# # #

Contos Reais – O bikkini de bolinha da minha priminha ninfeta II

1909 palavras | 4 |3.46
Por

Depois de dar o primeiro beijo de língua na minha priminha ninfeta, ela virou minha namoradinha sem ninguém saber.

No último conto, contei como reencontrei minha prima de primeiro grau que na época tinha 13 anos.

Caso tenha encontrado esse conto primeiro, leia desde o começo que vai valer a pena, por que aqui só conto história real, nada é fake, tudo 100% verdadeiro.

Sou alto, bonito, engenheiro formado, bem empregado, dominante por natureza e isso ocorreu quando eu devia ter por volta de uns 19 anos quando estava no início da faculdade de engenharia.
Minha prima branquinha, jeitinho de ninfeta, com corpinho todo certinho, bundinha e peitinhos na flor da idade e cinturinha fina, além de um rosto lindo e um charme angelical. Visão dos sonhos.

Eu e minha prima demos nosso primeiro beijo de lingua, e tinha sido muito gostoso. Ela beijava direitinho e a boca bem macia, quentinha, gentil.

Ficamos nessa de ficar nos beijando escondidos na casa da minha tia pra que ninguém descobrisse e tava sendo bem interessante.
À noite meu primo estava vendo TV na sala lá no primeiro andar e pegou no sono. A essa hora todos já estavam dormindo. Eu estava no quarto do meu primo deitado na minha cama e minha prima estava ali e estávamos conversando. Ela deitou do meu lado e começamos a namorar e meu pau ficou trincadasso, tava realmente foda de segurar a vontade de abusar da minha priminha.

Fui até o banho e tomei um banho tranquilo e lembro de pensar que não queria fazer nenhuma putaria com ela, por que não queria realmente ir além da inocencia dela, mas aos poucos ela já começava a se demontrar menos inocente do que parecia. Mas ainda sim busquei ficar firme com o objetivo de não ultrapassar a linha, deixar ela vir até mim caso ela quisesse. Decisão sábia.

Voltei pra cama e voltamos a namorar, foi quando ela subiu em mim, como quem monta para cavalgar no pau. E ficamos assim, conversando, ela sentindo minha tora trincada, e modestia parte meu mastro de 21 é bem servido. E a gente conversando assim, como se essa situação não estivesse rolando. Aos poucos ela começou a dar umas reboladinhas, e eu realmente não tava aguentando. Tava no suprasumo do fetiche de priminha de primeiro grau ninfetinha perdendo a inocência consensualmente mas ainda virgem. De fato é uma das mais sublimes sensações que eu já havia sentido. É muita honra pra um homem só.

Nessa brincadeira segurei firme na cintura dela e ela só ia rebolando, sentindo meu pau. Enquanto conversávamos e ela ali, sentadinha encaixada no meu pau.

Chegou uma hora que já não dava e leitei no meu short inteiro só com a rebolada de roupa. Só ela pra conseguir um feito desse comigo.

Fui me limpar e por aquele dia ficou por isso mesmo.

Com o passar dos dias continuávamos fazendo nossas brincadeiras de nos esfregarmos de roupa, eu as vezes agarrava ela em locais mais proibidos dentro da casa da minha tia e ela gostava. Nós dois dentro as vezes ela passava a bundinha levemente no meu pau e todo mundo ali em volta sem perceber que a priminha era a namoradinha do primão. E que tava adorando provocar o caralhão do primo.

Um outro dia recebemos visita de uns casais de amigos da minha tia, os outros primos dos meus primos, etc, e todos ali fazendo churrasco e ela me provocando na piscina discretamente.

Mais a noite, esses primos e primas dos meus primos ficaram também pra dormir lá e fomos assistir um filme a noite. Eu completamente mais velho que todos (19), pegando minha prima que era a seguda mais velha ali (13), e ninguém sabendo.
Deitamos pra ver o filme, nos cobrimos e assim que nos cobrimos minha prima já se achegou com a bundinha pra encaixar no meu pau. E ficamos assim, eu com a vara pulsando na bundinha dela e ela quietinha fingindo que tava vendo filme, mas se esfregando.

Mais tarde ainda ficamos conversando no quarto do meu primo e ela me contou que queria que a gente ficasse realmente sozinho, sem ninguém acordado.

Combinamos então que no dia seguinte a noite seria essae momento. A essa altura a estadia lá já estava acabando.

No dia seguinte de manhã fomos na praia todo mundo e eu e minha prima fomos pro mar juntos pra se agarrar um pouco, ficamos lá como dois namorados, era exatamente como ela queria. Ela com as pernas envoltas de mim e eu segurando ela, e completamente encaixadinha com a bucetinha no meu pau.

Na praia, fomos comprar um suco nos quiosques e foi só eu e ela. Enquanto esperávamos eu sentei em um banquinho e ela veio e sentou no meu colo, como se fosse a minha namoradinha ninfeta do Daddy. Sempre que ela tinha oportunidade ela queria extravasar o quanto tava apaixonada por mim e pra todos saberem que ela era somente minha.

Foi realmente muito bom.

Lá pro final do dia, estava na hora de irmos além. Combinamos de deixar todos dormirem e ir pro quarto dela.
Cheguei lá começamos a nos agarrar descontroladamente, ela sentou em cima de mim e foi tirando a roupa. Que cena maravilhosa.
Fui chupando os peitinhos enquanto ela rebolava no meu colo e eu guindando ela pela bundinha gostosa que ela tinha (e continua tendo).

Então foi quando aconteceu algo que eu realmente nunca vou entender, ela já tinha falado inúmeras vezes que era virgem e que nunca tinha nem feito nada, nem nenhuma brincadeira, só que começou a tirar meu short, quando meu pau pulou pra fora (por que não gosto de cueca) ela foi e ajoelhou boazinha e colocou na boca, na mesma hora.

Começou a mamar deliciosamente, uma das melhores mamadas que eu já tinha recebido até ali. Realmente fiquei impressionado com a habilidade dela em chupar minha rola e comecei a duvidar que nunca tivesse feito aquilo.

Porra, eu já tinha fodido muita bucetinha, naquela época já sabia reconhecer uma boquinha inexperiente e aquela não parecia ser.

Enfim, uma mamada deliciosa. Cena inesquecível nas minhas memórias.

Ficamos nos divertindo, mas nada ainda de sexo por que, novamente, eu não iria passar da linha. Me mantive firme no objetivo de que ela deveria me procurar, como uma boa ninfeta, uma boa menina, e como toda mulher merece ser tratada, tudo em seu tempo.

Já estava bem tarde quando começamos, quase amanhecendo. Meu primo ficou acordado até tarde com o primo dele e isso dificultou.

A essa altura já tinha amanhecido e resolvemos dormir um pouco.

Dia seguinte era o último dia. Eu realmente queria comer minha prima e ela queria me dar, mas no dia anterior ela tinha ficado um pouco hesitante, como é de direito dela. Ainda sim fizemos muitas coisas que não tinhamos feito, como ficar completamente pelados juntos nos divertindo de diversas formas que vou deixar pra sua imaginação de leitora/leitor (seja no papel da priminha, seja no meu papel nessa história)

Naquele dia já estávamos com saudade de tudo que tínhamos vivenciado juntos sem nem ter terminado ainda.

Rolou churrasco naquele dia, e mais a noite tava geral lá ainda, primos dos meus primos, etc.
Meu primo e os primos dele estavam jogando videogame. Eles tem alguns primos e, em resumo, quem estava ali era uma prima deles da minha prima mais bobinha, recatada e o outro é um moleque da idade do meu primo. Estávamos todos jogando videogame e eu deitado no puff vendo eles jogarem. Só que enquanto jogavam, todos ficavam vidrados na TV e não olhavam para os lados. Minha prima estava do meu lado, deitou comigo no puff de bikkinizinho (ela ficava assim até a noite por que sabia que eu gostava) e nos cobriu.
Safadinha.

Enquanto eles jogavam sentados exatamente no sofá ao lado do puff, ela foi pra debaixo do cobertor que cobria só eu e ela, abriu meu short e abocanhou meu caralho. Dava umas mamadinhas e parava, dava mais umas mamadinhas e parava, pra não ser pega por eles.

Com essa cena já me acabei de punhetar lembrando dela.

Quando todos dormiram, enfim, nos encontramos sozinhos no quarto dela. Já era madrugada e começamos fazer nossas putarias. Ela já caiu mamando, deve ter gostado de sentir meu pau na boca, realmente meu pau deve ser bem gostoso pra quem gosta de ser submissa.

Só que ai, minhas caras leitoras putinhas minhas e meus caros leitores, eu não tinha levado camisinha por que, lembrem, quando eu fui pra lá eu sequer tinha imaginado que iríamos chegar tão longe.

Eai falei pra ela disso que respondeu que os pais devem ter no quarto deles. Ela desceu no quarto deles, entrou escondida e procurou camisinha. Disse que não encontrou.

É, a vida é assim. Não rolava de furar minha prima no pelo, então fomos inventar outras formas de aproveitar. Por exemplo, tomar banho juntos, ela de costas com as mãos encostadas na parede do banho, empinadinha enquanto meu pau entre as pernas dela roça diretamente na bucetinha dela.

De fato faltou naquela estadia prolongada consumar o ato. O que jamais tirará a beleza do que foram esses 5 dias dos sonhos de qualquer homem Dominador, disciplinador, professor, mas respeitador de mulheres, submissas, ninfetas.

E assim fui pra casa dia seguinte, com saudade do que tinha acontecido e com planos para comê-la.

Depois disso ficou evidente pra minha tia e meu tio que minha prima estava apaixonada por mim, por que ela insistentemente perguntava de mim para eles, pedia pra gente já marcar um próximo encontro em que eu vá pra lá.

Meu tio é ciumento e é formado em tecnologia, deu um jeito de entrar na conta dela (na época facebook) e ver todas as conversas em que faziámos juras, falávamos sobre o que tinha acontecido e falávamos putaria, como queriamos foder logo, etc.

Minha tia veio me perguntar e não quis mentir, confessei pra ela. Ela ficou estranhamente feliz com saber disso. Parecia que tinha gostado da ideia de ter um genro que também é o sobrinho e afilhado tão querido dela. Ela conhecia minha índole, sabia que eu era boa pessoa, então me pareceu realmente gostar da ideia.

O pai dela, por sua vez, ficou doido. Me ligou, começou a falar surtando, falando que não quer mais que a gente se encontre ou se fale, várias paradas. Filho da puta do caralho.
Mas fiquei de boa e falei que não ia mais rolar.
Minha prima Bê ficou bem triste, não nos falávamos mais. Realmente tinha dado merda. Outras pessoas da família depois souberam, minha tia contou pra minha mãe e avó, mas nada que tenha mudado alguma coisa na relação de família. Só o pai dela que dei essa surtada, de resto ficou tudo de boa.

O tempo passou e a poeira abaixou, mas já tínhamos sido afastados e não tinha mais volta.

Vocês devem estar se perguntando se eu comi ela em algum momento.

Sim, ela mamou meu pau outras vezes e fodi ela a primeira vez enquanto ela estava com um namoradinho, aos 14.

Aproveitem.

E digam não ao sexo não consensual.

Comentem

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 3,46 de 13 votos)

Por # # #

4 Comentários

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Responder Claudio Alberto

    Não entendo esse insano desejo de se dizer bem dotado, como comentei no capítulo anterior, achei bem escrito porém, a bem da verdade, aqui não caberia dizer ter pau de 21 centímetros além do que não entendi o sexto parágrafo (…já não dava e leitei no meu short …).

    Percebo, com esse capítulo, que você ou é muito novo e inexperiente, ou perdeu-se no sonho de quer ter vivido uma aventura. E, essa constatação, desmancha toda a boa impressão de que poderia ser um bom conto!

    • Reciclagem cidadã

      Realmente, esse capítulo decepcionou

  • Responder ContosReais

    E-mail do autor para quem se interessar:

    [email protected]

  • Responder Lou

    Maravilhoso!!!