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Amor com amor se paga – Parte 2

3549 palavras | 8 |4.70
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Para todos aqueles que leram a Parte 1 do meu conto “Amor com amor se paga”, esta é a continuação, espero que gostem.

Para todos aqueles que leram Parte 1
do meu conto “Amor com amor se paga”, esta é a continuação, espero que gostem.

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Para não dizer que não falei de flores

Para não enrolar mais ainda essa história, vou resumir um pouco aqui. Continuei me encontrando com Karen mais algumas vezes e eu realmente estava ficando apaixonado por aquela mulher, ela tinha tudo que eu buscava, era fogosa, queria formar um lar, não gostava de sair, de noitadas, essas coisas, curtia mesmo era ficar em casa e ir para a igreja dela. Nunca fui fã de religião, mas não me meti com a dela, nem a proibi de continuar, era o que ela gostava. Já havia encontrado ela com a Valentina algumas vezes, mas nunca tínhamos saído os três juntos e decidimos ir ao shopping para que pudéssemos ver um desenho animado que ela estava doida para levar a filha.
Passei na casa dela para pegar as duas e ao ver as duas no portão, olhei atentamente e pude perceber o quanto elas se pareciam, era realmente uma clonezinha da mãe, só que em miniatura. Karen usava calça jeans e uma blusa, coberta por um casaquinho e Valentina usava um vestidinho rosa de bichinhos, também com um casaquinho sobre ele.
– Vamos entrar no carro meninas que já estamos atrasados, a sessão começa em meia hora, a gente não quer perder né?
– Nãoooo. – As duas responderam em uníssono. – Peguei “Tininha” no colo e a coloquei no banco traseiro. E ao pega-la, aproveitei para sentir o seu cheirinho infantil.
Chegamos no Shopping e fomos direto para a fila do cinema, já estávamos com os ingressos comprado. Aproveitei para comprar um baldão de pipoca e um refrigerante. Ao chegarmos na sala de exibição, estava bem vazia, pois era uma quarta-feira, decidimos sentar nos fundos, pois dava uma visão melhor e mais privacidade, pois Karen tinha outras ideias naquela cabecinha maluca.
– Senta ela no seu colo, Leo, fica melhor pra ela ver a tela, né “Tininha”?
– É tio Leo. Me coloca no colo. – Peguei a menina e a sentei, como não sou santo, em cima do meu pau. Ela se ajeitou abrindo as perninhas, o que acabou levantando o vestidinho, deixando uma calcinha branca de algodão a mostra.
– Acho que ela vai gostar de assistir ao filme sentadinha no seu colo. – Olhou pra filha, ajeitou o vestidinho de forma a cobrir a calcinha e me sorriu. – Melhor assim pra disfarçar, né? – E piscou pra mim.
O desenho já havia começado e eu aproveitei a relativa escuridão da sala de cinema para colocar o balde de pipoca entre a minha cadeira e a de Karen, de forma a ter minha mão direita livre e encoberta pelo utensílio. Minha rola já estava querendo furar a bermuda de tão dura, o que fazia com que a pequena se incomodasse e tentasse se ajeitar em busca de uma posição confortável, por minha vez, corri minha mão por suas roliças coxas, subindo e descendo em direção a sua calcinha, testando as reações dela. Para minha surpresa a loirinha não esboçou nada, apenas estava vidrada na tela onde algum personagem falava algo que eu nem sei do que se tratava. Continuei minha odisseia e mais uma vez a acomodando em meu colo consegui abrir a braguilha e pus meu pau para fora no meio das coxinhas. Em ato reflexo, puxei sua calcinha para o lado deixando ele livre para roçar entre os pequenos lábios daquela flor. Vez por outra Karen me olhava e sorria.
– Tá gostando do filme, Leo? – Ela sabia o que eu estava fazendo.
– Tá sendo o melhor filme da minha vida, estou me deliciando aqui.
– Vê se não vai fazer o personagem entrar na história antes do tempo, ele ainda tem que brincar bastante antes de entrar. – Ela era realmente impossível, usando aquele jogo de palavras para me provocar.
– Pode deixar, ele vai só bater na portinha. – Ri e voltei a me concentrar na menina que estava atenta ao filme sem se importar conosco.
Ajeitei ela mais uma vez no meu colo, com a mão deixei a piroca bem alinhada com a xerequinha dela e comecei a passar de um lado para o outro e a esfregar por toda a extensão. Fechei os olhos para poder sentir melhor toda a lisura daquela florzinha.
Para melhorar a sensação, juntei as perninhas da “Tininha”, prendendo meu cacete juntinho da bucetinha, segurei ela pela cintura e discretamente para que ninguém percebesse passei a meter o pau por entre as coxinhas. Era realmente uma sensação indescritível, aliada a adrenalina de estar fazendo isso em uma sala de cinema, podendo ser pego a qualquer momento. A loirinha entendeu o que devia fazer e se ajeitava o tempo todo, aumentando ainda mais o meu prazer.
Coloquei meu nariz bem perto do pescocinho dela e fiquei sentindo seu cheirinho que naquele momento me embriagava, enquanto minhas mãos a faziam bambolear sobre meu colo, ajudado por um leve bailar da minha cintura. Sabia que não iria aguentar muito tempo. Eu queria me controlar, mas não dava e acabei gozando entre as perninhas da menina, melecando tudo, minha bermuda, a calcinha dela e o vestidinho. Acho que soltei um gemido porque Karen me olhou imediatamente.
– Acabou? – Sussurrou perto do meu ouvido
– -Acabei sim, porque? – Respondi sussurrando mais baixo ainda.
– Acho que deu pra ouvir lá na frente seu gemido. – Olhei assustado instantaneamente a nossa volta prestando atenção nas pessoas, imaginando se alguma delas tinha ouvido. – Calma, to brincando, com esse som alto do filme não dá pra ouvir nem se você gritasse. – Respirei aliviado.
– Quer me matar do coração, Karen. – Tive que olhar de cara feia para ela. – Não me assusta assim não, isso é sério.
– Eu sei. E então, como está aí em baixo? – Ela passou a mão para conferir e trouxe os dedos melados de porra. – Tô vendo que a coisa foi boa, né? – Levou os dedos a boca e lambeu. – Huuumm, que delícia. – Voltou com a mão novamente para baixo do vestido da filha e novamente trouxe os dedos lambuzados, com uma quantidade ainda maior de esperma, pegou uma pipoca do balde, passou entre os dedos e levou até a boca da criança. – Olha a pipoca filha, come, tá com leite condensado. – A menina abriu a boca e engoliu a pipoca inteira e logo abriu a boca pedindo mais. – Olha Leo, ela gostou. Quer mais filha? – A menina respondeu que sim balançando a cabeça. Ela pegou mais algumas pipocas e ficou passando entre os dedos e dando para ela comer, várias vezes indo buscar mais porra entre as pernas da pequena, dando cabo de todo o lambuzado que estava ali. – Pronto, acho que agora acabou.
– Quero mais mamãe, quero mais com leite condensado. – A menina falava alto, tanto que teve até gente reclamando pedindo silêncio.
– Acabou filha, depois o tio Leo faz mais pra você, né Leo. – Olhou para mim inquisitiva.
– É sim amorzinho, depois o tio te dá mais leite condensado. Você gostou. – Ela apenas balançou a cabeça afirmativamente. – Acho que teremos que ter um estoque de leite pra essa gatinha gulosa.
– É só você querer, ela pode ser toda sua. – Karen me olhou e sorri, apenas sorriu. – Agora deixa eu passar uma toalhinha aí embaixo pra limpar o restinho que ainda tiver, porque ainda dá pra secar até a hora que o filme acabar.
Consegui guardar meu cacete dentro da bermuda e continuei com Valentina no meu colo até o final. Quando o filme terminou, esperamos que a maioria já tivesse saído para que pudéssemos levantar e conferir a sujeirada, porém boa parte já havia secado e o restante dava para disfarçar. Karen levou a filha ao banheiro e quando voltou para minha surpresa, ela colocou algo no meu bolso. Nem tive tempo de conferir, pois Valentina saiu correndo querendo andar naqueles carrinhos de controle remoto. Ainda fomos lanchar no shopping e depois levei as duas pra casa. No portão, ao me despedir nós nos beijamos sob os olhos atentos de “Tininha”.
– Mamãe tá namorando, tá namorando, tá namorando. – Falava sem parar enquanto batia palmas
– Não estamos namorado não minha filha. Não né Leo? – Só olhei em seus olhos.
– Não sei, não estamos não? – Ela riu e mordeu os lábios.
– Ah, sei lá, você quer? – Segurei em suas mãos e a beijei novamente.
– Bom “Tininha”, acho que agora eu e sua mãe estamos namorando sim. – A menina bateu palmas eufórica.
– Bom, já tá tarde é hora de nós duas entrarmos né mocinha.
Elas iam entrando, quando olhei para um pé de Dama da noite que ornamentava a frente da casa dela, peguei um buquezinho de flores brancas e perfumadas e entreguei a Karen.
– Pra você dormir pensando em mim. – Ela sorriu lindamente.
– E pra você pensar na gente não esquece o presente que deixei no seu bolso. – Mandou um beijo ao longe e entrou. Já tinha até me esquecido disso.
Entrei no carro e fui direto para casa, no caminho coloquei a mão no bolso e tive uma surpresa. Havia duas calcinhas enroladas uma na outra. A de algodão melada com a minha porra, da “Tininha” e uma branca de renda, bem úmida, que claramente era de Karen. Instintivamente as levei ao nariz e pude sentir o perfume das duas mulheres que a partir daquele dia passaram a ser totalmente minhas.

Brincadeira de criança, como é bom

Karen vir morar comigo foi questão de pouco tempo, já estávamos saindo havia 3 meses, então decidimos que era hora de consumarmos nosso relacionamento. Ela e Valentina vieram morar comigo em minha casa, já que era perfeita para o que sonhávamos. Havia 4 quartos, sendo uma suíte de casal e três mais simples. “Tininha” escolheu o mais próximo do nosso, outro era usado como escritório e o terceiro como quarto da bagunça.
– Olha Leo, agora que oficializamos a nossa união, eu quero deixar em pratos limpos a nossa relação e a sua com a minha filha.
– Tudo bem Karen, acho justo que queira impor limites e coisas do tipo, está no seu direito.
– Pelo contrário, não quero impor nenhum limite a vocês dois, a única coisa que eu queria te pedir é que ame a minha filha assim como você me amou. Ela tem todo o direito de se apaixonar e eu sei que será por você e não irei impedir que isso aconteça, eu abro mão de qualquer coisa para que a minha menininha seja feliz e amada como eu fui por você. – Peguei em seu rosto, levantando-o e segurei em sua mão, mirando bem dentro dos seus olhos.
– Mas eu te amo “Ka”. E amo a “Tininha” só que com um amor de pai. – Ela se livrou das minhas mãos, levantou-se da cadeira virando de costas para mim e levou as mãos ao rosto.
-Você diz isso hoje, mas eu sei que não posso controlar o amor de vocês dois, vai chegar uma hora em que você irá preferir fuder apenas com ela e irá me deixar em segundo plano, eu sei, tenho consciência disso e não vou impedir. Na verdade, é esse o meu plano. – Me levantei e a abracei por trás, confortando-a.
– Deixa de bobeira mulher, eu já te amava desde criança e irei continuar te amando pra sempre. – Ela se virou e voltou a me olhar nos olhos.
– Olha, a gente se reencontrar e se reapaixonar só pode ter sido um presente de Deus na minha vida, mas há coisas que a gente não pode controlar e o destino é uma delas. Vamos deixar como está e a gente vê o que acontece. – Nos beijamos e continuamos abraçados. Bem na hora em que Valentina entra correndo na cozinha e abraça as nossas cinturas.
– Mamãe, mamãe, porque você tá chorando? – Ela acariciou a cabeça da filha e abaixou para abraça-la também.
– Não foi nada meu amor, a mamãe tá chorando de felicidade. Porque agora estamos morando com o tio Leo.
– Não é tio Leo, ele falou que é papai Leo.
– Como assim, já tá nesse nível? – Karen me olhou intrigada.
– É eu falei pra ela que pode me chamar de papai, já que agora seremos uma família e como ela aceitou de boa, acho que não tem problemas, se não tiver pra você.
– Acho que será ótimo de um lado, mas meio estranho por outro.
– Não vejo problema nenhum, já que não estamos casados oficialmente, então não é pecado. – Sorri para ela e ela me devolveu o sorriso balançando negativamente a cabeça.
– Seus maluquinhos. Tá bom, pode chamar ele de papai. Mas lembre-se, todas aquelas brincadeiras que a gente faz não pode contar pra ninguém, ninguém mesmo. Você jura?
– Juro de dedinho mamãe. – Ela estendeu o dedinho mínimo e nós três juntamos os nossos.
– Agora vem aqui que a mamãe vai te ensinar uma coisa. – Karen continuou de joelho e abaixando minha bermuda deixou o meu pau de fora. – Mamãe vai te ensinar a chupar uma piroca. – Segurou minha rola que prontamente deu sinal de vida, endurecendo entre seus dedos. – Olha o papai também quer brincar. Presta atenção como eu vou faze e depois você vai tentar.
A mamãe levou o meu cacete a boca e com grande maestria passou a sugar a cabeça engolindo todo até tocar na garganta e voltar. Ela se concentrava em cuidar da cabeça, passando a língua em volta e depois tornando a engolir mais uma vez. Calmamente e tentando deixar que “Tininha” visualizasse bem cada passo.
– Agora é sua vez, o papai quer que você brinque com a rola dele também. – Ela segurou a base da piroca com uma mão e com a outra guiou a cabeça da pequena em direção a ela. – Abre bem a boca e tenta colocar o quanto aguentar dentro. – A loirinha foi em direção ao cacete e tentou engolir, mas só cabia mesmo a cabecinha.
– Isso, agora volta e passa a linguinha bem na pontinha, como se tivesse tomando um picolé. – A garota fazia tudo que a mãe mandava e aprendia rápido, eu tentava me controlar. Só quem teve uma boquinha tão pequena na sua rola sabe o quanto é indescritível, como a sensação é maravilhosa. Parece que um anjo resolveu chupar o seu pau, de tão macio e sensorial que é este momento. Apenas fechei os olhos, coloquei minha mão sobre os cabelos da pequena e fiquei acariciando.
– Agora volta a engolir o quanto você conseguir, indo e voltando como se tivesse tentando chupar um sorvete. – Karen estava se saindo uma boa mestra, ela tinha muita experiência no assunto e estava em êxtase por estar ensinando. – Agora segura com as duas mãozinhas aqui onde mamãe tá segurando, isso assim.
Abri meus olhos para apreciar a magnífica aula e tive uma surpresa. Karen havia incentivado a filha a segurar o cacete para que ela própria pudesse com a mão livre leva-la ao meio de suas pernas para se tocar. Ela estava usando apenas um conjuntinho Baby look sem nada por baixo, aliás as duas estavam, eram um conjunto daqueles mãe e filha que vendem por aí, onde há um par igual para as duas, composto por uma blusinha e um short bem larguinho com estampas iguais. O que facilitava o acesso a sua buceta que já estava completamente babada por seus líquidos. Ela esfregava no mesmo ritmo que a menina chupava, sendo guiada por minha mão.
Acelerei o balançar da cabeça da pequena aprendiz, fazendo com que minha caceta entrasse até um pouco mais em sua boca, o que fazia com que ela se engasgasse uma vez ou outra, aumentando a quantidade de baba que ela depositava no meu pau, facilitando o deslizar para dentro dela. A loira já estava gemendo com os dedos entre os grandes lábios da buceta, esfregando com sofreguidão o grelo que durinho despontava a cada passada da mão. Avisei a Karen que iria gozar e a mamãe preocupada que a cria se assustasse me pediu:
– Goza na nossa cara amor, derrama o seu leitinho em nós duas, eu também quero dividir o seu amor com a minha filha. Goza, que eu também vou gozar. – Não precisou falar duas vezes, saquei o pau rapidamente de dentro da boca da menina e passei a me masturbar mais rápido e forte e apenas observei as duas. – Vem cá meu amorzinho, coloca a linguinha pra fora assim, igual a mamãe, que o papai vai dar leitinho pra gente. – As duas estavam com os rostos colados e as línguas quase se encostavam. Karen soltou um gemido mais forte anunciando que havia gozado nos próprios dedos. Mirei bem na direção das duas e deixei sair. Dois, três, quatro jatos direcionados ora para a boca de uma, ora para a outra, terminando com pequenos jatos atingindo o nariz delas e os queixos. Acho que foi a segunda vez que tinha gozado tanto, estava sendo uma descoberta dos meus limites.
Olhei para elas e a menina fazia uma careta, não gostando muito daquela melequeira, mas a mamãe cuidadosa, como um belo exemplar de fêmea, tratou de lamber cada gotinha que havia escorrido na cria, deixando ela limpinha. Eu me sentei na cadeira e fiquei apreciando a cena.
– Olha filhinha esse é o leitinho de macho que o papai dá pra gente. Você tem que se acostumar a beber cada gotinha que sair da piroca dele pra crescer uma menina linda e forte. – Ela passava a língua pelos lábios recolhendo o que ainda havia em seu rosto. – Você gostou minha princesinha? – A menina fez uma cara de sei lá e deu com os ombros.
– Não sei é diferente, tem um gosto estranho. Mas é bom. Parece requeijão só que mais gosmento. – Todos nós rimos da definição da menina.
– E você gostou da brincadeira, papai? – Karen me perguntou e me olhou sorrindo.
– Eu adorei, vou querer brincar sempre com vocês duas.
– Essa brincadeira é de criança, você vai brincar é com a “Tininha”, né meu anjinho. – A menina balançou a cabeça. – Vai lá brincar, que depois a mamãe já vai. – Ela saiu correndo enquanto nós dois continuamos na cozinha.
Karen ainda sentada no chão, se chegou mais para perto da cadeira e apoiou a cabeça nas minhas pernas. Levei minhas mãos aos cabelos dela e passei a acaricia-la.
– Leo, me promete, vai, que vai cuidar dela pra mim, aconteça o que acontecer. – Ela levantou os olhos e me olhou.
– Eu prometo meu amor, irei cuidar dela como se fosse minha filha. – Ela balançou a cabeça negativamente.
– Não. Como filha não. Jura que vai cuidar dela como sua mulher. – Levei minhas mãos ao rosto dela.
– Tudo bem, eu juro que irei cuidar dela com todo amor que uma mulher merece. – A loira voltou a deitar com a cabeça em minhas pernas e eu voltei a fazer um cafuné em seus cabelos loiros e sedosos. Me abaixei e senti o cheiro bom que eles tinham e beijei sua cabeça.
O restante do dia passamos fazendo algumas arrumações na casa, para que as duas pudesses se alojar definitivamente. Arrumamos o quarto da Valentina, tratando de fazer um quarto digno de princesa, todo cor de rosa. E arrumamos o quarto da bagunça para que virasse uma sala de vídeo ou um quarto “das almofadas” como Karen chamou, este seria o lugar preferencial das nossas “brincadeiras”, para isso colocamos um sofá daqueles que estica, reclina e vira praticamente uma cama, um tapetão bem felpudo e algumas almofadas gigantes espalhadas pelo chão, além de um Puff enorme em um dos cantos, ficando perfeito para qualquer ocasião. E assim terminamos o nosso dia.

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Agradeço os comentários e espero que essa segunda parte seja tão bem recebida quanto a anterior.
Irei continuar postando uma parte por dia.

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8 Comentários

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  • Responder Daniel Coimbra

    Olá. Maravilhoso o conto. Parabéns! Está me dando vontade de escrever também novamente.

    • Leonardo Cruz

      Volte a escrever, estamos carentes de boas histórias no site. Obrigado por estar gostando do conto.

    • Anonimo

      Por favor, seus contos são maravilhosos!!!

  • Responder lucio entrou

    ontem,num dos comentarios que fiz em outro conto,falei que 2016 foi o melhor ano desses contos,quando li seu nome abri a pagina dos autores e li novamente todos os seus contos,voce é uma das poucos escritores depois de 2016 que vale à pena ler.

    • Leonardo Cruz

      2016 foi um ano mágico, tínhamos acabado de lançar o site a Casa do amanha que juntava todos os melhores escritores da época. Mas depois que fecharam o site, todos se perderam e poucos voltaram a escrever.
      Foi difícil ter a vontade de voltar ainda mais num mundo cada dia mais careta.
      Mas eu estou de volta e mais contos virão.

  • Responder Fer1996

    Como é bom ter suas histórias incríveis de volta! Espero que seja a primeira de muitas outras neste seu retorno.

  • Responder velho negro

    esta muito bom o conto leo,continue!

    • Leonardo Cruz

      Obrigado por estar gostando do conto. As novas partes já estão disponíveis.