sempre quis ter de meu pai, me senti protegida, aceita sem receios e amada. Assim caí num sono maravilhoso.

Depois de um tempo Acordei Sufocada, os braços do meu pai agora estavam me esmagando contra o corpo dele,  com algo muito grande apertando minha bunda e atravessando entre as minhas pernas, ele roncava com alguns gemidos atrás de minha cabeça, eu lembrei da cena em que ele parecia matar a Val! Eu tentava me mexer mas ele apertava mais na cintura dele. De repente ele acordou e viu que era eu, ele me soltou e se afastou, voltou a dormir de barriga pra cima. Puxando todo o lençol.
Eu estava pouco suada, minhas pernas e xana melada, com vontade louca de mexer meu quadril, pus o travesseiro dentre minhas pernas pra eu me esfregar. Comecei a sentir frio com o ar condicionado, puxei o lençol do meu pai e seu volume no short ficou exposto, fiquei louca ao ver que estava grosso caído se lado.

O feixe da luz suave do banheiro passava sobre o corpo dele, Meu pai estava de olhos fechados, boca meio aberta, seu short enroscado pra dentro delineando seu pintão! Então lembrei da Val me dizendo que depois de conquistar o pai com carinhos, e de ser aceita na mesma cama, é porque ele já sabe que deve dar a filha o que ela busca nele.
Algo tomou conta de mim, cheguei perto com meu rosto bem tocando o tecido que cobria o pinto dele. Vi que ele dormia, puxei o elástico sentindo os pelos pubianos dele, até que aquela coisa roliça escapou com sua cabeça vermelha no meu nariz. Tinha um cheiro leve de xixi de homem, exatamente como Val disse, e essa seria a chance que eu não podia deixar escapar, pois ela me explicou que depois que desmama da mãe, a filha fica com um vazio, em busca do seu objeto de desejo onde continuaria a mamar, agora é o penis de seu pai, aquele que enterrou sua semente na mãe. Val me disse claramente que depois que a filha põe a boca no pinto do pai, ele como um encanto não consegue mais fugir do seu papel de amamentar sua filha.
Eu segurei o membro de meu pai com minhas duas mãos e caí de boca, meu pai se retorceu e gemeu, eu vi seu rosto de prazer, mas depois ele abriu os olhos e fez uma cara de espanto, mas agiu com calma, devagar tentando tirar minhas mãos do pinto dele.
– Carol , filha, não faz isso não? – ele disse num tom de derrotado, mas não tentou realmente tirar seu pinto de mim. Só me olhou com olhos de coitado.
– Eu tenho que mamar papai! – eu segui meu instinto sugando aquele membro de todo jeito enquanto olhava a cara de refém do meu pai, gemendo balançando a movendo a cabeça dizendo que sim, que ele agora tinha que me dar de mamar. Então passou acariciar meu rostinho dando sua tora pra eu chupar. Me mandou engolir o maximo que puder, me segurou pelos cabelos, mandou eu abrir a boca e por a língua pra fora e empurrou minha cara até sentir que não ia mais, eu quase vomitei.
Meu pai me virou ao contrário em cima dele , tirou minha camisolinha, abriu os lábios da minha xaninha com seus dedos e senti sua língua grande e grossa dentro de mim,  me mandou  continuar mamando.
– Que periquita gostosa do pai!!! Vem cá agacha aqui na cara do pai!
Eu fiquei em pé na cama com a cara do meu pai entre minhas pernas e fui agachando como se fosse fazer xixi, Vi quando ele abriu sua boca e tirou sua língua enorme, parecia um monstro que ia me devorar, até que ele abocanhou fazendo minha xana sumir , senti a força de sua pressão que me deixou presa em sua boca.
Tentava escapar porque eu não aguentava a intensidade, ele com seu olhos bem abertos me vendo espernear, gemer e quase chorar de prazer, manteve sua boca presa forçando minha pepeka a dilatar pra fora de tanta pressão. Ele continuou até ver que minha buceta estava enorme de inchada.

Meu pai sentou na cama encostando na cabeceira, e chupou meus peitinhos com sua mão batendo na minha xaninha, Val disse que esse era o sinal de que o pai já estava dominado pelo desejo de homem pela filha. Ele me sentou de pernas abertas na frente dele e bateu com seu pintão várias vezes na minha pepeka até arder e  esfregou bastante, o pinto dele parecia querer invadir minha pepeka que ainda era pequenininha.
Ele me soltou e parou tudo, parecia ter se dado conta do que fazia, mas não podia deixar isso escapar, então eu baixei voltei a mamar. Meu pai parecia ter se rendido, soltando seus braços e pernas e só gemia me olhando com cara de sofrimento. Um homem daquele tamanho com sua filhinha entre suas pernas agarrada e mamando em seu penis super faminta, e quanto mais eu mamava mais ele expandia suas pernas, levantando  o quadril! Val me explicou pra manter sempre o contato visual olhando pros seus olhos enquanto mamava, sempre chamando-o de pai e elogiando para reforçar o laço de pai e filha pra ele saber o quanto ele é importante.
– É tão grosso e bonito papai! Eu gosto de mamar nele!
– Ah filha! Você vai acabar com papai assim! Meu Deus! Estou perdido! – ele disse com cara de choro. 

Eu senti que tinha meu pai em minhas mãos, literalmente. Ele parecia um menino assustado.
– Filha, se vc não parar papai vai acabar sujando vc!! – ele respirava intensamente. 

– Eu preciso do seu leite papai! – foi isso que Val me mandou dizer.
– Vc quer mesmo o leite de proteína do papai princesa? – ele falou super meigo.
– Uh hum! – eu segurava seu mastro com minhas mãozinhas , esfregando pra cima e pra baixo com a cabeçona na minha boca. Val disse que quando chegasse nesse ponto eu não podia parar, não importava o que meu pai dissesse ou agisse eu não podia parar, eu não sabia como era nem o gosto do leite, mas que eu deveria engolir tudo, não rejeitar para não ser rejeitada. Então eu estava preparada.
Meu pai começou a urrar e a tremer, eu segurei forte  e continuei com a boca até sentir uma gosma muito ruim, me deu vontade cuspir mas não queria fazer isso. Engoli e engoli sem pensar, ainda suguei o que escapou pras minhas mãos. Meu pai não deixava mais eu chupar, parecia machucar. Ele ficou mudo com as mãos na cabeça, parecia que eu tinha feito algo ruim e eu fiquei pensativa. Ele não me olhava mais nos olhos.
– Filha, põe sua camisolinha, volta pro seu quarto por favor? – ele disse firme olhando pro teto.
– Tá bom papai! – eu me vesti olhando pro seu membro melado. Um gosto forte na minha boca, mas não queria nem tomar água pq eu queria manter aquele gosto dentro de mim, Val disse que esse leite era como remédio, não era gostoso mas fazia as meninas crescerem lindas. 

Fui pro meu quarto meio confusa e não via a hora de contar pra Val e ouvia o que ela ia dizer. Eu estava orgulhosa de mim mesma, mas só preocupada de como meu pai ia agir comigo depois disso. E Essa noite foi o início de alguns dramas entre nós. 

**************** Identidade Bourne *******************

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20 Comentários

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  • Responder Paizudo

    Acho que todo pai deve amamentar junto com a mãe. Essa falta de ligação paterna e filhos acabaria, toda essa questão de ser o causador de problemas nos filhos é porque o pai também deve dar de mamar e os filhos devem já desde cedo amar o membro do pai.

  • Responder Mm

    Imagina só casar com uma esposa assim que maravilha não deve ser isso tudo com carinho e amor ,nada forçado é o sonho de qualquer papai tudo isso.

  • Responder Eliane

    Toda a historia é interessante quando tem a ajuda e contribuiçâo da mulher, seja ela mâe ou madrasta, (preferencia mâe).
    No meu ponto de vista , quando em algum momento do conto a mâe sai , essa historia perde 50% do interesse.
    99% das historias de incesto aqui sâo de pai/filha ou
    mâe /filho enquanto 1% sao de pai, mâe, filha, familia amamentaçâo etc, e é exatamente esse 1% que excita mais.
    Um bom escritor é aquele que consegue prender a atençâo do leitor até ao fim levando-o a visitar este site todos os dias na expectativa de uma nova historia.
    Eu apenas conheço 2 que conseguem isso
    Isto nâo é uma critica, mas sim uma opiniâo

  • Responder Passivinho

    Eu sonhava em mamar no meu pai

    • Marcio

      Ia adorar vc vindo me mamar

  • Responder Odair Sp

    Minha esposa me contou que nossa filha estava curiosa pra saber o q tenho dentro da cueca. Me convenceu a tomarmos banhos juntos. Ela ficou pegando e explicamos q não podia, fiquei meia bomba. Mas ela veio me pedir secretamente pra brincar sem minha esposa ver. Achei fofa e excitante.

    • Babygirl

      Que delícia

  • Responder José Santos SC

    No chuveiro minha pequena sempre brincou com minha rôla, ela dava gargalhadas

  • Responder Pai de cueca

    Minha filha de cinco anos tinha mania de por mão no meu penis por cima da cueca Enquanto chupava dedo, eu mostrava pra minha mulher, que ficava preocupada, Que tentou dar a chupeta pra ela de novo, mas não quis. Achamos que fosse só uma fase. Mas quando minha mulher não está por perto, eu levanto o elástico da minha cueca e deixou ela segura meu penis. É um sentimento de afeto inexplicável!

    • Bruno_Gaucho

      vamos conversar adoro isso [email protected]

    • Pai

      Delicia de conto.tive um caso real.com uma entiada novinha.que na epoca ela tinha apenas 3 aninhos.mas ai tudo normal.dava banho nela.mas nunca me passei.ou senti algo.ate que um dia a mae dela me falou nossa nego.a filha com 3 anos e tem um cuzao enorme pra idade dela .ja levei ela no medico pra ver se era normal ou se alguem andava comendo o cuzinho dela.ai ela era virgem.um dia ela sai do banheiro e minha mulher entra e grita e me chama.eu fui ver oque era ela me amostrou no vaso tinha um tronco de coco.de uns 20 cm de comprimento e da grossura de um vidro de desodorante.tamanho do meu pau.ai ela viu te falei que ela e cuzuda.tu nunca percebeu.e eu nunca.ai saimos dali e ela chamou minha entiadinha e tiro as calcinha dela e boto ela de 4 encima da cama e me chamou.olha aqui pra tu ver se e normal.isso.ela era loirinha e branquinha tinha um cuzinho bem cor de rosa cheio de preguinhas.ai ela me fala como homem tu acha normal.acho que ela aguenta todo teu pau .dentro dele.o coco dela e do tamanho do teu pau.ai ela botou as maos e abriu a bundinha dela e se abriu o cuzinho dela e fico aquele buraquinho tamanho duma moeda de um real.ai eu ali olhando e pensei se sem entra nada fica a

    • Adestrador de putas

      Quero saber o final dessa história. Me adiciona no telegram pra conversarmos: Buona Vita

    • Loirinhottntb

      Gostaria de saber mais. Conta lá . Adorei. @stuk2

  • Responder Papai

    Que idade vc tem filhinha

  • Responder Alexandre300

    Seu deixar minha rôla pra fora será que minha filhinha vai quer mamar em mim também?

    • Bruno_Gaucho

      sim faz isso sem ninguem ver ela vai ficar curiosa deixa ela pegar deixa ela brincar

  • Responder H FELIZ

    Belo conto, espero q continue, não nos deixe sem um belo final. Deixe seu email ou skype para poder falar: Parabens bjs

  • Responder Pachecao

    Tô quase gosando sem mesmo tocar no meu pau. Continue

  • Responder Rafaella

    Eita … a mulher ta aflorando..

    • Maison

      Nossa eu acabei de ler esse conto e estou aqui de pau duro e querendo ser esse pai sortudo deve ser muito bom queria uma experiência dessa