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Minhas Férias na Fazenda (2) …continuação

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Isso tudo aconteceu quando fui pra fazenda dos meus tios no interior de Porto Alegre pertinho da cidade de Belém Novo.

Quando cheguei de volta pro casarão já estava fim de tarde e na fazenda como anoitece rápido o jantar é bem mais cedo, por isso corri logo pra tomar banho pois já estava com muito apetite só de sentir aquele cheiro delicioso, desci logo pois minha tia já estava me chamando, quando estávamos jantando meu tio disse que precisava ir na cidade Belém Novo comprar mais vacinas, as que ele tinha trazido não foram suficiente.
Que ótima oportunidade, perguntei se poderia ir com ele, precisava de umas coisas na farmácia, minha Tia falou logo que tinha tudo, se era remédio pra dor de cabeça tinha na caixinha de medicamentos, o que eu precisasse era só dar uma olhada que eu encontraria tudo. Eu disse que precisava mesmo comprar outras coisas.
Pensando comigo: claro que tava faltando o gel, eu já imaginando o tamanho daquele cacetão, será que eu iria aguentar ele todinho, eu bem que queria , pois só no cuspe ia doer muito e lógico teria que comprar um pacote de preservativos, já imaginava a minha estadia na fazenda nessas férias o que iria rolar mais, tinha de ficar prevenido.
Acordei no outro dia mais cedo 7h, acho que ainda estava me acostumando com o colchão, e meu tio disse que iria cedinho pra cidade então levantei , escovei os dentes, resolvi não trocar de roupa ainda, ele disse que iria entre 8 e 9hs, fiquei com meu short de moletom e uma camisetinha e desci, fui para a varanda na frente da casa para ficar um pouco no sol, tem uma rede bem legal, o sol quentinho gostoso, não tão quente, pois ainda era cedo…,fui tomar o café da manhã já sentindo o cheiro delicioso da cozinha , depois voltei pra varanda esperar meu tio.
Após ficar um pouco deitado na rede lembrei-me do livro que havia levado, levantei e fui busca-lo. Quando retornei para a varanda, vi um magrelo abrindo a cancela, moreno jambo, era alto devia der 1,80m, malhadinho, braços e mãos grandes, ombros largos, não era bonito, aparentava ter uns 19anos ou 20 no máximo (confesso que deu o maior tesão ao vê-lo assim vestido daquela forma, aquele moreno jambo bem fortinho).
Ele usava umas botas de borracha, uma calça jeans rasgada um pouco apertada o que dava pra ver o volume grandinho amassado no saco nas calças, sabe aquelas calças bem surradas quando o cara fica pegando demais no pau e o lugar fica bem gasto e desbotado e meio amarelado, pois foi o que logo me chamou atenção, camisa de botão (meio aberta) com as mangas arregaçadas e boné, vinha trazendo dois galões de leite.
Após passar pela cancela, aproximou-se e disse: “diiiaaa, o seu Júlio (meu tio) está”?
Respondi: “bom dia, não está, ele foi pegar o carro que vai pra cidade, posso ajuda-lo”?
Ele: “é porque ele me pediu para separar esses 30 litros de leite para fazer queijo”.
Eu: “aaa sim, pode dar a volta, vou abrir a cozinha do fundo para você colocar o leite lá”.

Fui na frente dele caminhando, e com meus trajes de dormir folgadinhos devia estar bem apetitosinho quando abri a porta, vi que ele colocou os galões de leite dentro do armário e me dando umas olhadinhas, logo voltamos pela cozinha . Ofereci um copo d’água, vi que estava suado, ele logo aceitou. Perguntei se gostaria de algo mais, pois vi que seus olhos estava grudado na mesa da cozinha, se queria comer alguma coisa ou tomar um pouco de café.
Ele viu que a mesa estava posta e tinha um monte de coisas do café da manhã, bolo, cuscuz, pão, frutas … Para minha felicidade ele olhou e disse:” beleza mano, se não atrapalhar, tou com uma fome danada, e essas coisas gostosa ai, humm… não vou rejeitar o oferecido não… quero sim…tem problema não”? Eu disse: “Tem não, espere que vou pegar uma xicara pra vc tomar café”, vi que ele me passava uns rabo de olho me secando, acho que meu short dava na pinta pois desenhava bem o rego minha bundinha, e mostrava minhas pernas grossinhas e gostosas.
Pedi então pra ele vir até à cozinha de dentro da casa que eu ia pegar a xicara e talheres, pois ainda estava tudo lá do jeito que eu tinha deixado após tomar meu café da manhã.
Reparando agora mais de perto e me lembrei que já o tinha visto também, com os outros homens no dia da vacina, mas acho que ele nem me viu, ou se viu não sei, mas dando uma olhada e conferindo hoje pude ver que é bem marrentinho e saradinho, e aquela malona, me deixava babando, agente bem sabe que esses garotos da roça só andam na punheta, e deve ser um cacetão cheinho de leite, vendo ele mais de perto naquela calça jeans bem surrada, obviamente percebi logo aquele volume por baixo dela que me deixou desejando, era bem roliço e grandinho que dava pra perceber até o contorno da cabeça da rola pois a calça tava bem gasta.
Estava a fim de verificar se atiçava ele, pra vê se ele era chegado a um cuzinho pois o meu tava piscando só de olhar, não que eu desse muito na pinta, então puxei uma cadeira e coloquei um dos pés em cima e de propósito me inclinei pra pegar as xicaras e os talheres, insinuando pra ele da uma sacada nas minhas pernas grossas e na minha bunda carnuda e arrebitada , quando desci vi que desviou rápido os olhos, mas deu pra perceber olhavam pra minhas pernas com aquele olhar bem guloso de sacanagem.
Huumm… pensei comigo, o garotão magrelo , tem um olhar bem safadinho, não vou deixar escapar, quero saber de onde ele é. Coloquei as xicaras na mesa e pedi que sentasse e ficasse à vontade que podia se servir.
Ele todo acanhado chegou e se sentou à mesa, esfregando as mãos naquelas calças surradas, e eu imaginando como devia ser aquelas pernas magrelas musculosas e aquele pau escondido entre elas, que tava me dando um puta tesão, ele ainda ficou perguntando se podia mesmo, tomar café ali na cozinha do patrão, eu disse: “tudo bem, eles não estão aqui agora, você pode se servir”.
Ele muito agradecido, pois acho que ninguém nunca o tinha convidado e devia tá com uma fome danada.
Ele puxou um papo pra descontrair, falando: “vi que vc chegou lá no curral com seu Júlio no dia das vacinas”. Respondi:” isso, tava lá sim, dando uma olhada pra ver como é a fazenda”. Ele perguntando: “tu é o sobrinho dele lá da cidade né…veio passar férias?” Falei : “é vim descansar um pouco das provas da faculdade e experimentar o que tem de gostoso na fazenda, andar, nadar ficar por ai de bobeira” .
Queria logo puxar um papo pra conferir qual era a dele. Me sentei na cabeceira da mesa dando pra ele me ver sentado, dobrei uma das pernas e coloquei o pé na cadeira, e com o joelho encostado na mesa, como meu short de moletom bem macio desceu um pouco e minhas pernas ficaram mais à mostra e acho que uma polpinha da minha bundinha branquinha ficou aparecendo.
Ele engolia a comida com vontade e rápido, e cada gole de café vi que ele me passava umas olhadas, fiquei imaginando o que garotão tava pensando , será que tava pensando no pauzão dele ralando nas minha coxas?.
E fiquei perguntando, se ele trabalhava aqui na fazenda? Ele disse que “todos dias vinha pelas manhãs pra botar as vacas pra pastar e tirar o leite pra manteiga e queijo”. Perguntei se tinha garotas por aqui, e namorada ?
Ele:” Qui nada cara, só quando os manos vai numas baladas, lá na cidadezinha perto que ai tem umas piriguetes, aqui no mato é difícil, agente fica muito na seca, tu saca né?”
Hummm…claro que sacava, devia tá sequinho por uma bocetinha ou quem sabe um cuzinho, será que rejeitaria, pelo visto não.
Mas ele não me disse aonde ele ficava, e eu estava muito curioso pra saber, afinal como eu iria fazer pra encontrá-lo, como? Eu não conhecia nada da fazenda ainda.
Aproveitei pra colocar um pouco de leite e fiquei comendo uns biscoitos, nisso reparei que ele sempre dava umas olhadelas por debaixo da mesa grudando os olhos nas minhas coxas, parecia que tava me comendo com os olhos, e eu adorando, eu acho que se der bandeira ele tá o papo. Ele me olhava calado enquanto tomava café e engolia rápido acho que tava com pressa, mas eu dava uma olhada no volume apertado na calça, vi que de vez enquanto ele empurrava com as costas da mão, e tava mais volumoso.
Quando estava lá dentro, escutei alguém bater palmas na frente e chamar pelo meu tio. Disse pra ele terminasse o café, sem problemas, ele disse que já tinha acabado e já tava indo, agradecendo. Eu falei: “quem sabe a gente vai se bater por aqui pela fazenda novamente”. Ele deu um risinho, e disse: “vai ser porreta veio, vamo sim”.
Quando fui verificar quem era, adivinhem… O mesmo cara do dia anterior (que eu havia mamado). O cumprimentei normalmente, ele logo deu um sorrisinho “maroto” e perguntou: “ei garoto, onde está seu tio Júlio ”?
Respondi: “foi pegar o carro que agente tá indo pra cidade, porque”?
Ele: “porque eu precisava conversar com ele sobre as vacinas do gado”.
Eu: “entendi, acho que ele tá indo buscar mais vacinas, daqui a pouco tamos indo”.
Ele: “e você vai com ele”? (com olhar safado, não sei por que, mas a maioria desses peõs são safados) Ele: “conheço Sr. Júlio, quando vai à cidade assim só volta lá pelas 4h da tarde” Eu: “sim, preciso comprar uma coisas e vou com ele também” Ele: “e o nosso lance, quando vai ser, quando vamos terminar aquele servicinho gostoso”?
Eu: “quem sabe amanhã ou depois” Ele: “se seu Júlio trouxer as vacinas, vou ter que levar na outra fazenda e amanhã não vou ta por aqui” Eu: “ beleza, eu apareço lá debaixo da arvore, passe por lá quando você voltar” Ele:” tudo bem, vou passar sempre por lá, por sinal um rapaz teve aqui e entregou o leite?”.
Eu: “sim, o rapaz que veio trazer o leite está lá no fundo, deixei ele tomando café …mas ele disse que já tava saindo… rsrsrs”!
Ele: “oxe, o muleke da minha irmã, meu sobrinho tava aí tomando café”?
Eu: “seu sobrinho? (perguntei interrogando), Estava lá sim, na cozinha do fundo”. Ele: “Tudo bem vou passar na cozinha dos fundos para pegar a garrafa de café, e vê se ainda pego ele”. Eu interessado em saber mais daquele garotão, perguntei se ele também morava perto da fazenda e trabalhava aqui na fazenda. Ele: “sim, ele vem de manhãzinha cuidar das vacas e vai lá pro paiol”.
Hummm!!!…, com aquela informação descobri aonde poderia encontrar o sobrinho tesudo do peão, eu tinha que ver aquele garotão de perto, ele tinha me deixado com muito tesão , adoro esses magrelos roludos da roça, eu tinha que aproveitar nessas férias tudo que aparecesse por aqui, pois na cidade não era tão fácil encontrar esses taradinhos suculentos, tinha que desfrutar e me aproveitar, gozar e também dar muito prazer.
Estava em meus pensamentos que até esqueci, e me toquei que o peão ainda estava por ali. Disse pra ele: “legal, deixe eu me trocar, que meu tio já ta indo, agente se vê depois”.
Subi pra me trocar, pensando como eu iria descobrir sem dar na pinta aonde fica esse tal paiol, se eu perguntasse a meus tios ou qualquer pessoa da casa iriam querer questionar e saberiam meu paradeiro quando eu desse minhas escapulidas, eu teria de descobrir por outros meios pra que ninguém sacasse nada.
Fomos então pra cidade, meu tio resolveu as coisas dele, dei uma escapulida numa farmácia e consegui comprar meus mantimentos.
Tivemos que almoçar por lá mesmo ele tinha que fazer outra s coisas e só retornamos à tarde, que pena minha aventura só poderia começar amanhã, mas consegui o que tanto queria informações de onde ficava o paiol na fazendo do meu tio, tinha alguns peões na cidade, vi uns de conversas e soube que já trabalharam lá na fazenda, fui perguntando, perguntando e me deram a informação aonde ficava, e nunca iriam imaginar porque que eu queria me perder por lá, e ser encontrado, claro, pois é justamente o que estava planejando fazer, procurando aquele garotão magrelo roludão.
Soube que o paiol era muito depois da cancela onde eu estava acostumado a andar, seria uma bela caminhada que estava planejando fazer pra me perder logo que eu chegasse na fazenda pela manhã iria, pois segundo o tio dele o peão que eu já tinha tirado uma lasquinha, acho que ficava só pela manhã.
Ah! Já chegamos quase noitinha e depois da janta fui logo dormir com meus milhões de pensamentos das aventuras que estavam acontecendo nas minhas férias, que eu nem imaginaria iria desfrutar de muita putaria gostosa com o peão e o sobrinho tesudão do peão que trabalhava também na fazenda, fui dormir ainda com esses pensamentos e terminei sonhando me desfrutando dos dois garanhões.
Acordei cedo, porque todos também dormem cedo, tomei café bem gostoso e disse pra minha tia que iria dar uma caminhada pela fazenda que na hora do almoço estaria de volta, ela me disse pra ter cuidado e não me perder que nem meu tio nem o peão Denys estariam pois estavam vacinando os gados e provavelmente estariam em fazendas vizinhas. Eu disse tudo bem, pois iria tomar cuidado.
Fui caminhando pela fazenda e após a cancela tomei a direção onde haviam me dito como chegar até o paiol, andei um bom pedaço acho tinha feito uns vinte minutos de caminhada, pois acho que era quase 10 da manhã pois o sol já estava esquentando.
Quando avistei a velha casa do paiol, mas não o vi, cheguei olhando e tinha uma grade pela janela fiquei espiando, quando dei uma olhada num monte de feno tava ele lá sentado, batendo uma bela punheta, todo arriado, pois acho que por ali era difícil aparecer alguém.
Olhei e dava pra ver um belo de um pau grandão que ele socava na mão com vontade, mas eu também não queria que ele desperdiçasse aquele leitinho. Então como tinha um monte de ferramenta e madeiras empilhadas defronte porta cancela fui correndo , foi quando me esbarrei derrubei algumas e deu pra fazer uma baita zuada.
Ele deve ter ouvido o barulho, pois vi quando ele chegou aflito na porta pra ver o que estava acontecendo, ainda se ajeitando no short e escondendo aquele pedaço de carne durão que ele cobriu com a camisa quando me reconheceu.
Assim que ele me viu e gritou de lá “oxi, é o sobrinho do patrão, que tá perdido?’ Eu disse: ”poi´s é fiquei andando pela fazenda, acho que me perdi então vi uma casinha de longe não sabia o que era, acho que andei demais, vc tem água por aí, acho que tou cansado e com muita sede.”
Ele: “vamos sim, tem uma moringa que eu trago cheinha, tá lá dentro”. Fui seguindo ele e entramos no paiol, onde reparei um monte de ferragens e madeiras. Além de um monte de fenos empilhados, ele pegou a moringa de agua e despejou naqueles copos de metal e eu bebi com muita vontade, não vou negar que estava com bastante sede.
Estava com um shortinho mais folgado nesse dia pra caminhadas e uma camiseta, e tava um pouco cansado da bela caminhada que tinha feito que quando me sentei em um dos bancos de tábuas, que era meio alto dobrei uma das pernas e me apoiei na outra, e meu short desceu um pouco é claro que que fiz de propósito, e vi logo que ele fixou os olhos nas minhas pernas com aquele olhar guloso, provavelmente deveria estar chateado por eu ter interrompido a punheta que ele tava afogando aquele ganso com tanto gosto.
Comecei perguntando o que ele estava fazendo e como era o trabalho dele, e o que era um paiol. Ele prontificou-se a me mostrar, que era grande e espaçoso, tinha uns cercados onde estavam um bezerrinho ainda novinho, que ele me disse que a vaca tinha dado cria e estava ainda amamentando. Uma cena que me deixou parado admirando, me aproximei do cercado e me debrucei um pouco pra olhar, ele se aproximou, mas não tão perto, e só me passando uns rabo de olho e ficava só me sarando, então apontei pra uma outra coisa perguntado a ele e me aproximando mais, mas acho que ele era meio envergonhado, não sei se tava sacado que eu estava afim dele, eu sempre de olho no pauzão dele que ficava balançando , hoje ele estava com uma bermudona de tecido grosso bem surrado, mas dava pra ver bem desenhado a geba dele.
Fui ficando mais próximo dele, e coloquei uma perna me apoiando pra subir no cercado e ver melhor os bezerrinhos, quando sem querer dei uma escorregada, e pra não me desequilibrar me apoiei nele e minha perna deu uma roçada nele, foi quando ele tentou me segurar eu senti o pau dele amolecido se encostar em mim, não me afastei rápido e deixei minha perna roçar bem devagar no pau dele, como ele deve ter sacado que eu não me afastei logo ele tirou uma lasquinha dando uma encoxaninha e depois se afastou indo pra cerca.
Foi falando: “cara assim você se estaboca no chão”.
Eu “foi sem querer escorreguei, ainda bem vc tava perto, senão tinha caído de cara no chão”.
Como inda estava perto dele coloquei novamente minha perna no cercado próximo dele, fui me aproximando quase tocando a perna dele, continuei fazendo umas perguntas bobas.
Acho que ele sacou as minhas intenções e foi se aproximando mais, aí senti o pau dele roçando a minha perna, como eu fiquei paradinho e desconversando, ele foi se chegando e empurrando mais, meu coração ficou aos pulos sentindo aquele pedaço de carne ficando duro de encontro as minhas coxas.
Fiquei logo arrepiado e meu cuzinho logo começou a piscar feito louco, como não sou bobo dei uma empinadinha pra ele vê que eu também estava gostando, quando ele percebeu senti ele dar uma encoxada com vontade com aquele pauzão já durão.
Aproveitei que ele tinha se chegado mais eu empinei minha bunda ele aproveitou que eu estava me oferecendo e agarrou me puxando pela minha cintura, fui roçando pra que meu rego se encaixasse na rolona dele, ele então foi chegando cada vez mais por trás e empurrando gostoso.
Ele já estava colado em mim com o pau durão subindo e descendo no meu rêgo, foi falando: “Cara que pernas gostosas vc tem e que bundão mais macio caracas. Sabe que fiquei louco pra fuder naquele dia na cozinha, meu pau quase salta da calça, que fiquei amassando ele pra não durecer. Já bati umas 10 na sua intenção. Caraca que bunda gostosa da porra veio, e que pernas, muito mais gostosa que muitas minas daqui’’.
O garotão era safado demais, ai..ai…aiii… do jeito que eu gosto, ficava empurrando aquele cacetão com vontade puxava pela minha cintura e atolava na minha bunda apertando com tanta vontade que eu me deixei todinho a sua mercê e fiquei rebolando naquele pau gostoso pra cacete.
Ele pegava na minha bunda e apertava com vontade, me puxava e alisava minhas pernas, numa ansiedade falando: “vamo fuder, vamo fuder”.
Foi quando ele disse: “deixa eu meter nesse cuzinho, vai, vc deixa? faz tempo que não como um cuzinho, tou louquinho de vontade, vc me dá esse cuzinho?”.
Eu falei: “ dou sim”, Ele : “Deixa eu meter nele todinho, deixa?”
Eu já todinho entregue, disse: “Deixo sim, vai bota nele..vai”.
Eu estava querendo muito sentir o pauzão dele, mas, e falei pra ele que acho que eu não conseguiria aguentar, é muito grosso e grande.
Ele disse: “que nada, um rabão desse engole ele todinho, boto a cabecinha bem devagar e vc fica rebolando assim com tá fazendo, que ele vai entrando bem gostoso”.
Coloquei então minhas mãos pra trás e senti o tamanho do pacote (ainda dentro da calça), grande e grosso, peguei apertando a cabeça grande e pesada … aí pra conferir comecei a meter a mão ele já tinha deixado os botões meio aberto, safado…vi que era grossão, e pesado, muito maior do que o do tio dele, sem olhar para trás comecei a apertar e até chegar na cabeça que tava meladinha, sentia crescer cada vez mais em minhas mãos aquela jiboia grandona, como era gostoso sentir aquele moreno safado novinho e cheio de energia !
Me virei pra conferir a rolona que eu segurava , o pau era ainda mais lindo do que do tio dele e muito, mas muito maior, se o do tio tinha uns 19cm ou 20cm, o do sobrinho devia ter uns 22cm e bem grosso, era um jumentinho delicioso cheio de fogo , ele foi me segurando pelos meus ombros e foi me abaixando de encontro a seu pau , eu fui me ajoelhando e aproximei meu rosto do seu cacete, comecei a cheira-lo, delícia cheiro forte, cabeça toda meladinha, o pau já estava todinho fora da calça levantei o pau e abocanhei seu saco (adoro chupar saco também ), lambi aquele saco todinho e fui passando a língua até que cheguei na cabeça meladinha , botei ela toda na minha boca e assim que engoli ele deu um gemido alto como tivesse gozado , tentei engolir mais, não aguentei era grande e só cheguei na metade e ele gemendo vai…vai…que boquinha deliciosa, caraio ninguém nunca me chupou assim… veio vc mama gostoso pra cacete…uiii!!!! assim eu gozooo…
Terminei de abaixar suas calças com aquele cacetão lambuzando meu rosto. Ele me puxou e disse, “vamos, tem um lugar mais gostoso ali no meio dos fenos, quero meter a língua e amaciar esse cuzinho, ele já com a mão toda enfiada dentro do meu shot que não cansava de “brincar” com meu anelzinho, bulinando e metendo os dedos…
Caímos em cima dos fenos e ele puxou logo tirando meu short e me deitando de bruços separando as minhas pernas, e claro empinei meu cuzinho rosadinho todinho pra ele que logo senti sua língua me invadindo, fui ao delírio (é um dos meus pontos fracos), adoro ter o rabo invadido por uma língua .
Soltei um gemido, ele logo disse: “tá doidinho p/ter essa rolona não é”?
Respondi: “sim, tou sim …mas não sei se vou aguentar, mas tou louquinho pra pra você me comer todinho, mas vai devagar senão eu grito”! Ele “ ah! é viadinho, você vai gritar a vontade, vai ser difícil aguem te ouvir, só as vacas lá fora” , ele ficou dando umas mordidas na minha bunda e nas minhas coxas, depois passou a língua dentro do meu cu e foi enfiando…enfiando, e nossa, eu quase desmaiei de tanto tesão. Foi quando ele disse: “vou meter um pouquinho em você?”. Eu falei que sim e que ele colocasse devagar, peguei o lubrificante e a camisinha no meu short e pedi pra ele colocar.
Ele pôs uma boa quantidade do lubrificante nos dedos e começou a lambuzar o meu cuzinho, enfiou um dedo eu dei um gritinho ele disse: “caraio veio, que cuzinho apertadinho, vou amaciar mais”, e foi enfiando um depois os dois dedos enquanto ficava deslizando aquele cacete enorme pelo meu rego, para cima e para baixo, de quando em vez parando com a cabeça encostada nas minhas pregas, ele pôs a camisinha e segurou o pau na na entrada do meu cu, quando senti eu abri mais minhas pernas.
Ele começou a passar a cabeça do pau no meu cu, me matando de tesão ao sentir roçando meu rabo, ele começou a forçar, e eu sentia uma pressão dolorida querendo invadir meu cu empurrando cada vez mais forte, eu gemendo de dor.
Ele continuou forçando e disse com voz de quem estava fazendo força:” _ Não tá querendo entrar, tá muito apertado”. Naquela altura das coisas, eu já estava desejando, ardentemente, que ele, de fato, começasse a meter aquele cacete todinho, ele continuou a forçar e de repente, senti uma grande dor no rabo e olhei pra cara dele que me disse com um sorriso sem vergonha: – Entrou! Ele então se debruçou sobre mim e me perguntou com a boca perto da minha, pude sentir o seu hálito: – Tá doendo? quer que eu pare ? Eu havia gritado com a dor na hora que a cabeça entrou, mas agora eu estava me acostumado e relaxei mais. Além do que eu não queria parar com aquilo de forma alguma. Então respondi que doeu, mas que não parasse. E ele começou a forçar novamente, e foi enfiando o pau bem devagar, mas sem parar um momento sequer, o que me dava muito tesão e me causava uma dor cada vez maior e um tesão louco, pois por mais que sou acostumado a dar meu cuzinho, nunca havia pegando uma rola do jeito da dele, era muito grossa e grande.

Ele disse: “Calma a cabeça já passou, agora tá fácil, daqui pouco tá todinha, relaxe veio, vou devagarzinho, não vou deixar esse rabão gostoso escapar, não mesmo”, ele então empurrou mais e entrou um pouquinho (pouco mais que a cabeça) e parou, para que eu ficasse mais relaxado.
Foi aí que ele, percebendo que eu vinha suportando bem o seu cacetão, enfiou mais (imagino que até a metade, pelo menos). Pensei que eu tinha sido rasgado e, involuntariamente, soltei um grito e me joguei para a frente. Não me afastei muito, porque ele estava em cima de mim me segurando pelos quadris, ele me pediu calma e parou o movimento de “vai e vem” instantaneamente.
Ficou parado por um tempinho, mas sem tirar a metade daquele caralhão duro que já estava enfiado dentro, dizendo que eu relaxasse, porque logo eu iria me acostumar, que hoje ele ia me comer todinho de qualquer jeito, eu também estava querendo muito ter aquele rolão enfiado no meu rabo além do mais ele estava me deixando com um tesão fora do comum.
O meu cuzinho começou a piscar de tesão e foi se acostumando com aquela grossura toda e eu voltei a sentir a excitação de antes e comecei a rebolar minha bunda pois agora parecia ter me acostumado. Nessa altura das coisas, eu já estava prontinho para engolir todinho (e ele sabia disso).
Quando eu senti ele começar o “vai e vem” e cada vez mais metendo mais fundo então abri as pernas e empinei o cuzinho me abrindo mais pra ele enfiar, foi quando senti o corpo dele bater contra a minha bunda, e me dei conta de que ele tinha conseguido me fazer aguentar aquela geba enorme, ele me agarrou pela minha cintura até eu sentir seus pentelhos crespos encostarem na minha bunda.
Soltei um grito e ele então ele ficou parado mais um tempinho. Tinha sentido dor, mas agora que o pau já tava todo dentro do meu rabo, não queria parar, mesmo porque estava quase gozando de tesão. Além do mais, estava já me acostumando com a dor, que agora já era menor, com o pau já alojando dentro do meu rabo.
Ele perguntou novamente: “– Tá doendo? quer parar?”…Respondi que não, vai…continue ..não pare não e ele foi em frente. Naldo começou a bombar o pau dentro do meu cu com força, sempre gemendo e dizendo: “– Ai que cu gostoso, que cu apertadinho! Tá gostoso? “ …ficou dando umas mordidas nas minhas costas e me lambendo me deixando todo arrepiado, e dizendo: … “caraio, veio tu é gostosinho demais, queria ficar aqui o dia todo te comendo aqui no paiol, que cuzinho mais macio e gostoso da porra”.
Ele ficou falando: “Não disse que botava com jeitinho, você engoliu ela todinha, inda tá rebolando nela, caraio veio, vc parece um putinha, rebola gostoso demais”. Eu só gemendo e pedindo pra ele vai…vai..mete mais e mexendo gostoso naque cacetão e pedindo…vai.. Naldo …mete, vai aiiiii!!!!!… Até que ele finalmente enfiou o pauzão roludão todinho dentro do meu cú, bem devagarzinho, ele ainda falou que tava meio apertando, e tava mesmo, mas tava muito gostoso também. Ele começou a bombar com força, eu não consegui segurar e acabei gemendo bem alto.
Ele gostou daquilo, me deu uns tapinhas na minha bunda e falou que eu podia gemer a vontade pois só ao bois e as vacas ia ouvir a gente. Ele estava bastante ofegante, me fudendo com vontade. Em seguida ele me fez levantar, virar de costas pra ele e me apoiar na cerca de madeira, deu uma cuspida no meu cu, lambuzou o pau também, e de uma só vez socou seu pauzão no meu cuzinho que já estava todo aberto, senti uma ardência danada, mas depois que acostumei foi só prazer.
Ele me puxava pelo cabelo, batia na minha bunda e socava cada vez mais forte, aquilo estava realmente uma delícia. Foi então q ele avisou que estava quase gozando, então comecei a socar uma punheta para mim para gozar juntos também, então sentir seu mastro aumentado mais, e ele apertando minha cintura e forçando ela para baixo, e deu um gemido mto alto, isso ele estava gozando, dois foi tirando aquele pauzão do meu cú e se jogando em cma do monte de feno, “veio, que foda gostosa”.

Eu disse pra ele que tinha que voltar pra casa da fazenda pois meus tios estavam esperando pro almoço, mas prometi voltar logo, logo, afinal minhas férias estavam apenas começando e iria aproveitar demais, dando e recebendo muiitooo prazer.
Saí do paiol com as pernas ainda bambas, e o cuzinho todo ardido.
Ele ainda foi me acompanhando ate metade do caminho…

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3 Comentários

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  • Responder ER

    Alex, e o conto do seu sobrinho?

    • Alex.Almeida

      …eh…que esse tava me dando mais tesão.

  • Responder Tales

    Você tem que continuar contando suas aventuras na fazenda porque estes dois contos estão entre os melhores daqui além de você escrever muito bem e me fazer lembrar das minhas aventuras