# #

Meu sobrinho curioso

2135 palavras | 13 |4.74
Por

Tio passa as noites ensinando o sobrinho sobre sexo

Disclaimer: este conto não é meu. Não sei quem é o autor, mas caso alguém saiba, por favor se manifeste.

No alto dos meus 43 anos jamais tive qualquer relação homossexual, a não ser aquelas brincadeiras que costumamos fazer na nossa mais tenra idade. Mas hoje isso mudou e mudou pra melhor. Separei-me de minha mulher já faz dois anos e assim que me separei, por dificuldades financeiras vim morar com minha irmã bem mais nova que eu, seu marido e seu único filho (Felipe) que hoje tem 9 anos; a casa não é muito grande, mas como é antiga, têm os cômodos espaçosos, possuindo apenas três quartos (um deles é utilizado como uma espécie de escritório, os outros dois são divididos entre o casai e o filho). Acabei dormindo no quarto de Felipe onde ha duas camas de solteiro. Fiquei abatido com o divórcio e isso me levou a um certo afastamento das coisas que chamam de normais, nem namoradas eu passei a procurar. Fiquei mesmo na seca, mas não me incomodava com o fato, a não ser pelas ereções noturnas.

Felipe é um menino esperto para certas coisas e muito inocente para outras, principalmente nas relacionadas a sexo, mas interessado, vivia me perguntando sobre tudo, dizia que seu pai não tinha tempo e ele tinha vergonha de perguntar para a mãe, assim, nossas conversas e amizade foram aumentando; ele aproveitava as noites para saber mais sobre tudo e eu pacientemente explicava da melhor maneira possível. Em menos de um mês da minha vinda para cá, já éramos bem íntimos, ele já trocava de roupa na minha frente e tinha a mania de só dormir pelado, muitas vezes vendo seu corpo nu, tive ereções, mas afastava tais pensamentos imediatamente.

Passei a pegar DVDs pornôs para vermos no quarto depois que todos já haviam se recolhido, assim ele poderia ter uma noção maior de tudo que conversávamos; um dia Felipe me disse: “Tio, pega uns de homem com homem”. Expliquei que ele não gostaria, que era melhor continuar assistindo os com mulher com homem, etc. e tal, mas ele foi insistente e fiz o que ele havia me pedido. Colocamos para rodar a noite, abaixamos o som da TV e ficamos cada qual em sua cama assistindo. Corno nossas camas eram bem afastadas e não podamos falar alto, ele me pediu para ficar na minha, pois queria me fazer perguntas, eu deixei, ele levantou-se total mente nu e entrou embaixo do meu lençol, deitou-se de lado sem se encostar e continuamos a ver o filme.

Senti a quentura daquele corpo ao meu lado e isso mexeu com minha libido, meu pau ficou imediatamente como uma rocha. Não sei se por falta de mulher, fiquei com um tesa o muito grande, mesmo assim continuei a ver o filme, notei que Lipe estava muito quieto, olhei por cima de seu ombro e ele estava de olhos fechados parecia ter adormecido, meu pau não dava trégua e pela minha cabeça passava mil coisas, virei- me fingindo procurar uma posição melhor e me encostei de leve nele, que continuou imóvel, tirei o lençol de cima de nós e passei a mão naquela bundinha lisinha, sua pele se arrepiou toda, encostei bem de leve a cabeça da minha rola nas coxas dele e aguardei alguns instantes. Ele permanecia imóvel, peguei sua mão e a coloquei apara trás de seu corpo de forma que ficasse com a palma virada pra cima, botei meu pau e com a minha mão o fiz segurar e punhetar minha pica, dentro de algum tempo senti que sua mão já fazia pressão sozinha em torno do meu pau.

Fiquei durante alguns minuto aproveitando, quando senti que sua mãozinha estava me punhetando sem a ajuda da minha, fiquei só fingindo que segurava a sua, a pele dele estava toda arrepiada, tirei minha mão de sobre a dele, molhei o indicador com saliva e passei naquele cu virgem, repeti o gesto umas cinco vezes cada vez com maior quantidade de cuspe, depois fiquei brincado com a pontinha do dedo em seu reguinho e em volta do seu anus, parei bem na portinha e enfiei só a pontinha do meu dedo e fiquei mexendo-o de leve como se estivesse tremendo. Sua mão apertou meu caralho com mais força; tirei minha pica de onde estava, levantei-me e dei uma volta na cama, coloquei um joelho sobre ela e comecei a passar minha pica no rosto lisinho do Lipe, passei na testa, em cada olhinho, um por vez e repeti varias vezes a mesma coisa, coloquei a pontinha da cabeça em cada narina dele e deixei ele sentir o cheiro de uma piroca.

Corno ele continuava quieto apenas sua respiração havia aumentado, encostei em seus lábios. Lipe tem uma boca pequenina, fiquei passando de um lado pro outro, passei saliva na cabeça da pica para ela escorregar naqueles lábios, comecei a forçar a entrada na boquinha dele, bem de leve mais firmemente, meu pau começou a ser engolido por aquela boquinha quente e muito apertada, senti que Lipe estava tendo dificuldades até para engolir a cabeça da pica, sua boca era pequena mesmo e eu tinha um pau de 20 cm e um tanto grosso também, mesmo assim meu sobrinho se esforçava, quando a cabeça entrou, fiquei paradinho e com a mão passei a balançar meu pau com força. Lipe se engasgou ainda mais e eu meti quase que a metade, então iniciei os movimentos de praxe, foram dez minutos assim, tirando e enfiando a metade da pica naquela boca quente, úmida e apertada, só não esporrei ali porque fiquei com receio dele se engasgar, não apreciar o gosto e não querer fazer mais nada e que também pela minha cabeça de cima passava mil ideias. Deixaria isso pra outras ocasiões.

Tirei minha pica toda babadinha, peguei em meu armário um lubrificante e voltei a me deitar por trás dele, abri suas lindas nadegas, meti a ponta do tubo no anus dele e apertei com vontade, depois enchi todo o seu reguinho e um pouco entre suas coxas. Posicionei-me encaixando a ponta do meu pau entre suas pernas e forcei até sentir a cabeça tocar em seu saquinho, fiquei ali o tempo necessário, pois enquanto metia por ali, enfiei um dedo no seu eu para ir alargando, ele se mexia um pouco mas aguentava bem, após uns dez minutinhos, comecei a roçar meu pau no seu reguinho de baixo para cima, cada vez mais forte e mais decidido, quando passava pela porta do seu buraquinho, ele se arrepiava todo, eu dava meia parada e prosseguia, quando achei que ele estava no ponto, passei uma quantidade generosa na cabeça da minha piroca e posicionei-a bem na entradinha, nem com mulheres eu tinha visto meu cacete tão duro e parecia estar maior, mais grosso do que era; encostei minha boca no seu ouvido e comecei dizendo: “Fique relaxado, que titio não vai te machucar, não tenha medo, no inicio pode arder um pouquinho, mas depois fica muito bom, titio é mestre em corner bundinhas virgens, essa posição de ladinho é a que dói menos, depois, quando você estiver acostumado, faremos outras.”

Enquanto eu cochichava em seu ouvido forçava a pica de encontro ao seu anelzinho que piscava sem parar e abria sua nádegas em lugares alternados para facilitar a penetração, pedi para ele fazer força pra fora e ele me obedeceu, mas nada consegui, repeti pra ele: “Quando você sentir uma pressãozinha ai atrás, faça bastante força pra fora.” Ele fez e senti a cabeça sendo engolida de uma só vez, ele trancou as pernas, tremeu todo o corpo e soltou um gemido abafado, nem sei se de dor ou prazer, naquela hora eu só estava interessado em entrar ali. Fiquei parado por vários minutos, para ele se acostumar e eu não gozar fora da hora, depois fui forçando e como na boca, só consegui enfiar menos da metade, mesmo assim dei inicio aos movimentos, ele foi relaxando, mas não parou de gemer e soltar alguma lagrimas e eu prossegui no meu intento, meter naquele eu e vicia-lo em me dar.

Fiquei bombando com a maior calma mais de dez minutos e voltei a falar-lhe no ouvido: “Viu como está gostoso? Já que você está quietinho e gostando tanto vamos experimentar outra posições, pode continuar dormindo ta?” Arrastei-me junto dele e sentei na beira da cama, tinha a intenção que com seu peso e minha ajuda eu poderia penetra-lo totalmente, mas não adiantou, aquele eu era muito apertado, ficamos assim mais um tempo, eu levantando-o pela cintura e depois deixando seu corpo descer com o próprio peso, o máximo que consegui foi colocar mais uns dois centímetros pra dentro dele, deitei-o de bruços e prossegui bombando, mas seu buraquinho era resistente, eu não queria forçar muito para não causar muita dor, ele gritar e acordar seus pais que dormiam no quarto ao lado, tive uma ideia, levantei-o junto comigo, ficamos de pé, eu com os joelhos arcados tentava elevar o meu corpo forçando a entrada da minha piroca naquele eu delicioso, quente e sedoso, segurei-o pelas coxas e o levantei com as pernas pra cima e soquei meu caralho nele enquanto fazia força com seu corpo pra baixo durante alguns minutos, mas de nada adiantou também.

Já prestes a gozar, caminhei enganchado com minha pica em seu rabo e o coloquei sobre a cama, ele ficou com os braços estendidos para frente e com o rosto no lençol, tirei meu pau, peguei o tudo de lubrificante, enchi a cabeça com o creme, meti dois dedos em seu eu que estava acostumado ha mais de 50 minutos com a grossura da minha pica, e os abri lá dentro, não fiz como da primeira, onde só meti a ponta do tubo, dessa vez meti quase todo ele e despejei o restante do conteúdo lá dentro, me posicionei rapidamente e encostei naquele cuzinho apertado, foi bem mais fácil a entrada da cabeça dessa vez, eu de pé ele de quatro sobre a cama, enlacei-o pela cintura com meus braços e fui introduzindo minha pica, lenta mais vigorosamente, ele começou a soluçar e a gemer mais alto, mandei-o morder o lençol.

Meu caralho ia destruindo cada barreira, cada prega daquele buraquinho quente, eu delirava e nem me incomodava com as tentativas de fuga, da forma que ele agarrava com força o lençol com suas mãos e as mexidas que Lipe dava, aproveitava o balançar do seu corpo e metia cada vez mais, olhei pra meu pau e com satisfação vi que havia entrado mais da metade, uns 11 ou 12 cm. Já estavam dentro, disse-lhe baixinho: “Estou satisfeito com você, aguenta uma rola grossa como muita gente grande não aguenta.
Depois de hoje você vai querer piroca toda hora e titio vai estar aqui pra te satisfazer ta? Agora fica firme que vou enfiar o que falta.”

Enquanto eu falava senti o gozo se aproximando e quanto mais chegava perto, mais tesa o me dava, firmei meus braços nele e puxei seu corpo de uma só vez ao encontro do meu enquanto forçava meu quadril pra frente, senti meu saco tocar a parte de baixo de suas nadegas, ele deu um aperto tão grande com o eu que pensei que ia cortar meu caralho fora. Seu corpo se retesou com tamanha força que ele despencou sobre a cama tremendo sem parar e eu explodi num gozo monumental, enchendo aquele cuzinho com uma quantidade enorme de porra, cai sobre ele e fiquei assim muito tempo até sentir que meu pau estava bem flácido.

Fui saindo devagar de dentro dele, ao ficar de pé, notei que do seu cu para suas coxas estava escorrendo porra misturada com sangue, peguei um pano e o limpei, levando-o no colo até sua cama, cobrindo-o e deixando-o dormir ou desmaiado mesmo. Sabia que nos próximos dias aquilo iria doer pra cacete, mas que assim que melhorasse um pouquinho, Lipe voltaria a me procurar e ficaria viciado em levar pica no rabo. E como diz o ditado popular: QUEM NÂO TEM CÂO, COME o GATO MESMO.

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,74 de 46 votos)

Por # #

13 Comentários

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Responder Rodrigo

    Eu tinha 7a qdo meu padrinho veio morar em casa e ficou junto comigo no meu quarto. Já de inicio ele tirava a rola e mandava eu pegar, logo já estava chupando. A gente brincava de Megamania até tarde, e meu pai pedia pra fechar a porta pq o barulho do jg incomodava, então ele trancava, já tirava a roupa e mandava eu tirar tbm. Colocava o colchão no chão e mandava eu chupar. Eu ficava na posição de anjo, e enquanto eu chupava, ele brincava com os dedos no meu anelzinho. Sentia um incômodo qdo ele tentava enfiar um dedo. Depois eram dois, e ao mesmo tempo ele deitava sobre meu corpo pra beijar e morder minha bunda. Um dia ele pegou uma sacola na mochila, depois dobrou um cobertor e mandou eu deitar de bunda pra cima e abrir as pernas. Passou gel no meu anelzinho, colocou a rola e foi tentando me penetrar. Senti muita dor na hr que me penetrou. Tentei sair, mas ele segurou firme e falou pra eu relaxar. Eu tinha 7a, e enquanto ele morou em casa, ele meteu quase todos os dias. E foi assim até os 11a. Só voltei a encontra-lo qdo eu já estava com 20a, e ele me tratou normal, como se nada tivesse acontecido.

    • Peter

      Tu ainda curte atualmente?

  • Responder Sr Ka

    Caramba, o autor deste conto é fenomenal.
    Se existir continuação, poste para nós

  • Responder Bruno gaucho

    [email protected] chamem ai

  • Responder Scot Mendes

    Me chamem no telegram (scot mendes) teve uns vídeos legais de novinhos

    • Marcel

      Não encontrei seu telegram

  • Responder Ash

    Quero continuação pfv

  • Responder ORFHEU

    delicia como vc transformou seu sobrinho em sua putinha particular, bem excitante, novinho que leva a primeira pirocada vicia e nao quer largar mais, nao demore a continuacao

  • Responder Putinho13

    Gostoso, mt tempo q não leio conto gay com novinho bom assim

  • Responder Jairo

    Vou fingi que acredito. Conto legal mas vc pecou em ser uma pau de 20 cm e o garoto não sentou nada. Poderia pelo mesmo te lutado com a dor, mas valeu.

  • Responder JhonPedoro

    Muito bom, me excitei d++++,, continua, mó tesão, vontade de fazer igual o cara do conto

  • Responder Sandro

    Muito bom, espero que tenha continuação.

    • anonimo

      pelo que entendi ele tinha 7 qando voce comeu,gosei