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Amor com amor se paga – Parte Final

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Para todos aqueles que leram a Parte 1, a Parte 2, a Parte 3, a Parte 4, a Parte 5 e a Parte 6
do meu conto “Amor com amor se paga”, vamos a parte final, obrigado pela paciência e espero que gostem.

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Sonho de uma noite de verão

Valentina havia crescido, se desenvolvido, anos haviam se passado desde que perdemos Karen, viver na cidade já não estava mais se tornando possível já que a cada dia o meu relacionamento com a garota chamava atenção dos vizinhos. As pessoas estranhavam aquele cara mais velho andando de mãos dadas e de muita intimidade com uma menina de apenas xx anos, já estávamos dando na cara que não éramos só pai e filha como tentávamos passar aos outros. Foi então que resolvemos nos mudar um pouco mais para longe de onde havíamos começado nossa história.
Após uma longa busca, acabei encontrando um sítio na cidade de Itaguaí, bem próximo ao Rio de Janeiro, não era grande, mas nos proporcionaria a privacidade que nos permitiria levar nossa vida de uma maneira mais tranquila. Vendemos minha casa e partimos.
Gabriel era agora um menino grande e forte, com quase x anos, chamava a mim de pai e a Valentina de mãe. A pequena assumiu para si a responsabilidade de criar o garoto e eu adorava a ideia.
Valentina tomou formas de mulher, seus peitinhos agora já crescidos, pareciam dois limõezinhos que eu adorava mamar. Acho que até ajudei para que eles se desenvolvessem tão rápido. As ancas largas, denunciavam que seria uma baixinha bunduda, até mais do que a mãe. E seu “furor uterino” como eu costumava chamar sua vontade de fuder, havia alcançado patamares astronômicos. Praticamente trepávamos o dia inteiro, era só dar vontade, que lá estávamos nós dois se pegando e já metendo, fosse onde fosse.
– Amor, temos que terminar de arrumar o quarto do Gabriel, você pode me ajudar? – “Tininha” falou e já foi em direção ao quarto.
– Claro, já estou indo. – Ela parou na porta se virou e me olhando de cara feia emendou.
– Agora, se fosse possível. Dá pra você largar esse computador e vir? – Ela havia aprendido a ser mandona, bem mais do que a mãe, a menina tinha personalidade forte. Levantei da cadeira e a segui.
– Você pode pegar o lençol na cômoda e me ajudar a colocar no colchão? – Peguei e levei em sua direção. Ela tomou de minha mão e se reclinando sobre a cama, começou a arruma-la.
Ela estava usando uma saia jeans, bem curta e um top, que faziam com que seu corpinho ficasse quase todo a mostra. Sentei na cadeira atrás dela e fiquei apreciando o bailar da bunda dela enquanto se reclinava para ajustar o lençol.
– Você vai ficar aí parado ou vai vir aqui me ajudar? Preciso de uma forcinha aqui! – Me levantei e fui em direção a ela, a segurei pela cintura e a encoxei, encostando minha rola já dura nela. – Huuummm, não posso nem arrumar a cama do nosso filho, que você já quer brincar? – Cheguei perto do ouvido dela e falei com uma voz bem sensual.
– Mas é claro, não tem como resistir a esse rabo maravilhoso rebolando na minha frente. – Ela mesmo levantou a saia, como eu costumava pedir, ela não usava calcinha em casa, assim me concedendo livre acesso.
– É todo seu, faz o que você quiser amor! – Falou e já foi ficando de joelho na cama do nosso filho.
– Você que manda. – Me abaixei atrás daquela bunda magnífica e comecei a chupar sua bucetinha por trás, salivando toda extensão dela, indo desde o grelo até o anelzinho do cu, aproveitando para meter dois dedos na xereca que continuava lisinha como na infância. Fiquei metendo e tirando os dedos e lambendo com sofreguidão. Até que ela mesma já não estava aguentando.
– Mete logo na minha buceta, papai, que eu já tô louquinha pra sentir ele me rasgando. – Não precisou pedir de novo. O cacete já estava tinindo de tão duro, deixei a bermuda cair aos meus pés e passei a passar a cabeça nos lábios da xereca dela, pincelando de baixo para cima, até que se encaixou. – Ui, vai com calma amor, ela é toda sua, não precisa de pressa. Mete, mete tudo.
Passei a estocar a rola até meu saco passar a bater com força na testa da xota, cadenciando o som da batida com o ranger da cama. Ficamos nessa até que Gabriel entrou no quarto e ficou olhando a nossa trepada.
– O Gabriel, amor, ele tá no quarto. – Falei sem parar de meter.
– Deixa ele ver a gente se amando. Vem cá Biel, senta aqui na cama. – Ela chamou nosso filho e continuou a rebolar na piroca. – Vem cá Biel, ajuda a mamãe aqui. – Ela colocou o peito para fora e direcionou a cabeça do menino para que chupasse. Meio sem entender, ele abocanhou o peito dela e ficou sugando. – Ai que loucura, isso é muito bom. Mama filho, mama o peitinho da mamãe. – O garoto foi aprendendo enquanto ela segurava o queixinho dele para que cadenciasse a mamada e não largasse enquanto eu empurrava o pau para dentro dela.
Aquela cena estava me dando um tesão da porra, segurei na cinturinha de “Tininha” e comecei a meter mais forte, o que foi acompanhado por um gemido de dor e tesão da minha esposinha. Gabriel mamava a teta da “mamãe” com os olhos arregalados sem entender muito bem o que estava acontecendo. Até que anunciei meu orgasmo.
– Porra eu vou gozar, não tô mais aguentando.
– Vai amor, me enche de porra, que eu vou gozar juntinho com você, vaiiii… – Ela se tremeu toda e ficou jogando a bunda para trás, forçando minha pica mais para dentro. Eu não aguentei e derramei umas duas ou três esguichadas de esperma no fundo da bucetinha da menina, que continuava tremendo alucinada na rola. Gabriel ainda agarrado ao peitinho dela, continuava sem se importar com a cena.
– Olha amor, olha como ele gostou de mamar na mamãe. Acho que vou ter que ensinar a ele algumas coisinhas, o que você acha? – Apenas murmurei:
– Você que sabe. – E despenquei, sentando na cama. Ela levou a mão até os lábios da buceta e melou o dedo na porra que escorria e levou até o peito e passou no biquinho, chamando o moleque para continuar mamando, o que ele fez sem reclamar, mesmo com o novo sabor.
– Olha amor, acho que o nosso filhote gosta do saborzinho da porra.
– Acho que ele puxou a família. Você e sua mãe adoravam, deve ter puxado de vocês. – Ela levou a mão mais uma vez aos lábios vaginais e trouxe outra porção de porra e dessa vez deu ao menino para lamber seus dedos, mais uma vez ele experimentou e não reclamou do gosto.
– Acho que descobrimos mais um putinho na família amor. – “Tininha” falou rindo, sendo acompanhada pela risada gostosa do nosso garoto, que lambia os lábios com o sabor de esperma fresquinho. Eu só podia rir.
Aquele foi um ano maravilhoso, iniciamos o Gabriel nas nossas putarias e alguns meses já no verão, Valentina descobriu que estava grávida, foi uma felicidade só, estávamos fechando mais um ciclo em nossas vidas. A alegria havia enfim retornado a nossa casa, mesmo depois de tanta tristeza que nos abateu.

Ruas de outono

O outono findava e com ele se iniciava um novo ciclo em nosso cotidiano, Valentina exibia uma barriguinha de sete meses, já quase não se aguentando em pé, devido ao seu corpinho ainda não estar tão preparado a carregar aquela gravidez. Ficava até meio dispare, um corpo pequeno carregando uma enorme barriga. Com a ajuda de um amigo que é cardiologista de um renomado hospital e sua esposa que era pediatra, tínhamos tido acesso a todas as consultas e exames como se a criança fosse fruto de um relacionamento entre Valentina e um adolescente. Nele eu podia confiar, pois sabia muito bem o que eu estava passando.
Estávamos fazendo a ultrassonografia no consultório da Dr.ª Luana, ansiosos para saber a saúde e a formação do bebê, só que a curiosidade maior era para saber o sexo do nosso filho ou filha.
– Olha, esse é o coração, vou colocar para vocês escutarem. – A Dr.ª aumentou o som e pudemos ouvir o coraçãozinho bater. – Essas são as perninhas e estou vendo que é bem tímido, porque não quer nos mostrar o seu sexo. Mas vou tentar de outro ângulo. – Ela mexia o aparelho por toda a barriga, quando exclamou. – Olha lá, e então, querem saber o sexo? – Acenamos com nossas cabeças que sim. – Bem, é uma meninona muito saudável, já escolheram o nome?
– Carolina! – Falamos quase juntos. A médica riu.
– Olha, vocês podem se beijar, eu já sei de vocês, o meu esposo me falou. – Olhamos um para outro, era a primeira vez que podíamos demonstrar nosso amor na frente de alguém e nos beijamos. A Dr.ª apenas sorriu balançando a cabeça.
Fomos para casa e ao chegarmos, fomos contar ao Gabriel, que ele teria uma irmãzinha. Sentamos no sofá e ele pulou no nosso meio.
– Biel, nós temos uma notícia pra te contar. Você vai ganhar uma irmãzinha! – Ele ficou todo feliz e ficou abraçando a mãe e passando a mão na barriga dela.
– Mas mamãe, o bebê vai mamar no seu peito também?
– Sim, meu filho, a mamãe vai ter que amamentar sua irmãzinha no peito.
– Mas o peito é só meu! Eu não vou deixar ela mamar! – Ele era muito putinho e já foi puxando a blusa de Valentina e caindo de boca no peito da irmã. Aquela sacanagem me excitava, eu adorava a liberdade que tínhamos um com o outro dentro de casa. Eu atrás dele, coloquei minha pica para fora, melei com um pouco de saliva, puxei seu shortinho para baixo e o fazendo se reclinar, encaixei no rego da sua bunda. O safadinho rebolou e a piroca deslizou para dentro do rabinho.
– Ai papai, tá doendo.
– Continua mamando na mamãe filho, que já, já a dor passa.
Minhas mãos foram para a cinturinha que rebolava enquanto eu o segurava em meu colo. Agarrado em um bico do peito, ele sugava com força, chegando a fazer um alto barulho de sucção. Valentina subiu o vestido e iniciou um leve dedilhado no grelo, enquanto a outra mão apoiava o queixinho do irmão, ajudando-o a mamar enquanto era enrabado.
O moleque gemia entupido com a piroca no cu, apoiado na barriga da mãe. Ele adorava dar o rabo, mas não dispensava mamar com fome os pequenos botões que já despontavam como peitos, que eu aposto, seriam maiores que o de Karen. Sua bunda ia de encontro ao meu colo, engolindo a pica até os ovos, fazendo com que batesse na minha barriga.
– Ai amor, eu não aguento mais, olha como a minha buceta tá! – Ela me mostrou os dedos e o melado cintilava, em forma de fios grudentos entre seus dedos. Segurei sua mão e chupei. – Mete um pouquinho em mim também, o bebê tá precisando de um pouco de porra!
Levantei o menino e minha rola saiu do cu, deixando um buraco que mostrava o quanto ele havia aguentado dentro dele. O menino era corajoso e fundo. O buraco demorou a fechar e eu fiquei alguns segundos absorto admirando o meu filhote.
– Vem pai, vem comer a minha buceta. – Balancei a cabeça e sai do estado hipnótico.
Valentina se levantou e veio sentar no meu colo, de frente para mim. Sua barriga impedia nossos corpos de se juntarem. Ela foi abaixando e tentei guiar a rola para a bucetinha inchada. Não consegui, porém, rebolando o quanto dava ela conseguiu agasalhar toda a pica dentro de si.
– Ain. Dá uma dorzinha lá no fundo. Uma pressãozinha gostosa. Mete amor, deixa nossa filhota sentir a pica do papai.
Eu a segurava com as duas mãos na barriga e nossos olhos se encontravam. Era lindo saber que a nossa filha ainda na barriga já estava se acostumando a piroca do pai, aquela na qual daqui há alguns anos ela própria estaria sentindo entrar em suas suaves e delicadas carnes. Gabriel, agora ao nosso lado voltou a colar sua boca no peitinho da irmã, sugando deliciosamente, ele era muito safado. Eu por minha vez alisava a barriga de Valentina, sentindo nossa bebezinha se mexer ao levar as cabeçadas ainda dentro do útero.
– Ai, “Tininha” sua xaninha tá deliciosa, tá pegando fogo de tão quente, assim eu não vou aguentar. – Ela acelerou os movimentos. Eu senti minha rola inchar e despejar o leite nas entranhas dela. – Ai amor, eu tô gozando, toma a porra do papai, filha! Sente o gostinho do esperma ainda na barriga da sua mãe, pra se acostumar ao sabor do papai. – Valentina se inclinou para trás e jogava apenas o quadril em direção a pica. Ei alisava sua barriga. – Toma filha, por enquanto vai ter que dividir com a sua mãe, mas logo, logo essa pica vai ser só sua. – Minha gala melava o pau a cada metida, fazendo pressão e escapando pelas bandas da buceta, melando todo o meu saco.
Ela ficou alguns segundos parada, descansando e depois inclinou seu corpo para o lado oposto ao de Gabriel e eu a ajudei a se deitar no sofá. O menino guloso por porra, ao ver meu cacete escorregar da xoxota da irmã, correu e o segurando firme, caiu de boca, lambendo e recolhendo cada gota, indo até o saco com a língua e subindo até a cabeça, num vai e vem em minha pica sensível que me fazia arrepiar. Limpou toda a porra e ficou sentadinho engolindo a caceta que já estava novamente dura.
Segurei a cabeça do moleque e iniciei uma foda em sua boca, metendo até as bolas baterem em seu queixinho, deixando ele engasgar propositadamente, fazendo com que salivasse em toda a extensão, melando o cacete todo. Já estava em ponto de bala. Me levantei, o coloquei de quatro e guiei em direção ao buraquinho, que piscava alucinadamente implorando por pica. Bastou encostar, que tudo foi devidamente engolido, sem que ele sentisse.
Meu menininho recebia a rola quietinho, com a cabecinha encostada no espaldar do sofá, mexendo a bundinha levemente. Enquanto eu, agarrado em suas ancas e com um pé sobre o assento, empurrava o cacete, cú a dentro.
– Rebola no pau do papai, meu filho. Faz o papai encher o seu rabo de porra. Faz o teu macho gozar. – Eu estava alucinado, tinha um moleque e iria ganhar uma nova menininha. Estava descontando o tesão nele o quanto podia. – Papai vai gozaaaarr. Mexe esse rabo gostoso. – Ele rebolava rindo e olhando para mim, com carinha de safado. Eu adorava o garoto. – Eu vou te encher de leite, que cú gostoso, que cu quentinho. Papai vai gozaaaaaaarrr. – O puxei cravando o quanto dava. Vi em seus olhos a dor, quando os fechou e uma lágrima escorreu pelo cantinho.
Eu fechei meus olhos apenas curtindo os últimos jatos enchendo o menino. Estava ofegante, me reclinei sobre ele, buscando descansar, mas sem deixar o pau escapulir, queria sentir o rabinho pulsar, se contorcer, tentando expulsar o invasor que o arrombou. Ele era valente e ficou piscando o anelzinho na rola, mastigando em busca das últimas gotinhas, basicamente ordenhando a pica. Ele era bom, havia aprendido bem com Valentina, em cada uma das vezes que ela o ensinou a apertar o cu em volta do dedinho dela para treinar, como a própria mãe havia feito com ela. Havia se transformado em uma bela professora de putaria, que tinha no irmão um discípulo dos ensinamentos de Karen.
Minha piroca se deu por vencida e escapuliu, melada e enfim, mole. Me sentei no sofá ao lado dos dois irmãos e fiquei admirando. Como era possível ter encontrado a felicidade, mesmo dentro do caos em que tínhamos vivido. Mas tudo tem uma explicação em nossos destinos e finalmente eu havia encontrado a razão para viver.

Pais e filhos

Em julho do ano seguinte nasceu Carolina, minha filha com Valentina, completando o nosso sonho de ter uma família completa. Gabriel já participava mais ativamente das nossas fodas. Havia aprendido com a irmã a mamar uma piroca e a dar o cuzinho, bem como aprendeu a se deliciar com as gozadas que eu adorava dar em sua boquinha, ele também adorava a chupar os peitos de Valentina e a sua buceta. Peguei várias vezes ele ajoelhado na sala aos pés da mãe, com a cara afundada entre as pernas dela, satisfazendo os desejos da mãe.
– Oi amor, cheguei, onde vocês estão? – Cheguei em casa e não encontrei ninguém. Fui até o nosso quarto e flagrei uma das cenas mais linda que tenho memória em minha vida.
Valentina sentada em nossa cama, reclinada no encosto, dava de mamar em um peito para Carol e no outro estava “Biel” aproveitando que estava desocupado para mamar. Fiquei parado na porta, olhando a cena, meu pau não tardou a dar sinais de vida e endureceu de tesão e amor na minha família.
– Psiu! – Ela fez sinal de silêncio, pois os dois estavam quase dormindo. – Me aproximei deles, coloquei a rola para fora e iniciei uma leve punheta absorto na cena. Valentina apenas me olhava e sorria enquanto o menino mamava em uma teta e a Carol na outra. O leite chegava a escorrer pelo canto da boca de “Biel”, quase dormindo, sua piquinha estava durinha e ao olhar mais atento observei que um dedo de sua mão estava enterrado no olhinho do cu se dando prazer.
Acelerei a punheta e batia com a rola de leve no rostinho da minha filha, que já estava com quase seis meses. Fiz um sinal para minha esposinha que iria gozar, ela afastou a boquinha da menina do peito e despejei dois jatos na aureola e no biquinho. A bebê gulosa avançou de volta para mamar, só que desta vez, sentindo o sabor do leite do pai, misturado ao da mãe. Segurei o resto da esporra enquanto ela fez a mesma coisa do outro lado, tirando a boca do Gabriel. Terminei de gozara no outro peito e o viadinho tornou a engatar na mamada, saboreando o esperma quentinho e agridoce junto ao leite. Subi na cama como deu e levei a rola a boca de Valentina que sugou as últimas gotinhas, deixando meu pau limpinho. Eu amava minha família.
Carolina cresceu uma menina linda e muito apegada comigo, não irei me aprofundar, mas com certeza tínhamos planos para nossa caçulinha, quem sabe em um próximo relato eu conto como a iniciamos e como Gabriel se tornou o macho da casa, servindo a mim, a Valentina e a irmã caçula.
Viver a nossa vida, teve os seus momentos bons e ruins, como a vida de qualquer pessoa, porém, não nos deixamos abater por causa disso. Muito pelo contrário, tivemos que encontrar forças uns nos outros para superar todas as adversidades. Como eu gostaria que pudéssemos viver da maneira que nos conviesse, sem ter que dar satisfação à sociedade. O amor não deve ser considerado um pecado, o sexo não deve ser tratado como um tabu, devemos sempre agir da maneira que nos convier, sem se importar com o mundo lá fora. Se você tem uma companheira que te entende, com certeza ela irá te apoiar se você quiser levar uma vida como a nossa, basta ter uma conversa franca e aberta, mostrando como este sonho pode se tornar realidade.
Quanto a mim, várias histórias e momentos ficaram de fora, mas que com certeza eu guardo na minha memória. Pois Valentina, assim como a mãe se tornou uma puta disposta a tudo no sexo, meus filhos cresceram viciados em fuder e levamos nossa vida de uma forma normal de pais e filhos, só que contra tudo que o mundo lá fora diz que é pecado, mas que para a gente é amor.

FIM

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Espero que todos tenham gostado de mais esta obra, demorou um pouquinho para postar toda, pois quiz trazer o prazer em pequenas doses, mas prometo que mais ainda virá, não irei deixa-los em abstinência…rsrsrs.
Obrigado a todos, só tenho a agradecer, foi uma experiência incrível trazer este conto a todos vocês. Queria agradecer a cada um, mas a lista seria enorme, então fica aqui o meu agradecimento.
Estarei trazendo em breve mais um novo contos, para engrandecer a lista de contos literários disponíveis e poder brindar os meus leitores com mais uma novidade.
Até o próximo conto.
Aos que quiserem contato, só mandar um email para [email protected], responderei a todos na medida do possível.

Outros contos
Alvorecer do Desejo
Michelle e Kamille – Um amor em família
Uma menina chamada Érica
Um Sonho de Vida
Um Sonho a Mais

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19 Comentários

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  • Responder Bugah

    Embora tenha uma similaridade com “Um Sonho de Vida”, este é uma triste história de amor de uma mulher que viveu o amor através de sua filha. É incrível sua capacidade como escritor de juntar uma boa literatura com muito sexo e sacanagem, nos emociona e nos faz gozar. Detalhe de quem lê além do sexo: a médica que fez o ultrasom da menina é a mesma personagem da história “Alvorecer do Desejo”, a pediatra Luana, que também deixava a própria filha ser comida pelo marido, por isso ela não estranhou a história de Tininha e o papai-marido. Ótimo conto Leonardo, mais um grande texto! Parabéns!

  • Responder Armando

    Tenho que dizer um obrigado, aliás muito obrigado.
    Claro que às vezes fantasia e expressão se casam de tal forma que o trecho vira uma Obra Prima, raros momentos. Mas sempre vale toda expressão de fantasia. E aqui temos limites definidos de expressão, infelizmente, então sempre manobrando para dizer sem expressar ou expressar sem dizer…
    Gestação, parto, lactação, aleitamento paterno… defloramento precoce… Temas de alto teor erótico-simbólico…
    Obrigado mais uma vez.

    • Leonardo Cruz

      Armando, seus comentários, não precisam de comentários.
      Obrigado por definir tão bem o conto, adoro ler seus comentários, sempre cheios de simbolismo e razão.
      Busco sempre trazer o melhor do ser humano a tona, além do lugar comum e da insensatez que o nosso mundo vive e nada como a fantasia que os contos nos permitem para trazer a tona aquilo que temos de melhor, mais erótico e sensual.

  • Responder Crossdress_gyn

    Sei que seus contos são muito bem escrito,mas esse eu não gostei espero que continue, sei que não e possível agradar a todos. Espero pela próxima obra

    • Leonardo Cruz

      Eu agradeço, todos os comentários são bem vindos, espero que curta o próximo que já foi postado, apenas esperando a aprovação.

  • Responder bacellar

    Meus parabéns! Acompanhei toda a saga e gozei muito! Fiquei triste com a morte da mãe mais fazer o que? Gostei muito quando vc comeu o seu menino! Uma grande família feliz!

    • Leonardo Cruz

      Obrigado bacellar, espero que continue curtindo os próximos contos.

  • Responder Debora

    Nao gostei desse

    • Leonardo Cruz

      Agradeço ao comentário e lamento se não atendeu as suas expectativas. Espero que o próximo seja do seu agrado.

  • Responder Loirinha

    Conto espetacular não liga pro que eles falam, é um bando de recalcado e possivelmente a mesma pessoa comentando, o conto foi bom e merece os parabéns, meus dedos que digam

  • Responder Anônimo

    Bia, Gilberto, Carlos, Bruno, Amanda… todos do mesmo fake (olha o espaço da pontuação que todos eles deram). Aquele que critica, e não faz melhor. Patético. Leonardo, ótima história, parabéns!

  • Responder Bia001

    Muito ruim

  • Responder Gilberto laminador

    Kkkkkkkkkkkkkkkkkk … no comeco estava muito bom , bem melhor só com a menina e a mae .

  • Responder Carlos etiópia

    Muda a história

  • Responder Bruno

    Perdeu a graça ja , toda historia tem que ter um menino , tu é viado por acaso ? A mae morre e deixa a filha pro cara e ninguem descobre nada , tem medicos que ajudam numa boa … ja inventou demais

    • Leonardo Cruz

      Se fosse para ser realista se chamaria biografia e não conto, por isso que é inventado

  • Responder Amanda pedófila

    Ai fantasiou demais , ficou igual ao SONHO DE VIDA , mesma coisa ,todas as suas histórias irão ser iguais né ? Ja vi que nao vai muda nada , fora que vc ta parecendo um gay , toda historia tem que ter um menino no meio , que nojento , muito fantasioso e sem graça este final , a mãe morre igual no outro …
    Aff , ja ta ruim , vc ta virando gay , pra comer menino …
    Vira o disco , muda suas histórias ou vai perder platéia …

    • Leonardo Cruz

      Sei que possivelmente os que criticaram devem ser as mesmas pessoas como está sendo falado, mas criticar é fácil, quero ver ter a capacidade de fazer um conto em 15 capítulos e agradar a todo mundo. Queria ver um de vcs se dar ao trabalho de escrever um conto sequer com mais de 1000 palavras.
      De mais a mais se os contos se parecem é porque este foi escrito antes do outro e deu origem a Um sonho de vida. E quanto a em.meus contos sempre ter um garoto que é comido é porque eu acredito que o amor entre um homem e uma criança independe do sexo, eles são anjos e os anjos não tem sexo, só nos dão prazer.
      Agora quer melhor, escreva o seu próprio conto e pare de se esconder atrás de nomes falsos para criticar.

  • Responder O comentador

    O conto no início foi bom, podia ser melhor, mas no fim parecia no começo.
    Parabéns amarrou bem a história e o principal soube dosar bem sexo e enredo. Muito bom.