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Contos Reais – O bikkini de bolinha da minha priminha ninfeta

1093 palavras | 8 |4.38
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Haviam muitos anos que não via minha prima, e quando fui visitar minha tia ela já não era mais uma criança, mas uma bela ninfeta.

Resolvi escrever esse conto por estar cansado de vir procurar contos eróticos bons e só encontrar porcaria mal escrita fake. 99% do que se encontra de conto erótico é porcaria. Raros são aqueles/aquelas que sabem escrever uma história fictícia e mais raros ainda os que sabem contar suas histórias reais bem contadas.
Resolvi tentar a sorte. Vou contar uma história real minha que até hoje ainda é um fetiche forte na minha vida.

Sou alto, bonito, engenheiro formado, bem empregado, dominante por natureza e isso ocorreu quando eu devia ter por volta de uns 19 anos quando estava no início da faculdade de engenharia.
Para vocês entenderem, eu morei em outra cidade durante toda minha infância e adolescência, apesar de ser natural da capital, e por conta disso resolvi que ia prestar vestibular e passei, e cá estava, 12 anos depois de volta à minha cidade natal.
Minha família continuava toda aqui e fazia muitos anos que não encontrava umas tias, primos e primas.
Bom, um dia minha tia me convidou para casa da minha vó junto com ela e com meus primos e fazia realmente muito tempo que não a via e nem meus primos. Ela tinha tido dois filhos com o marido dela, um rapaz que estava com uns 10 anos na época e um menina que estava com 13. Eu tinha 19 e a ultima vez que tinha visto meus primos eles ainda eram muito crianças.

Quando eu cheguei na casa da minha vó, comprimentei minha vó, minha tia e o marido dela, meu primo estava um rapazão já e minha prima…… ahhh, priminha…
Estava linda, sempre havia sido linda toda vida, mas aos 13 era uma das visões mais lindas da minha vida.
Branquinha, jeitinho de ninfeta, com corpinho todo certinho, bundinha e peitinhos na flor da idade e cinturinha fina, além de um rosto lindo e um charme angelical.
De fato minha prima era a visão dos sonhos, mas ela era minha prima e até então eu não tinha malícias incestuosas, só tinha lido alguns contos na internet que eram interessantes, mas não passava disso… não pensava que poderia se tornar algo real.

Enfim, o tempo passou, fomos dormir e como a casa da minha avó é pequena, eu, meu primo e minha prima fomos dormir na sala juntos. A sala também era bem apertada então montamos tipo uma cama coletiva no meio da sala pra dormirmos. Ficamos vendo tv até tarde e conversando, fazia muito tempo que não os via e realmente estavamos com saudade. Meu primo sempre muito brincalhão e com boa energia, e minha prima e eu flertando todo tempo enquanto conversávamos.
Aquilo foi tomando conta de mim e eu, naquela época, já era bastante experiente. Sempre fui entre os meus amigos o que melhor se dava com a mulherada e realmente nunca me faltava uma bela foda. Mas eu não queria jogar tão hard com a minha prima que devia ainda estar nos primeiros beijos, nas primeiras passadas de mão. Não queria corromper a inocência dela de forma não consensual ou acelerada demais.

Mas aquela noite foi realmente muito gostosa, meu primo dormiu e ficamos só eu e minha prima conversando sobre a vida. Eu contando como era meu estilo de vida solteiro e ela me contando os garotos da vida dela, com quantos já tinha ficado. Eu realmente fiquei absurdamente a fim de pegar minha prima depois desse dia, e ela também.

Na casa da minha vó não rolou nada, só ficamos realmente empolgados de estarmos juntos. Fui embora pra minha casa e 1 semana depois iríamos nos encontrar novamente mas na casa da minha tia. Era período de férias então queriamos curtir e a casa da minha tia é bem grande, tem piscina, jardim, espaço pra todo mundo. E lá íamos passar 5 dias juntos, já estava marcado.

Vocês podem imaginar que depois dessa experiência na minha vó, eu fiquei na minha casa o tempo inteiro pensando naquela ninfeta, pensando que ia encontrá-la de novo em breve, realmente tava foda de vontade. Mas ao mesmo tempo sentia algum tipo de culpa, acho que o tabu que existe sobre incestuo faz isso com a gente.

Nesse período eu e minha prima conversávamos o tempo inteiro pelo WhatsApp e começamos a desabafar sobre como haviamos nos sentido depois da casa da nossa vó e confessamos que ficamos a fim um do outro. Enfim, meu coração já tava acelerado e ficou mais ainda quando cheguei na casa da minha tia praquela estadia prolongada, por que sabia que era inevitável eu não pegar minha prima.

Quando cheguei, cumprimentei todo mundo e como a casa da minha tia é toda voltada pra piscina, minha prima já estava de bikini na piscina. Bikini de bolinha naquele corpinho de ninfeta linda. Que visão.

Nos cumprimentamos, coloquei minhas coisas no quarto do meu primo, por que eu iria dormir lá (que é em frente ao quarto da minha prima) no segundo andar da casa.

O dia passou, quando o dia foi escurecendo, ficamos lá em cima conversando, meu primo jogando videogame e eu com a minha prima no quarto dela conversando. Meu primo não conseguia ver nada, apesar da porta do quarto dela estar aberta. Ficamos na cama conversando eu e ela, ela ainda estava com aquele bikini de bolinha na cama dela.

Resolvi comentar sobre o bikini e aproveitei pra encostar no corpo dela sutilmente. Ela foi receptiva e continuamos conversando, até que ela pegou a coberta e jogou por cima de nós, quando ela fez isso olhei pra ela, ela olhou pra mim e dei um selinho na boca dela.

Na mesma hora ela levantou e ficou um pouco confusa com a situação, mas tranquilizei dizendo que era algo que a gente queria e eu não me incomodava.
Ela pensou um pouco e deitou de novo, me aproximei e dei um beijo de língua nela.
A partir daquele momento minha prima já era minha e dali seria só paraíso.

Nesse conto não tem sexo explícito, cenas e situações absurdamente surreais por essa não é a realidade na maioria dos casos. O conto é longo e a história é devagar por que a vida é assim mesmo, tudo no seu tempo.

Se gostarem procurem pelo próximo.

Digam não ao sexo não consensual.

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8 Comentários

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  • Responder Ebannus

    Que merda

  • Responder antonio

    que porcaria…deve ser um mané punheteiro. Hoje em dia vc olha para a menina uma vez. Na segunda vez já está metendo a pistola nela. Exceto esse manés como o autor.

  • Responder Ramon

    Bom conto, nota 8. Concordo com vc no sentido de ter mais contos fictícios do que reais. Gostaria de ver mais contos reais nesses sites de contos. Mesmo que com erros de português, desde que sejam reais e sinceros.

  • Responder Claudio Alberto

    Gostei, bem escrito apesar de alguns termos um tanto deslocados e sem sentido mas carregado de sensibilidade. Lerei o próximo…

    • Claudio Alberto

      Desculpe-me, digitei erradamente “sensibilidade” onde deveria ser sensualidade…

  • Responder John

    Me mande conteudo
    [email protected]

  • Responder ContosReais

    E-mail do autor, para quem se interessar:

    [email protected]

  • Responder Louise

    Muito bom conto, muito gostoso