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Amor com amor se paga – Parte 5

3616 palavras | 2 |4.57
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Para todos aqueles que leram a Parte 1, a Parte 2, a Parte 3 e a Parte 4
do meu conto “Amor com amor se paga”, esta é a continuação, espero que gostem.

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Só os loucos sabem

Acordei no dia seguinte, ainda na cama, abraçado a Valentina, a tirei do meu peito e por instinto fui conferir a xoxotinha da minha filhota e parecia tudo normal, tirando o fato de que um pouco de porra e sangue secos ainda permaneciam na calcinha e no lençol.
Me levantei e Karen já não estava em casa, fui até a geladeira beber agua e havia um bilhete preso na porta: “Cuida bem da minha menina, meu genro lindo. Te amo. Fui trabalhar. Ka” e uma marca de batom finalizava o bilhete. Havia horas que ela se superava em suas doideiras, mas fazer o que, eu havia começado aquilo e não tinha a menor intenção de terminar.
Me virei para voltar ao quarto, quando na porta apareceu Valentina, com uma cara amarrotada de sono, coçando os olhos e bocejando.
– Cadê minha mãe? – Me aproximei e limpando seu rosto e ajeitando seus cabelos, lhe respondi.
– Sua mãe tá trabalhando, como você está se sentindo?
– Tá doendo aqui em baixo, eu quero fazer xixi. – A encaminhei para o banheiro e fiquei atento a urina dela, para verificar possíveis traços de sangue, porém saiu clara e sem vestígios da noite anterior. – Tá ardendo quando eu faço xixi.
– É assim mesmo meu amorzinho, vai doer mais um pouquinho, depois passa, eu prometo. – Ainda sentada no vaso, a abracei-a pela cabeça, aproximando-a da minha barriga.
– Você vai fazer aquilo de novo comigo? – Levantou o rosto e ficou me olhando curiosa.
– Claro amor, quando um homem e uma mulher se amam, eles fazem amor, é uma forma de mostrar o nosso carinho um pelo outro. – Sorri enquanto me abaixava para deixar o meu rosto mais próximo ao dela.
– Mas dói demais. – Fez uma careta e torceu a boca.
– É só na primeira vez princesa, depois você vai sentir prazer conforme a gente for fazendo mais vezes. Tá bom?
– Então tá, eu te amo e quero fazer de novo então. – Abriu um sorriso e eu a beijei. – Agora tô com fome, o que tem pra gente comer? – Levantou do vaso e saiu correndo para a cozinha.
– Tem o que você quiser, o papai prepara pra você. – A segui e fui servir o desjejum a minha garotinha, que cada dia tinha mais sentimentos de mulher. Estava aflorando nela o desejo de ser mais amada e sentir os prazeres que o seu corpo iria a proporcionar. Os dias passaram rápido e procurei dar um descanso para o corpinho de “Tininha”, evitando que ela viesse a rejeitar o meu contato.
Até que um dia eu estava no computador fazendo alguns relatórios e ela estava pela casa brincando, eu quase sempre esquecia que havia criança em casa, já que ela era muito quietinha, quando pegava para brincar, quase esquecia do mundo, se entretendo entre panelinhas e ursinhos de pelúcia, que adoravam conversar e tomar chá com suas bonecas. Quando fui surpreendido pela sua presença ao meu lado.
– Que susto “Tininha”, você parece um fantasma, chega tão de mansinho que nem percebi. Quer me matar do coração? – Ela sorriu e me pegou pela mão, me chamando para ir até a sala. – O que foi? Por que essa pressa? – Quando cheguei na sala, havia uma boneca e um senhor cabeça de batatas deitados um por cima do outro, cobertos por um pedaço de pano. – O que é isso menina?
-Eles tão namorando, igual a gente. – Fiquei sem ação.
– Menina, você não pode fazer essas coisas com seus bonecos, isso é um segredo só nosso, você entendeu? – Ela balançou a cabeça e disse sim. – É uma coisa que não pode ficar falando, nem mesmo ficar colocando suas bonecas para fazer a mesma coisa, nem sozinha, nem na frente de ninguém. Tá bom?
– Tá bom, papai, é que eu tô sentindo uma coisinha aqui na minha perereca, ela fica formigando, eu fico passando a mão e fica gostoso, aí eu queria que a Suzi sentisse a mesma coisa. – A minha menininha estava com desejos de mulher e acabou por espelha-los sobre sua boneca.
– Quando você estiver sentindo essas coisas, você pode ficar passando a mão na sua bucetinha a hora que quiser, não precisa ficar com vergonha, desde que você esteja em casa com a mamãe ou o papai, tá bom? Isso é normal, se chama ter prazer e é muito gostoso, eu e sua mãe também sentimos. – Ela acompanhava atenta a minha explicação. – Senta aqui no sofá que o papai vai te mostrar como fazer.
Tirei o vestidinho e a calcinha que ela vestia e a sentei no sofá, coloquei os pezinhos sobre ele, abrindo suas pernas, de modo a deixar sua xaninha a mostra e bem escancarada.
– Agora você molha o seu dedinho na boca, assim, e fica passando sobre o seu grelinho dessa maneira. – Fui a guiando passo a passo, para que ela tivesse o seu próprio prazer. – Se você sentir vontade, pode enfiar o dedinho dentro da bucetinha dessa forma, não vai te machucar e você vai sentir uma coisa muito gostosa. – Ela escorregou o dedo pela rachinha e atolou no canal vaginal, apenas sendo detida pelos outros dedos. – Isso assim, viu que gostoso, agora você fica botando e tirando o dedo mais rápido ou mais devagar, conforme a sua vontade e a sensação será mais gostosa.
– Isso é bom, papai, é gostoso, dá uma coisa lá no fundo da bucetinha, dá uma coceirinha cada vez que a gente mete o dedo, dá vontade de meter mais fundo e mais rápido. – Ela metia o dedo e as vezes com a ajuda da outra mão, tentava meter mais fundo, acelerando os movimentos.
– Assim meu bem, enquanto isso o papai pode te ajudar, te dando mais prazer. – Aproximei minha boca dos peitinhos dela e comecei a mama-los com força, enquanto ela metia o dedo na própria xereca. Eu sugava um de cada vez, deixando-os vermelhinho a cada mamada e ela acelerava os movimentos. Até que ela tremeu e revirou os olhinhos. Acabara de ter seu primeiro orgasmo, ou algo parecido com isso, já que era tão novinha.
– Ai papai, que coisa gostosa, eu nunca senti assim, é gostoso, parece que a gente tá tremendo e aqui dentro ficou um melado no meu dedo, olha só. – Olhei para o seu dedinho e o segurando, chupei, para sentir o sabor do seu primeiro orgasmo.
– Que delicia, minha princesinha, deixa o papai sentir seu gostinho. – Me coloquei entre as perninhas dela e passei a lamber e a chupar toda a extensão daquela xaninha. Estava meladinha e com um sabor adocicado, provando que ela havia enfim gozado.
Aproveitei a chupada e passei a meter meu dedo para conferir por dentro. Meu dedo não teve dificuldades para entrar e comecei primeiro devagar e conforme meu dedo foi sendo melado com minha saliva e os líquidos da menina, acelerei, abrindo mais ainda o caminho. Ela com os olhos fechados, curtia o prazer que eu lhe proporcionava, até que resolvi colocar mais um dedo e ele escorregou para dentro, acompanhado de um murmúrio de dor da pequena. Olhei seu rosto e ela não abriu os olhos, então continuei com os dois dedos dentro, demonstrando o quanto ela já estava prontinha para o sexo.
Lutei contra mim mesmo, para evitar come-la naquele dia, porém o tesão falou mais alto, puxei o corpinho diminuto para que ficasse na beirada do sofá e sacando o pau do short, apontei para a entradinha da xerequinha, que brilhava a cada movimento e comecei a forçar a entrada. Não houve muita resistência, as beirolas da buceta se abriram e permitiram a invasão. Meu cacete entrou até mais da metade, não forcei, não queria machuca-la, porém, a menina me segurando pelo pescoço, jogou o peso da sua cintura em direção a minha, como se quisesse sentir mais dentro dela mesmo. Não resisti e apenas a guiando pela cintura, deixei que rebolasse, cadenciadamente indo buscar o próprio prazer, querendo a rola toda dentro de si.
Ficamos nos amando alguns minutos, enquanto ela rebolava eu busquei os seus lábios com os meus e ficamos nos beijando, seu hálito estava quente e pesado, ela estava arfando, quase em êxtase. Não me contive e anunciei que iria gozar.
– Goza papai, me dá leitinho, eu quero lá dentro, bem gostosinho, como a mamãe fala pra você encher minha perereca de porra. – A puxei pela bunda e colando a pelve dela com a minha, derramei meu sêmen dentro da minha pequena deusa. Ela ficou ali enterradinha na rola curtindo as sensações que acabara de ter e eu aguardei meu pau amolecer e sair de dentro, sentei no chão e fiquei apreciando aquela maravilha rosada expelindo uma grossa gota de porra. Levantei e tive uma ideia, peguei um espelho grande que temos na sala, posicionais para o meio das pernas dela e a chamei mostrando o meio de suas pernas.
– Olha “Tininha”, olha como ficou sua buceta. – Ela levantou a cabeça e ficou olhando. Levou o dedinho até a portinha e ficou passando em volta, sentindo o buraco que tinha ficado. Ela ria e ficava se admirando, passou o dedo na porra que escorria e como se quisesse levar de volta para dentro, ficou puxando o esperma de volta ao buraquinho.
– Olha papai, ficou abertona, tá escorrendo leitinho dela. – Falava e puxava a porra de volta. – Nem está doendo mais. – E puxava de volta a porra que teimava em escapar. Era lindo ver ela brincando, sendo apenas uma criança que descobriu um brinquedo novo. Eu deixei o espelho encostado no sofá e voltei às minhas obrigações, a deixando lá orgulhosa do que acabara de fazer.
Enquanto fazia meu trabalho, fiquei pensando, como podia uma menininha daquele tamanho, já ter desejos e sentimentos tão incomuns na sua idade. Seriamos nó que induzimos ela a tê-los ou será que é a sociedade que cerceia e os tolhe, impedindo que as crianças possam conhecer o seu corpo ainda na tenra idade. Crianças também tem desejos, tem tesão, e somos nós seus pais que deveríamos ter a obrigação de ensina-los a eles. Desde que não haja violência, seria tão bom que pudéssemos ensinar nossos filhos a se conhecer e a conhecer o corpo do outro, sem ser julgado e sem se sentir culpado, por causa de costumes bestas e ultrapassados de uma sociedade hipócrita que não permite isso, mas bombardeia todos os dias nossos filhos com imagens eróticas, danças sensuais e pornografia por todos os lados. Vai entender esse mundo louco!?

A dois passos do paraíso

O tempo passou voando e quando dei por mim, Karen já estava no último mês da gravidez, já estávamos com o quarto todo preparado e a curiosidade não permitiu que concluíssemos o nosso plano de não saber o sexo do bebê e durante a última ultrassonografia, perguntamos a médica e para nossa total surpresa, ela estava grávida de um menino. Ela ficou eufórica, pois era seu sonho. Fiquei feliz da mesma forma, já que só tínhamos a “Tininha”. Chegamos em casa e contamos pra Valentina, que ela teria um irmãozinho e ela deu pulos de felicidade.
Enquanto isso, meu relacionamento com a menina, ia de vento em popa, o que já não posso falar de Karen, que com a gravidez, acabou se tornando mais fria e distante. Havia uma sombra em seu rosto, que por mais que eu tentasse desvendar não conseguia.
Já estávamos no finalzinho do verão, o barrigão de Karen era enorme, quase não queria sair de casa, já estava de licença maternidade então resolvi que iríamos à praia no dia seguinte, arrumamos as coisas, ainda que a contragosto da minha mulher, que teimava em não querer ir.
– Eu vou porque a Valentina quer ir, mas minha vontade era ficar o dia todo no ar condicionado, de barriga pra cima vendo televisão. – Resmungava ela, enquanto arrumava a filha.
Um biquíni preto pra Karen e um de babadinhos rosa da Barbie pra Valentina, foi assim que as duas se arrumaram, com um vestidinho aberto, tipo saída de praia para ambas, completava o look e eu de sunga de praia e sem camisa. Partimos para a Costa Verde aqui do Rio, só quem conhece, sabe como são lindas as praias de lá, paradisíacas, coisa de filme mesmo. Fomos até Trindade, que tem agua mansa e algumas piscinas naturais quando a maré baixa, era uma terça e praticamente só havia a gente na praia.
Curtimos o dia inteiro, almoçamos em um quiosque em uma das praias mais movimentadas e depois fomos conhecer as mais desertas. Eu brincava com Valentina dentro d’água e a mamãe sentada sozinha naquela imensidão de areia, apenas apreciava a vista.
– Vem pra agua amor. – Eu gritava de longe e ela apenas balançava a mão, incentivando que ficássemos longe dela. Dentro d’água, eu aproveitava para curtir um lance mais arriscado e colocando “Tininha” no meu colo, segurei em suas polpinhas, e me aproveitei para beijar sua boquinha, o que era correspondido pela menina. Olhei ao redor para me certificar que não havia mais ninguém e ousei mais ainda. Coloquei meu pau para fora e perguntei a loirinha. – Quer fuder com o papai? – Ela olhou em direção a mãe e balançou a cabeça que sim.
Puxei o fundo do biquíni para o lado, ajeitei minha caceta na fendinha lisa e deixei o corpo dela descer. A gravidade fez o resto, atolando minha rola buceta a dentro. Ela me segurava no pescoço e a cada onda que nos atingia, o seu corpo era levado para cima e para baixo, aumentando o meu tesão. Eu a beijava e ela retribuía cada vez mais envolvida. Perdemos a noção do tempo, até que senti uma mão tocar as minhas costas.
– Peguei vocês no flagra. – Eu me virei e o susto foi tão grande que quase me desequilibrei, sendo segurado por Karen, que havia decidido se juntar a gente.
– Caralho. – Soltei um palavrão. – Você quer me matar? Como é que você faz isso comigo. – Esbravejava.
– Calma amor, eu percebi o que vocês estavam fazendo e resolvi vir ver mais de perto. Pode relaxar, a praia é só nossa, está completamente deserta, um tédio só. Então quer dizer que a minha putinha já tá nesse nível, querendo trepar com o macho em qualquer lugar?
– Olha mamãe, o papai tá todo dentro da minha bucetinha. – Karen colocou a mão no meu saco e subiu pela rola para conferir.
– É, tô vendo filha, você e o seu pai gostam mesmo de fuder e tô vendo que a bucetinha já se acostumou bem a piroca. Acho que tá na hora de estrear esse cuzinho, você não acha amor? – Apenas sorri o sorriso da Monalisa. – Vamos lá para aquelas pedras, no canto da praia, assim a visão fica mais restrita.
– Agora “Ka”? Você quer que eu arrombe o cuzinho dela agora? Mas nem trouxemos Ky nem nada, ela não vai aguentar.
– Deixa comigo, eu já pensei em tudo. – Falou e me mostrou o frasco de filtro solar que trazia nas mãos. Minha esposa era mesmo danadinha. Fomos em direção as pedras, carregando a menina ainda espetada na pica, agarrada ao meu pescoço, nem tinha ideia do que a aguardava. Karen tirou a saída de praia que vestia e a estendeu sobre a pedra e mandou a filha descer do meu colo e ficar de quatro.
– Filha, fica de cachorrinho aqui no vestido da mamãe e abre a bunda, assim, com as duas mãos. – A menina obedeceu e a mãe, despejou uma boa quantidade de filtro solar sobre o botãozinho rosado da menina e começou a massagear. Minha rola ainda estava dura como aquela pedra. Ela despejou outra quantidade sobre ela. – Lambuza a rola enquanto eu apronto o rabinho dela. – Fiquei esfregando o creme com a mão, me masturbando, enquanto ela jogava mais no cu da filha e enfiava o dedo mais para dentro, afrouxando as preguinhas da menina. – Acho eu já tá bom, meu dedo já entrou inteiro, agora é com você.
A branquinha continuava segurando as duas bandas da bunda, eu aproximei o cacete da olhota lambuzada e forcei. Não entrou fácil, escapulia algumas vezes, hora indo parar na bucetinha, hora indo parar no reguinho.
– Relaxa meu amorzinho, deixa o cuzinho relaxado, igual a mamãe te ensinou, igual quando a mamãe mete os dois dedos dentro. – Olhei curioso para ela, que me encarou. – O que? Você acha que eu ia deixar esse troço aí entrar na minha filhinha arrombando tudo, pra estragar o brinquedinho? Não! Eu já estava preparando o rabo dela, desde aquele dia que você me enrabou no banheiro. Eu sabia que você não ia resistir a comer esse buraquinho também. Ela já aguenta dois dedos meus brincando, agora mete essa rola logo.
Aquilo foi uma ordem, então segurando o pau, forcei bem no meio do anelzinho e consegui faze-lo ceder, permitindo que a rola pulasse para dentro do cu da loirinha todo de uma vez. Instintivamente a menina largou a bunda e colocou a mão em minha coxa, tentando impedir que eu entrasse mais, curvando o corpo para a frente tentando sair.
– Ai papai, ta doendo, tira, tira por favor, tá ardendo, para! – Fiquei parado e com um aceno de cabeça da mãe, a segurei pela cintura e passei a meter cadenciadamente naquele rabinho ainda coberto pelo biquíni, eu era encarado pela Barbie que sorria olhando para mim a cada estocada. – Tá doendo, meu bumbum tá doendo papai, paraaaa! – Eu fiquei surdo aos seus apelos e comecei a curtir o anelzinho que era puxado para fora e empurrado para dentro, se estufando a cada metida.
Karen sentada na pedra, tinha a mão dentro do biquíni alisando a xereca, apreciando a filha tomando no cu, debaixo daquele sol de verão escaldante. Eu suava de pingar a cada estocada e a criança apenas chorava, visto que seus apelos não surtiram efeito. Eu olhava pra baixo e via aquelas ancas perfeitas em formato de coração engolirem a piroca inteira, deixando apenas o saco de fora, que violentamente se chocava na xerequinha de “Tininha”.
– Goza no cuzinho dela amor, enche o potinho de porra, assim como você sempre sonhou em fazer comigo. Vai, arromba minha filhotinha, da mesma maneira que você tinha que ter me arrombado na idade dela. – Ouvir os incentivos de Karen, fizeram meu pau inchar e se preparar para entupir o cu da filha com meu esperma. O ritmo estava ficando alucinante, Karen acelerou os movimentos na xota e eu no rabo da filha e não aguentando mais, só mais algumas mexidas e:
– Eu vou gozaaaaaaaaaar. – Não deu tempo para nada, eu já estava tendo vertigens do calor e do esforço. Apenas gozei, tentando puxar a bunda dela ao meu encontro e cai por cima do corpo de Valentina, que também não aguentou meu peso e desmoronou, ficando presa por baixo de mim. Enquanto respirávamos aliviados, eu por ter gozado e ela quando joguei meu corpo para o lado, saindo de cima do seu minúsculo corpo. – Caralho, que delícia, achei que ia desmaiar de tanto calor, esse rabo é muito quente e o sol não está perdoando, quase enfartei.
– Em compensação eu gozei maravilhosamente bem aqui na sombrinha da pedra, olhando o meu marido fuder o rabo da minha filhinha. Bem do jeitinho que eu sonhei, como um casalzinho apaixonado, trepando escondido para ninguém descobrir. – Karen ria da situação e eu apenas balançava a cabeça.
Saí de dentro da pequena e fomos nos banhar no mar, para nos lavar. “Tininha” ainda reclamava que estava com a bunda doendo e sua mão jogava agua salgada e dizia que logo iria passar. Ficamos até o entardecer curtindo o passeio e voltamos para casa. No carro Valentina dormia no banco traseiro, exausta pela foda que tinha ganhado, apenas uma criança após um longo e divertido dia na praia.

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Como não ficar incentivado a colocar cada dia mais uma parte do conto, com tantos comentários incentivadores como o de todos vocês. Valeu, a cada um. Já estou preparando mais um conto para quando este terminar. Espero que curtam cada pedacinho desse para se deliciarem e se surpreenderem com o próximo. Amanha tem mais uma parte

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2 Comentários

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Responder Vitor

    Não vejo a hora dela parir… O garotinho tem que se envolver tb

  • Responder O comentado

    Tá bom, mas podia melhorar, menos conversa e mais meteção, mas continua que a coisa tá esquentando.